Planos de curso - Matriz Curricular 2006

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PLANO DO CURSO DE PEGAGOGIA PPC 2006.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL001 - FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DA EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

WILSON CORREIA SAMPAIO

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
A natureza da reflexão filosófica e as implicações da filosofia na prática
pedagógica, destacando as perspectivas no campo da filosofia da educação.

III - OBJETIVOS
1.
Identificar os elementos inerentes à natureza do ato educativo de forma crítica e analítica.
2.
Refletir em torno dos limites e das possibilidades da prática educativa numa determinada configuração histórico-cultural.
3.
Problematizar as implicações sociopolíticas da aplicação das concepções filosóficas em nossa realidade educacional.
4.
Contribuir para a autonomia intelectual do aluno nos âmbitos da argumentação oral e da expressão escrita, reforçando a importância do
criterioso domínio da palavra nos contextos da oralidade e da escrita.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1 - 1 - 1 - 1ª UNIDADE – EDUCAÇÃO E FILOSOFIA 1.1 - Características da Filosofia e seu aparecer na História. 1.2 - Natureza e especificidade
do ato educativo. 1.3 - Implicações da reflexão filosófica no universo educacional. 1.4 - A filosofia da educação e a construção da autonomia.
2. 2 - 2 - 2 - 2ª UNIDADE – EXPRESSÕES DO PENSAMENTO PEDAGÓGICO 2.1 - Comenius e o nascimento da pedagogia moderna. 2.2 Rosseau e a educação da infância. 2.3 - Liberalismo e educação: o movimento da Escola Nova. 2.4 - O marxismo e a perspectiva de emancipação
humana. 2.5 - A Pedagogia Histórico-Crítica 2.6 - O Pensamento Pedagógico de Paulo Freire

V - METODOLOGIA
Exposição dialogada, leitura, sistematização e síntese das leituras, atividades individuais e em grupo, produção textual, leitura de imagens,
utilização de dinâmica, análise de filmes e documentários e elaboração de questionamento sobre as temáticas estudadas.

VI - AVALIAÇÃO
•
Trabalho individual em sala de aula a partir do conteúdo explorado (dos textos estudados e de outros indicados para a
leitura) prova.
•
Trabalho coletivo a partir de tópicos abordados nas aulas (a partir dos textos estudados ou daqueles indicados para
leitura).
•
Exposição de tema a partir de trabalho escrito produzido pelo grupo.

VII - REFERÊNCIAS
ADORNO, Theodor. Educação após Auschwitz. In: ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. Tradução: Maar, Wolfgang Leo. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1995.( p. 119-138)
COMENIUS, Johann Amos. Didática Magna. Rio de Janeiro: Rio, 1978, p. 11-93.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 12ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
GOERGEN, Pedro. Filosofia da educação entre a integração e a emancipação. In: SEVERINO, Antonio Joaquim; ALMEIDA, Cleide Rita Silvério de;
LORIERI, Marcos Antônio. Perspectivas da filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2011. (p.135-149)
GRAMSCI, Antonio. alguns pontos preliminares de referencia. In. Concepção dialética da história: Tradução de Carlos Nelson Coutinho.6ª ed. Rio de
Janeiro: Civilização brasileira, 1986. (p.11-30)
______ Os intelectuais e a organização da cultura. In. Concepção dialética da história. Tradução de Carlos Nelson Coutinho. 6ª ed. Rio de Janeiro:
Civilização brasileira, 1986. (p.117 153)
LUCKESI, C. C. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994
RIOS, Terezinha Azevedo. Autores e atores nos dizeres da escola- a contribuição da reflexão filosófica. In. SEVERINO, Antonio Joaquim;
ALMEIDA, Cleide Rita Silvério de; LORIERI, Marcos Antônio. Perspectivas da filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 2011 .(208-221)
SAMPAIO, Wilson Correia. Filosofia da educação no magistério de nível médio: uma proposta de ensino. EDUFAL: Maceió, 1997.(p. 14-21).
SAVIANE, Dermeval. Filosofia da educação: a crise da modernidade e o futuro da práxis. In FREITAS, Marcos Cezar de(orgs). A reinvenção do
futuro: trabalho, educação e política na globalização do capitalismo. São Paulo: Cortez, 1996.
_______ Pedagogia Histórico-critica: primeiras aproximações. Coleção educação contemporânea. 8ª ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2003
(p. 131-148)
STRECK, Danilo R. Rousseau & a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
TONET, Ivo. Educação e formação humana. In. Ivo Tonet. Educação contra o capital. 2ª Ed. São Paulo: Instituto Lukács, 2012. (p. 75 – 86)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL002 - FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO E DA PEDAGOGIA

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ROSEANE MARIA DE AMORIM

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Análise histórica da Educação e da Pedagogia, segundo as idéias pedagógicas, com foco na história da educação brasileira

III - OBJETIVOS
1. Apreender traços gerais da História da Educação e da Pedagogia a partir de eixos temáticos que trabalham diversos tempos históricos.
2. Compreender a História da Educação brasileira na perspectiva da diversidade cultural.
3. Estudar alguns dos principais pensadores da História da Educação da Europa e Brasil (nacional e local);
4. Contribuir com suporte teórico para compreender as repercussões da História da Educação e da Pedagogia na atual prática pedagógica (nacional
e local).

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Eixo temático I – Educação e sociedade ontem e hoje; Eixo temático II - A concepção de Infância e de criança ontem e hoje;Eixo temático III História e educação da mulher no passado e no presente;Eixo temático IV – História da África e a construção da Paz no planeta Terra; Eixo
temático V – História local no passado e no presente.

V - METODOLOGIA
Procedimentos metodológicos:
- Aula expositiva dialogada; -questionamentos iniciais, realização de estudos individuais e coletivos orientados; produção de um fichamento e de um
trabalho final, atividades reflexivas (provas), apresentação de um cordeis e estudo de documentos.

VI - AVALIAÇÃO
Avaliação -A avaliação da disciplina constará de leitura e participação no debate dos textos, exames escritos individuais e coletivos, apresentação
de seminários e análise de documentos. Além dos trabalhos escritos os estudantes em grupo (no máximo 15 a 20 minutos de apresentação)
deverão expor de forma artística a literatura de cordel no início de cada aula.

VII - REFERÊNCIAS
Referências
ALMEIDA, Luíz Sávio et al. Índios de Alagoas: memórias, educação. Maceió, Edufal, 2011.
ARANHA, Lúcia de Arruda. História da educação. São Paulo: Moderna, 1996.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. São Paulo: Brasiliense. Coleção - Primeiros Passos, 1991.
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Unesp, 1999.
COMENIUS, Jan Amos. A escola da infância. Tradução Wojciech Andrzej Kulesza. São Paulo: Unesp, 2011.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessário à prática educativa . Rio de Janeiro :Paz e Terra 1996.
LIMA, Jorge de. Poemas negros. São Paulo: Editora Jatobá, 2014. .
Matos, Kelma Socorro Alves Lopes. Cultura de Paz, Ética e Espiritualidade II. Fortaleza: edições UFC,
RAMOS, Graciliano. A terra dos meninos pelados. Literatura em minha casa. Ministério da Educação.
SANTOS, Davyd de Farias; PEIXOTO, Roberta Cassiano; DIÓGENES, Eliane Maria Nogueira. Por onde andam meus sonhos? Analfabetismo
feminino em Alagoas no início do século XX. Recife, UFPE, 2014.
SILVA, Alberto da Costa e. A África explicada a meus filhos. São Paulo: Agir, 2008 p da sétima conversa a décima conversa.
SILVA; Andréa Giordanna Araujo da; CARDOSO, Lilian Bárbara Cavalcanti; AMORIM, Roseane Maria de. A Narrativa de a Fada Brasiléia como
Instrumento Pedagógico nas aulas de História do Brasil nos anos 1940. Revista Trilhas da História. Três Lagoas, v.3, nº6 jan-jun, 2014.p.6-29
VIDAL, Diana Gonçalves. 80 anos do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova: questões para debate. Educação e Pesquisa: São Paulo: v. 39, n.
3, p. 577-588, jul./set. 2013.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL003 - PROFISSÃO DOCENTE

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ROSEANE MARIA DE AMORIM

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando
o papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola como locus e expressão desse trabalho

III - OBJETIVOS
- Discutir a constituição e a natureza do trabalho do professor, enfocando o processo de profissionalização docente.
- Analisar a história da profissão docente no Brasil.
- Focalizar a reestruturação do trabalho docente articulando-a aos processos de redefinição das questões posta pelo mundo contemporâneo.
- Analisar a profissão docente por meio da literatura.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I- O trabalho docente: constituição histórica
- Profissão docente no mundo contemporâneo
-Educação biocêntrica
- Profissão docente e pesquisa
-Memórias da profissão docente
- Recuperando a história da docência: os primórdios da profissão docente no Brasil;
- A criação das escolas normais e a institucionalização da formação docente;
- Profissão docente e gênero; profissão docente e os desafios atuais
2. Unidade II- A re-estruturação do trabalho docente
- A formação e a profissionalização docente no âmbito da reforma educacional dos anos 1990.
- Abordando conceitos básicos: professor, trabalho, docência, profissão, profissionalização

V - METODOLOGIA
- Aula expositiva dialogada; -questionamentos iniciais, realização de estudos individuais e coletivos orientados; produção de um fichamento e de um
trabalho final, atividades reflexivas (provas), apresentação de um texto literário de forma criativa e poetização da educação.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será desenvolvida de forma processual, considerando o envolvimento nas atividades desenvolvidas, bem como a
compreensão dos temas abordados, expressa nas discussões realizadas e nos trabalhos apresentados e escritos.
Atividades avaliativas da B1 –
a)
Atividade reflexiva (prova) valendo até 10 pontos
b)
Realização de uma entrevista com um docente e comentários com base nos textos lidos. 10 pontos.
Atividades avaliativas da B2 –
a)
Apresentação de um texto literário valendo até dez (10) pontos
b)
Produção de um portfólio individual ou até três pessoas 10 pontos
c)
Atividade Reflexiva (prova) valendo até 10 pontos

VII - REFERÊNCIAS
ALVES, Rubens. O preparo do educador. In:BRANDÃO, Carlos R. (org.) O educador vida e morte. Rio de Janeiro, edições Graal 1982. Profissão
Docente: pontos e contrapontos. IN: PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. São Paulo: Summus, 2009.
PENIN, Sonia. Profissão docente e contemporaneidade. IN: ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos. São
Paulo: Summus, 2009.
ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens., Petrópólis, 2001.
BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é e como se faz. Edições Loyola, 1996.
FREIRE, Eleta de Carvalho. História e Gênero na História da Educação brasileira. In: AMORIM, Roseane Maria;NETO, José Batista. Memórias e
Histórias da Educação: debates sobre a diversidade cultural no Brasil. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2012.
KARNAL, Leandro Karnal.Conversas com um jovem professor. São Paulo Contexto, 2016.
MARIANO, André Luiz Sena.A aprendizagem da docência no início da carreira: qual política? Quais problemas? Revista Exitus, v.2 n.1, janeiro a
junho de 2012.
MARTINEZ, Miguel. Profissão docente e os desafios da educação. IN: ARANTES, Valéria Amorim (Org.) Profissão docente: pontos e contrapontos.
São Paulo: Summus, 2009.
MESQUITA, Normandia de Farias. Desenvolvimento profissional docente: a formação continuada como um dos elementos In: de; ANDRADE,
Fracisco Ari de SANTOS, Jean Mac Cole. Ditos e interditos em educação brasileira. Curitiba, Brasil,2012.

OLIVEIRA, Dalila Andrade. Os trabalhadores da educação e a construção da profissão docente no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n.
especial 1, p. 17-35, 2010, Editora UFPR.
VIEIRA, Jarbas Santos: MARTINS, Maria de Fátima. Trabalho e saúde do professorado: ensaio sobre medo e esperança. In: PIZZI. Laura Cristina
Vieira. Et AL.(Orgs). Trabalho docente: tensões e perspectivas. Maceió, Alagoas, 2012.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL004 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ACADÊMICO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JAILSON COSTA DA SILVA

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
As ciências e o conhecimento científico: natureza e modos de construção do conhecimento e da pesquisa nas Ciências Humanas e Sociais,
especificamente os aspectos técnicos e textuais da pesquisa em educação

III - OBJETIVOS
1)
Promover o domínio da leitura e da escrita em língua portuguesa, incluindo-se aí o ato de construir e contestar argumentações;
2)Despertar o conhecimento crítico e reflexivo a partir do campo da análise, síntese e interpretação de textos;
3)
Identificar as diferentes ciências, tomando por referência suas peculiaridades, seus objetivos e métodos de estudo;
4)
Saber aplicar os aspectos técnicos na construção e apresentação de trabalhos acadêmicos, seguindo as normas e orientações da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A organização da vida de estudos na universidade
1.1. Situando-se na Universidade e na UFAL
1.2. Quem é o universitário do curso de Pedagogia?
1.3. Organizando-se: administrando o tempo
1.4. Como estudar? Como ler?
2. Normalização de trabalhos acadêmicos
2.1. Estrutura do trabalho científico
2.2. Citação
2.3. Elaboração das referências
3. Produção de Textos Acadêmicos
3.1. Resenha
3.2. Resumo
3.3. Fichamento
3.4. Artigo Cientifico
4. As Ciências e o Conhecimento Científico
4.1. Conceito de ciência e conhecimento
4.2. Os diferentes tipos de conhecimento
4.3. Ciências Exatas e Ciências Sociais e Humanas
4.4. Pesquisa em educação
5. Aspectos técnicos do trabalho científico
5.1. Técnicas de elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos
5.2. Elementos do projeto de pesquisa e da monografia

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas;
leitura do material com produção de esquemas, fichamentos e resumos
construção e apresentação de seminários, no formato de pôster ou mesa redonda;
dinâmicas de grupo com vivência para o trabalho futuro como educadores.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação, aqui entendida como processo, respeitando as diretrizes traçadas pela instituição, será efetivada a partir dos seguintes instrumentos:
atuação e participação dos alunos em sala de aula;
realização das atividades propostas;
entrega das atividades dentro do prazo estabelecido;
prova escrita;
apresentação de seminários;
atividade escrita (individual e/ou em dupla);
auto avaliação de desempenho pessoal (aluno).

VII - REFERÊNCIAS
CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRUZ, A. da C.; MENDES, M. T. R. Trabalhos Acadêmicos, dissertações e teses: estrutura e apresentação. 2ª ed. Niterói/RJ: Intertexto, 2004.
DEMO, P. Introdução à metodologia da ciência . São Paulo:Atlas, 1987.
_______. Educar pela pesquisa. São Paulo: Autores Associados, 2000.
_______ . Pesquisa: princípio científico e educativo. São Paulo: Cortez, 1991.
FAZENDA, I. (Org.) Novos enfoques da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1994.
/n
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e formatação. Explicitação das normas da ABNT. 14ª ed. Porto Alegre:
Gráfica e Editora Brasil, 2006.
GUEDES, Enildo Marinho [et al.]. Padrão UFAL de normalização. Maceió: EDUFAL, 2012.
LAVILLE, C. e DIONNE, J. Construção do Saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegra: Editora Artes Médicas
Sul Ltda; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999.
MACHADO, Anna Rachel; ABREU-TARDELLI, Lilia; LOUSADA, Eliane. Trabalhos de Pesquisa- Diários de Leitura para a Revisão Bibliográfica.
5.ed. São Paulo: Parábola, 2007.
PÁDUA, E. M. M de. Metodologia da pesquisa. Campinas/SP: Papirus, 2000.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL005 - EDUCAÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

CLEIDE JANE DE SA ARAUJO COSTA

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo da importância das tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na educação: potencialidades pedagógicas e desafios de sua aplicação
nos espaços
de aprendizagem presencial e à distância.

III - OBJETIVOS
Analisar as mudanças inovadoras que estão sendo produzidas nos espaços educativos e nos processos de ensino e aprendizagem com a
integração das TIC e seus efeitos;
Conhecer a plataforma MOODLE - ambiente virtual de aprendizagem (AVA);
Explorar as possibilidades das TIC em relação à construção do conhecimento, desenvolvendo habilidades para utilização destas tecnologias no
contexto educativo;
Conhecer as possibilidades e limites das TIC na educação;
Introduzir uma reflexão sobre o material didático em ambiente virtual de aprendizagem;

Analisar criticamente a incorporação pela escola dos recursos das TIC;
Selecionar com critérios educativos e utilizar crítica e didaticamente materiais tecnológicos disponíveis;
Introduzir TIC nos processos de ensino-aprendizagem, com temáticas de interesse para sua especialidade e a partir de modelos práticos.
Elaborar projetos utilizando as TIC na educação

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I - Aprendizagem e ensino com TIC
• Impactos das TIC sobre a educação ( Educação na sociedade do conhecimento)
- Educação e aprendizagem no século XXI: novos cenários
- As TIC e os processos de desenvolvimento e socialização
- A incorporação das TIC na educação
Pesquisa de campo: visitar escolas da sua cidade onde possa ver como os docentes estão lidando com as TIC no ambiente educativo.

V - METODOLOGIA
ATIVIDADES PRESENCIAIS
Os alunos terão momentos presenciais com atividades práticas no laboratório de informática do CEDU utilizando os aplicativos disponíveis e a
Internet.
Os trabalhos serão realizados em grupo, com atividades de pesquisa na Internet, análise de experiências, estudos que envolvam a utilização das
TIC na Educação, bem como, elaboração de seminários e desenvolvimento de projetos.
ATIVIDADES À DISTÂNCIA
Ao longo da disciplina serão realizadas atividades utilizando as ferramentas disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será desenvolvida a partir das seguintes atividades:
- realização das atividades propostas em sala de aula;
- entrega das tarefas exigidas semanalmente;
- participação da discussão de leituras exigidas;
- apresentação da pesquisa de campo;
- seminário para apresentação dos temas

VII - REFERÊNCIAS
BARBA Carme, CAPELLA Sebastià ( org.). Computadores em sala de aula: métodos e usos. Porto Alegre: Penso, 2012
COLL César, MONEREO Carles (orgs). Psicologia da Educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação.
Porto Alegre: Artmed, 2010.

Referência Geral

ALMEIDA, Maria Elizabete; MORAN, José Manuel (org.). Integração das tecnologias na educação. Brasília: MEC/SEED, 2005.
APARICI, Roberto. (Org. ) Conectados no ciberespaço. São Paulo: Paulinas, 2012
ALVES, Lynn; NOVA, Cristiane (org). Educação à distância: uma nova concepção de aprendizado e interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
BARBOSA, Rommel M. (org.). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005.
BARRETO, Raquel G. (org). Tecnologias educacionais e educação à distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet: 2001.
BARRETO, Raquel G. Formação de professores, tecnologias e aprendizagens. São Paulo: Loyola, 2002.
FILHO, Roberto F. (org.). Educação à distância: análise dos parâmetros legais e normativos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
FREIRE, Fernanda M.; PRADO, Maria E. O computador na sala de aula: articulando saberes. Campinas, NIED/UNICAMP, 2000.
escola; Revendo as ferramentas computacionais.
HEIDE, Ann; STILBORNG, Linda. Guia do professor para a Internet. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KENSKI, Vaní Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus, 2003.
KENSKI, Vaní. Educação e tecnologias: o novo ritmo da educação. Campinas: Papirus, 2007.
MASETTO, Marcos; MORAN, José; BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
MERCADO, Luís P.; VIANA, Maria A. Projetos utilizando Internet: a metodologia webquest na prática. Maceió: Q-Gráfica/Marista, 2004.
MERCADO, Luís P. (org) Experiências com tecnologias de informação e comunicação e comunicação na Educação. Maceió. EDUFAL. 2006
MORAES, Maria C. (org). Educação à distância: fundamentos e práticas. Campinas: UNICAMP/NIED, 2002.
PALLOFF, Rena; PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SILVA, Marco (org). Formação de professores para a docência online São Paulo: Loyola, 2012.
SOARES, ElIANA Maria; PETARNELLA, Leandro (Orgs.) Cotidiano Escolar e Tecnologias tendências e perpectivas. Campinas: Editora Alínea,
2012
VALENTE, José A. (org). O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: NIED/UNICAMP, 1999.
VALENTE, José A. (org). Formação do educador para o uso da informática na escola. Campinas: UNICAMP, NIED, 2003.
VALENTE, José A; PRADO, Maria; ALMEIDA, Maria E. Educação a distância via Internet. Campinas: AVERCAMP, 2003.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL006 - PROJETOS INTEGRADORES 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JAILSON COSTA DA SILVA

Turma:

M

Ano: 2016 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
Integrar os conteúdos das disciplinas do semestre, através do eixo temático: O que é ser pedagogo hoje?
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) Levar os alunos a perceber a escola como um campo de pesquisa;
b) Identificar as formas de atuação do pedagogo em ambiente escolar;
c) Registrar os fatos da realidade observada;
d) Refletir sobre a prática pedagógica do pedagogo com base nos saberes trabalhados pelas disciplinas.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Projetos Integradores no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia
1.1. Conceitos e significados
1.2. Bases legais
1.3. Projeto articulado: Projetos Integradores, Pesquisa Educacional e Estágio Supervisionado
2. A escola e a pesquisa como princípio na formação dos/as pedagogos
2.1. A escola como campo de estudo
2.2. A importância da pesquisa na formação do/a pedagogo/a
2.3. O que são estudos exploratórios
3. Realização de estudos exploratórios na escola
3.1. Formas de Coleta de dados e registro das informações
3.2. Sistematização dos dados e elaboração de relatório

V - METODOLOGIA
A disciplina é teórico-prática. Constitui-se em uma busca de articulação entre as disciplinas e a relação teoria e prática, na medida em que as/os
estudantes terão a oportunidade de utilizar os instrumentos teóricos aprendidos nas disciplinas nas instituições em que o pedagogo atua propiciando
um novo olhar sobre a escola, a profissão e os profissionais da educação.
A pesquisa será elaborada pelos estudantes. Ela possui procedimentos relativos a uma pesquisa descritiva, uma vez que se propõe observar,
registrar, analisar, ou seja, conhecer as diversas situações e relações que ocorrem em determinada situação envolvendo a atuação do pedagogo. A
forma assumida nessa pesquisa baseia-se em estudos exploratórios que consistem em recolher e registrar os fatos da realidade, sem a utilização
de técnicas especiais de coleta de dados. A escolha desse tipo de pesquisa se justifica por ser destinada a alunos iniciantes no ensino superior com
poucos conhecimentos sobre o tema a ser abordado.
Serão realizadas leituras dirigidas, discussões e orientação para a realização de observações e entrevistas, sistematização dos dados coletados,
bem como uma reflexão sobre esses dados e sua socialização.
Ao final do semestre, os estudantes farão o relato de suas explorações nas escolas com uma apresentação oral, além de um relatório escrito.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação se dará em duas etapas. Uma processual, considerando a participação ativa dos alunos na programação e execução das atividades
durante o curso. Uma avaliação final, através da apresentação de um seminário, no qual será apresentada a síntese dos dados observados e
relatório.

VII - REFERÊNCIAS
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Brasília: CNE/CP 05/05.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, graduação
plena. Brasília: CNE/CP 01/2002.
FAZENDA, I. Didática e Interdisciplinaridade. 8ª. ed. Campinas: Papirus, 2003.

FURLANETTO, E. C. Como nasce um professor? São Paulo: Paulus, 2003.
GALLO, Silvio. Transversalidade e educação: pensando uma educação não disciplinar. In: ALVES, N & GARCIA, R. L. (orgs) O sentido da escola. 2ª
ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
MENESES, J. G. de C.; BATISTA, S. H. S. S. (coords). Revisitando a prática docente: interdisciplinaridade, políticas públicas e formação. São
Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2003.
ROLDÃO, M. do C. (org). Inovação, currículo e formação. Porto: Porto, 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL007 - FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

CIRO DE OLIVEIRA BEZERRA

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo das tendências teóricometodológicas da Sociologia, analisando a relação entre educação e a dinâmica da sociedade no Brasil, perpassando
as interações Educação-Estado-Movimentos Sociais.

III - OBJETIVOS
GERAL
Desenvolver com o licenciando em pedagogia estudos sistemáticos de diversas abordagens relacionadas a sociologia da educação, analisando as
diversas tendências teóricas que tratam da relação educação e sociedade: positivismo, marxismo, heterodoxos (Foucault, Habermas, Culturalismo,
Epistemologia Pós-coloniais, entre outras), sociologia da educação brasileira, com o propósito de compreender e interpretar as relações e
implicações da educação, com as seguintes categorias: modernidade (progresso, urbanização e industrialização), ciência moderna, fato social,
processo de racionalização e burocratização, planejamento; luta de classe, hegemonia, ideologia, habitus, imperialismo cultural, poder simbólico,
reprodução; poder, agir comunicativo, autonomia epistemológica, cultura, entre outras categorias. Para realizar o estudo e análise propomos o
método da leitura imanente, que articula leitura e escrita num processo sistemática de registro dos estudos, com forte impacto na prática pedagógica
dos sujeitos pedagógicos. O método da leitura imanente desenvolve, entre outras coisas, a autonomia intelectual e transforma leitores em escritores.
ESPECÍFICOS
• Desenvolver leituras sistemáticas das diferentes correntes da sociologia da educação e suas contribuições para a análise da relação educação e
sociedade, desenvolvendo a capacidade compreensiva e interpretativa;
• Estruturar uma análise das principais vertentes da sociologia da educação, adotando o seguinte procedimento metodológico: diálogo crítico com os
autores; mapa das unidades significativas (categorias, conceitos, ideias e glossário, pressupostos, postulados, entre outras unidades significativas);
elaborar os efeitos dessa leitura num diário etnográfico; e, finalmente, redigir uma síntese desses estudos em uma interpretação compreensiva;
• Com o desenvolvimento e estruturação dos estudos sistemáticos anteriores espera-se que as/os discentes desenvolvam habilidades e
competências para fazer uma análise crítica, ampla e consistente de qualquer aspecto, tema ou problema da educação brasileira, valendo-se das
diversas categorias apropriadas.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I: POSITIVISMO E EDUCAÇÃO
Unidade II: MARXISMO E EDUCAÇÃO
Unidade III: HETERODOXIA, TRANSVERSALIDADE E EDUCAÇÃO
Unidade IV: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
Obs.: Todas as unidades, como seus itens, encontram-se disponíveis no livro de Nelson Piletti e Walter Praxedes - Sociologia da Educação: do
positivismo aos estudos culturais. São Paulo: Ática, 2010.

V - METODOLOGIA
Estudos dirigidos
Aulas Expositivas

VI - AVALIAÇÃO
Leitura Imanente dos textos indicados para leitura
Questionário-Resumo das Aulas
Avaliação discursiva

VII - REFERÊNCIAS
Unidade I: POSITIVISMO E EDUCAÇÃO
1.
Comte e a educação positivista
2.
Durkheim: educação como socialização e individuação
3.
Educação, racionalização e burocratização em Weber
4.
Educação e planejamento em Mannheim
Unidade II: MARXISMO E EDUCAÇÃO
1.
Sociologia da educação no pensamento de Marx
2.
Educação e hegemonia: Gramsci
3.
Ideologia e educação: Althusser
4.
Mészáros: educação para além do capital
5.
Bourdieu: educação e desigualdades sociais

Unidade III: HETERODOXIA, TRANSVERSALIDADE E EDUCAÇÃO
1.
Foucault: educação, poder e disciplina
2.
Habermas: educação e ação comunicativa
3.
A “nova sociologia da educação”
4.
Estudos culturais, pós-colonialismo e educação
5.
A questão racial na educação escolar
Unidade IV: SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA
1.
Fernando de Azevedo: educação como “fato social”
2.
Florestan Fernandes e o dilema educacional brasileiro
3.
Marxismo e pesquisa educacional no Brasil
Obs.: Todas as unidades, como seus itens, encontram-se disponíveis no livro de Nelson Piletti e Walter Praxedes - Sociologia da
Educação: do positivismo aos estudos culturais. São Paulo: Ática, 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL008 - LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL EM LÍNGUA PORTUGUESA

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ADRIANA CAVALCANTI DOS SANTOS

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo, reflexão e exercício prático da leitura e da escrita na perspectiva da noção de gêneros textuais e da leitura estratégica, considerando
aspectos da textualização e da gramática funcional necessários à compreensão e elaboração de textos escritos.

III - OBJETIVOS
-Oferecer subsídios para que o aluno aprofunde a própria leitura e análise de textos dele para, a partir daí, redirecionar o ensino nos primeiros anos
do ensino fundamental.
- Proporcionar conhecimentos que permitam a elaboração de diagnósticos sobre as condições de leitura e produção de escrita dos livros didáticos,
incluindo o reconhecimento da qualidades dos exercícios propostos;
- Fornecer conhecimentos específicos, em especial aqueles oriundos da Lingüística Textual, da Semântica e da Análise do Discurso, que permitam
resolver os problemas detectados.
- Possibilitar ao aluno condições para reconhecer não apenas os problemas relativos aos aspectos formais, mas também os resultantes de fatores
relativos ao caráter interacional (em sentido amplo) da escrita e da leitura: os aspectos cognitivos; o contexto; as condições de produção.
- Proporcionar conhecimentos para a elaboração de critérios de escolha de textos de leitura e produção textual em sala de aula.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Noção de língua
Noção de texto
Noção de compreensão
Noção de inferência
Horizontes de compreensão
Resumo acadêmico
Elementos da textualidade (coesão, coerência…)

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas; discussão de leituras previamente realizadas; atividades de leitura e produção de textos escritos com objetivos de análise do
processo e dos resultados.

VI - AVALIAÇÃO
Apropriação satisfatória dos conceitos apresentados e discutidos; capacidade de atualização dos conceitos para a análise das práticas de leitura e
produção de textos. Crescimento em relação à própria leitura e escrita, aferida por meio de diagnóstico e de auto avaliação a partir de critérios
estabelecidos na bibliografia da área.

VII - REFERÊNCIAS
ANTUNES, I. Lutar com palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola Editorial, 2005.
MARCUSCHI, L. A. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua? BRASIL: INEP/MEC, 1996.
MARCUSCHI, L. A. Produção Textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL009 - FUNDAMENTOS PSICOPEDAGÓGICOS DA EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ANA CAROLINA SELLA

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Reflexão teórico-crítica da Psicologia, segundo as novas teorias, considerando a
natureza multidimensional do ser humano e as concepções da Psicologia da Educação na complexidade contemporânea.

III - OBJETIVOS
- Identificar e descrever as principais teorias da Psicologia da Educação.
- Analisar e comparar os conceitos e princípios das principais teorias da Psicologia da Educação.
- Explicar e exemplificar os conceitos e princípios das principais teorias da Psicologia da Educação através de estudos de caso e outras atividades
de aprendizagem ativa.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I – A Psicologia e sua importância para a Pedagogia:
•
•
•

O Surgimento da Psicologia e sua constituição como ciência
Introdução à psicologia científica: história, conceitos básicos e metodologia
Psicologia e educação: aproximação aos objetivos e conteúdos da Psicologia da Educação;

V - METODOLOGIA
- Leitura de textos;
- Discussão em sala de aula;
- Elaboração de atividades pedagógicas em Geografia, baseando-se nas teorias apresentadas.

VI - AVALIAÇÃO
AB1: Valor da avaliação: 8,0 pontos. Total de pontos extra obtidos em atividades completas (2,0).
AB2: Valor da avaliação: 8,0 pontos. Total de pontos extra obtidos em atividades completas (2,0).

VII - REFERÊNCIAS
* SCHULTZ & SCHULTZ (2007). História da Psicologia Moderna.
* BOCK, A. M. B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. T. Psicologias: uma introdução ao estudo de Psicologia
* DAVIS, C.; OLIVEIRA, Z. Psicologia na Educação.
* DITTRICH, A., & SILVEIRA, J. M. (2015). Uma introdução ao behaviorismo e à análise do comportamento: Da teoria à prática. In C. S. M. Bandini,
L. M. M. Postalli, L. P. Araújo & H. H. M. Bandini (Eds.), Compreendendo a prática do analista do comportamento
* ZANOTTO, M. L. B. (2004). Subsídios da Análise do Comportamento para a formação de professores. In M. M. C. Hubner e M. Marinotti. Análise
do Comportamento para a Educação: Contribuições recentes (p. 33-47) . Santo André, SP: ESETec.
* KOHL de Oliveira, M. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento, um processo histórico.
* DANIELS, H. (2002). Introdução: a Psicologia num mundo social
* REGO, T. C. B. (1994). Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação
* LEFRANÇOIS, G. R. (2015). Jean Piaget: uma posição desenvolvimentista-cognitiva
* MONTOYA, A. O. D. Contribuições da Psicologia e Epistemologias Genéticas para a Educação.
* Shirahige, E., & Higa, M. (2004). A contribuição da Psicanálise à Educação.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL010 - TRABALHO E EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA EDNA DE LIMA BERTOLDO

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da categoria Trabalho e sua relação com a gênese e
função social da educação, perpassando a análise sóciohistórica
nas políticas e práticas e seus reflexos na profissão docente.

III - OBJETIVOS
Geral – Propiciar aos alunos, numa perspectiva crítica, conhecimentos referentes ao Trabalho, tanto no seu contexto histórico social, quanto na
dimensão específica formação do trabalhador na sociedade atual.
Específicos:
• Contextualizar o trabalho na sua forma histórica
• Refletir sobre a relevância do trabalho na constituição da vida social
• Analisar a nova configuração do trabalho na sociedade contemporânea
• Estabelecer as relações existentes entre trabalho e educação
• Analisar a formação do trabalhador na sociedade brasileira

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1 - I I.UNIDADE I TRABALHO E SOCIEDADE O Trabalho como elemento de constituição do homem e da sociedade A centralidade do trabalho
O novo paradigma produtivo
2. II.
UNIDADE II Trabalho e classe
Trabalho abstrato
Trabalho produtivo
Trabalho improdutivo
22
3. III.
UNIDADE III. TRABALHO E EDUCAÇÃO
As relações entre trabalho e educação
A pesquisa na temática Trabalho e Educação
A função social da escola e as transformações produtivas
26
4. IV
UNIDADE IV. A EDUCAÇÃO DO TRABALHADOR
Novas demandas de formação do trabalhador
Modelos de formação: Educação de Jovens e Adultos (EJA) e Educação Profissional
Pedagogia das Competências como estratégia de mobilização dos trabalhadores
5. V.
UNIDADE V . O Trabalho do Docente na Crise do Capitalismo
Formação do Trabalhador Docente
Trabalho Docente na contemporaneidade
Organização e resistência do trabalhador docente

V - METODOLOGIA
O desenvolvimento do processo do tempo educativo será realizado com ênfase na participação dos alunos, a partir de perspectiva analítica, para a
compreensão e produção do conhecimento acadêmico, a partir de referências teóricas trabalhados em sala, por meio dos procedimentos: Aulas
expositivas dialogadas; Estudos dirigidos e discussão de textos; Seminários; Debates; Exposição e análise de filmes.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será desenvolvida considerando a participação do aluno ao longo do semestre, de forma individual e coletiva, objetivando o seu
aprofundamento teórico e capacidade de reflexão crítica. A avaliação será realizada através dos seguintes instrumentos: Resumos, Construção de
texto, seminários, observação na educação básica, pesquisa exploratória sobre trabalho e educação e prova escrita.

VII - REFERÊNCIAS
Bibliografia Básica
ALCÂNTARA, Maria Norma; PIMENTEL, Edilene; SOUZA, Reivan Marinho de (Orgs.). Em defesa do pensamento crítico. Relações Sociais,
Trabalho e Política. Maceió, Alagoas: EDUFAL, 2013.
BERTOLDO Edna e MAGALHÃES, Belmira (org.) Trabalho, Educação e Formação Humana. Maceió: EDUFAL, 2005.
BERTOLDO, Edna. Trabalho e educação no Brasil: da centralidade do trabalho à centralidade da política. Maceió: EDUFAL, 2009.
DUARTE, N. Individualidade para-si: contribuição a uma teoria histórico-social da formação do indivíduo. Campinas, São Paulo:

Autores Associados, 1993. (Educação contemporânea).
FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e crise do capitalismo real.
São Paulo: Cortez,
2000.
LESSA, Sérgio. Capítulo IV. O Trabalho em o capital. IN:_____. Trabalho e proletariado. São Paulo: Cortez, 2007, p.131-146.
MARX, Karl. Manuscritos econômicos filosóficos. Lisboa, Portugal: Edições 70, 1993.
MELO, Edivânia; PANIAGO (Org.) Maria Cristina Soares; ANDRADE, Mariana Alves de. Marx, Mészáros e o Estado. São Paulo: Instituto Lúkács,
2012.
MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. Tradução de Isa Tavares. São Paulo: Boitempo, 2005.
RAMOS, Marise Nogueira. A Pedagogia das Competências: autonomia ou adaptação? São Paulo: Cortez, 2001.

Bibliografia Complementar
ANTUNES, R. Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as Metamorfoses e a Centralidade do Mundo do Trabalho. São Paulo: Cortez Editora, 2000, pp.
21-46.
ANTUNES, R. e ALVES, G. As Mutações no Mundo do Trabalho na era da Mundialização do Capital. Disponível
:http://www.scielo.br/pdf/es/v25n87/21460.pdf
Acesso abr 2013.
http://www.scielo.br/pdf/es/v31n111/v31n111a09.pdf
http://www.youtube.com/watch?v=qy3BVGmni-w
ANTUNES, Ricardo. Desenhando a nova morfologia do trabalho: as múltiplas formas de degradação do trabalho. IN: PLANCHEREL, Alice Anabuki;
BERTOLDO, Édna (Orgs.). Trabalho e capitalismo contemporâneo. Maceió, Alagoas: EDUFAL, 2009, p. 19-36.
BIANCHETTI, Lucídio. Da Chave de Fenda ao Laptop -tecnologia digital e novas qualificações: desafios à educação. Petrópolis: Vozes; São Paulo:
UNITRABALHO, Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001.
BERTOLDO, Edna. Trabalho docente e lutas de classe. IN: BERTOLDO, Édna: ACCIOLY, Luciano Lemos Moreira; JIMENEZ, Susana (orgs.).
Trabalho, educação e formação humana frente a necessidade histórica da revolução. SP: Instituto Lukács, 2012.
CATTANI, Antônio David (org). Dicionário Crítico sobre Trabalho e Tecnologia. Petrópolis: Vozes; Alegre: Ed. da UFRGS, 2002.
CIAVATA, M. RUMMERT, S.M. As Implicações Políticas e Pedagógicas do Currículo na Educação de Jovens e Adultos Integrada à Formação
Profissional. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/es/v31n111/v31n111a09.pdf Acesso jan 2013
ENGELS, F. O papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem. Disponível em
http://www.proletariosmarxistas.com/docs/Publicacoes%20diversas/O%20Papel%20da%20Trabalho%20na%20Transforma%C3%A7%C3%A3o%20
do%20Macaco%20em%20Homem.pdf. Acesso mar 2013.
http://efchagasufc.files.wordpress.com/2012/04/6-a-ideologia-alemc3a3-primeira-parte.pdf
FRIGOTTO, G. (org). Educação, Crise do Trabalho Assalariado e do Desenvolvimento in Educação e Crise do Trabalho: Perspectivas de Final de
Século. Rio de Janeiro: Editora Vozes 1998.
FERRETTI. C.J. Empresários, Trabalhadores e Educadores. In: LOMBARDI, J.C.; SAVIANI, D.;
FRIGOTTO, G. e CIAVATTA, M. (orgs) Educar o trabalhador: cidadão produtivo ou o ser humano emancipado? In:_____. A Formação do Cidadão
Produtivo. A Cultura de mercado no Ensino Médio Técnico. Brasília: INEP/MEC, 2006.
FRIGOTTO, G, CIAVATTA, M e RAMOS, M. A política de educação profissional no Governo Lula: um percurso histórico controvertido. In: Educação
e Sociedade.
FRIGOTTO, G. Concepções e mudanças no mundo do trabalho e o ensino médio. In:______; CIAVATTA, Maria. Ensino Médio Integrado.
Concepções e contradições. SP:CROTEZ, 2005, 57-82.
Campinas: Cortez, vol.26, n.92, out. 2005. Disponível em:http://www.scielo.br/pdf/es/v26n92/v26n92a17.pdf . Acesso mar 2008.
HOBSBAWM, Eric J. A Formação da cultura da classe operária britânica. IN:______. Mundos do Trabalho. Novos estudos sobre História Operária.
Tradução Waldea Barcelos e Sandra Bedran. RJ:Paz e terra, 2008, p.257-278.
LESSA, Sérgio. Capítulo V. O Trabalho e o trabalho abstrato. IN:_____. Trabalho e proletariado. São Paulo: Cortez, 2007, p.147-201.
MANDEL, Ernest. A transformação proletária de Ação e organização revolucionárias. IN:______. O lugar do Marxismo na História. SP: Xamã, 2001,
p.59-66.
MARX, K. A Ideologia Alemã. São Paulo: Hucitec, 6a.ed. 1987, pp.07-21
_____. In: _____. Capítulo VI inédito de O Capital. 2ª Ed. SP: Centauro, 2004, p. 108-120.
_____. Mais-valia absoluta e mais valia relativa. In: _____. O Capital, livro 1, vol.2, parte quinta, cap.XIV. 23 ed. RJ: Civilização brasileira, 2009,
p.576-587.
NOSELLA, P.A Escola de Gramsci. São Paulo: Cortez Editora, 2004. p.158-181.
MANACORDA, M.A.O Princípio Educativo em Gramsci: Americanismo e Conformismo. Campinas-SP: Alínea Editora, 2008. p.249-268.
MAUES, O.C.O Modelo de Competências nas Diretrizes Curriculares da Formação do Professores. In MAUES, O. e LIMA, R. (orgs). A Lógica das
Competências na Formação Docente. Belém: Editora UFPA, 2005;
MAUÉS, O. OLIVEIRA, J.F. A Formação Docente no Brasil: cenários de mudança, políticas e processos em debate in OLIVEIRA, D. A e VIEIRA,
L.F. Trabalho na Educação Básica: a condição docente em sete estados brasileiros. MG: Editora Fino Traço, 2012.
NETO, José Paulo; BRAZ, Marcelo. Trabalho, sociedade e valor. In:_____. Economia política: uma introdução crítica. SP:Cortez, 2007.
NEVES, Lúcia Maria Wanderley (Org.) 2ª ed. SP: Autores Associados. IN:_____. Ensino Médio, Ensino técnico e Educação profissional. Educação e
Política no limiar do século XXI. SP: Autores Associados, 183-201.
OLIVEIRA, D.A.As Reformas educacionais e suas repercussões sobre o trabalho docente. In OLIVEIRA, D.A. Reformas Educacionais na América
Latina e os Trabalhadores Docentes, MG: Autêntica, 2003.
SALDANHA, L.L. W. O PRONATEC e a relação Ensino Médio e Educação Profissional.Disponível em:
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/1713/14 Acesso abril 2013
SAVIANI, D. Transformações do capitalismo, do mundo do trabalho e da educação. In KUENZER, A. Z. Exclusão Includente e Inclusão Excludente.
In LOMBARDI, J.C.; SAVIANI, ; SANFELICE, J.L. (orgs) Capitalismo, Trabalho e Educação. Campinas, SP: Editora Autores Associados, 2002.
TONET, Ivo. A emancipação humana na perspectiva marxiana. IN:_____. Educação cidadania e emancipação humana. Ijuí, Rio Grande do Sul:
UNIJUÍ, 2005

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL011 - POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JOSE MARCIO AUGUSTO DE OLIVEIRA

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo da organização escolar brasileira, nos diversos níveis e modalidades da Educação Básica, no contexto histórico, político, cultural e sócioeconômico da sociedade brasileira.

III - OBJETIVOS
Analisar e refletir acerca dos contextos políticos, econômicos e sociais em que são produzidas as estruturas legais e normativas, sua dinâmica e
correlações de forças com ênfase na questão educativa.
Conhecer e tratar a base legal e normativa da educação brasileira em seus diferentes níveis.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Perspectiva histórica da Escola como agência social de formação das novas gerações;
2. Educação brasileira: a influência jesuítica, o período imperial e a primeira república
3. O Estado Moderno e a Educação como direito; da revolução de 30 à Ditadura Militar de 1964
4. A Educação nas Constituições brasileiras
5. Contexto socio-politico de construção da Constituição de 1988 e seu Capitulo de Educação
6. A Lei 9394/96 que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB
7. Como a LDB trata: O Ensino Fundamental; a Educação Infantil; A Educação de Jovens e Adultos e Formação profissional e a Formação dos
Profissionais da Educação e o Financiamento da Educação Básica.
8. O Plano Nacional de Educação, Lei 13.005 de 25 de junho de 2014: contexto politico de elaboração; principais metas e sua avaliação

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas seguidas de debate e intercaladas por atividades de síntese sobre o conteúdo apresentado;
Estudo dirigido de documentação (legislação, relatórios, pareceres, etc.) de referência na educação básica brasileira;
Construção de sínteses individuais e periódicas acerca dos conceitos e análises tratados na disciplina.

VI - AVALIAÇÃO
O processo de avaliação ocorrerá de forma contínua e sistemática. Para tanto, serão considerados aspectos como, o nível de
participação/intervenção e envolvimento nas atividades propostas no decorrer do curso e o produto das verificações orais e escritas.

VII - REFERÊNCIAS
Aranha, Maria Lúcia de A. História da Educação. São Paulo: Moderna, 1996.
Brasil. Plano Nacional de Educação. Brasília: Editora Plano, 2000.
Brasil. Constituição 1988. Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 1998.
Cury, Carlos Roberto Jamil. Legislação educacional brasileira. Rio de Janeiro: DP#E_COMERCIAL#A, 2000.
Farias, Flávio Bezerra de. O Estado capitalista contemporâneo. São Paulo: Cortez, 2001.
Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, fixa as Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB. Brasília, 1996.
Neves, Lúcia Maria W. Educação e política no Brasil hoje. São Paulo: Cortez, 1999.
Ribeiro, Maria Luisa S. História da educação brasileira. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
Santos, Clóvis R. dos. Educação escolar brasileira: estrutura, administração e legislação. São Paulo: Pioneira, 1999.
Souza, Paulo N. Como entender e aplicar a nova LDB. São Paulo: Pioneira, 1997.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL012 - ESTATÍSTICA EDUCACIONAL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ERALDO DE SOUZA FERRAZ

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo da Importância e aplicação dos conceitos estatísticos descritivos e
inferenciais básicos, na análise de situações e problemas da realidade
educacional brasileira, compreendendo a estatística como instrumento de
pesquisa educacional.

III - OBJETIVOS
a)Conceituar estatística. Tipos de variáveis
b)Identificar as fases do método estatístico, possibilitando ao aluno a sua aplicabilidade.
c) Elaborar o questionário, objetivando a aplicabilidade das fases do método estatístico.
d)Reconhecer os fundamentos do método estatístico, bem como os elementos essenciais de uma amostra.
e)Diferenciar tipos de tabela, bem como a sua estruturação.
f)Apontar os elementos essenciais de uma tabela.
g)Identificar as principais séries estatísticas e sua formação.
h)Reconhecer as técnicas de construção dos gráficos mais utilizados na pesquisa.
i)Construir o relatório final, contendo o resultado da pesquisa aplicada, a partir dos dados coletados por meio do questionário.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceito de Estatística; Conceito de Variáveis e tipos de variáveis: qualitativa e quantitativa.
2. •Elementos essenciais de uma amostra.
3. O que é um questionário de pesquisa
4. Fases do método estatístico
5. Elementos essenciais de uma tabela
6. Tipos de Séries Estatísticas
7. Realização da coleta de dados
8. Representação gráfica: principais gráficos
9. Analise e interpretação dos dados coletados
10. Elaboração do Relatório da pesquisa de campo

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida através de aula expositiva dialogada, e outras estratégias que colocam o aluno em confronto com situações reais. Os
recursos visuais serão: quadro branco, projetor de multimídia e laboratório de informática.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem está organizada através das seguintes atividades:
A) Resolução, em grupo, das atividades propostas em sala de aula. B) Elaboração, em dupla ou individual, de um questionário, a partir do tema a
ser definido; C) Relatório final da pesquisa realizada.
D) Exercício individual com os conteúdos mais relevantes da disciplina.

VII - REFERÊNCIAS
1. BUSSAB, Wilton O. Estatística Básica – 4ª ed. São Paulo: Atual, 1993,1994. 321 pp outra R.B. 1985.
2. FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da Pesquisa Educacional. São Paulo: São Paulo: Cortez, 2000.
3. GONÇALVES, Fernando Antônio. Estatística Descritiva: uma introdução. Editora Atlas, 1977. (pp 20-23)
4. INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. Normas para apresentação de Documentos Científicos,
Tabelas, vols. 9 e 10. Curitiba: Ed. da UFPR, 2000.
5. OLIVEIRA, Terezinha de F.R. Estatística Aplicada à Educação - Rio de Janeiro: LTC, 1974. 148 pp: il. (519.22)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1.AZEVEDO, Amilcar Gomes de. Estatística Básica: Curso de Ciências Humanas e de Educação. Sed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. (311)
2.COSTA NETO, Pedro Diniz de Oliveira - Estatística. São Paulo: E. Blucher, c 1997 264 pp. (519.22)
3.ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro: Degrau Cultural, [1. d.]. 79 pp: il - Concurso para fiscal. (519.22)
4.FONSECA, Jairon Simon. Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas, 1989. 267 pp (519.22)
5.GARRET,Henry E. A Estatística na Psicologia e na Educação - Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1962. 2v. (519.22)
6.MARTINS, Gilberto de Andrade. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1983. (519.22)
7.SOUZA, Osmar Rocha de. Estatística - São Paulo: Meta, 1995. 223 pp. (519.22)
8.SPIEGEL, Murray. Estatística; trad. De Carlos Augusto Grusis. 2 ed - São Paulo. MC Graw - Hill do Brasil, 1985, 454 pp.

(519.22)

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL013 - PROJETOS INTEGRADORES 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA EDNA DE LIMA BERTOLDO

Turma:

M

Ano: 2016 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
-Refletir sobre os elementos da prática pedagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar e não escolar, com base nos saberes
envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica.
- Favorecer desde o primeiro período do curso, a experiência de incluir concretamente a reflexão teoria/prática na formação dos alunos, de forma a
propiciar a compreensão de toda a complexidade da realidade educacional brasileira e alagoana em seus diversos contextos: social, cultural,
econômico, histórico, político e pedagógico.
- Articular ensino, pesquisa e extensão.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A legislação brasileira acerca da Educação
2. Conceitos teóricos e metodológicos
3. Educação Formal, Não Formal e Informal
4. Atuação do Pedagogo em espaços Não-Escolares

V - METODOLOGIA
Trabalhador, Educação e a relação com o PNE.
A partir desse tema-eixo, será dividida em grupos. Cada grupo definirá um campo de atuação do pedagogo, procurando entender a atuação (real e
potencial) do pedagogo nesses diferentes espaços.
Entre os possíveis campos de atuação estão os seguintes:
- Escolas
- Empresas Públicas
- Empresas Privadas
- Terceiro Setor / ONGs
- Movimentos Sociais
- Burocracia Estatal
- Hospitais
- Forças Armadas e Polícia Militar
- Etc.
No final do período letivo cada grupo apresentará os resultados de sua exploração no campo de atuação sob sua responsabilidade, segundo
cronograma previamente definido.
As atividades relativas a Projetos Integradores II incluem:
- Realização de leituras, sistematização de conteúdos e discussão de textos.
- Orientações específicas aos grupos pelos professores responsáveis por eles.
- Realização de visitas diagnósticas e entrevistas com pedagogos de diferentes campos de atuação.
- Elaboração de trabalho final, relatando as atividades, apresentando o contexto de atuação do pedagogo no campo de atuação explorado e tendo
como fundamentação conteúdos das diferentes disciplinas do 2º período e a bibliografia específica utilizada por cada grupo.

VI - AVALIAÇÃO
Os critérios gerais de avaliação do componente curricular Projetos Integradores II são os seguintes:
- Freqüência;
- Cumprimento das tarefas e atividades orientadas;
- Realização de leituras recomendadas;
- Trabalho final escrito, relatando a atividade desenvolvida e realizando uma análise dos dados coletados, com base nos conteúdos das disciplinas
do segundo período e na bibliografia específica utilizada por cada grupo.
No dia da apresentação de cada um dos grupos, serão observados os seguintes critérios específicos:
- Presença;
- Organização da apresentação;
- Uso de recursos para a apresentação;

- Participação efetiva dos integrantes;
- Segurança na explanação do trabalho;
- Relação com conteúdos das disciplinas;
- Entrega do trabalho escrito.

VII - REFERÊNCIAS
BRASIL. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (2014-2024). Câmara dos Deputados. Brasília: Imprensa Oficial, 2014.
CHAUÍ, Marilena Souza. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1989.
DUARTE, Rosália. Pesquisa qualitativa: reflexões sobre o trabalho de campo. Cadernos de Pesquisa, n. 115, p. 139-154, março/2002.
FAZENDA, Ivani (0rg). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1989.
FRIGOTTO, G. CHIAVATTA, Maria, RAMOS, Marise (org.). Ensino Médio Integrado: concepções e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.
GATTI, Bernadete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2002.
MÉSZÁROS, István. Educação para além do Capital: São Paulo, Boitempo,
2008.
MÉSZÁROS, István. Para além do Capital. São Paulo: Boitempo, 2002.
NETTO, José Paulo. Introdução ao estudo do método de Marx. São Paulo: Expressão Popular, 2011.
NUNES, Débora R. P. Teoria, pesquisa e prática em Educação: a formação do professor-pesquisador. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.34, n.1,
p. 097-107, jan./abr. 2008.
SANTOS FILHO, José & GAMBOA, Sílvio (org). Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. São Paulo, Cortez, 1995.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL015 - FUNDAMENTOS ANTROPOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ANDERSON DE ALENCAR MENEZES

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Introdução aos estudos Antropológicos da Educação, suas relações com a sociedade, suas dimensões étnico-raciais e culturais, acompanhando as
tendências teóricometodológicas contemporâneas.

III - OBJETIVOS
1. Fazer uma discussão a partir dos fundamentos Antropológicos da Educação num perspectiva inter e multiculturalista considerando as seguintes
categorias: história; cultura; linguagem; subjetividade; etnocentrismo.
2. Possibilitar um estudo clássico de correntes e teóricos da Antropologia que permitam uma maior compreensão da relação entre Antropologia e
Educação.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade 1- Concepções Antropológicas: perspectiva histórico-crítica
Unidade 2- Paradigmas Culturais: implicações e tarefas
Unidade 3 - Etonocentismos
unidade 4- Interculturalismo e Multiculturalismo: concepções e distinções

V - METODOLOGIA
Aulas Discursivas; Seminários; Trabalhos em Grupo e Cinefóruns.

VI - AVALIAÇÃO
Avaliação Oral e Escrita ( Resenha; Fichamento e Resumo)

VII - REFERÊNCIAS
ADORNO, Theodor & HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. São Paulo: Zahar,2006.
AUGÉ, Marc. Por uma Antropologia da Mobilidade. Maceió: Edufal,2010.
BONDÍA, Jorge Larrosa. Tremores: escritos sobre experiências. São Paulo: Autêntica, 2014.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A Educação como Cultura. São Paulo: Brasiliense,1982.
CANEVACCI, Massimo. Sincretismos: uma exploração das hibridações culturais. São Paulo; Studio Nobel, 1996.
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. 8ed. São Paulo: Brasiliense,1994.
TAYLOR, Charles. Multiculturalismo Crítico. São Paulo: Cortez, 1997
TEIXEIRA, Maria Cecília Sanchez. Antropologia, Cotidiano e Educação. São Paulo: Imago,1990.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL016 - DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JERZUI MENDES TORRES TOMAZ

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo dos processos psicológicos do desenvolvimento humano na infância, na adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia em
sua interface com a educação.

III - OBJETIVOS
.Compreender o conceito de desenvolvimento humano e os aspectos relacionados à investigação deste processo;
.Viabilizar o estudo das Teorias do Desenvolvimento no que diz respeito aos aspectos psicomotor, da linguagem, sócio-afetivo, cognitivo e suas
relações com o processo educativo escolar;
. Possibilitar o estudo das principais Teorias da Aprendizagem e suas contribuições para a prática pedagógica.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. UNIDADE I: Introdução ao estudo do Desenvolvimento Humano.
1.1. O que é o Desenvolvimento Humano?
1.2. Métodos de pesquisa sobre o Desenvolvimento Humano.
1.3. A psicologia e sua vinculação com os processos de Desenvolvimento e Aprendizagem.
2. UNIDADE 2: Psicologia do Desenvolvimento
2.1.Desenvolvimento na Infância: aspectos psicomotor,linguagem, cognitivo e sócio-afetivo;
2.2. Desenvolvimento na Adolescência: aspectos psicomotor,linguagem, cognitivo e sócio-afetivo;
2.3. Desenvolvimento na Idade Adulta (Velhice): psicomotor,linguagem, cognitivo e sócio-afetivo.
3. UNIDADE 3: Psicologia do Desenvolvimento: Principais Escolas
3.1. Abordagem Comportamentalista;
3.2. Abordagem Cognitivista;
3.3. Abordagem Sócio-cognitivista;
3.4. Abordagem Comportamentalista.

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas, pesquisa bibliográfica orientada, leitura e fichamento de textos indicados, exibição e discussão de filmes relacionados
ao foco da disciplina, palestra com convidados, observação em sala de aula (Projetos Integradores III).

VI - AVALIAÇÃO
Avaliação continuada a partir de pontuações de textos científicos indicados para leitura, apresentação de resenha crítica sobre filme indicado,
avaliação bimestral dissertativa, apresentação de pesquisa científica sobre tema relacionado à disciplina, elaboração e apresentação de seminários
temáticos.

VII - REFERÊNCIAS
ABERASTURY,A.;KNOBEL,M. Adolescência normal:um enfoque psicanalítico. Porto Alegre, Artmed, 1981.
COLL,C.;MARCHESI,A.;PALACIOS,J.Desenvolvimento psicológico e educação:psicologia evolutiva. 2 ed. Porto Alegre:Artmed, 2004, v.1.
HENKLAIN,M.H.O.;CARMO,J.S.Contrubuições da análise do comportamento à educação: um convite ao diálogo. Cadernos de pesquisa,43, 704723, 2013.
HUBNER, M.C.C.;MOREIRA,M.B.Temas clássicos da psicologia sob a ótica da análise do comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2012.
MOREIRA,M.B.;MEDEIROS,C.A.Princípios básicos de análise do comportamento. São Paulo: Artmed, 2007.
KUPFER,M.C.Freud e a educação. O mestre do impossível. 3 ed. São Paulo:Scipione, 2004.
OLIVEIRA,M.K. Vygotsky:aprendizagem e desenvolvimento:um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2010.
PAPALIA,D.E.;FELDMAN,R.D.Desenvolvimento humanop. 12 ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
SHAFER,D.R.Psicologia do desenvolvimento. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
VYGOTSKY, L.S. A função social da mente. 6 ed. Martins Fontes: 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL017 - DIDÁTICA

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ABDIZIA MARIA ALVES BARROS

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da prática pedagógica vigente, considerando a evolução
histórica da didática, a perspectiva sócio-histórica das concepções teóricometodológicas presentes em nosso ideário pedagógico e suas implicações
no processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista uma intervenção na realidade
educativa no estado e no município.

III - OBJETIVOS
• Identificar a história, as diversas concepções da Didática e suas implicações para a disciplina na atualidade
• Identificar diferentes propostas sobre as finalidades da educação escolar para nossa sociedade expressas nas tendências pedagógicas
• Analisar aspectos das tendências pedagógicas liberais tradicionais a partir da produção de Alain
• Analisar aspectos das tendências pedagógicas liberais renovadas a partir da produção de Dewey
• Analisar aspectos das tendências pedagógicas progressistas a partir da produção de Paulo Freire
• Compreender a questão da não neutralidade do trabalho docente em nossa sociedade
• Construir paulatinamente um conceito de Didática, compreendendo sua especificidade em relação aos demais campos de estudos da educação.
• Identificar potencialidades e limites da reflexão sobre a história de vida e sobre a experiência escolar vivenciada como educandos como elementos
que podem contribuir para a configuração dos saberes dos futuros professores e professores sobre a prática docente.
• Elaborar, analisar e socializar relatos autobiográficos sobre a história da vida escolar: preconceito na escola, professores marcantes, experiências
educativas significativas em confronto o estudo de textos trabalhados na disciplina
• Analisar os desafios da docência no contexto da sociedade contemporânea.
• Compreender o modelo monocultural da educação escolar predominante, a questão do preconceito na escola e suas implicações para o trabalho
educativo
• Analisar diferentes dimensões da relação pedagógica e a Didática: a questão da relação professor e alunos; desafios da socialização e a questão
da relação com o saber
• Refletir sobre diferentes aspectos que se entrelaçam para a construção de modos de trabalho com os estudantes na escola e na sala de aula
• Analisar os desafios para a construção de propostas pedagógicas na escola a partir da experiência educativa de Freinet
• Analisar a questão das profecias auto-realizadoras e o trabalho docente
• Identificar diferentes dimensões da disciplina e da indisciplina na escola
• Analisar e refletir sobre o registro de um relato de experiência e as possíveis relações com os conceitos trabalhados na disciplina
• Identificar e compreender diferentes concepções sobre como nos tornamos docentes: enfoque artesanal; academicista e reflexivo.
• Implicar-se na construção coletiva de proposições para o enfrentamento das questões educacionais analisadas, nos âmbitos político, teóricometodológico e relacional, mobilizando seus conhecimentos teóricos e vivenciais.
• Refletir sobre a atuação como estudante durante o curso, tendo em vista uma perspectiva de autonomia e de colaboração na construção de
conhecimentos.
• Regular com autonomia sua participação nos trabalhos da disciplina, identificar entraves e propor alternativas para o bom andamento dos
trabalhos.
• Analisar a relação entre a Didática e o conceito de professor pesquisador, professor reflexivo: avanços e críticas
• Ler, interpretar e produzir textos orais e escritos do campo da didática

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação do curso. Concepções de Didática – Comênio.
1. A história da Didática e sua implicação para a formação dos professores
1. A história da Didática e sua implicação para a formação dos professores
2. Tendências Pedagógicas e a Didática. Tendências Liberais e Progressistas.
Análise da produção de Alain, Dewey e Paulo Freire
2. Tendências Pedagógicas e a Didática. Tendências Liberais e Progressistas.
Análise da produção de Alain, Dewey e Paulo Freire
3. Atividade individual em sala de aula de síntese dos assuntos trabalhados
3. Atividade individual em sala de aula de síntese dos assuntos trabalhados
4. A reflexão sobre a história de vida e a experiência escolar como elementos que contribuem para a configuração dos saberes que constroem a
prática docente, análise crítica de tais aspectos na prática pedagógica cotidiana.
4. A reflexão sobre a história de vida e a experiência escolar como elementos que contribuem para a configuração dos saberes que constroem a
prática docente, análise crítica de tais aspectos na prática pedagógica cotidiana.
5. Modelo monocultural da educação escolar/Preconceito na escola (documentário: Vista a minha Pele. Socialização dos relatos produzidos sobre
preconceito na escola
5. Modelo monocultural da educação escolar/Preconceito na escola (documentário: Vista a minha Pele. Socialização dos relatos produzidos sobre
preconceito na escola
6. A construção de modos de trabalho e a didática. Pedagogia Freinet

6. A construção de modos de trabalho e a didática. Pedagogia Freinet
7. A relação pedagógica: a Didática em ação. Relação professor-aluno, diálogo e relação com o saber
7. A relação pedagógica: a Didática em ação. Relação professor-aluno, diálogo e relação com o saber
8. Disciplina e indisciplina na escola
8. Disciplina e indisciplina na escola
9. Documentário sobre Didática geral e o aluno. Relato de experiência (Madalena Freire), Diferentes dimensões dos saberes docentes e a Didática
- a questão do professor pesquisador, professor reflexivo: potencialidades e críticas (Pérez Gomez e Selma Garrido Pimenta)
9. Documentário sobre Didática geral e o aluno. Relato de experiência (Madalena Freire), Diferentes dimensões dos saberes docentes e a Didática
- a questão do professor pesquisador, professor reflexivo: potencialidades e críticas (Pérez Gomez e Selma Garrido Pimenta)
20. 10 - Didática e Cultura Escolar

V - METODOLOGIA
A disciplina se desenvolverá mediante aulas expositivas (sistematização de conteúdos), debates, discussões, trabalhos individuais e coletivos,
reflexões a partir da escrita de relatos autobiográficos, análise de documentários. Tais procedimentos terão por base, principalmente, os textos
previamente lidos e as experiências vivenciadas pelos alunos. Pretende-se que tal metodologia proporcione o espaço reflexivo, crítico e de produção
intelectual, indispensável para o alcance do objetivo da disciplina, e permita a relação teórica e prática.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua e cumulativa e será realizada ao final de cada unidade.
Os instrumentos de avaliação serão diversificados, a fim de permitir a exploração das possibilidades dos conteúdos e dos alunos. Neles estão
incluídos: provas dissertativas individuais, estudo e sistematização de textos, desenvolvimento de questões por escrito, trabalhos em grupo,
produção e apresentação de trabalhos. A freqüência às aulas é obrigatória (mínimo de 75% de frequência).
O processo de avaliação, em todos os seus âmbitos, compreenderá os seguintes critérios gerais: propriedade na abordagem dos conteúdos e
temas, profundidade e estabelecimento de inter-relações na exploração dos temas, articulação dos conteúdos, exercício de autonomia intelectual. A
cada unidade corresponderão procedimentos e critérios específicos de avaliação.

VII - REFERÊNCIAS
ANDRÉ, M. E. Alternativas no ensino de didática. Campinas, SP: Papirus, 1997.
BUENO, B. O; SOUSA, C. P; CATANI, D. B; SOUZA, M.C.C.C. Docência, memória e gênero: etudos alternativos sobre a formação de professores.
Psicologia USP, São Paulo, 4 (1/2), p. 299-318, 1993.
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Editora UNESP, 1999, p. 531-534
CANDAU, V. M. A didática em questão. Petrópolis, R J: Vozes, 1984.
CANDAU, V. M. Rumo a uma nova didática. Petrópolis, RJ: Vozes, 1984.
CHAMLIAN, Helena Coharik. A disciplina: uma questão crucial da Didática. CASTRO, Amélia Domingues de; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de.
In: Ensinar a ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.
CHATEAU, Jean. Alain (1868-1951). Alain. In: Os grandes pedagogistas. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1978
CHATEAU, Jean. Alain (1868-1951). Dewey. In: Os grandes pedagogistas. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1978.
CHARLOT, B. Relação com o saber e com a escola entre estudantes de periferia. Cadernos de Pesquisa, n. 97, maio, 1996.
COMÊNIO, João Amós. Didática Magna: tratado da arte universal de ensinar tudo a todos. São Paulo: Martins Fontes, 1997
CORDEIRO, Jaime. A relação pedagógica: a Didática em ação. In: Didática. São Paulo: Contexto, 2007
CORDEIRO, Jaime. O pensamento didático: alguns autores e suas idéias. In: Didática. São Paulo: Editora Contexto, 2007.
COSTA, Cibele de Mello; BARROS, Abdízia Maria Alves; CAVALCANTE, Maria Auxiliadora da Silva. Didática: relações com a Pedagogia e com as
demais Ciências da Educação: dimensões, desenvolvimento histórico. In: Didática Geral. Maceió: NEAD/CEDU/UFAL, 2003.
CORDEIRO, Jaime. A disciplina: mitos e conflitos. In: Didática. São Paulo: Contexto, 2007.
FOULCAULT, M. Disciplina. In: Vigiar e Punir: nascimento da prisão.
Petrópolis: Vozes, 1987.
FREINET, C. Para uma nova época. Uma nova Pedagogia. In: As técnicas Freinet da escola moderna.Editorial Estampa, 1976.
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. Terceiro Capítulo. São Paulo: Paz e Terra, 2004
FREIRE, Madalena. História que começa. In: Cadernos de Pesquisa, (56), fev., 1986
FREIRE, P. Ensinar é uma especificidade humana. In: Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2004.
LIBÂNEO, José Carlos. Desenvolvimento histórico da Didática e tendências pedagógicas. In: Didática. São Paulo: Cortez, 1991.SOARES, Magda.
Didática: uma disciplina em busca da identidade. In: Revista ANDE, nº 9, 1985. (questão em grupo)
LUCKECSI, C. Tendências pedagógicas na prática escolar. In: Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1994
MOREIRA, A. F. B; CANDAU, V. M. Educação escolar e cultura(s): construindo caminhos. Revista Brasileira de Educação; n. 23, Maio/Jun/Ago,
2003
MOURA, A. R. L. de. Memorial: fazendo-me professora. In: Cadernos CEDES, v. 19, n. 45. Campinas. July, 1998.
PAIVA, Y. M. S. Pedagogia Freinet: princípios e práticas. In: Pedagogia Freinet: teoria e prática. ELIAS, M. D. C. (Org.). Campinas, SP: Papirus,
1996.
PIMENTA, S. G. Professor reflexivo: construindo uma crítica. In: PIMENTA, S. G.,; GHEDIN, E.(Orgs.). Professor Reflexivo no Brasil: gênese e
crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002.
PÉREZ-GÓMEZ, A. I. Repensar a função docente e seu desenvolvimento profissional. In: A cultura escolar na sociedade neoliberal. Porto Alegre:
Artmed Editora, 2001
ROSENTHAL, R., JACOBSON, L. F. Expectativas de professores com relação a alunos pobres. In: GARRET, H (Org.) A ciência social num mundo
em crise. São Paulo: Perspectiva, EDUSP, 1973

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL018 - FUNDAMENTOS POLÍTICOS DA EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

EDUARDO SILVIO SARMENTO DE LYRA

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Análise dos fundamentos políticos do fenômeno educativo, contidos nas
políticas públicas para a educação no Brasil e em Alagoas

III - OBJETIVOS
Geral: Conhecer e compreender criticamente os fundamentos políticos do fenômeno educativo, a partir das formulações conceituais sobre Estado,
Democracia, Cidadania e dos principais documentos norteadores da política educacional brasileira e alagoana.
Específicos: 1) Interpretar e discutir o conceito de política; 2) Estabelecer as relações entre educação, estado e poder; 3) Conceituar os
fundamentos da Democracia Brasileira; 4) Demonstrar os desafios da cidadania local e global; 5) Identificar e avaliar os fundamentos políticos da
educação a partir do estudo das Constituições do Brasil e de Alagoas.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Educação, Estado e Poder
1.1. Relação entre Política, Economia e Educação
1.2. A historicidade da Política, da Economia e da Educação
1.3. A formação política do ideário pedagógico no Brasil e em Alagoas
2. Educação, Democracia e Cidadania
2.1. As relações entre Educação, Democracia e formação cidadã na contemporaneidade
3. Fundamentos políticos da educação no Brasil: entre o legal e o real
3.1. A educação como política social e como direito
3.2. A educação no contexto da Constituição brasileira e alagoana
3.3. O caráter das políticas sociais e da política educacional na atualidade
3.4. Políticas públicas da educação brasileira

V - METODOLOGIA
A disciplina irá se desenvolver através de aulas expositivas (sistematização de conteúdos), debates, discussões e trabalhos individuais. Para isto,
serão realizados ciclos de estudos e debates. Tais procedimentos terão por base, principalmente, os textos previamente lidos. Pretende-se que tal
metodologia proporcione o espaço reflexivo, crítico e de produção intelectual, indispensável para o alcance do objetivo da disciplina, e permita o
aprofundamento da relação teórica e prática.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será contínua e cumulativa ao longo das unidades. Os instrumentos de avaliação serão diversificados, a fim de permitir a exploração
das possibilidades dos conteúdos e dos alunos. Ao final do semestre, sem desconsiderar o caráter contínuo da avaliação, os alunos avaliarão a
disciplina e a si mesmos. O processo de avaliação, em todos os seus âmbitos, compreenderá os seguintes critérios gerais: propriedade na
abordagem dos conteúdos e temas, profundidade e estabelecimento de inter-relações na exploração dos temas, articulação dos conteúdos,
exercício de autonomia intelectual. A cada unidade corresponderão procedimentos e critérios específicos de avaliação.

VII - REFERÊNCIAS
FLEURY, Reinaldo Mathias. Rebeldia e Democracia na Escola. São Paulo: Revista Brasileira de Educação, 2008.
FURTADO, Celso. O Longo Amanhecer: Reflexões sobre a Formação do Brasil. 1º ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 28º ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
JUNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. 37º ed. São Paulo: Brasiliense, 1990.
LIBÂNEO, José Carlos, OLIVEIRA, João Ferreira & TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização.
MAAR, Wolfgang Leo. O que é política. São Paulo: Editora Brasiliense, 2006.
MORIN, Edigar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 2ºed. São Paulo: Cortez, 2000.
NEVES, Maria Lucia Wanderley. Educação e Política no Brasil Hoje. São Paulo: Cortez, 1994.

PERONI, Vera Maria Vidal. Política Educacional e o Papel do Estado no Brasil dos Anos 90. São Paulo: Xamã, 2003.
SACRISTÁN, J. Gimeno. Educar e conviver na cultura global: as exigências da cidadania. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e Educação nas Alagoas. História, Histórias. Edufal 2000.
________________________ (org). Caminhos da Educação em Alagoas. Maceió: Edições Catavento, 2001.
VERÇOSA, Elcio de Gusmão. Cultura e Educação nas Alagoas: História/histórias. Maceió: Secretaria Estadual de Educação, 2001.
VIEIRA, Evaldo. A política e as bases do direito educacional. Cadernos Cedes, Campinas, v. 21, n. 55, nov. 2001, p. 9-29. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v21n55/5538.pdf>. Acesso em: 11 jan. 2016.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL019 - AVALIAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

SILVANA PAULINA DE SOUZA

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo das teorias e práticas da avaliação educacional a partir dos paradigmas interacionistas da sociedade e da ação
pedagógica, construindo novas abordagens e novos procedimentos do ato de avaliar.

III - OBJETIVOS
. Pensar a avaliação como um ato pedagógico que perpassa por todo o processo de apropriação do conhecimento do aluno.
. Compreender os diferentes papéis, dimensões e finalidades assumidos pela avaliação educacional através dos períodos de sua trajetória histórica
. Analisar o papel das políticas de Avaliação Educacional na perspectiva do Estado avaliador, particularmente o IDEB, e suas implicações nas
práticas avaliativas escolares
. Analisar criticamente os mecanismos avaliativos responsáveis pela produção do fracasso escolar
. Relacionar as concepções de aprendizagens, de conhecimento e pedagógicas às concepções de avaliação presentes no cenário educacional
. Analisar as diferentes funções da avaliação, assumindo como prioritária sua função formativa a partir da identificação de seu papel, seus princípios
e procedimentos

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Trajetória histórica e constituição do Campo da Avaliação Educacional
. diferentes períodos, diferentes concepções, práticas e problemas
2. A Avaliação como política de Estado
. a Avaliação Educacional e suas múltiplas facetas: avaliação de programas, avaliação institucional, avaliação de rede, avaliação da aprendizagem
. o Estado Avaliador e suas implicações socioeducacionais
. IDEB
3. A Relação entre Avaliação e Fracasso Escolar
. mecanismos de produção do fracasso escolar
. avaliação como instrumento de poder
. avaliação como produtora de desigualdades escolares e sociais
. avaliação autoritária, classificatória e de caráter terminal
4. Funções da Avaliação na perspectiva de um processo contínuo
. Avaliação Diagnóstica
. Avaliação Somativa
. Avaliação Formativa: - Avaliação como categoria central da didática: a avaliação formativa como elemento propulsor da aprendizagem significativa

5. Relação Aprendizagem, Conhecimento, Prática Pedagógica e Avaliação
. Aprendizagem Significativa e Avaliação
. As diferentes áreas curriculares e o papel da avaliação escolar
. Bases pedagógicas da avaliação como instrumento de aprendizagem e de investigação didática: planejamento/avaliação; procedimentos

V - METODOLOGIA
A avaliação, como elemento central do trabalho pedagógico, é concebida como ação crítico-reflexiva determinante no contexto de uma formação
escolar como processo significativo de apropriação crítica dos conhecimentos social, cultural e cientificamente produzidos. É, também, um
instrumento privilegiado de análise das políticas educacionais, das instituições educativas e de reflexão sobre o saber-fazer docente, por exigir do(a)
professor(a) analisar crítica e permanentemente os processos de aprender e ensinar.
A sistemática de trabalho na disciplina será baseada num processo de ação/reflexão, tendo a prática escolar como eixo da discussão e
aprofundamento teórico, bem como da proposição de novas práticas. Realizaremos leituras, discussões críticas, exposições dialogadas, análises
coletivas e individuais de situações de avaliação com base no estudo da realidade escolar.

VI - AVALIAÇÃO
O processo avaliativo, como instrumento de aprendizagem significativa, será desenvolvido durante todo o semestre, com a finalidade
construir/aprimorar os níveis do aprofundamento teórico, da capacidade de argumentação, da articulação entre teoria e prática, da construção
autônoma e do questionamento crítico.
Para o atendimento dos critérios acima indicados, cada alun@ irá elaborar uma Sistematização Reflexiva, constituída de uma análise crítica de
todas as temáticas abordadas na disciplina, considerando o seguinte tripé: de forma articulada, uma síntese das

discussões propostas nos textos lidos (e outros complementares), uma síntese das discussões das aulas e as considerações pessoais a partir de
tais discussões. Essa sistematização será construída ao longo da disciplina e terá duas entregas obrigatórias.
De todas as atividades, será dado um feedback aos estudantes, garantindo, com esta sistemática de avaliação, que professora e alun@s
acompanhem, de forma crítico-reflexiva, o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, de forma a analisar os avanços e superar as
dificuldades com vistas à construção de um saber pedagógico crítico e competente.
De todas as atividades, será dado um feedback aos estudantes, garantindo, com esta sistemática de avaliação, que professora e alun@s
acompanhem, de forma crítico-reflexiva, o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, de forma a analisar os avanços e superar as
dificuldades com vistas à construção de um saber-fazer pedagógico crítico e competente.

Atividades Avaliativas(todas obrigatórias):
Análise de situações de avaliação (AB1)
Painel Integrado (AB1)
Elaboração de um artigo individual ou em dupla relacionando o que será estudado sobre avaliação a algum tema específico de interesse do
estudante (elaborado em um mínimo de 2 etapas) (AB2)

VII - REFERÊNCIAS
ANDRÉ, Marli & DARSIE, Marta. O Diário Reflexivo, Avaliação e Investigação Didática. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de
Janeiro v. 6, n. 21, p. 447-462, out./dez., 1998.
BARLOW, Michel. Porque e Por que Avaliar? In: BARLOW, Michel. Avaliação Escolar: mitos e realidades. Trad. Fátima Murad. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
BOAS, Benigna M. F. Villas (Org.). Avaliação: políticas e práticas. São Paulo: Papirus, 2004.
COLETIVO DE AUTORES. Fios e Tramas: a complexidade da Avaliação. In: CAPPELLETTI, Isabel (org.) Avaliação Educacional: fundamentos e
práticas. São Paulo: Articulação Universidade/Escola, 1999.
DALBEN, A. M. F. Das avaliações exigidas às avaliações necessárias. In: BOAS, Benigna Maria de Freitas (Org.). Avaliação: políticas e práticas.
São Paulo: Papirus, 2004.
DARSIE, Maria Marta P. Avaliação da Aprendizagem. In: GT Formação de Professores. ANPED, 1995 (mimeo).
DAVIS, Cláudia & ESPÓSITO, Yara Lúcia. Papel e Função do Erro na Avaliação Escolar. Cadernos de Pesquisa. São Paulo: Fundação Carlos
Chagas, n. 74, 1990 (71 –75).
DEMO, Pedro. Mitologias da Avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar os problemas. Campinas/SP: Autores Associados, 1999.
DEPRESBITERIS, L. O desafio da Avaliação da Aprendizagem; dos fundamentos a uma proposta inovadora. São Paulo: EPU, 1989.
DEPRESBITERIS, Léa. Avaliação da Aprendizagem - Revendo conceitos e posições. Avaliação do Rendimento Escolar. 2. ed. Campinas, SP:
Papirus, 1993.
ESTEBAN, M. T. O que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. Cap.3
ESTEBAN, M. Teresa (org.) Escola, Currículo e Avaliação. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
ESTRELA, Albano & NÓVOA, António (orgs.). Avaliações em Educação: novas perspectivas. Edição atualizada. Porto/Portugal: Porto Editora, 1999.
FERRAZ, Eraldo; MOURA, Esmeralda; SILVA Mª Alba C. Currículo e Avaliação. Guia do Aluno. Maceió: EDUFAL, 2006.
FIRME, Thereza Penna. Avaliação: tendências e tendenciosidades. Ensaio: Avaliação de Políticas Públicas Educacionais. Rio de Janeiro, 1994. v.1,
n. 2. (pp. 5-12).
FRANCO, Maria Laura P.B. Pressupostos Epistemológicos da Avaliação Educacional. Avaliação do Rendimento Escolar. 2. ed. Campinas, SP:
Papirus, 1993.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1997a.
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da Didática. Campinas/SP: Papirus, 1995.
GRÉGOIRE, Jacques (org.). Avaliando as Aprendizagens: os aportes da psicologia cognitiva. Trad. Bruno Magne. Porto Alegre: Artes Médicas,
2000.
HADJI, Charles. A Avaliação, Regras do jogo: das intenções aos instrumentos. Porto/Portugal: Porto Editora, 1994.
_____. Avaliação Desmistificada. Trad. Patricia C. Ramos. Porto Alegre: Artmed, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação - Mito & Desafio: uma perspectiva construtivista. 17. ed. Porto Alegre, RS: Educação e Realidade, 1995.
_______. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à universidade. 5. ed. Porto Alegre, RS: Educação e Realidade, 1994.
_______. Pontos e Contrapontos: do pensar ao agir em avaliação. 3. ed. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999.
_______. Avaliar para promover: as setas do caminho. 2 ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem; componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez, 2011.
LÜDKE, Menga & MEDIANO, Zélia (coords.). Avaliação na Escola de 1o Grau: uma análise sociológica. Campinas/SP: Papirus, 1994.
LUIS, Suzana M. B. Um (con)texto de reflexão acerca das práticas de escrita das professoras sobre a avaliação. Escrevendo a Avaliação: a escrita
de diários como exercício avaliativo. Tese de Doutorado. Belo Horizonte: UFMG, 2007.
LUIS, Suzana Maria Barrios. Formação Docente e Avaliação: dos processos formativos ao exercício profissional. Dissertação de Mestrado. UFPE:
Mestrado em Educação, 2000.
LUIS, Suzana M. B.; MELO, Sérvia Diniz P. de & ARAÚJO, Marilda de Fátima. Desenvolvimento profissional do professor pesquisador a partir de
sua prática avaliativa: quando inovar é fazer-se sujeito de saberes no processo de ensinar e aprender. Anais do XI ENDIPE (Encontro Nacional de
Didática e Prática de Ensino), Goiânia, maio de 2002.
MACHADO, Nilson José. Conhecimento e Ação Docente: considerações sobre o processo cognitivo. In: Epistemologia e Didática: as concepções
de conhecimento e inteligência e a prática docente. São Paulo: Cortez, 1996.
________. Avaliação Educacional: das técnicas aos valores. In: Epistemologia e Didática: as concepções de conhecimento e inteligência e a prática
docente. São Paulo: Cortez, 1996.
MEDEIROS, Ethel Bauzer. A Medida na Educação. In: Provas Objetivas, Discursivas, Orais e Práticas: técnicas de construção. 8. ed. Rio de
Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1986.
MÉNDEZ, Juan Manuel Álvarez. Avaliar para conhecer:examinar para excluir. Trad. Magda Schwartzhaup Chaves. Porto Alegre: Artmed, 2002.
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo não um acerto de contas. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
OLIVEIRA, D. A.; JORGE, T. A. S. As políticas de avaliação, os docentes e a justiça escolar. Currículo sem Fronteiras, v. 15, n. 2, p. 346 - 364,
maio/ago. 2015
PARO, Vitor Henrique. Por que os professores reprovam: resultados preliminares de uma pesquisa. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em
Educação. Rio de Janeiro, v. 8, n. 28, p. 273-282, jul/set 2000.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação - da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Trad. Patrícia Chittoni

Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
PERRENOUD, Phillipe. Não mexam na minha avaliação! Para uma abordagem sistêmica da mudança pedagógica. In: ESTRELA, Albano &
NÓVOA, António (orgs.). Avaliações em Educação: novas perspectivas. Edição atualizada. Porto/Portugal: Porto Editora, 1999.
PINTO, Neuza Bertoni. O Erro como Estratégia Didática: estudo do erro no ensino da matemática elementar. Campinas/SP: Papirus, 2000.
RIBEIRO, Célia. Metacognição: um apoio ao processo de aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2003, 16 (1), PP. 109-116.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. 2 ed. São Paulo: Cortez: Instituto Paulo Freire, 1999. (Guia da Escola
Cidadã – v.2).
SACRISTÁN, J. Gimeno. Avaliação do ensino. In: Compreender e Transformar o Ensino. Trad. Ernani F. da Fonseca Rosa. 4. ed. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1998.
SAUL, Ana Maria. Avaliação Emancipatória: desafio à teoria e à prática de avaliação e reformulação de currículo. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994.
______. Avaliação da Aprendizagem: um caminho para a melhoria da qualidade na escola. In: CAPPELLETTI, Isabel (org.) Avaliação Educacional:
fundamentos e práticas. São Paulo: Articulação Universidade/Escola, 1999.
_______. O paradigma da Avaliação Emancipatória. São Paulo: Cortez, Autores Associados, 1998.
SILVA, Janssen F; HOFFMANN, Jussara & ESTEBAN, M. Teresa (Orgs.) Práticas Avaliativas e Aprendizagens Significativas em diferentes áreas do
currículo. 5 ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.
SOARES, Magda B. Avaliação Educacional e Clientela Escolar. In: PATTO, Maria Helena S. (org.). Introdução à Psicologia Escolar. São Paulo: T. A.
Queiroz, 1981.
SOBRINHO, José Dias. Avaliação: políticas educacionais e reformas da educação superior. São Paulo: Cortez, 2003.Cap. 1
SOUSA, Clarilza P. de . Significado da Avaliação do Rendimento Escolar: uma pesquisa com especialistas da área. In: Avaliação do Rendimento
Escolar. 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 1993.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Superação da Lógica Classificatória e Excludente da Avaliação: do “é proibido reprovar” ao é preciso garantir a
aprendizagem. São Paulo: Libertad, 1998. (Coleção Cadernos pedagógicos do Libertad, v.5).
VIANNA, Heraldo Marelim. Medida Educacional e Testes Objetivos. In: Testes em Educação. 3. ed. São Paulo: IBRASA, 1978.
BOAS, Benigna Maria de Freitas. Contribuições do porta-fólio para a organização do trabalho pedagógico. Texto apresentado durante o X ENDIPE –
Encontro Nacional de Didática e Prática de Ensino. Rio de Janeiro, maio de 2000.
BOAS, Benigna Maria de Freitas (Org.). Avaliação: políticas e práticas. São Paulo: Papirus, 2004.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL020 - CURRÍCULO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

GISELLY LIMA DE MORAES

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo histórico-crítico dos princípios e concepções do currículo, segundo as novas teorias e as normas legais vigentes na Escola da Educação
Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental

III - OBJETIVOS
1. Compreender historicamente as diversas abordagens teóricas do currículo;
2. Analisar o contexto neoliberal das políticas curriculares atuais;
3. Analisar criticamente as políticas curriculares nacionais e locais vigentes do currículo referentes à Educação Infantil e aos anos iniciais do
Ensino Fundamental;
4. Compreender as diversas concepções de currículo.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Teorias do currículo:
a.
Teoria tradicional
b.
Teoria crítica
c.
Teoria neo-marxista
d.
Currículo oculto
e.
Teorias pós-modernas (ou pós-críticas)
f.
Multiculturalismo e identidade
2. Contexto atual da política curricular
a.
Neoliberalismo e política curricular
b.
PCN
3. Modalidades de Currículo:
a.
Currículo e Temas Transversais
b.
Currículo e Interdisciplinaridade

V - METODOLOGIA
•
•
•
•
•

Aulas expositivas e discussão crítica de textos a partir das leituras dos alunos;
Atividades individuais e em grupo;
Seminários;
Atividades online;
Atividades não-presenciais envolvendo as escolas da rede pública/privada local;

VI - AVALIAÇÃO
O semestre terá duas avaliações formais, podendo ser individual e coletiva, de acordo com o andamento das atividades desenvolvidas. Serão
avaliadas também a participação, a pontualidade e a presença dos alunos. Cabe lembrar que as faltas reprovam. As faltas poderão ser justificadas
de acordo com as normas da UFAL. Reavaliações e orientações individuais e/ou coletivas, somente com hora marcada com a professora.
1° avaliação: prova escrita com questões abertas, sem consulta;
2° avaliação: seminários em grupos com apresentação de síntese escrita.

VII - REFERÊNCIAS
APPLE; Michel W. Conhecimento Oficial: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
______ Educação e Poder. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
COSTA, Marisa Vorraber (Org.) O currículo nos limiares do contemporâneo. RJ: DP&E, 2001.
GARCIA, Regina Leite e MOREIRA, Antonio Flávio B. Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. SP: Cortez, 2003.
GOODSON, Ivor. Currículo: teoria e história. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
HERNÁNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do Currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Trad.
Jussara Haubert Rodrigues. 5ª edição. Porto Alegre, ARTMED: 1998.
LINHARES, Célia (Org.) Os professores e a reinvenção da escola: brasil e Espanha. SP: cortez, 2001.
MORAIS; Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas, SP: Cortez, 1990.
MOREIRA, Antonio Flávio B. e SILVA, Tomaz Tadeu (Orgs). Currículo, Cultura e Sociedade. SP: Cortez, 1994. MOREIRA, Antonio Flávio B. e
MACEDO, Elisabeth Fernandes de. Currículo, práticas pedagógicas e identidades. Porto: Porto Editora, 2002.
NIEVES ÁLVARES, Maria. Valores e temas transversais no currículo. Porto alegre: Artmed, 2002.
SACRISTÃN. J. Gimeno. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Tradução Ernani da F. Rosa. 3ª edição. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
www.curriculosemfronteiras.org

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL021 - PROJETOS INTEGRADORES 3

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

SILVANA PAULINA DE SOUZA

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
OBETIVOS GERAL: Integrar os conteúdos em andamento nas demais disciplinas do semestre a fim de, constitui-se em uma busca
de articulação entre as disciplinas e a relação teoria e prática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1.
Analisar os saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da observação e investigação da realidade
educativa, em especial da Prática Pedagógica no contexto da sala de aula, relacionando teoria e prática.
2.
Utilizar os instrumentos teóricos apreendidos nas disciplinas e nas instituições escolares investigadas, propiciando um
novo olhar sobre a escola, a profissão e os profissionais da educação.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1.
Levantamento dos objetivos da disciplinas do 3º período e a importância para a prática docente dos professores da
educação básica.
2. Elaboração de projetos de curta duração que conduzam à análise das ações em sala de aula partir da teoria estudada.
3. Execução do projeto.
4. 2.
Problematização dos saberes envolvidos na prática pedagógica do pedagogo (a) no cotidiano escolar, sob os pontos de
vista didático, avaliativo, curricular, da relação aprendizagem e desenvolvimento, da relação pedagógica, dos fundamentos
políticos da educação e da relação entre alfabetização e letramento.

V - METODOLOGIA
O processo de ensino-aprendizagem dar-se-á por meio de discussões em sala de aula e orientação/elaboração dos projetos de observação de
práticas docentes de escolas públicas de Maceió/Alagoas, de trabalho de campo e de análise e apresentação em sala de aula dos resultados desse
trabalho de campo.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será processual, por meio do acompanhamento do processo de elaboração de Projetos de curto prazo e acompanhamento do trabalho
de campo. As atividades formais serão o (AB1) trabalho escrito com a análise do trabalho de campo e a (AB2) apresentação em sala de aula dos
resultados do trabalho.

VII - REFERÊNCIAS
COLL, César et al. Desenvolvimento psicológico e educação: psicologia evolutiva. Tradução Francisco F. Settineri e colaboradoores. Porto Alegre:
Artemed, 1995, v.1.
/nGOULART, Iris Barbosa. Psicologia da educação: fundamentos teóricos e aplicações à prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2000.
/nHOUDÉ, Olivier #E_COMERCIAL# MELJAC, Claire (Orgs). O espírito piagetiano: homenagem internacional a Jean Piaget. Tradução de Vanish
Dresch. Porto Alegre: Artmed, 2002.
/nKUPFER, Maria Cristina. Freud e a educação: o mestre do impossível. São Paulo: Scipine, 2004.
/nVYGOTSKY, Lev. A formação ssocial da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Tradução de José Cipolla Neto et al.
São Paulo: Martins Fontes, 1998.
/nBARLOW, Michel. Avaliação Escolar: mitos e realidades. Trad. Fátima Murad. Porto Alegre: Artmed, 2006.
/nESTEBAN, M. T. O que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP#E_COMERCIAL#A, 2001.
/nHOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 2 ed. Porto Alegre: Mediação, 2001. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da
Aprendizagem Escolar. São Paulo, Cortez, 1996
/nLUIS, Suzana M. B. Escrevendo a Avaliação: a escrita de diários como exercício avaliativo. Tese de Doutorado. Belho Horizonte: UFMG, 2007.
/nPERRENOUD, Philippe. Avaliação - da excelência à regulação das aprendizagens: entre duas lógicas. Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1999.
/nAPPLE; Michel W. Conhecimento Oficial.: a educação democrática numa era conservadora. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997
/nHERNÁNDEZ, Fernando #E_COMERCIAL# VENTURA, Montserrat. A organização do Currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um
caleidoscópio. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. 5ª edição. Porto Alegre, ARTMED: 1998
/nMORAIS; Maria Cândida. O Paradigma Educacional Emergente. Campinas, SP: Cortez, 1990

/nSACRISTÃN. J. Gimeno. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. Tradução Ernani da F. Rosa. 3ª edição. Porto Alegre: ARTMED, 1998
/nSILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
/n

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL022 - ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ADRIANA CAVALCANTI DOS SANTOS

Turma:

M

Ano: 2017 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Abordagem das recentes concepções de alfabetização e letramento, articulando ensino, desenvolvimento e aprendizagem, e considerando seus
efeitos sobre as práticas discursivas em contextos familiares e em contextos escolares envolvendo alunos de Educação Infantil e séries iniciais do
Ensino Fundamental

III - OBJETIVOS
1. Compreender os métodos de alfabetização e seus pressupostos teóricos e epistemológicos ao longo da história da alfabetização no Brasil;
2. Compreender o processo de construção do sistema de base alfabética e suas relações com a concepção de letramento, considerando seus
efeitos sobre as práticas sociais discursivas em contextos familiares e em contextos escolares;
4. Refletir sobre as noções de letramento, seus alcances teóricos e suas práticas na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental;
5. Analisar concepções de alfabetização e letramento subjacentes aos materiais didáticos produzidos para crianças da Educação infantil e anos
iniciais do Ensino Fundamental;
6. Entender os processos de alfabetização e letramento articulados ao ensino, desenvolvimento e aprendizagem do sistema de escrita alfabético.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Alfabetização: história e atualidade no Brasil.
1.1. Alfabetização: métodos tradicionais;
Alfabetização e psicomotricidade;
Conceitos básicos (letra, fonema, palavras, frase, texto);
Método Fônico e consciência fonológica;
2. Alfabetização e letramento.
2.1. Psicogênese da alfabetização;
Construtivismo e a propostas de alfabetização;
Letramento: conceito e suas relações com as práticas sociais de leitura e escrita;
Práticas de letramento em contexto escolar;
Dissociabilidade entre os processos de alfabetização e do letramento;
3. Materiais didáticos de alfabetização.
3.1. Livros didáticos de alfabetização;
Literatura infantil;
Jogos de alfabetização.

V - METODOLOGIA
Os conteúdos serão abordados, por meio das estratégias metodológicas:
1.
Levantamento do conhecimento prévio dos estudantes;
2.
Motivação com leituras, charges, situações problema ou pequenos vídeos;
3.
Exposição oral / dialogada;
4.
Discussões, debates e questionamentos acerca dos textos e artigos indicados para leitura;
5.
Leituras e estudos dirigidos;
6.
Produções escritas de textos acadêmicos (resenhas, resumos e fichamentos), individuais e em grupos;
7.
Apresentações por parte dos alunos de seminários e painéis;
8.
Pesquisa bibliográfica sobre os temas abordados;
9.
Observação e análise de práticas docentes de alfabetização em turmas da Educação Infantil e/ou primeiros anos do Ensino Fundamental.

VI - AVALIAÇÃO
O processo de avaliação da aprendizagem dar-se-á de forma contínua, com base nos princípios de uma avaliação formativa. Nesse contexto, será
observado/avaliado o desempenho do aluno na disciplina, considerando:
1.
Frequência, assiduidade e pontualidade por parte do aluno;
2.
Participação construtiva e compromisso com a dinâmica do processo formativo proposto pela disciplina;
3.
Discussões teóricas fundamentadas nos estudos da disciplina;
4.
Realização de trabalhos sistematizados – produções individuais, coletivas e apresentações em sala de aula a partir da produção de
fichamentos, resenhas e resumos;
5.
Apresentação de seminários e painéis temáticos;
6.
Realização e entrega de relatórios de observações em espaços educativos de cenas de alfabetização escolar;
7.
Pontualidade na entrega das atividades propostas no decorrer do semestre.

VII - REFERÊNCIAS
BIBlIOGRAFIA BÁSICA
CAGLIARI, L. C. Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione, 1989.
CALIL, Eduardo. "Marcas de letramento: efeitos equívocos de um funcionamento". In Corinta Maria Grisolla Geraldi, Claudia Rosa Riolfi & Maria de
Fátima Garcia (orgs.) Escola Viva: elementos para a construção de uma educação de qualidade social. Campinas: Mercado de Letras, 2004.
FERREIRO, E. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez/Editores Autores Associados. 1985.
FERREIRO, Emilia & TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
LEMLE, M. Guia teórico do alfabetizador. 3.ed. São Paulo: Ática, 1988. SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. São Paulo:
Autêntica, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL, Ministério da Educação. Guia de livros didáticos/PNLD 2016: letramento e alfabetização (língua portuguesa). Secretaria de Educação
Básica. Ministério da Educação. Brasília (DF), 2016.
CAGLIARI, Luiz. Alfabetizando sem o bá-bé-bi-bó-bu. São Paulo: Scipione, 2006.
CAPOVILLA, Alessandra G. S. & CAPOVILLA, Fernando C. Alfabetização: método fônico. São Paulo: Mennon, 2004, pp. 60-91; 99-111; 124-130;
141-143; 151-153; 175-180; 194-195; 213-217; 239-243; 258-259; 273-275; 284-286; 291-294; 319-324; 330-331; 342-344; 371-375; 382-393.
MORTATTI, Maria Rosário Longo. HISTÓRIA DOS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO NO BRASIL (conferência proferida durante o Seminário
Alfabetização e letramento em debate, promovido pelo Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Secretaria de
Educação Básica do Ministério da Educação, realizado em Brasília, em 27/04/2006.).

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL023 - FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ELZA MARIA DA SILVA

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo dos fundamentos pedagógicos, legais e normativos da educação infantil e da organização do currículo, considerando propostas e
experiências pedagógicas reconhecidas no âmbito local, nacional e internacional

III - OBJETIVOS
Geral:
Proporcionar o estudo e a reflexão sobre os Fundamentos da Educação Infantil e as Propostas Pedagógicas no que se referem aos aspectos
pedagógicos, legais e normativos da Educação Infantil e focalizando prioritariamente a dinâmica de organização do currículo e as experiências
pedagógicas reconhecidas em âmbito nacional e internacional.

Específicos:
• Compreender a infância como um fenômeno cultural, portanto, possível de modificações quanto à sua definição, buscando conhecer os sentidos
da educação infantil no Brasil contemporâneo, especialmente no tocante aos direitos da criança;
• Compreender a historicidade das instituições de educação infantil e seu papel na contemporaneidade;
• Conhecer a trajetória dos educadores que iniciaram as propostas de educação infantil, destacando os fundamentos pedagógicos lançados pelos
pioneiros da educação pré-escolar e suas influências nas práticas pedagógicas atuais da Educação Infantil bem como as contribuições das teorias
sociointeracionistas para a Educação Infantil na atualidade;
• Conhecer as bases legais e normativas da Educação Infantil, destacando-se os documentos legais e oficiais que regulam a educação infantil bem
como o contexto e a dinâmica de negociações que acompanham a elaboração de leis e regulamentos da educação infantil;
• Entender a importância e a constituição do currículo da educação infantil, destacando as orientações legais em relação à elaboração de propostas
pedagógicas para a educação infantil e as influências de propostas curriculares internacionais, tais como a abordagem educativa High Scope e a
abordagem Reggio Emilia nas práticas pedagógicas locais contemporâneas.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I: Infância e Educação Infantil
1. Unidade II: Educadores que influenciaram a Educação Infantil
1. Unidade III: Bases legais e normativas da Educação Infantil
1. Unidade IV: Pedagogias contemporâneas nacionais e internacionais
1.1. A abordagem High Scope

1.1. As crianças e seu direito à infância: a educação infantil no contexto dos direitos humanos e dos direitos da criança
1.1. O legado dos pioneiros
1.1. A Educação Infantil como direito: normatização, fundamentos legais, políticos e pedagógicos
1.1.1. Dewey
1.1.2. Fröebel
1.1.3. Pestalozzi
1.1.4. Montessori
1.1.5. Freinet
1.1.6. Rosseau
1.2. A abordagem Reggio Emilia

1.2. Educação infantil, uma viagem pela história: a origem das instituições de Educação Infantil no Brasil e Alagoas
1.3. O currículo da Educação Infantil em contexto
1.4. Orientações Curriculares para a educação Infantil da rede municipal de Maceió
1.5. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil – DCNEI

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida na modalidade presencial, podendo virmos a recorrer a alguns recursos da modalidade à distância, quando
necessário. Poderá contar, portanto, com o ambiente colaborativo de aprendizagem virtual (AVA) onde serão disponibilizados mídias, tecnologias e
recursos variados que foram previamente selecionados visando à promoção das aprendizagens coletivas, sobretudo a sua. Para isto, cada
estudante deverá participar das aulas expositivas dialogadas, das leituras e discussões dos textos indicados, dos debates e intercâmbio de
experiências pedagógicas, dos fóruns de discussão (quando for o caso), das atividades de campo, quando poderão ser desenvolvidas observações
da dinâmica escolar em instituições de Educação Infantil, bem como dos seminários.

VI - AVALIAÇÃO
Será processual e contínua, considerando-se os critérios de avaliação da UFAL e, valendo-se, ainda, de critérios como: assiduidade, pontualidade
no cumprimento das atividades, leituras, participação nas atividades propostas, interesse, envolvimento e produção textual. Para tais, serão
atribuídas as seguintes notas: AB1 (Atividades escritas + Seminários); AB2 (Avaliação contínua + atividade escrita).

VII - REFERÊNCIAS
Bibliografia Básica:
ANGOTTI. M. O trabalho docente na pré-escola. São Paulo, Pioneira, 1994.
ARIÉS, P. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
EDWARDS, C., GANDINI, L e FORMAN, G. As cem linguagens da criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999
FARIA, Ana L.G.de A contribuição dos parques infantis de Mário de Andrade para a construção de uma pedagogia da educação infantil. Educação e
Sociedade, dez. 1999, vol.20, nº 69, p.60-91.
HOHMANN, M.; WEIKART, D. Educar a criança. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997.
KUHLMANN Jr., M. Infância e Educação Infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação, 1998
OLIVEIRA, Z.M.R. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002

Bibliografia complementar:
ARROYO, M. O Significado da infância. Seminário Nacional de Educação Infantil. Anais. Brasília, MEC/SEF/COEDI, 1994, p. 88-92.
HADDAD, L. A creche em busca de identidade, 3 ed. São Paulo: Loyola, 2002.
KRAMER, Sonia. A infância e sua singularidade. In: Brasil. MEC, SEF. Ensino Fundamental de 9 anos: orientações para a inclusão da criança de
seis anos de idade. MEC/SEB/ 2006. p. 17-30.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, J. ; KISHIMOTO, T. M. e PINAZZA, M. A. Pedagogias da infância: dialogando com o passado, construindo o futuro.
Porto Alegre: Artmed, 2006.

Bibliografia detalhada por unidade:
UNIDADE 1:
Texto 1: KRAMER, Sonia. A infância e sua singularidade. In: Brasil. MEC, SEF. Ensino Fundamental de 9 anos: orientações para a inclusão da
criança de seis anos de idade. MEC/SEB/ 2006. (pp. 17-30).
Texto 2: ARIES, P. História Social da Criança e da família. Rio de Janeiro. Zahar. 1981.
Texto 3: SILVA, Elza Maria da. Educação Infantil em Alagoas: (Re) construindo suas raízes. Maceió: Edufal, 2009.
Texto 4: (complementar): Revista Educação: cultura e sociologia da infância. São Paulo: Editora Segmento,

UNIDADE 2:
Sem indicação de leitura (As esquipes ficarão à vontade para selecionar os textos para os seminários)

UNIDADE 3:
Texto 5 (complementar):
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1988, com as
alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais nos 1/1992 a 68/2011, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e pelas Emendas Constitucionais
de Revisão nos 1 a 6/1994. – 35. ed. – Brasília : Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2012. Disponível em
http://bd.camara.gov.br/bd/bitstream/handle/bdcamara/15261/constituicao_federal_35ed.pdf?sequence=9 (Acesso em 10.01.2016)
Texto 6 (complementar):
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). Estatuto da Criança e do Adolescente: disposições constitucionais pertinentes: lei nº 8.069,
de 13 de julho de 1990. – 6. 3d. Brasília: Senado Federal, Subsecretaria de Edições Técnicas, 2005. Disponível em
http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/70318/64.pdf?sequence=3 (Acesso em 10.01.2016)
Texto 7 (complementar):
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 dez. 96. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf (Acesso em 10.01.2016)
Texto 8 (complementar):
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil.
Brasília: MEC/SEF, 1998. (Vol. 1 - Introdução). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf (Acesso em 10.01.2016)
Texto 9 (complementar):
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil.
Brasília: MEC/SEF, 1998. (Vol. 2 – Formação pessoal e social). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume2.pdf (Acesso em
10.01.2016)
Texto 10 (complementar):

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil.
Brasília: MEC/SEF, 1998. (Vol. 3 – Conhecimento de mundo). Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/volume3.pdf (Acesso em
10.01.2016)
Texto 11:
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil. RESOLUÇÃO Nº 5, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=2298-rceb005-09&category_slug=dezembro-2009-pdf&Itemid=30192
Texto 12 (Aprofundamento):
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. PARECER CNE/CEB Nº: 20/2009. Revisão das Diretrizes curriculares nacionais
para a educação infantil / Secretaria de Educação Básica. – Brasília : MEC, CNE, SEB, 2009. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=2097-pceb020-09&category_slug=dezembro-2009pdf&Itemid=30192 (Acesso em 10.01.2016)
Texto 13:
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Disponível em
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm (Acesso em 10.01.2016)

UNIDADE4:
Texto 14: BARBOSA, Maria Carmen Silveira, Práticas cotidianas na educação infantil: bases para a reflexão sobre as orientações curriculares.
Brasília: MEC, SEB, 2009.
Texto 15:
HADDAD, Lenira. e DOURADO, Ana Cristina Dubeux.. Orientações curriculares para a educação infantil da rede municipal de Maceió / Secretaria
Municipal de Educação. – Maceió : EDUFAL, 2015. (pp.78 – 211)

Textos 11 e 12:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL024 - PROJETO PEDAGÓGICO, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO TRABALHO ESCOLAR

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JAILTON DE SOUZA LIRA

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo da escola como organização social e educativa: concepções, aracterísticas e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do
trabalho escolar, segundo os pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo

III - OBJETIVOS
- Geral
Compreender a historicidade do processo da instituição escolar relacionando com o pensar/planejar e executar no interior do espaço escolar.
- Específicos
1- Identificar a escola como uma instituição sócio-educativa complexa, a partir de sua função social;
2- Verificar e analisar os pressupostos e modelos de gestão organizacional contextualizados nas instituições escolares;
3- Identificar o Projeto Político-Pedagógico como processo e instrumento de planejamento definidor da organização do trabalho escolar em suas
diversas fases de construção, desenvolvimento e avaliação;
4 – Analisar os processos de inovação pedagógica e organizacional, seja em relação ao desenvolvimento organizacional da escola, seja em relação
à reorganização de novos espaço-tempo de construção do conhecimento e de formação .

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A escola como Organização Social
1.1. Conceitos e elementos da organização
1.2. As funções sociais da escola
1.3. Análise organizacional da escola
2. Gestão educacional e processos democráticos
2.1. Administração Escolar: pressupostos e contexto brasileiro
2.2. Gestão democrática, descentralização, autonomia escolar e participação
3. Planejamento e Projeto Político-Pedagógico da escola
3.1. O planejamento educacional participativo
3.2. Conceituação e bases legais
3.3. Princípios e pressupostos norteadores
3.4. Elementos constitutivos do projeto político-pedagógico
3.5. Operacionalização do processo de construção do projeto político-pedagógico
3.6. Avaliação do Projeto Político Pedagógico.

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas, apresentação de seminários. É necessária a leitura prévia dos textos do programa.

VI - AVALIAÇÃO
Acompanhamento da participação em classe, elaboração de resenhas, fichamento de textos, avaliações dissertativas e seminários. Também serão
avaliados critérios como participação, pontualidade e assiduidade.

VII - REFERÊNCIAS
BATISTA, Neusa Chaves. A gestão democrática como modelo institucionalizado de administração da educação. Disponível em
www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo5/.../gd_modelo_insticionalizado.pdf.
BUENO, José Geraldo Silveira. Função social da escola e organização do trabalho pedagógico. Educar, Curitiba, n. 17, p. 101-110. 2001. Editora da
UFPR. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/educar/article/view/2070>. Acesso em: 20 mar. 2015.
BRAGA, Douglas Gerson. A negociação de conflitos em época de escassez de recursos. BRAGA, DG. Conflitos, eficiência e democracia na gestão
pública [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 1998. 193 p. ISBN 978-85-85676-53-1. Available from SciELO Books. Disponível em
<http://books.scielo.org>.
BRASIL, Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares. Conselhos escolares: democratização da escola e construção da
cidadania. Brasília, MEC/SAEB, caderno 1, Nov. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_cad1.pdf>. Acesso em: 10
mar. 2016.
CAETANO, Eduardo Ferreira da Silva. Os Ordenados Pagos aos Professores de Primeiras Letras às Políticas de Valorização Profissional e Social.

CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO. Educação pública de qualidade: quanto cu CURY, Carlos Roberto Jamil. A gestão
democrática na escola e o direito à educação. RBPAE – v.23, n.3, p. 483-495, set./dez. 2007.sta esse direito? São Paulo, 2011.
DRABACH, Neila Pedrotti. A gestão democrática do ensino público como campo de disputa de projetos políticos antagônicos – democrático e
neoliberal. Disponível em www.anpae.org.br/congressos_antigos/simposio2007/349.pdf. ESTEVÃO, Carlos Vilar. A
qualidade da educação: suas implicações na política e na gestão pedagógica. Revista brasileira de política e administração da educação, Recife,
vol. 29, nº 1, p. 15-26, jan./abr. 2013.
FINEDUCA – Revista de Fina CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO. Educação pública de qualidade: quanto custa esse direito?
São Paulo, 2011.
FISCHER, Sulivan Desirée; GUIMARÃES, Maria do Carmo Lessa. A construção da gestão autônoma das escolas públicas brasileiras: um estudo
nas escolas de ensino fundamental em Santa Catarina. Revista brasileira de política e administração da educação, Recife, vol. 29, nº 1, p. 97-115,
jan./abr. 2013.
“FRIGOTTO, Gaudêncio (Org.) Escola “sem” partido”: Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. Rio de Janeiro, UERJ, LPP, 2017.
FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação e Trabalho: bases para debater a Educação Profissional Emancipadora. PERSPECTIVA, Florianópolis, v.19, n.1,
p.71-87, jan. /jun. 20.
FRIGOTTO, Gaudêncio. Política e gestão educacional na contemporaneidade. In: FERREIRA, Eliza Bartolozzi; OLIVEIRA, Dalila Andrade (Orgs.).
Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.
GADOTTI, Moacir. Gestão democrática com participação popular no planejamento e na organização da educação nacional. Texto produzido como
uma colaboração para a discussão do tema geral da Conae 2014: “O PNE na articulação do Sistema Nacional de Educação: participação popular,
cooperação federativa e regime de colaboração”.
GANDIN, Danilo. A Posição do Planejamento participativo entre as Ferramentas de Intervenção na Realidade. Disponível em:
http://www.curriculosemfronteiras.org/vol1iss1articles/gandin.pdf. Acesso em: 10 fev. 2015.
HERMIDA, Jorge Fernando; LIRA, Jailton de Souza. O programa escola livre em alagoas, a crise de acumulação do capital e o fortalecimento da
direita política brasileira. Revista Exitus, Santarém/PA, Vol. 8, N° 1, p. 141 - 170, JAN/ABR 2018.01.
LIBÂNEO, José Carlos. “O sistema de organização e gestão da escola” In: LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - teoria e
prática. 4ª ed. Goiânia: Alternativa, 2001.
LIBÂNEO, José Carlos. O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do conhecimento para os ricos, escola do acolhimento social para
os pobres. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 38, n. 1, p. 13-28, 2012.
LIBÂNEO, José Carlos. “O sistema de organização e gestão da escola” In: LIBÂNEO, José Carlos. Organização e Gestão da Escola - teoria e
prática. 4ª ed. Goiânia: Alternativa, 2001.
LÜCK, Heloísa .A aplicação do planejamento estratégico na escola. Revista Gestão em Rede, no. 19, abril, 2000, p. 8-13.
LÜCK, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Curitiba: Positivo, 2009.
OLIVEIRA, Dalila Andrade. Política educativa, crise da escola e a promoção de justiça social. In: FERREIRA, Eliza Bartolozzi; OLIVEIRA, Dalila
Andrade(Orgs.). Crise da escola e políticas educativas. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.
PARO, Vitor Henrique. Gestão escolar, democracia e qualidade do ensino. São Paulo: Ática, 2007. p. 15-116.
SAVIANI, Dermeval. Sistema nacional de educação: conceito, papel histórico e obstáculos para sua construção no Brasil. 31ª Reunião Anual da
ANPEd, 2008.
SILVA, Maria Abádia da. Do projeto político do Banco Mundial: ao projeto político-pedagógico da escola pública brasileira. In: Revista Educação e
Sociedade, v. 23, n. 61, p. 283-301, dez, 2003. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 10 jan. 2014.
VEIGA, Ilma Passos da. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção coletiva. In: VEIGA, Ilma Passos da (org.). Projeto político
pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998. p.11-35.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Inovações e projeto político-pedagógico: uma relação regulatória ou emancipatória? In: Revista Educação e
Sociedade, v. 23, n. 61, p. 267-281, dez, 2003. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 10 jan. 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL025 - EDUCAÇÃO ESPECIAL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JERZUI MENDES TORRES TOMAZ

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo do desenvolvimento atípico das crianças e adolescentes, compreendendo os recursos educacionais disponíveis na comunidade, os
programas de prevenção e assistência existentes, trabalhando o educando na perspectiva do processo de inclusão social

III - OBJETIVOS
-Trabalhar os conteúdos específicos da área de Educação Especial, numa abordagem psicodinâmica,possibilitando ao discente identificar pessoas
com NEE, com o intuito de propor programas de ensino adequados;
-Relacionar e sistematizar os recursos disponíveis na comunidade, trabalhando pedagogicamente as pessoas com NEE.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I: Histórico: concepções de excepcionalidade ao longo da história;
2. 2. Unidade 2: Conceituação do sujeito com NEE: etiologia, características e tipos;
3. 3- Unidade 3: Funções psiconeurológicas nos sujeitos com deficiência mental, visual, auditiva, paralisia cerebral e autismo;
4. 4-Unidade 4: Educação inclusiva e educação especial: propostas educacionais de inclusão/integração;
5. 5-Unidade 5: Políticas Públicas: leis e direitos referentes à educação especial.

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas, pesquisa bibliográfica orientada, leitura e fichamento de texto, exibição e discussão de filmes relacionados à temática
da disciplina, visita à instituições que atendem sujeitos com NEE, elaboração de seminários temáticos, palestra com convidados.

VI - AVALIAÇÃO
Avaliação dissertativa, avaliação continuada, apresentação de relatórios de visitas, avaliação de elaboração e apresentação de seminários
temáticos.

VII - REFERÊNCIAS
BIANCHETTI, Lucídio.Aspectos históricos da educação especial. Rev.bras. educ. esp.[on line], 1995, v. 02, n.3, p. 01-19, INSSN 1413-6538.
COLL, César et al. Desenvolvimento psicológico e educação. Necessidades educacionais especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995, v. 3.
CUNHA,Eugênio. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. 6. ed. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2015.
FONSECA, Vítor da. Educação especial: programa de estimulação precoce. Uma introdução às ideias de Feuerstein. 2. ed. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1995.
JANUZZI, Gilberta de Martino. A luta pela educação do deficiente mental no Brasil. São Paulo: Autores Associados, 1992.
LIMA, Priscila augusto. Educação inclusiva e igualdade social. São Paulo:Avercamp, 2006.
ROCHA, Paulina S.(Org.) Autismos. São Paulo: Escuta, 1997 (Biblioteca de Psicopatologia Fundamental).

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL026 - PLANEJAMENTO, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

KATIA MARIA SILVA DE MELO

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo dos princípios, fundamentos e procedimentos do planejamento de ensino, do currículo e da avaliação, segundo os paradigmas e normas
legais vigentes norteando a construção do currículo e do processo avaliativo no Projeto Político Pedagógico da escola de Educação Básica.

III - OBJETIVOS
1.
OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA:
- Proporcionar aos educandos elementos teóricos e práticos do planejamento, currículo e avaliação, que possibilitem refletir e organizar a prática
educativa.
2.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA:
• Refletir sobre a prática educativa e o exercício da docência, a partir de diferentes paradigmas e tendências na educação;
• Ressignificar o processo de planejamento de ensino e da organização didático-pedagógica, a partir dos princípios e pressupostos do projetopolítico pedagógico da instituição escolar;
•Ressignificar a dinâmica do processo avaliativo a partir da concepção formativa/dialógica, na organização do trabalho pedagógico;
• Identificar instrumentos e procedimentos de avaliação, enquanto processo formativo, de organização e produção do conhecimento.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade 1- A prática educativa sob diferentes conceitos
1.1
- Educação, tendências e paradigmas;
1.2
- Pressupostos orientadores da educação nas práticas pedagógicas.
1.3 - Problematizando a escola e o exercício da docência.
2. Unidade 2 - Planejamento Educacional
2.1 - Planejamento: Educacional, Curricular e de Ensino;
2.2 – O planejamento de ensino e seus componentes básicos: plano de ensino e plano de aula
3. Unidade 3 - Avaliação da aprendizagem escolar
3.1 - Perspectivas teóricas da avaliação escolar;
3.2 – Instrumentos de coleta de dados para avaliação: um olhar crítico e construtivo.

V - METODOLOGIA
•
Aula expositiva dialogada;
• Estudos individuais e coletivos;
• Discussão de textos;
• Estudo de campo;
• Apresentação do estudo da escola.

VI - AVALIAÇÃO
Será realizada no decorrer do processo pedagógico, a partir das atividades individuais e coletivas desenvolvidas ao longo do semestre,
considerando a assiduidade, o aprofundamento teórico, a reflexão crítica, a participação nas discussões e a capacidade de sistematização e
exposição das ideias.

VII - REFERÊNCIAS
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carlos Henrique Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012.
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL n º 9394 de 20 de dezembro de 1996, Diário oficial - República Federativa do Brasil,
Ano CXXXIV nº248 – Imprensa Nacional – Brasília, 1996.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2013.
LUCKESI, C. Carlos. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
LUCKESI, C. Carlos. Avaliação da aprendizagem: componente do ato pedagógico. 1ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MEC. A Reforma Educacional e as Novas Diretrizes Curriculares Nacionais. In: Escola de Gestores, Sala Ambiente de Fundamentos do Direito à
Educação, Unidade II. Mec, 2008.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-crítica: primeiras aproximações. 8ª edição. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.

________________Escola e democracia: teoria da educação, curvatura da vara, onze teses sobre a educação política. 36ª ed. Campinas, SP:
Autores Associados, 2003. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo); vol. 5) .

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL027 - PROJETOS INTEGRADORES 4

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

JAILTON DE SOUZA LIRA

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
. Realizar incursões em escolas de Maceió e/ou Alagoas, buscando conhecer diferentes realidades escolares, bem como seus Projeto PolíticoPedagógicos.
. Estabelecer relações entre o Projeto Político-Pedagógico encontrado nas escolas e a legislação em vigor, bem como referenciais estudados
durante o semestre.
. Analisar o PPP da instituição escolar, tendo como base e/ou apoio para essa anélise, os estudos realizados nas disciplinas do 4º período.
. Conhecer como se dá o processo de construção do PPP nas escolas observadas, estabelecendo conexões com estudos realizados no decorrer do
semestre acerca das práticas de significação e as relações de poder implicadas na elaboração de documentos, como é o caso do PPP, dos
currículos e outros.
. Reconhecer o PPP como um documento de identidade da escola.
. Problematizar práticas escolares diversas que produzem a diferença e que posicionam os sujeitos escolares (alunos, professores, pais,
funcionários...) como tal.
. Problematizar práticas escolares relacionadas, principalmente, às disciplinas Projeto Pedagógico, Organização e Gestão do Trabalho Escolar;
Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem e Fundamentos da Educação Infantil e Propostas Pedagógicas.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Olhar problematizador e a pesquisa em Educação
1. Olhar problematizador e a pesquisa em Educação
2. Organização e realização dos estudos exploratórios na escola de educação básica
2. Organização e realização dos estudos exploratórios na escola de educação básica
2.1. Elaboração de projeto de estudo exploratório em escolas de educação básica
2.1. Elaboração de projeto de estudo exploratório em escolas de educação básica
2.2. Coleta e sistematização dos dados
2.2. Coleta e sistematização dos dados
3. Organização e realização de seminário para socialização dos estudos realizados
3. Organização e realização de seminário para socialização dos estudos realizados
4. Elaboração de relatório sobre o estudo realizado
4. Elaboração de relatório sobre o estudo realizado

V - METODOLOGIA
A disciplina partirá da leitura e discussão de textos que apresentam possibilidades e tensionamentos sobre a pesquisa em educação, e a
importância do olhar problematizador na prática docente.
Tendo como base o trabalho de sala de aula, as incursões às escolas serão realizadas em grupos, a partir da orientação da professora de cada
disciplina.
No final, as/os estudantes deverão apresentar o relatório das observações e as articulções com os estudos desenvolvidos nas discipinas do quarto
período.
O processo de trabalho na disciplina será desenvolvido através de estudos preparatórios e de investigação da prática educativa tendo como eixo
temático as instituições escolares e se projeto Político Pedagógico,buscando apreender se o planejado se conctretiza nas práticas escolares.
Serão utilizadas leituras dirigidas,discussões e orientações para realização de observações e entrevistas,sistematização dos dados coletados,bem
como uma reflexão sobre esses dados e sua socialização.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será processual. Desse modo, serão considerados aspectos como a participação e o comprometimento das estudantes diante da
programação e execução ds tarefas/atividades solicitadas pelas professoras. Serão avaliados também os relatos das incursões nas escolas e as
articulações/problematizações apresentadas num seminário.

VII - REFERÊNCIAS
Todas as referências das disciplinas do 4° semestre.
COSTA, Marisa (org.). Uma agenda para jovens pesquisadores. Caminhos Investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa em educação.
Rio de Janeiro: DP&A, 2002. P. 143-156.
ESTEBAN, Maria Teresa e ZACCUR, Edwiges. A pesquisa como eixo de formação docente. In: ___ (orgs). Professora-pesquisadora – uma práxis
em construção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL028 - CORPOREIDADE E MOVIMENTO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

EDNA CRISTINA DO PRADO

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo teórico-prático do fenômeno da corporeidade e a experiência fenomenológica do corpo em movimento a partir da experiência vivida
compreendendo o corpo como modo de ser no mundo

III - OBJETIVOS
Fundamentar a(o) futura(o) professora(o) da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental para compreender o fenômeno da
motricidade infantil e desenvolver atividades voltadas para educação psicomotora.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1. Linguagem corporal, e as perspectivas de abordagem do corpo.
2. - Evolução psicomotora da criança: aspectos psicológicos, e anátomo-fisiológicos;o pensamento infantil e o desenvolvimento psicomotor.
3. - Princípios para Educação Psicomotora segundo Le Boulch.

V - METODOLOGIA
- Aulas teóricas e atividades práticas;
- Estudos de textos e autores indicados na bibliografia;
- Produção de trabalhos teóricos e práticos pelos estudantes.

VI - AVALIAÇÃO
Prova escrita e sem consulta na AB1 e trabalho em grupo com atividades práticas na AB2

VII - REFERÊNCIAS
FREIRE, João Batista. SCAGLIA, Alcides José. Educação como prática corporal. Scipione, São Paulo, 2003. (Pensamento e ação no magistério.)
LE BOULCH, Jean. O desenvolvimento psicomotor: do nascimento aos 6 anos. Artes Médicas, Porto Alegre, RS, 1982.
MAHONEY, Abigail Alvarenga, ALMEIDA, Laurinda Ramalho de, (org.) Henri Wallon. Psicologia e Educação. Ed. Loyola, São Paulo/SP, 2010.
MENDES, Mª Isabel Brandão de Souza. NÓBREGA, Terezinha Petruchia. Cultura de Movimento: reflexões a partir da relação entre corpo, natureza
e cultura. (art.)
PRIORI, Mary Del & AMANTINO, Márcia (org.). História do Corpo no Brasil. Ed. UNESP, São Paulo/SP, 2011.
WEILL, Pierre e TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação não-verbal. Edt. Vozes Ltda. 7ª ed. Petrópolis, RJ,
1977.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL030 - INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

WILMA ALVES DE OLIVEIRA ANTONIO

Turma:

C

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo da legislação, importância, perspectivas, dificuldades desafios na prática educativa, na modalidade à distância. Intratividade na
aprendizagem e na formação de professores nos diferentes ambientes virtuais

III - OBJETIVOS
•Geral-Compreender a importância da Educação a Distância para a formação do professor e para o o universitário, possibilitando a discussão em
sala de aula e no AVA dos temas e suas contribuições no processo educativo.
Específicos:
•Identificar e analisar conteúdos relacionados com uso das TICs e sua importância no contexto da Educação a Distância;
•Proporcionar uma reflexão crítica sobre a Educação a Distância com o uso TICs como ferramenta auxiliar para o professor em sala de aula;
•Fazer uma reflexão sobre os conhecimentos e práticas aprendidos e vivenciados neste período utilizando o AVA/Moodle.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. •Legislação Brasileira sobre a Educação a Distância;
•História da EAD;
•Uso do AVA/Moodle;
•O papel da Internet em Sala de Aula;
•Ferramentas Interativas;
•Educação a Distância levando conhecimento para os lugares mais longínquos unindo pessoas;

V - METODOLOGIA
•Identificar e analisar conteúdos relacionados com uso das TICs e sua importância no contexto da Educação a Distância;
•Proporcionar uma reflexão crítica sobre a Educação a Distância com o uso TICs como ferramenta auxiliar para o professor em sala de aula;
•Fazer uma reflexão sobre os conhecimentos e práticas aprendidos e vivenciados neste período utilizando o AVA/Moodle.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será um processo contínuo. Considerar-se-á o desempenho do estudante durante os encontros presenciais e virtuais e a realização das
atividades propostas no AVA/MOODLE. Os resultados dessas avaliações servirão de subsídios para o replanejamento da ação docente e de
referencial para que os discentes identifiquem suas lacunas, dificuldades e avanços. Para isso, serão utilizados instrumentos diversos, tais como:
Leituras de Textos, participação e interação nos fóruns de discussões, avaliação da produção de resumos.

VII - REFERÊNCIAS
BARRETO, Raquel G. (org). Tecnologias educacionais e educação à distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet: 2001.
BELONNI, Maria L. Educação à distância. Campinas: Autores Associados, 1999.
MERCADO, Luís P. e VIANA, Maria A. Vivências com aprendizagem na Internet. Maceió: EDUFAL,2005.
PALLOFF, Rena; PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com. Porto Alegre: Artmed, 2004. SILVA, Marco (org). Educação on-line.
São Paulo: Loyola, 2003.
SILVA Marcos; SANTOS, Edméa. Avalição da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, 2006

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL032 - SABERES E METODOLOGIAS DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO INFANTIL 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

SUZANA MARCOLINO

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo e organização dos saberes e procedimentos da Educação Infantil, com foco na identidade e na construção do auto-conhecimento e do
mundo, nas relações corpo e movimento, natureza e sociedade, Brincadeira e linguagens expressivas, reconhecendo seu caráter interdependente e
transdisciplinar e as especificidades das diferentes faixas etárias.

III - OBJETIVOS
Geral:
- Proporcionar o estudo e a reflexão sobre os saberes e as metodologias da Educação Infantil no que se refere à organização dos procedimentos da
Educação Infantil, especialmente os que dizem respeito à identidade infantil, e às relações da criança com a Educação Infantil, enquanto etapa
educacional bastante específica no processo de desenvolvimento infantil.
Específicos:
- Refletir acerca da importância da construção dos saberes relativos aos procedimentos da Educação Infantil,necessários ao exercício docente,
retomando algumas questões já trabalhadas nas disciplinas antecedentes;
- Discutir acerca da identidade infantil, compreendendo a criança enquanto sujeito social inserido em um contexto de garantia de direitos, sobretudo
o educacional e que, portanto, tem especificidades a serem consideradas enquanto criança, sobretudo relativas à identidade e ao autoconhecimento
e conhecimento de mundo;
- Analisar criticamente os procedimentos da Educação Infantil no que diz respeito à organização da prática pedagógica e ao currículo,
especialmente às interações e à brincadeira enquanto eixos norteadores da proposta pedagógica, explícitos nas Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Infantil;
- Proporcionar uma reflexão sobre a prática do cotidiano infantil no que se refere aos saberes e metodologias da Educação Infantil, destacando
como são trabalhadas – nos cotidianos pesquisados – as múltiplas linguagens infantis.
- Compreender os elementos estruturantes do currículo da educação infantil, tais como: a organização dos ambientes, organização dos tempos, a
relação criança-criança, professora-criança, o papel do adulto, o exercício do planejamento, a observação e a avaliação.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. UNIDADE I:
1.1. TEXTO 1: SILVA, Andreza Fabrícia Pinheiro da. Formação dos profissionais da educação infantil: uma necessidade emergente. In: CUNHA,
Marlécio Maknamara da Silva. Encontros em Educação. João Pessoa:
Ed. UFPB, 2011.

1.2. TEXTO 2: VIEIRA, A. M. As vozes no contexto infantil: a polarização em destaque. Zero-a-seis, n. 18, ago./dez. 2008. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/8041/8076>.
Acesso em: 11. Mai. 2018.
2. UNIDADE II
2.1. TEXTO 3: BASSEDAS, Eulàlia; HUGGET, Teresa; SOLÉ, Isabel. Desenvolvimento e aprendizagem na etapa de 0 a 6 anos. In: BASSEDAS,
Eulàlia. HUGGET, Teresa & SOLÉ, Isabel. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999. p. 19-48.

2.2. TEXTO 4: CARVALHO, Ana M. A; PEDROSA, Maria Isabel; ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde. Por que aprender com a criança. In:
Aprendendo com a criança de zero a seis anos. São Paulo Cortez, 2012. cap. 1. p. 25-34.

2.3. TEXTO 5: CARVALHO, Ana M. A; PEDROSA, Maria Isabel; ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde. Os meios da criança na teoria de
desenvolvimento de Henri Wallon. In: Aprendendo com a criança de zero a seis anos. São Paulo Cortez, 2012. cap. 3. p. 62-79.
2.4. VÍDEOS: Piaget, Vygotsky e Wallon (Coleção Grandes Educadores)
3. UNIDADE III
3.1. TEXTO 6: GALVÃO, I. Cenas do cotidiano escolar: conflito sim, violência não. São Paulo: Vozes, 2004. (capítulos 1-4).
3.2. TEXTO 7: BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Práticas cotidianas na educação infantil: bases para a reflexão sobre as orientações
curriculares. Brasília: MEC, SEB. 2009.
3.3. TEXTO 8: FINCO, Daniela; FARIA, Ana Lúcia Goulart de. Creches e pré-escolas em busca de pedagogias descolonizadoras que afirmem as
diferenças. In: ABRAMOWICZ, Anete; VANDENBROECK, Michel. (Orgs.) Educação infantil e diferença. Campinas, SP: Papirus, 2013. p. 109-124.
3.4. TEXTO 9: BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil. Parecer CEB 01/1999, aprovado em 11 de novembro de 2009.
4. UNIDADE IV

4.1. TEXTO 10: UMBUZEIRO, Alcione de Lima, MALAFAIA, Renata. Da escuta das crianças à intencionalidade do planejamento na Educação
Infantil In: OSTETTO, L. E. (Org.). Registros na Educação Infantil: pesquisa e
prática pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2017. (pp. 111-135)
4.2. TEXTO 11: BRASIL, MEC/SEB. Currículo e linguagem na educação infantil. Brasília: MEC /SEB, 2016.

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida na modalidade presencial, podendo recorrer a alguns recursos da modalidade a distância. Para isto, cada estudante
deverá participar das aulas expositivas dialogadas, das leituras e discussões dos textos indicados, dos debates e intercâmbio de experiências
pedagógicas, das
atividades de campo, quando serão desenvolvidas observação de crianças e da dinâmica escolar em instituições de Educação Infantil, bem como
elaboradas propostas de projetos destinados a turmas de crianças de 0 a 5 anos e apresentados em seminários temáticos.

VI - AVALIAÇÃO
Será processual e contínua, considerando-se os critérios de avaliação da UFAL e, valendo-se, ainda, de critérios como: assiduidade, pontualidade
no cumprimento das atividades, leituras, participação nas atividades propostas, autoavaliação, interesse, seminários, estudos e trabalhos individuais
com elaboração de síntese, envolvimento com as pesquisas realizadas na disciplina e produção textual. Para tais, serão atribuídas as seguintes
notas: AB1 (Atividades escritas + Relatórios de observação); AB2 (Atividades escritas + Seminários + Avaliação contínua).
É importante a atenção às orientações das atividades, bem como os prazos estabelecidos para cumprimento das mesmas, condições para
aprovação na disciplina.
Considerando-se a importância e o valor que damos à produção acadêmica d@s nossos estudantes @s orientamos a serem zelosos e a
valorizarem também suas produções escritas. Isto é muito importante para o seu processo formativo e para a construção dos saberes, metodologias
e práticas pedagógicas da
educação infantil. Desse modo, todo cuidado é necessário para não cair nas armadilhas do plágio, pois ele não será admitido nesta disciplina.

VII - REFERÊNCIAS
CARVALHO, Ana M. A; PEDROSA, Maria Isabel; ROSSETI-FERREIRA, Maria Clotilde. Aprendendo com a criança de zero a seis anos. São Paulo
Cortez, 2012.
BANDIOLI, A.; MANTOVANI, S. Manual de Educação Infantil: de 0 a 3 anos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Parecer CEB
01/1999, aprovado em 11 de novembro de 2009.
BASSEDAS, Eulàlia. HUGGET, Teresa & SOLÉ, Isabel. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre:
Artmed, 1999.
CRAIDY, C. KAERCHER, G. E. Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre, Artmed, 2001.
GALVÃO, Isabel. Cenas do cotidiano escolar: conflito sim, violência não. Petrópolis: Vozes, 2004. GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de
professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009.
MOYLES, Janet. Fundamentos da educação infantil: enfrentando o desafio. Porto Alegre: Artmed, 2010.
OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010.
ROSSETTI-FERREIRA et al. Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 1998.
SMOLE, K. C. S. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
ZABALZA, M. A. Qualidade em Educação Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
KRAMER, Sonia. Avaliação na educação infantil: no avesso da costura, pontos a contar, refletir e agir. In: Interacções. n. 32, pp. 5-26 (2014).
Disponível em: http://www.eses.pt/interaccoes. Acesso em 15. Jun. 2018.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL033 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

EDUARDO CALIL DE OLIVEIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Aprofundamento teóricometodológico da leitura e da produção de gêneros textuais literários e não-literários, considerando a diversidade lingüística,
nos diversos usos da prática social, perpassando a análise de material didático produzido e documentos oficiais que orientam o trabalho com a
Língua Portuguesa.

III - OBJETIVOS
•Compreender os aspectos teóricos e metodológicos relacionados ao ensino de língua portuguesa (LP), especificamente referentes às práticas de
leitura e de produção textual dos mais variados gêneros textuais (literários e não-literários).
•Discutir os eixos centrais do ensino de língua portuguesa, segundo as diretrizes e os documentos oficiais;
•Reconhecer a diversidade da língua portuguesa e seus usos nos mais diferentes contextos de comunicação;
•Relacionar recursos didáticos para as práticas de leitura e escrita em aulas de língua portuguesa;
•Analisar materiais didáticos no tocante à abordagem dos gêneros textuais (literários e não-literários) e o ensino de LP.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação do plano de curso.
Atividade - Leitura e interpretação do texto - A Vaguidão Específica
2. Aspectos teórico-metodológicos da leitura: o texto, seus "vazios" e o processo de construção de sentido
3. Aspectos teórico-metodológicos para o ensino da leitura de gêneros textuais (literários e não literários).
4. Reflexões sobre o ensino de Língua Portuguesa.
5. Gêneros textuais: definição, funcionalidade e ensino.
6. Ensino de Língua Portuguesa e contextos teórico-metodológicos.
7. A diversidade linguística em sala de aula e seus usos em diferentes contextos comunicativos.
8. Os documentos oficiais e o ensino de Língua Portuguesa: eixos básicos.
9. A variação/diversidade linguística e seu ensino em livros didáticos de Língua Portuguesa.
10. Uma visão sumária das práticas pedagógicas de leitura e análise de textos: repensando o conceito de texto e de textualidade.
11. Análise dos textos: aspectos relacionados à escrita e à produção textual.
12. Propostas de leitura e produção textual para o ensino de LP.

V - METODOLOGIA
Aula expositivas (slides) e dialógicas.
Análise de materiais didático de Língua Portuguesa;
Atividades práticas de planejamento de atividades práticas de leitura e de escrita.

VI - AVALIAÇÃO
Como critério para avaliação será considerado o nível de envolvimento e de participação dos discentes nas discussões e reflexões teóricas durante
a aula, bem como a capacidade de análise e de articulação discursiva dos tópicos abordados na atividade prática proposta.
1ª AVALIAÇÃO: Atividades realizadas (mapas conceituais + propostas de leitura e escrita para o ensino de LP) + frequência + participação.
2ª AVALIAÇÃO: Análise dos materiais didáticos de LP.

VII - REFERÊNCIAS
Básica:
BATISTA, Antônio Augusto Gomes & VAL, Maria da Graça Costa (orgs.). Livros de alfabetização e de português: os professores e suas escolhas.
Belo Horizonte: Ceale, Autêntica, 2004.
CORACINI, Maria José (org.) Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. Campinas: Pontes, 1999.
DIONISIO, Ângela Paiva & BEZERRA, Maria Auxiliadora. O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2001.
LEAL, T. F. A; MORAIS, A G. A argumentação em textos escritos: a criança e a escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
MATENCIO, Maria de Lourdes Meirelles. Leitura, produção de textos e a escola: reflexões sobre o processo de letramento. Campinas: Mercado de
Letras, 2003.
ROJO, Roxane. H. R. & BATISTA, Augusto G. Livro Didático de Língua Portuguesa, Letramento e Cultura da Escrita. Campinas/SP: Mercado de
Letras/EDUC, 2004.
Complementar:
ANTUNES, Irandé. Análises de Textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
______. Língua, Texto e Ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.

______. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
BAGNO, Marcos Bagno. Nada na Língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. Parte I: Variação, mudança e ensino. p.119-140.
BEZERRA, Maria Auxiliadora. Ensino de Língua Portuguesa e contextos teórico-metodológicos. In: DIONISIO, Ângela Paiva; MACHADO, Anna
Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora Gêneros Textuais & ensino. São Paulo: Parábola Editorial, 2010.
BORTONI-Ricardo, Stella Maris. Educação em Língua Materna: a sociolinguística em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL034 - PESQUISA EDUCACIONAL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA DAS GRACAS DE LOIOLA MADEIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo das diferentes abordagens teóricometodológicas da pesquisa em educação, compreendendo as fontes e etapas de produção do projeto de
pesquisa educacional visando a elaboração do Trabalho de Conclusão de
Curso.

III - OBJETIVOS
Subsidiar a turma do Curso de Pedagogia na fundamentação epistemológica e metodológica sobre Ciência e produção do conhecimento;
Estudar e discutir as principais tendências teórico-metodológicas da pesquisa educacional;
Elaborar as diferentes etapas de um projeto de pesquisa tendo em vista o TCC: justificativa e problematização, revisão de literatura e
fundamentação teórica, objetivos, metodologia, referências e cronograma de atividades.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Produção do conhecimento humano, Ciência e pesquisa científica

2. As principais tendências teórico-metodológicas da pesquisa educacional
3. As etapas de um projeto de pesquisa: a justificativa e a problematização do objeto
4. As etapas de um projeto de pesquisa: a revisão de literatura. a fundamentação teórica, os objetivos, a metodologia, as referencias e o
cronograma de atividades

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida com aulas expositivas, debates dos textos indicados, apreciação de projetos de pesquisa; exames escritos
individuais, elaboração individual e coletiva do projeto de pesquisa, elaboração de fichamentos, resenhas e resumos.

VI - AVALIAÇÃO
As leituras dos textos debatidos serão avaliadas em forma de exercícios escritos em sala de aula. Será solicitada a entrega gradual das etapas do
projeto de pesquisa, e apresentação em sala. Poderão ser solicitados trabalhos complementares como fichamentos e fichas de leitura de obras
relacionadas às temáticas de seus respectivos projetos de pesquisa

VII - REFERÊNCIAS
ADORNO, T. W. ; HORKHEIMER, Max. O conceito de esclarecimento. In: Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985, p.05-22
(texto digitalizado).
BOURDIEU, Pierre. O campo científico. In: ORTIZ, Renato (org.). Bourdieu – Sociologia. São Paulo: Ática, 1983. vol. 39, p. 122-155 (Coleção
Grandes Cientistas Sociais). FRANCO, Maria Amélia Santoro & GHEDIN, Evandro. Novos sentidos para a ciência. In: Questões de método na
construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez Editora, 2011, p.37-68.
________. A construção do olhar do pesquisador. In: Questões de método na construção da pesquisa em educação. São Paulo: Cortez Editora,
2011, p.71-100.
FRANCO, Maria Amélia Santoro, GHEDIN, Evandro &. Introdução. In: Pesquisa em Educação: alternativas investigativas com objetos complexos.
2ed. São Paulo: Loyola, 2011, p.07-18.
GOMES, Alberto Albuquerque. “Considerações sobre a pesquisa cientifica: em busca de caminhos” (texto digitalizado).
FREIRE, Paulo. Considerações em torno do ato de estudar. In: Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra (6ª
edição), 1982, p. 09-12.
GALVÃO, Ana Maria de Oliveira; LOPES, Eliane Marta Teixeira. Orientações para elaboração de projetos de pesquisa. Belo Horizonte: UFMG, 12p.
(texto digitalizado)
LÜDKE, Menga e ANDRÈ, Marli E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1996.
SÁNCHEZ GAMBOA, Sílvio. Os métodos na pesquisa em educação: uma analise epistemológica. In: Pesquisa em Educação: Métodos e
epistemologias. Chapecó SC: Argos, 2014, p.25-47.
SÁNCHEZ GAMBOA, Sílvio. Tendências da pesquisa em educação: um enfoque epistemológico. In: Pesquisa em Educação: Métodos e
epistemologias. Chapecó SC: Argos, 2014, p.49-67.
PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência: problemas filosóficos, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL035 - ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DOS PROCESSOS EDUCATIVOS

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

IRAILDE CORREIA DE SOUZA OLIVEIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Estudo dos fundamentos, princípios e mecanismos da gestão educacional em todos os níveis, das relações escolacomunidade e sistemas de ensino
e da organização dos processos educativos escolares e não escolares

III - OBJETIVOS
Geral:
Oportunizar ao graduando/a aquisição de conhecimentos necessários à compreensão da gestão e organização da educação brasileira no atual
contexto e do trabalho educativo da/na escola, com foco na gestão e coordenação pedagógica dos processos educativos escolares e não escolares,
envolvendo procedimentos normativos, organizativos e políticos necessários ao trabalho pedagógico.
Específicos:
• Conhecer os fundamentos que sustentam a gestão educacional no contexto histórico, os principais marcos históricos de desenvolvimento do
modelo de administração e gestão da educação e das escolas;
• Compreender os processos educativos da escola como núcleo de gestão democrática e o trabalho da Coordenação Pedagógica em espaços
escolares;
• Discutir e analisar os processos educativos escolares, os necessários instrumentos de análise teórica e de suas práticas, nas suas dimensões
organizacionais, normativas, politicas, pedagógicas, relacionais e culturais.
• Conhecer os diferentes campos da Pedagogia em ambientes não-escolares e compreender os processos educativos não escolarizados e as novas
possibilidades de atuação do Pedagogo.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Gestão educacional: contextualização e fundamentos
1.1. Organização e gestão educacional: perspectiva histórica brasileira
1.1.1. Influências das teorias administrativas na administração escolar
1.2. A gestão escolar no atual contexto
2. Sistema de organização e gestão da escola
2.1. Estrutura e organização da instituição escolar
2.1.1. Equipe diretiva da escola
2.1.2. Setor administrativo e setor pedagógico
2.1.3. Organização da vida escolar
2.1.4. Organização do processo ensino e aprendizagem
2.1.5. Organização das atividades de apoio
2.2. Instrumentos políticos normativos
2.2.1. Projeto Político Pedagógico
2.2.2. Regimento escolar
2.3. Formas de organização das instâncias colegiadas
2.3.1. Conselho de escola
2.3.2. Conselho de Classe
2.3.3. Grêmio Estudantil
2.3.4. Conselho de representantes
2.3.5. Associação de Pais
3. Gestão e Coordenação do trabalho pedagógico
3.1. O papel e função do gestor na organização dos sistemas e das escolas.
3.2. O papel e função do coordenador pedagógico.
3.3. Ação do coordenador pedagógico nas relações escola, família e comunidade.
3.4. Estratégias de coordenação do trabalho escolar.
4. Gestão e organização dos processos educativos não escolares
4.1. Os processos educativos fora da escola e o papel do pedagogo
4.2. Pedagogia Hospitalar e o pedagogo
4.3. Organizações não governamentais, terceiro setor e o pedagogo
4.4. Pedagogia empresarial e o pedagogo

V - METODOLOGIA
A programação será desenvolvida através de vários procedimentos didáticos, tendo como eixos a historicidade, a contextualização, a
interdisciplinaridade, articulação teoria-prática e o trabalho coletivo. A leitura crítica, a reflexão, o diálogo e o compromisso com a produção do
conhecimento serão priorizados no percurso dos conteúdos trabalhados. Serão utilizadas estratégias de ensino-aprendizagem: exposição dialogada,
debates, seminários e pesquisa articulada ao estágio na área da gestão educacional, como também em espaços não escolares.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será processual e considerará as dimensões tanto quantitativa como qualitativa e está centrada nos seguintes aspectos: sondagem
sobre o que os alunos pensam e as contribuições que trazem para a disciplina; participação e desempenho do aluno nas aulas e nas atividades;
leituras realizadas; debates; capacidade de análise de situações; produção de trabalhos escritos centrado na reflexão, discussão e aplicação dos
pressupostos que fundamentam a gestão educacional democrática, além da frequência. Todas as atividades realizadas serão valorizadas nas aulas
presenciais e a sistematização e organização das atividades semipresenciais nas datas propostas. Vale ressaltar que serão valorizados, também, a
criatividade, o conteúdo, a organização e a responsabilidade na preparação e apresentação dos trabalhos solicitados.
Os critérios de avaliação:
a) Em relação às aulas:
•Cada estudante deverá sempre estar de posse do texto impresso indicado para a discussão da temática do dia.
• Cada estudante deve, nas aulas, apresentar a leitura do texto e a atividade proposta, quando for o caso.
• Participação dos estudantes contribuindo na exposição, perguntando, respondendo, questionando. A participação dos alunos deve se dar de modo
fundamentado nas leituras dos textos propostos.
b) Em relação a apresentação e escrita dos trabalhos e provas da disciplina
• Os trabalhos devem ser elaborados segundo as normas acadêmicas - ABNT;
• As avaliações serão corrigidas e levadas em consideração à ortografia e a gramática, de acordo com as regras da língua portuguesa;
• O aluno deverá sempre fundamentar suas opiniões e concepções em argumentação teórica

VII - REFERÊNCIAS
AOYAMA, Ana Lucia Ferreira. Estado, terceiro setor e educação não formal: contextos e interfaces. Disponível:
http://www.estudosdotrabalho.org/anais6seminariodotrabalho/analuciaferreiraaoyama.pdf. Acesso em 22 de fevereiro de 2011.
DRABACH, Neila Pedrotti e MOUSQUER, Maria Elizabete Londero. Dos Primeiros Escritos sobre Administração Escolar no Brasil aos Escritos
sobre Gestão Escolar: Mudanças e Continuidades. Disponível em http://www.curriculosemfronteiras.org/vol9iss2articles/drabach-mousquer.pdf.
Acesso: 25.06.2016.
ESTÊVÃO, Carlos A. Vilar. Gestão educacional e formação. In: Gestão em Ação. Salvador: v.4, n.2, p.75-86, jul./dez. 2001.
GADOTTI, Moacir, PADILHA, P.R e CABEZUDO, Alicia. Cidade educadora: princípios e experiências. São Paulo: Cortez, 2004.
FONTE, Rejane de Souza. Da classe à pedagogia hospitalar: A educação para além da escolarização. Disponível in:
http://www.periodicos.udesc.br/index.php/linhas/article/viewFile/1395/1192. Acesso em 20.08.2011.
GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal na pedagogia social. In Anais do 1. I Congresso Internacional de Pedagogia Social, 2006, São Paulo
(SP) [online]. 2006 [citado 29 Janeiro 2018]. Disponível em:
<http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000000092006000100034&lng=pt&nrm=iso>
GOMES, Maria Beatriz e BAIRROS, Mariângela. Regimento Escolar e Projeto Político Pedagógico: espaços para a Construção de uma escola
pública democrática. Disponível em: http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo5/organizacao_escola/modulo3/regimento_escolar.pdf. Acesso;
20.06.2011
LIMA, Paulo Gomes e SANTOS, Sandra Mendes dos. O Coordenador Pedagógico na Educação Básica: Desafios e Perspectivas. Disponível em:
http://www.ufgd.edu.br/faed/nefope/publicacoes/o-coordenador-pedagogico-na-educacao-basica-desafios-e-perspectivas. Acesso em 20.06.2011
MACHADO, L. M. e FERREIRA, N.S.C. (orgs). Política e Gestão da Educação: dois olhares. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
OLIVEIRA, Maria Auxiliadora Monteiro (org). Gestão Educacional: novos olhares, novas abordagens. Petrópolis: Vozes, 2005.
OLIVEIRA. Irailde C. S. A Função/Ação do Coordenador Pedagógico no Cotidiano Escolar: do Planejamento à Avaliação. In: Coordenação
Pedagógica. Maceió: UFAL/CEDU/NEAD, 2004.
PARO, Victor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2000.
PEREIRA, Ivanise Franco. Organizações não-governamentais no Brasil: o terceiro setor numa nova era econômica, política e social. In: I
CONGRESSO INTERNACIONAL DE PEDAGOGIA SOCIAL, 1., 2006. Faculdade de Educação: Universidade de São Paulo. Disponível:
http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?pid=msc0000000092006000100020&script=sci_arttext. Acesso: 01 setembro 2011.
SILVA, N. R. G. A participação da comunidade na gestão escolar: dádiva ou conquista?
Disponível:http://sare.anhanguera.com/index.php/reduc/article/viewFile/195/192. Acesso em 20.08.2011.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL036 - PROJETOS INTEGRADORES 5

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

INALDA MARIA DOS SANTOS

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
1.
Identificar e analisar projetos na área de gestão educacional em desenvolvimento nos sistemas de ensino com repercussões no trabalho das
instituições escolares e nos espaços não escolares.
2.
Proporcionar uma reflexão sobre as atividades a serem desenvolvidas no Estágio Supervisionado I, que subsidie os/as estagiários/as na
construção e desenvolvimento dos Projetos de Intervenção no campo de estágio
3.
Fazer uma reflexão sobre os conhecimentos e práticas aprendidos e vivenciados neste período

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1. Articulação entre estágio supervisionado e gestão escolar
1.1. Concepções e práticas de gestão da educação que renovam ou inovam o estágio supervisionado.
1. 1. Articulação entre estágio supervisionado e gestão escolar
1.1. Concepções e práticas de gestão da educação que renovam ou inovam o estágio supervisionado.
2. 2. Organização, sistematização e socialização das práticas de gestão observadas e vivenciadas no campo de estágio.
2.1. Coleta e sistematização dos dados
2.2. Elaboração de relatório
2.3. Apresentação em seminário das práticas de gestão educacional desenvolvidas e vivenciadas no campo de estágio.
2. 2. Organização, sistematização e socialização das práticas de gestão observadas e vivenciadas no campo de estágio.
2.1. Coleta e sistematização dos dados
2.2. Elaboração de relatório
2.3. Apresentação em seminário das práticas de gestão educacional desenvolvidas e vivenciadas no campo de estágio.

V - METODOLOGIA
Serão realizadas leituras dirigidas, discussões e orientação para a realização de observações e entrevistas, sistematização dos dados coletados,
bem como uma reflexão sobre esses dados e sua socialização no blog. O trabalho será concluído com apresentação em Seminário do estudo
realizado, utilizando como estratégia a apresentação em power point.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação se dará em duas etapas. Uma processual, considerando a participação ativa dos alunos na programação e execução das
tarefas/atividades. Uma avaliação final, através da apresentação do trabalho realizado em seminário presencial onde será apresentada a síntese
dos dados observados e colhidos, constante no relatório escrito sobre o estudo. Os trabalhos serão socializados, através do blog.

VII - REFERÊNCIAS
Básica:
TEXTO 1 – GHEDIN, Evandro; OLIVEIRA, Elisangela S.; ALMEIDA, Whasgthon A. Contextualização do problema da formação docente na
perspectiva do estágio com pesquisa. In: ________. Estágio com Pesquisa. São Paulo: Cortez. 2016, p. 35- 50. Disponível em:
http://www.cortezeditora.com/newsite/primeiraspaginas/Estagio_com_pesquisa.pdf. Acesso em: 23 jan. 2017.
TEXTO 2 – MERCADO, Elisangela. Estágio Supervisionado de Gestão Escolar no Curso de Pedagogia: proposta de atualização do Projeto Político
Pedagógico da escola pública. Disponível em:
http://www.anpae.org.br/simposio2011/cdrom2011/PDFs/trabalhosCompletos/comunicacoesRelatos/0168.pdf. Acesso em: 20 jun. 2016
TEXTO 3 – PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência: diferentes concepções. Disponível em:
http://www.cead.ufla.br/portal/wp-content/uploads/2013/10/Arquivo_referente_ao_Anexo_V_do_Edital_CEAD_06_2013.pdf. Acesso em: 20 jun. 2016
TEXTO 4 - PRADO, Edna. A formação profissional do gestor e a ressignificação do estágio supervisionado. In: ______. Estágio na Licenciatura em
Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes; Maceió, AL: Edufal, 2012, p. 56-80
Complementar:
BARREIRO, I. M. de F. et GEBRAN, R. A. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na formação de professores. São Paulo: AVERCAMP, 2006.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia. Brasília: CNE/CP 05/05.
UFAL. Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia. Maceió: 2006. Disponível em: http://www.ufal.edu.br/ufal/ensino/graduacao/cursos/campusmaceio/ppc-pedagogia-licenciatura.pdf Acesso em: 29 jul. 2010.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL038 - SABERES E METODOLOGIAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

PAULO NIN FERREIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da prática da Educação Infantil, focalizando suadinâmica e organização do planejamento e avaliação, considerando as interações espaçotempo, criança-criança, escola-família, corpomovimento, naturezasociedade, brincadeiraslinguagens expressivas, reconhecendo seu caráter
interdependente e transdisciplinar e as especificidades das diferentes faixas etárias, gênero e cultura.

III - OBJETIVOS
Geral:
Proporcionar o estudo e a reflexão sobre os saberes e metodologias da Educação Infantil no que se refere à prática da Educação Infantil,
focalizando prioritariamente a dinâmica de organização, planejamento e avaliação do cotidiano escolar nesta etapa da Educação Básica.

Específicos:
• Retomar brevemente os estudos realizados e os saberes construídos no semestre anterior, analisando-os sob a perspectiva da prática do cotidiano
da Educação Infantil e elegendo-os como essenciais à formação do professor;
• Favorecer reflexões sobre a prática cotidiana da dinâmica da Educação Infantil, especialmente sobre as rotinas, seu planejamento, seu
desenvolvimento, sua avaliação, bem como sobre a identidade, o desenvolvimento e a aprendizagem infantis;
• Proporcionar momentos de vivência e reflexão sobre os saberes e metodologias da Educação infantil, especialmente os que se referem ao
desenvolvimento integral das crianças, posto como finalidade da Educação Infantil, mediado pelos eixos centrais da prática pedagógica (as
interações e a brincadeira) e manifesto no currículo significativo para a Educação Infantil.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
1. Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2. Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.1. Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem
da criança e à cultura de pares
2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil

2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.2. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.3. A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.4. A organização das representações, expressividade e comunicação

2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
2.5. A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.1. O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.2. Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança

3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
3.3. Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.4. O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
3.5. O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4. Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.
4.1. Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida na modalidade presencial, recorrendo a alguns recursos da modalidade à distância. Contará, portanto, com o
ambiente colaborativo de aprendizagem virtual Moodle onde serão disponibilizados mídias, tecnologias e recursos variados que foram previamente
selecionados visando à promoção das aprendizagens coletivas, sobretudo a sua.
Para isto, cada estudante deverá participar das aulas expositivas dialogadas, das leituras e discussões dos textos indicados, dos debates e
intercâmbio de experiências pedagógicas, dos fóruns de discussão, das atividades de campo, quando serão desenvolvidas observações da
dinâmica escolar em instituições de Educação Infantil, bem como dos seminários.

VI - AVALIAÇÃO
Será processual e contínua, considerando-se os critérios de avaliação da UFAL e, valendo-se, ainda, de critérios como: assiduidade, pontualidade
no cumprimento das atividades, leituras, participação nas atividades desenvolvidas, auto-avaliação, apresentações de seminários, envolvimento
com as pesquisas realizadas na disciplina e produção textual. Para tais, serão atribuídas as seguintes notas: AB1 (Avaliação contínua das
produções nas atividades dirigidas, incluindo a avaliação escrita – individual); AB2 (Produção e apresentação de seminários).

VII - REFERÊNCIAS
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BANDIOLI, A.; MANTOVANI, S. Manual de Educação Infantil: de 0 a 3 anos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Práticas cotidianas na educação infantil: bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Brasília: MEC,
SEB. 2009.
______. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: ArtMed, 2006.
BASSEDAS, Eulàlia. HUGGET, Teresa & SOLÉ, Isabel. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Parecer CEB
01/1999, aprovado em 11 de novembro de 2009.
BUITONI, D. S. De volta ao quintal mágico: a educação infantil na Te-Arte. São Paulo: Ágora, 2006.
CRAIDY, C. KAERCHER, G. E. Educação Infantil: pra que te quero? Porto MOLL, Jaqueline. (Org.). Ciclos na escola, tempos na vida: criando
possibilidades. Porto Alegre, RS: ArtMed, 2004.

GALVÃO, I. Cenas do cotidiano escolar: conflito sim, violência não. São Paulo: Vozes, 2004.
ROSSETTI-FERREIRA et al. Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 1998.
GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009.
MOYLES, Janet. Fundamentos da educação infantil: enfrentando o desafio. Porto Alegre: Artmed, 2010.
OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010.
ROSSETTI-FERREIRA et al. Os fazeres na Educação Infantil. São Paulo: Cortez, 1998.
ZABALZA, M. A. Qualidade em Educação Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

BIBLIOGRAFIA DETALHADA POR UNIDADE TEMÁTICA
Unidade I: Educação Infantil, saberes, metodologias e formação docente: revendo algumas questões e refletindo sobre a prática
Texto 1: SILVA, Andreza Fabrícia Pinheiro da. Formação dos profissionais da educação infantil: uma necessidade emergente. In: CUNHA, Marlécio
Maknamara da Silva. Encontros em Educação. João Pessoa: Ed. UFPB, 2011.
Texto 2 KRAMER, Sonia. Formação de profissionais de educação infantil: questões e tensões. In: MACHADO, Maria Lucia de A. (Org.) Encontros e
desencontros em educação infantil. 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2008.

Unidade II: As especificidades da Educação Infantil
• Fundamentos subjacentes às especificidades da educação infantil especialmente no que diz respeito ao desenvolvimento, à aprendizagem da
criança e à cultura de pares
• A relação entre conhecimento do mundo e construção de identidade infantil
• A organização das representações, expressividade e comunicação
• A integração dos campos da afetividade, inteligência e movimento
Texto 3: KRAMER, Sônia. A infância e sua singularidade. In: BRASIL, Ministério da Educação. Ensino Fundamental em nove anos: orientações para
a inclusão da criança de seis anos de idade. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Departamento de Educação Infantil e Ensino
Fundamental. Brasília: FNDE, Estação Gráfica, 2006. (p.p. 13-23)
Texto 4: OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. O desenvolvimento humano é uma tarefa conjunta e recíproca. In: OLIVERIA, Zilma de Moraes
Ramos de. Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010.
Texto 5: OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. A construção social da criança. In: OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil:
fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010.

Unidade III: Orientações para o trabalho pedagógico: o currículo em ação
• O cotidiano e a dinâmica da Educação Infantil: reflexões sobre a prática pedagógica
• Educação Infantil na prática: planejando, executando e avaliando os espaços e tempos em creches e pré-escolas
• Para além dos muros da escola: a parceria com a família na educação da criança
• O brincar e as interações infantis: corpo-movimento-linguagens expressivas
• O currículo para a Educação Infantil: reflexões sobre a prática
LIVRO 1 BUITONI, D. S. De volta ao quintal mágico: a educação infantil na Te-Arte. São Paulo: Ágora, 2006.
LIVRO 2 GALVÃO, I. Cenas do cotidiano escolar: conflito sim, violência não. São Paulo: Vozes, 2004. (capítulos 5-8)
Texto 6: BARBOSA, M. C. S. O que são mesmo as rotinas? In: BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre:
ArtMed, 2006.
Texto 7: BARBOSA, M. C. S. A pedagogia das rotinas. In: BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre:
ArtMed, 2006.
Texto 8: BARBOSA, M. C. S. A organização do ambiente. In: BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre:
ArtMed, 2006.
Texto 9: BARBOSA, M. C. S. Os usos do tempo. In: BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: ArtMed,
2006.
Texto 10: BARBOSA, M. C. S. A seleção e a oferta de materiais. In: BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto
Alegre: ArtMed, 2006.
Texto 11: OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de. A parceria com a família na educação da criança. In: OLIVERIA, Zilma de Moraes Ramos de.
Educação Infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010. (p.p. 161-168)

Unidade IV: As múltiplas linguagens da criança e a organização da prática pedagógica
• Brincadeira, oralidade, literatura e letramento, artes visuais, natureza, matemática, música e corporeidade.

Texto 12:
BRINCADEIRA
HADDAD, Lenira. Jogos e brincadeiras na educação infantil. (Texto disponibilizado pela autora para disciplina de Saberes e Metodologias da
Educação Infantil II, ministrada na UFAL/UAB, no período de Nov.2010 a fev. 2011, pelas docentes Lenira Haddad e Andreza Fabrícia Pinheiro da
Silva)
Texto 13:
Oralidade, literatura e letramento
OSTETTO, Luciana Esmeralda. Do cinzento ao multicolorido: linguagem oral, linguagem escrita e prática pedagógica na Educação Infantil. In:
OSTETTO, Luciana Esmeralda. Arte, infância e formação de professores: autoria e transgressão. Campinas, SP: Papirus, 2004.
BATTAGLIA, Stela Maris Fazio. A criança e a literatura. In: DIAS, Maria Celia Moraes, NICOLAU, Marieta Lúcia Machado (Orgs.) Oficinas de sonho
e realidade na formação do educador da infância. Campinas, SP: Papirus, 2003.
Texto 14:
Artes visuais
FERREIRA, Paulo Nin. Artes visuais na Educação Infantil. In: DIAS, Maria Celia Moraes, NICOLAU, Marieta Lúcia Machado (Orgs.) Oficinas de
sonho e realidade na formação do educador da infância. Campinas, SP: Papirus, 2003.
Texto 15:
Natureza
TIRIBA, Lea. Crianças da natureza. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc
______. Crianças da natureza. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=1096&id=15860&option=com_content&view=article

Texto 16:
Matemática
MONTEIRO, Priscila. As crianças e o conhecimento matemático: experiências de exploração e ampliação de conceitos e relações matemáticas.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc
Texto 17:
Música
BRITO, Teca de Alencar. Musica na Educação Infantil: propostas para a formação integral da criança. São Paulo: Peirópolis, 2003.
Texto 18:
Corporeidade
MATTOS, Mauro Gomes de e NEIRA, Marcos Garcia. O papel do movimento na Educação Infantil. In: DIAS, Maria Celia Moraes, NICOLAU, Marieta
Lúcia Machado (Orgs.) Oficinas de sonho e realidade na formação do educador da infância. Campinas, SP: Papirus, 2003.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL039 - SABERES E METODOLOGIAS DA LÍNGUA PORTUGUESA 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA AUXILIADORA DA SILVA CAVALCANTE

Turma:

C

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Aprofundamento teóricometodológico de aspectos relacionados à oralidade e conhecimentos lingüísticos (gramática, ortografia, pontuação),
voltados às situações de ensino e aprendizagem e aos materiais didáticos de língua portuguesa

III - OBJETIVOS
Desenvolver um estudo crítico-analítico dos fundamentos teórico- metodológicos, a partir de uma visão de Língua Portuguesa
como lugar de interação sujeito/sociedade;
•
conhecer os eixos organizadores do ensino de língua.
•
Apropriar-se das novas perspectivas de ensino de leitura, escrita, oralidade e análise linguística.
•
identificar a relação entre o relato oral, a memória histórica e o contexto enunciativo;
• identificar diferentes concepções de gramática;
• analisar, pela via de enfoque linguístico, produções textuais de alunos de séries do Ensino Fundamental;
•
analisar livros didáticos de Português do EFI;
• elaborar propostas de ensino de Língua Portuguesa para as séries do Ensino Fundamental;
• produzir materiais didáticos dirigidos às séries do Ensino Fundamental.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1a.UNIDADE
O ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa nas séries do Ensino Fundamental;
a oralidade e sua relação com os contextos amplos e estritos;
a relação oralidade/leitura/escrita/gramática;
a gramática como ferramenta para a produção textual.
algumas considerações sobre o livro didático de Língua Portuguesa.
2a. Unidade
Proposta de trabalho com gêneros textuais.
Material didático para as séries do Ensino Fundamental.

1. 1a.UNIDADE
O ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa nas séries do Ensino Fundamental;
a oralidade e sua relação com os contextos amplos e estritos;
a relação oralidade/leitura/escrita/gramática;
a gramática como ferramenta para a produção textual.
algumas considerações sobre o livro didático de Língua Portuguesa.
2a. Unidade
Proposta de trabalho com gêneros textuais.
Material didático para as séries do Ensino Fundamental.

V - METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas;
• estudo sistemático de textos sobre questões teórico-metodológicas do ensino de Língua Portuguesa;
• seminários;
• trabalhos em grupos;
• apresentações de resultados;
• análise e avaliação de textos escritos e orais produzidos por alunos do Ensino Fundamental, com enfoque linguístico, a partir de marcadores
discursivos nos relatos;
• elaboração de uma proposta de plano de trabalho, em Língua Portuguesa, para uma série do Ensino Fundamental.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será diagnóstica, mantendo o aluno informado sobre o seu desempenho, o que permitirá, também, a auto-avaliação (discente e
docente), considerando-se, para tanto, todos os aspectos envolvidos em atividades individuais, grupais, ou coletivas, como seminários, discussões,
trabalhos escritos.
A avaliação dos trabalhos escritos levará em conta os seguintes critérios:
1 – Contemplar a estrutura dos gêneros do tipo dissertativo.

2 – Discutir as ideias principais dos textos relacionados aos seminários vivenciados em sala de aula.
3 – Apresentar poder de síntese e clareza na exposição das ideias.
4 – Apresentar correção gramatical, princípios de autoria e textualidade.
5 – Ser capaz de relacionar os conceitos de forma coerente, demonstrando domínio sobre o conteúdo estudado.

VII - REFERÊNCIAS
ANTUNES, I. Aula de Português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
ANTUNES, I. Avaliação da Produção Textual In BUNZEN,C. e MENDONÇA, M. Ensino de Português e Formação do Professor. São Paulo:
Parábola Editorial, 2006.
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.
DIONISIO, Ângela Paiva & BEZERRA, Maria Auxiliadora (2001) O livro didático de português: múltiplos olhares. Rio de Janeiro: Editora Lucerna.
KARWOSKI, Acir Mário e al (orgs), Gêneros textuais: reflexões e ensino, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008.
MARCUSCHI, Luiz Antônio, Da fala para a escrita: atividades de retextualização, São paulo, Cortez, 2001.
MARTINS, Maria Helena, (org.) Questões de Linguagem, São Paulo, SP., ed. Contexto, 1991.
MAZZOTI, Alda Judith Alves e al, Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender, Rio de Janeiro, DP&A, 2001, 2ª edição.
MORAIS, A. G. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Contexto, 2001.
POSSENTI, Sírio, Por que (não) Ensinar Gramática na escola?, Campinas , São Paulo, Mercado de Letras, ALB, 1996.
SUASSUNA, Lívia, Ensino de Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática, Campinas, São Paulo, Papirus, 1995.
ROJO, Roxane. H. R. & BATISTA, Augusto G., Livro Didático de Língua Portuguesa, Letramento e Cultura da Escrita. Campinas/SP: Mercado de
Letras/EDUC, 2004.
SILVA, leila Cristina Borges, Práticas de Leitura na Infância: imagens e representações, Campinas, SP, autores Associados, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL040 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA EDUARDA DE BRITO CRUZ

Turma:

M

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo das bases teóricas que norteiam o ensino de Ciências Naturais nos anos iniciais do Ensino Fundamental, relacionando-o à prática
pedagógica e aos instrumentos legais – LDB, DCN, ECA, RECNEI, no âmbito nacional, estadual e municipal.

III - OBJETIVOS
- Discutir acerca da importância e necessidade da construção de conhecimento e formação em Ciências;
- Analisar criticamente a estrutura da proposta vigente para o Ensino de Ciências na Educação Infantil, nas primeiras séries do Ensino Fundamental
e na Educação de Jovens e Adultos;
- Perceber a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como agente de transformação do mundo em que vive, em relação
essencial com os demais seres bióticos e abióticos;
- Identificar relações entre o conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida no mundo de hoje, em relação a sua evolução
histórica, sócio- política e cultural;
- Desenvolver, relacionar e valorizar a educação ambiental, a saúde e a ética, como bens individuais e coletivos, importantes para o
desenvolvimento e equilíbrio bio-sócio-político dos seres na comunidade;
- Utilizar conceitos básicos construídos ao longo da escolaridade, associados à energia, matéria, transformação, espaço-tempo, equilíbrio e vida,
avaliando seus procedimentos, suas relações no livro didático, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1. Unidade I
1.1 Evolução do Ensino de Ciências;
1.2 Histórico: Para que ensinar Ciências? O que ensinar em Ciências?
1.3 Como desenvolver ações pedagógicas em Ciências no
Ensino Infantil e Fundamental?
1.4 O Ensino de Ciências sendo discutido a partir de aulas de campo (estudo do meio ambiente), jogos, mídia (filmes, vídeos, séries, desenhos,
músicas), experimentos investigativos;
2. 2. Unidade II
2.1 Utilização do livro didático;
2.2 Estudos dos documentos oficiais LDB, PCNs, RCNEI, ECA, Agenda 21, BNCC;
2.3 Estudo do papel do professor na construção do conhecimento;
2.4 A avaliação contextual, como ação produtiva.
3. 3. Unidade III
3.1 Instrumentos pedagógicos;
3.2 Interdisciplinaridade;
3.3 O Ensino de Ciências a partir de temáticas diversas: ar, água, eletricidade, magnetismo, luz, misturas, reações etc.

V - METODOLOGIA
O procedimento metodológico orienta o processo de estudo dos alunos, estimula as relações entre os temas e conceitos elaborados com o meio
físico sócio-político e cultural. As ações desenvolvidas serão discutidas, analisadas e socializadas através da elaboração de propostas didáticas
interdisciplinares, construção de roteiros experimentais investigativos, análise de livros didáticos, construção de diário de bordo, como também
estudo do meio ambiente, com a realização de um passeio ecológico visando alcançar os objetivos propostos na formação de educadores, cidadãos
éticos, consciente do seu papel na sociedade.

VI - AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será contínuo, discutido e determinado os critérios em sala de aula por alunos e professor. Acontecerá através de
atividades individuais e coletivas, na observação de microensino. As produções desenvolvidas serão socializadas e questionadas coletivamente,
objetivando a autoavaliação do aluno e do professor.

VII - REFERÊNCIAS
AZEVEDO, M. C. P. S. Ensino por Investigação: Problematizando as Atividades em Sala de Aula. Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e a
Prática, Ana Maria Pessoa de Carvalho (Org.), São Paulo: São Paulo: Cengage Learning, 2004.
CARVALHO, A. M. P. A Ciência no Ensino Fundamental. Ensino de Ciências, Coleção Ideias em Ação, São Paulo: Cengage Learning, 2012.
CARVALHO, A. M. P. Observações do Processo de Avaliação. Os Estágios nos Cursos de Licenciatura, São Paulo: Cengage Learning, 2017.
CHASSOT, A. Educação conSciência, Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2007.
CRUZ, M. E. B.; SIMÕES NETO, J. E. Uma Sequência Didática sobre Perfumes e Essências para o Ensino de Funções Orgânicas Oxigenadas,
Revista Dynamis. FURB, Blumenau, v.24, n.1, p.3-19, 2018.
LUCKESI, C. C. O que é mesmo o ato de avaliar a aprendizagem? Porto Alegre: Artmed, 2000.
MATTER, J. A. A Interdisciplinaridade nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Universidade Regional Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul,
Monografia, Santa Rosa, 2012.
MOURA, W. A. L.; MOURA, M. S. L. A.; FESTUCCI, V. B. M.; BONZANINI, T. K.; FERNANDEZ, F. R. B. Interdisciplinaridade e o Ensino de
Ciências: o professor compreende essa relação?. In: XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências – XI

ENPEC Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis – SC, 2017.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL041 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DA MATEMÁTICA 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

CARLONEY ALVES DE OLIVEIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo teórico-metodológico dos saberes matemáticos presentes nos anos iniciais do Ensino Fundamental, articulando os conhecimentos dos
campos conceitual, numérico e geométrico com estímulo à prática investigativa e à construção de situações didáticas.

III - OBJETIVOS
Geral:
Propiciar ao aluno referencial teórico-metodológico sobre o ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental, para possibilitar-lhes a
construção do conhecimento dos conceitos que fazem parte do currículo dos anos iniciais, concebendo a criação da linguagem matemática como
forma particular de conhecimento do mundo e do homem relacionando as noções matemáticas com atividades de contagem e comparação
utilizadas no cotidiano.
Específicos:
• Conhecer e compreender aspectos metodológicos do Ensino de Matemática.
• Entender a resolução de problemas como um eixo norteador do ensino da matemática, através da pesquisa e desenvolvimento de diferentes
estratégias.
• Conhecer sobre o sistema de numeração decimal para compreensão da base dez e as funções dos números em diferentes contextos.
• Identificar as ideias das operações fundamentais matemáticas.
• Compreender os diferentes significados da fração e suas aplicações no cotidiano.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação da proposta da disciplina Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática 1; Apresentação da Turma.
2. Aspectos metodológicos do Ensino de Matemática
3. Resolução de Problemas
4. Sistema de Numeração Decimal
5. Operações fundamentais e Teoria dos Campos Conceituais: Campo Aditivo
6. Ábaco
7. Material Dourado
8. AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
9. Quantificação, registros e agrupamentos
10. Aplicação da Atividade de Campo – Sequência Didática
11. Frações
12. Geometria
13. Grandezas e Medidas
14. Resultados da atividade de Campo e Apresentação dos desenhos animados
15. REAVALIAÇÃO
16. PROVA FINAL
17. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do Facebook
18. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do Facebook
19. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do Facebook
20. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do Facebook

V - METODOLOGIA
Inicialmente trabalharemos com um suporte teórico-metodológico para o Ensino de Matemática e sua relação com a sala de aula, serão sugeridos e
discutidos os conteúdos programáticos, propondo um contrato de ações e um cronograma de atividades. Após os conceitos estabelecidos serão
sugeridas formas de abordagens dentro das tendências em Educação Matemática e buscaremos elaborar recursos didáticos através de oficinas
para o Ensino de Matemática.

VI - AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliados quanto à presença nas aulas, assiduidade e participação nas atividades propostas na sala de aula e no Facebook da
disciplina:
https://www.facebook.com/saberesda.matematica Grupo: Saberes e Metodologias do Ensino da Matemática 1 (2018.2)

AB1:
- Avaliação Individual: 10,0
AB2:
-Participação nas atividades desenvolvidas em sala, postagens no Facebook, assiduidade, respeito aos colegas e professor, frequência: 1,0
-Elaboração e Apresentação da oficina temática: 3,0
-Participação em cada oficina temática: 1,0 (0,25 por oficina)
-Desenho animado: apresentação e postagem no Facebook (conteúdo matemático): 2,5
-Aplicação e apresentação da atividade de campo: 2,5

VII - REFERÊNCIAS
CARVALHO, Mercedes. Problemas? Mas que problemas?! Estratégias de resolução de problemas matemáticos em sala de aula. 3ª ed. Petrópolis:
Vozes. 2005.
DAMM, Regina F. Representação, compreensão e resolução de problemas aditivos. In: MACHADO, Silvia D. A. (org). Aprendizagem em
matemática. Registros de representação semiótica. Campinas: Papirus. 2003.
DUHALDE, Mariá Elena; CUBERES, Maria Teresa González. Encontros iniciais com a matemática. Contribuições à educação infantil. Porto Alegre:
Artmed. 1998.
LERNER, Délia. Matemática aqui e agora. 2ª ed. Porto Alegre. Artmed. 1995.
MARANHÃO, Cristina. Visões sobre aulas de numeração na educação infantil. In: ROMANOWSKI, Joana. et.al (org.). Conhecimento local e
conhecimento universal. Curitiba: Editora Universitária Champagnat. 2005. p. 201-214.
Bibliografia complementar
NUNES, Terezinha et al. Introdução à educação matemática. Os números e as operações numéricas. São Paulo: Proem Editora Ltda. 2001.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC. vol. 3. 1997.
PARRA, C. & Saiz, I. (org.) Didática da Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil. Conhecimento de mundo. Brasília. MEC volume 3. 1998. p. 205-239
SCHLIEMANN, Analúcia; CARRAHER, David (orgs) A compreensão de conceitos aritméticos. Ensino e Pesquisa. 2ª ed. Campinas: Papirus.
VERGNAUD, Gerard. El nino, lãs matemáticas y la realidad. Poblemas de la enseñaza de lãs matemáticas en la escuela primaria. Trad. Luis Ortega
Segura. México: Editorial Trillas. (8ª reimpressão). 2003.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL042 - PROJETOS INTEGRADORES 6

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

SUZANA MARCOLINO

Turma:

B

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
1. Apoiar as atividades do Estágio Supervisionado II - Educação Infantil 2. Elaborar instrumentos necessários às atividades do Estágio em Educação
Infantil 3. Comunicar as experiências realizadas durante do estágio

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Estudos orientados para a realização do Estágio II
2. Exercícios de observação de cenas em vídeo
3. Exercícios de observação de cenas em fotos
4. Atividades de registro de observações da prática pedagógica
5. Atuação do pedagogo no contexto educacional infantil: contexto, funções, responsabilidades; conhecimentos fundamentais
6. Orientações elaboração de projetos de intervenção
7. Orientações para preparação de seminários
8. Orientações para elaboração de relatórios de estágio

V - METODOLOGIA
Será desenvolvida em forma de oficinas para: preparação para a visita ao campo de estágio; elaboração de caracterização geral e específica e
entrevista; elaboração de roteiro das observações iniciais; elaboração do projeto de intervenção: tema, justificativa, objetivos, metodologia,
cronograma; registro de observações; roteiro para apresentação de seminário e elaboração do relatório final

VI - AVALIAÇÃO
Dar-se-á por meio de: participação nas oficinas; Registro das sessões de observação e realização do projeto de intervenção; apresentação do
projeto de intervenção em forma de Seminário

VII - REFERÊNCIAS
CORSARO, Willian. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc.,
Campinas, vol. 26, n. 91, p. 443-464, Maio/Ago. 2005. Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em 14/06/2013 GOMES, Marineide de
Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009. ( Coleção docência em formação. Serie educação infantil)
MELLO, A. M. O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto Alegre: Artmed, 2010. OSTETTO, L. E. (org.) Educação Infantil:
saberes e fazeres da formação de professores. 4 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010. OSTETTO, L. E. (org.) Encontros e Encantamentos na
Educação Infantil. Partilhando experiências de estágios. 9 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL043 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

INALDA MARIA DOS SANTOS

Turma:

C

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Os/as licenciandos/as deverão realizar observação e análise de instituições da educação escolar e não escolar – campo de estágio - na sua
globalidade e da organização e gestão dos processos educativos nela vivenciados. Levantamento de prioridades, elaboração, aplicação e execução
de plano de atuação no campo de estágio.

III - OBJETIVOS
•
Desenvolver capacidades e habilidades para conhecer, descrever, analisar e intervir na realidade concreta de sua
futura atuação profissional;
•
Contribuir para a construção do novo profissional da educação, desenvolvendo seus referenciais teórico-metodológicos,
para o exercício da docência;
•
Caracterizar o Estágio Supervisionado no âmbito da formação dos profissionais da Educação;
•
Assumir uma postura crítico-reflexiva em relação à ação pedagógica no cotidiano das escolas e dos conselhos de
educação;
•
Construir experiências interdisciplinares a partir das vivencias relatadas, das práticas pedagógicas acompanhadas e
dos fundamentos apreendidos no curso de formação docente.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1. Concepção de Estágio Supervisionado como núcleo articulador da formação profissional.
1.1.
Pressupostos teórico-metodológicos do Estágio como um processo de inserção e apreensão da realidade concreta
atual;
1.2.
Redimensionamento do Estágio Curricular no contexto da formação teórico-prática
2. 2. O Estágio no cotidiano das escolas públicas e conselhos de educação.
2.1. Conhecimento da realidade - caracterização das escolas e dos Conselhos de Educação;
2.2. Calendário de Estágio – distribuição da carga horária a ser cumprida;
2.3. Montagem e apresentação de instrumentos para a sistematização de informações colhidas no encontro com a realidade;
2.4. Elaboração, execução e avaliação de um projeto de estágio nos campo de estágio.

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida através de aulas expositivas, estudo individual e coletivo dos textos, discussões, observação, participação e
intervenção no cotidiano escolar. A articulação teoria-prática e o compromisso assumido com a produção de conhecimentos desenvolvidos nas
escolas campo de estágios serão priorizados no percurso do estágio curricular.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será desenvolvida de forma processual a partir das observações do professor supervisor de estágio,
dos professores da escola e dos alunos estagiários, considerando:
¿
compromisso;
¿
projeto de observação e de intervenção;
¿
produção de conhecimentos;
¿
pontualidade assiduidade;
¿
participação nas atividades pedidas.
Os critérios de avaliação também levarão em consideração: a realização e entrega das atividades solicitadas ao final de cada
unidade dentro dos prazos, frequência na realização das atividades relacionadas às instituições campo de estágio e nos
momentos presenciais.

VII - REFERÊNCIAS
CARVALHO, Ana M. P. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo: Cengage Learning, 2012
CALDERANO, Maria da Assunção. Estágio Curricular: concepções, reflexões teórico-práticas e proposições. Juiz de Fora, MG: UFJF, 2012
CARVALHO, Gislene T. R. D.; ROCHA, Vera H. R. Formação de professores e estágios supervisionados: relatos e reflexões. São Paulo: Andross,
2004
FAZENDA, Ivani C. A. [et al]. A prática de ensino e o estágio supervisionado. 9 ed. São Paulo: Papirus, 2003.
FERREIRA, Naura S. C. Formação continuada e gestão da educação. São Paulo: Cortez, 2003.
FREITAS, Helena C. L. de. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. São Paulo: Papirus, 1996
FREITAS, Deisi S.; GIORDANI, Estela M.; CORREA Guilherme C. Ações educativas e estágios curriculares supervisionados. Santa Maria, RS:
UFSM, 2007
LUDKE, Menga. Estagio supervisionado: substantivo fictício? In: GATTI, Bernadete [et al]. Por uma revolução no campo da formação de
professores. São Paulo: UNESP, 2015, p. 171-186
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. São Paulo: Cortez, 1995.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria S. L. Estagio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.
PRADO, Edna. Estágio na Licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ: Vozes; Maceió, AL: Edufal, 2012
____________. Como se forma o novo gestor? a importância dos estágios supervisionados na pedagogia. Disponível em:
http://www.anpae.org.br/seminario/ANPAE2012/Textos/EdnaPrado.pdf. Acesso em: 20 jun. 2016

SILVA, Nilson R. G. Estágio Supervisionado em Pedagogia. Campinas, SP: Alínea, 2011
SILVA, Wagner R.; FAJARDO-TURBIN, Ana E. Como fazer relatório de estágio supervisionado: formação de professores nas licenciaturas. Brasília,
DF: Liber Livro, 2012
ZABALZA, Miguel A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação universitária. São Paulo: Cortez, 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL045 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DA MATEMÁTICA 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

CARLONEY ALVES DE OLIVEIRA

Turma:

V

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Articulação teórico-metodológica dos saberes matemáticos presentes nas séries iniciais do ensino Fundamental a partir das principais teorias da
educação
matemática, construindo campos conceituais e estruturais multiplicativas e considerando a importância das várias representações de um mesmo
conceito.

III - OBJETIVOS
Geral:
Propiciar ao aluno referencial teórico-metodológico sobre o ensino da Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental, para possibilitar-lhes a
construção do conhecimento dos conceitos que fazem parte do currículo dos anos iniciais, concebendo a criação da linguagem matemática como
forma particular de conhecimento do mundo e do homem relacionando as noções matemáticas com atividades de contagem e comparações
utilizadas no cotidiano.
Específicos:
• Perceber situações, representações significativas adequadas a diferentes contextos com números naturais, suas propriedades e expressões
numéricas.
• Elaborar situações didáticas rumo a construção dos conceitos significativos relacionados aos múltiplos e divisores de um número natural.
• Decompor um número natural em fatores primos.
• Compreender o significado de Máximo Divisor Comum e Mínimo Múltiplo Comum.
• Compreender os diferentes significados de Números Decimais/Porcentagem e suas aplicações.
• Reconhecer área das diferentes figuras planas.
• Conceituar Educação Estatística e identificar situações problemas que envolvam este conceito.
• Compreender o significado de Polígonos, suas características e sua relação com o cotidiano.
• Elaborar material didático.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Apresentação da proposta da disciplina Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática 2; Apresentação da Turma.
2. Expressões Numéricas e Termo desconhecido
3. Múltiplos e Divisores de um número natural
4. Mínimo Múltiplo Comum (MMC)
5. Máximo Divisor Comum (MDC)
6. Apresentação da proposta do Teatro de Fantoches
7. Apresentação da elaboração dos vídeos matemáticos
8. Atividade Programada
9. AVALIAÇÃO INDIVIDUAL
10. Números Decimais
11. Atividade Programada
12. Porcentagem
13. Áreas de figuras planas (quadrado, retângulo, paralelogramo, triângulo e trapézio)
14. Educação Estatística
15. Atividade Programada
16. Apresentação da proposta de atividade com o aplicativo
17. REAVALIAÇÃO
18. PROVA FINAL
19. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do facebook
20. Leitura e discussão de textos a partir das interfaces do facebook

V - METODOLOGIA
Inicialmente trabalharemos com um suporte teórico-metodológico para o Ensino de Matemática e sua relação com a sala de aula, serão sugeridos e
discutidos os conteúdos programáticos, propondo um contrato de ações e um cronograma de atividades. Após os conceitos estabelecidos serão
sugeridas formas de abordagens dentro das tendências em Educação Matemática e buscaremos elaborar recursos didáticos através de oficinas
para o Ensino de Matemática.

VI - AVALIAÇÃO
Os alunos serão avaliados quanto à presença nas aulas, assiduidade e participação nas atividades propostas na sala de aula e no facebook da
disciplina. https://www.facebook.com/matematica.vespertinoenoturno Grupo: Saberes e Metodologias do Ensino da Matemática 2 (2019.1)

AB1:
-Postagens e participações nas atividades propostas no facebook da disciplina: 1,0
-Elaboração e apresentação de um Teatro de Fantoches sobre um conteúdo de Matemática e suas aplicações desde a Educação Infantil e Anos
Iniciais do Ensino Fundamental: 2,5
- Elaboração, apresentação e postagem de um Vídeo Digital sobre um conteúdo de Matemática e sua aplicação no cotidiano: 2,5
-Avaliação Individual: 4,0
AB2:
-Postagens e participações nas atividades propostas no facebook da disciplina: 1,0
-Elaboração e apresentação da oficina temática: 3,5
-Participação em cada oficina temática: 2,0 (0,4 por oficina)
-Elaboração do roteiro e apresentação de um aplicativo (jogo) Apps – (Angry Birds 2, Super Mario Run, Meu Malvado Favorito e A era do gelo:
aventuras) nas aulas de Matemática: 3,5

VII - REFERÊNCIAS
ITACARAMBI, Ruth Ribas & Berton. Geometria, Brincadeiras e Jogos: 1º ciclo do ensino fundamental. São Paulo: Livraria da Física, 2008.
LORENZATO, Sérgio. Educação Infantil e Percepção Matemática. Campinas, SP: Autores Associados, 2006.
NUNES, Terezinha et al. Introdução à educação matemática: Os números e as operações numéricas. São Paulo: Proem Editora Ltda. 2001.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Matemática. Brasília: MEC. 1997.
PARRA, C. & Saiz, I. (org.) Didática da Matemática. Porto Alegre: Artes Médicas. 1996.
SCHLIEMANN, Analúcia; CARRAHER, David (orgs) A compreensão de conceitos aritméticos: Ensino e Pesquisa. Campinas: Papirus.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL046 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE HISTÓRIA 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

TOMAS FARCIC MENK

Turma:

V

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo crítico-analítico dos saberes históricos necessários à formação e prática docente, perpassando o processo de construção do conhecimento
científico e escolar e das propostas curriculares oficiais para o ensino da História.

III - OBJETIVOS
GERAL
Discutir possibilidades e limites de usos de materiais didáticos e de documentos no ensino de História, bem como refletir sobre a prática docente no
ensino de História e sua relação com o aluno e sua aprendizagem e inserção na sociedade.
ESPECÍFICOS
a)
Analisar a história do ensino de História e seu papel no Ensino Fundamental e Médio.
b)
Analisar propostas e diretrizes oficiais de Ensino de História, voltadas para o Ensino Fundamental e
c)
Médio.
d)
Discutir relações entre métodos e conteúdos escolares, no ensino de História.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Texto Oficial
- LDB
- Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira
e Africana
-Temas Transversais
Ensino de História no Brasil
Livro Didático de História
A entrega dos trabalhos escritos e a apresentação serão realizadas em duas aulas, porém todos os grupos devem estar prontos para apresentação
do primeiro dia.
Livro Didático de História
Seminários temáticos

V - METODOLOGIA
Processo de construção coletiva tendo em vista a elaboração de conceitos de como se constitui o Ensino de História, adotando procedimentos
como: leituras individuais e coletivas, aulas expositivas e dialogadas, debates, elaboração de resenhas, seminários, dentre outras, consideradas
pertinentes ao processo de ensino-aprendizagem.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será efetivada por meio da produção individual de textos, participação em seminários, resenhas e debates em sala e pesquisas a partir
da bibliografia indicada.

VII - REFERÊNCIAS
ABUD, Kátia M. A construção de uma Didática da História: algumas idéias sobre a utilização de filmes no ensino. História, São Paulo, 22 (1), p.183193, 2003.
BITTENCOURT, Circe M. F. O saber histórico em sala de aula. São Paulo: Contexto, 1998.
_______ O livro didático não é mais aquele. Revista Nossa História, São Paulo: Biblioteca Nacional,
dez/2003, nr.2, p.52-54.
BARROS, José D’Assunção. A nova história cultural: considerações sobre o seu universo conceitual e seus diálogos com outros campos históricos.
Cadernos de História, Belo Horizonte, v. 12, n. 16, 1 sem. 2011. Disponível em:
http://periodicos.pucminas.br/index.php/cadernoshistoria/article/view/P.2237-8871.2011v12n16p38 (Quadro Comparativo, em sala).
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional. Brasília, DF, 1996.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual / Secretaria de Educação.
Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro101.pdf
CAIMI, Flávia Eloisa. Meu lugar na história: de onde eu vejo o mundo?. In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino
fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
DANTAS, Simone Aparecida Borges. História e historiografia nos séculos XIX e XXI: do cientificismo à história cultural. 2007. Disponível em:
http://www.congressohistoriajatai.org/anais2007/doc%20(51).pdf.

(Quadro Comparativo, em sala).
FONSECA, Thais N. História e ensino de história. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Capítulo III.
FREITAS, Itamar. O que devemos ensinar às crianças de seis anos com o nome de História? Brasília, dez.2018. Disponível em:
http://www.academia.edu/12442418/O_QUE_DEVEMOS_ENSINAR_%C3%80S_CRIAN%C3%87AS_DE_SEIS_ANOS_COM_O_NOME_DE_HIST
%C3%93RIA
LEITE, Juçara Luzia. Fazendo gênero na história ensinada: uma visão além da (in)visibilidade. In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.).
História: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
MARTÍ, Jose. Três Heróis. In: MARTÍ, Jose. A idade do ouro. São Paulo: Veredas, 2005.
OLIVEIRA. Sandra Regina Ferreira de. Os tempos que a História tem. In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino fundamental.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
KARNAL, Leandro (org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. 3ª ed. São Paulo:
Contexto, 2005.
MASETTO, Marcos T. Um plano e seus componentes. In: Didática: a aula como centro. 4ª ed. São
Paulo: FTD, 1997, p.84-103. (Coleção aprender e ensinar)
MIRANDA, Sonia R. Reflexões sobre a compreensão (e incompreensão) do tempo na escola. In: DE
ROSSI, Vera L. e ZAMBONI, Ernesta (orgs.) Quanto tempo o tempo tem! Campinas: Alínea, 2003, p.
173-204.
MONTEIRO, Ana M.F.C. A história ensinada: algumas configurações do saber escolar. História &
Ensino, Londrina, v.9, p.37-62, out/2003.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL047 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE GEOGRAFIA 1

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

EDNA TELMA FONSECA E SILVA VILAR

Turma:

V

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo dos processos sociocognitivos da relação espaço-temporal, dos fundamentos teóricometodológicos do ensino de Geografia nas séries
iniciais do Ensino Fundamental, ressignificando o conhecimento e a construção do espaço
geográfico.

III - OBJETIVOS
• Conhecer as diferentes concepções de ensino de Geografia;
• Discutir a importância do ensino de Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental;
• Analisar e refletir sobre as contribuições das teorias psicogenéticas e sócio-históricas para o ensino-aprendizagem de Geografia;
. Discutir a evolução das noções de espaço;
• Conhecer os conceitos e conteúdos básicos da geografia para a educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental;
• Conhecer as etapas do desenvolvimento da noção de espaço.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 2 – A criança e as relações espaciais
•As contribuições de Piaget e Vigotsky para o ensino-aprendizagem de Geografia •
•A construção da noção de espaço •
•A criança e as relações espaciais •
•As habilidades de representação, orientação e localização
2. 1 – O Ensino de Geografia nos anos iniciais do Ensino fundamental
•A Geografia : trajetória como ciência e como disciplina escolar
•A importância do ensino de Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental e EJA
•Conceitos básicos da Geografia: paisagem, lugar, território e espaço geográfico
•O olhar espacial e a leitura da paisagem

V - METODOLOGIA
A forma de abordagem da disciplina incluirá leitura, escrita, trabalhos em grupo, pesquisa, socialização de atividades realizadas e debates. Dentre
os procedimentos utilizados a exposição oral deverá ter a participação ativa dos discentes. Será solicitada a elaboração de texto/s escrito/s
expressando a aprendizagem dos temas e conceitos estudados. O trabalho coletivo será valorizado, contudo, a leitura e a escrita individual se
fazem necessária.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será qualitativa, processual e contínua, por meio de acompanhamento do desenvolvimento do aluno e da turma. Entre
outros poderão ser utilizados como procedimentos de avaliação: elaboração de trabalhos individuais e em grupo (esquemas, fichamentos, relatórios
de leitura), seminários, provas e participação nas atividades propostas.
Serão também considerados, para efeito de avaliação, o desenvolvimento de capacidades cognitivas, de habilidades e a formação de atitudes
inerentes ao exercício da docência, tais como: criatividade, autonomia, capacidade de reflexão, de síntese, compromisso, assiduidade, pontualidade
e participação.

VII - REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Rosângela D. & PASSINI, Elza Y. O Espaço Geográfico: ensino e representação. São Paulo, Contexto, 1994.
GOULART, Íris B. Piaget: Experiências Básicas para utilização pelo professor. Petrópolis, Vozes, 1996.
HICKMANN, Roseli Inês. Estudos Sociais – Outros saberes e outros sabores. Porto Alegre, Mediação, 2002.
LACOSTE, Y. A Geografia: Isso serve em primeiro lugar para fazer a Guerra. São Paulo: Papirus, 1998.
NASCIMENTO, Alvacy L. A evolução do conhecimento geográfico. Maceió, EDUFAL, 2003.
OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino. Para onde vai o ensino de Geografia? São Paulo, Contexto, 1998.
PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo, Cortez, 1992. (Col. Magistério. 2º Grau. Série Formação do
Professor.)
PIAGET, Jean & INHELDER, Barbel. A Representação do Espaço na Criança. Porto Alegre, Artes Médicas, 1993.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do Espaço Habitado, HUCITEC, São Paulo, 1999.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL048 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIA EDUARDA DE BRITO CRUZ

Turma:

V

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da prática pedagógica do ensino de Ciências Naturais nos
anos iniciais do ensino Fundamental e suas modalidades, com orientações
didático-metodológicas relacionando-os ao exercício consciente da cidadania.

III - OBJETIVOS
- Refletir sobre o papel da ciência e da tecnologia na sociedade, as revoluções e contra revoluções pelas quais tem passado o conhecimento
científico e o significado da educação na socialização do conhecimento;
- Discutir acerca das vantagens do uso da argumentação na educação científica;
- Refletir sobre o papel do professor no processo de ensino e aprendizagem nos diferentes modelos de ensino;
- Planejar, executar e avaliar atividades didáticas para o ensino de Ciências na escola com alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e
Educação de Jovens e Adultos, dentro da abordagem de resolução de problemas e ensino por investigação.
- Utilizar conceitos básicos construídos ao longo da escolaridade, associados à diferentes temáticas, como: energia, matéria, transformação, meio
ambiente, equilíbrio e vida etc, avaliando seus procedimentos e relações estabelecidas no livro didático.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. 1. Unidade I
- Orientações didáticas para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos em Ciências.
1.2 Modelos de ensino;
1.2.1 Propostas de abordagem metodológicas;
1.2.2 Abordagem de ensino baseada na Resolução de Problemas;
1.2.3 Argumentação no ensino de ciências.
2. 2. Unidade II
2.1 Sequências de Ensino e Aprendizagem;
2.2 A experimentação no Ensino de Ciências;
2.3 O Ensino de Ciências a partir da abordagem CTS;
2.4 Aprendizagem a partir de projetos: plantas, corpo humano, água, educação sexual, alimentos, misturas, fenômenos naturais, lixo, reações,
fármacos, cheiros etc.

V - METODOLOGIA
O procedimento metodológico orienta o processo de estudo dos alunos, estimula as relações entre os temas e conceitos com o meio físico sóciopolítico e cultural. As ações desenvolvidas serão discutidas, analisadas e socializadas através da elaboração de problemas escolares, construção e
aplicação de roteiros experimentais investigativos, elaboração e apresentação de sequências didáticas, construção de diário de bordo, como
também estudo do meio ambiente, com a realização de um passeio ecológico visando alcançar os objetivos propostos na formação de educadores,
cidadãos éticos, consciente do seu papel na sociedade.

VI - AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será contínuo, discutido e determinado os critérios em sala de aula por alunos e professor. Acontecerá através de
atividades individuais e coletivas. As produções desenvolvidas serão socializadas e questionadas coletivamente, objetivando a autoavaliação do
aluno e do professor.

VII - REFERÊNCIAS
CAMPOS, M. C. C.; NIGRO, R. G. Professor-Aluno-Conhecimento: Boa tarde, Sr. Esqueleto. Didática de Ciências: o Ensino-Aprendizagem como
Investigação. São Paulo: FTD, 1999.
CAMPOS, M. C. C.; NIGRO, R. G. Professor-Aluno-Conhecimento: a concepção do professor/ o ensino por redescoberta/ conflito e mudança/
investigar e aprender. Didática de Ciências: o Ensino-Aprendizagem como Investigação. São Paulo: FTD, 1999.
CAMPOS, M. C. C.; NIGRO, R. G. Criando Problemas. Didática de Ciências: o Ensino-Aprendizagem como Investigação. São Paulo: FTD, 1999.
CARVALHO, A. M. P. Ensino de Ciências por Investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
COSTA, A. Desenvolver a capacidade de argumentação dos estudantes: um objetivo pedagógico fundamental. Revista Iberoamericana de
Educación, 2008.
CRUZ, M. E. B.; SIMÕES NETO, J. E. Uma sequência didática sobre perfumes e essências para o ensino de funções orgânicas oxigenadas. Revista
Dynamis: FURB, Blumenau, v.24, n.1, p.3-19, 2018.
CRUZ, M. E. B. O que é a abordagem de resolução de problemas? Sequência didática sobre fármacos ansiolíticos baseada na abordagem de
resolução de problemas: análise a partir de aspectos da teoria da atividade de Leontiev. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal Rural de
Pernambuco, Programa de Pós-Graduação em Ensino das Ciências, Recife, 2016.
CRUZ, M. E. B. A função da estratégia de resolução de problemas nos modelos de ensino. No prelo.
CRUZ, M. E. B. A argumentação no Ensino de Ciências. No prelo.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL049 - PROJETOS INTEGRADORES 7

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

KALL ANNE SHEYLA AMORIM BRAGA

Turma:

C

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Elemento integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a
partir de atividades interdisciplinares; como componente do Eixo Articulador, terá como objetivo principal a reflexão sobre os elementos da prática
edagógica no contexto da divisão social e técnica do trabalho escolar, com base nos saberes envolvidos na formação do/a pedagogo/a, por meio da
observação e investigação da realidade educativa, em especial da Prática Pedagógica. É um dos componentes do Eixo Articulador é elemento
integrador das disciplinas de cada semestre letivo, estruturado a partir de atividades interdisciplinares, num processo de crescente complexidade. É
uma proposta interdisciplinar entendida como um processo, não podendo se caracterizar como uma disciplina no seu sentido tradicional.

III - OBJETIVOS
- Estabelecer relação entre Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), Base Nacional Comum Curricular e Diretrizes
Curriculares de Pedagogia (2006) visando a refletir sobre a prática pedagógica docente a partir de fundamentação legal e, ao mesmo tempo,
articular as disciplinas constitutivas do 7º período (Ciências Naturais, Estágio Supervisionado 3, Geografia, História, Matemática).
- Estabelecer relação entre Didática, Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem.
- Desenvolver habilidades de trabalho em grupo, comunicação oral e escrita, resolução de problemas, pensamento crítico e criativo.
- Discutir da elaboração a avaliação de projetos na área educacional.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Bases legais da educação escolar: LDBEN (Lei 9.394/96), BNCC, DCN de Pedagogia.
2. Formação docente: história, política social vigente, desafios, possibilidades.
3. Didática: objeto de estudo, evolução histórica, tendências pedagógicas liberais e progressistas.
4. Currículo: teorias tradicional, crítica e pós-crítica.
5. Planejamento e plano de ensino (objetivos, conteúdos, recursos, avaliação).
6. Avaliação da aprendizagem: conceito e concepções pedagógicas, funções, instrumentos avaliativos.
7. Metodologia de projetos: da elaboração a avaliação.

V - METODOLOGIA
- Aulas expositivas e dialogadas.
- Estudos individuais e coletivos dos textos.
- Seminários.
- Estudos dirigidos para a elaboração de projetos e para a escrita de relatórios.
- Socialização das atividades relacionadas ao Estágio Supervisionado 3 (observação, proposta de projeto, desenvolvimento do projeto).

VI - AVALIAÇÃO
- Participação em aula (debates de textos, filmes, documentários).
- Produções escritas (resumos, esquemas, resenhas críticas, planos de aula, relatórios).
- Socialização dos textos lidos, bem como das atividades relacionadas ao Estágio Supervisionado 3.

VII - REFERÊNCIAS
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base>. Acesso: 07 jan. 2019. 600p.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm> Acesso em: 22 abr. 2010.
HAYDT, Regina Célia. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2011. 248p.
HOFFMANN, Jussara. O cenário da avaliação no ensino de ciências, história e geografia. In: SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara;
ESTEBAN, Maria Tereza (Orgs). Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Mediação, Cap. 3, p. 53-66.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
LOPES, Antônia Osima. Relação de interdependência entre ensino e aprendizagem. In: VEIGA et. al. Didática: o ensino e suas

interrelações. 18. ed. Cap. 5, 105 – 114.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo:
Cortez, 2011.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.
PAULA, Déborah Helenize Lemes de; PAULA, Rubian Mara de. Currículo na escola e currículo da escola: reflexões e proposições. Curitiba:
Intersaberes, 2016. (Série Processos Educacionais).
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Planejando o estágio em forma de projetos. In:______. Estágio e docência. São Paulo:
Cortez, 2011. (Coleção docência em formação. Série saberes pedagógicos). 2011, p. 219-281.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis, v. 3, n. 3 e 4, 2005/2006, p. 524.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação da aprendizagem. In:______. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
SAVIANI, Dermeval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Revista Brasileira de Educação, v.
14 n. 40 jan./abr. 2009, p. 143-155.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias de currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. 77p.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL050 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

SUZANA MARCOLINO

Turma:

B

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

120

II - EMENTA
Observação e análise crítica da prática docente em escola e ou Centros de Educação Infantil – campo de estágio. Elaboração de projeto/
planejamento da intervenção na escola. Aplicação e execução do projeto/plano elaborado para atuação na escola

III - OBJETIVOS
• Inserir o licenciando no campo específico da educação infantil, a partir do conhecimento da realidade das áreas de atuação;
• Analisar teorias, técnicas e instrumentos para o exercício da docência na educação infantil face à realidade concreta;
• Iniciar o licenciando no processo de intervenção na prática educativa de modo compatível com as condições teóricas de conhecimento e do
campo, exercitando o comportamento ético-profissional.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Leituras orientadas
2. Caracterização Geral da Instituição de Educação Infantil
3. Caracterização específica - turma de criança
4. :Seminário de Estágio
5. Desenvolvimento do projeto de intervenção
6. Elaboração do Relatório Final
7. Elaboração dos projetos de intervenção

V - METODOLOGIA
O estágio supervisionado II será desenvolvido em forma de: visitas de observação em campo de estágio para caracterização da instituição de
educação infantil (IEI) e da turma de crianças a ser acompanhada; elaboração e execução de um projeto de intervenção junto a um grupo de
crianças; registro objetivo e reflexivo das ações realizadas; sessões de orientação; apresentação do projeto realizado durante o estágio por meio de
Seminário; elaboração de relatório final.

VI - AVALIAÇÃO
Dar-se-á por meio de: freqüência nas aulas e campos de estágio; participação em sessões de supervisão; elaboração de relatório de caracterização
da IEI; elaboração de projeto de intervenção; acompanhamento das atividades dos estagiários junto às unidades educacionais; elaboração de
relatório final

VII - REFERÊNCIAS
CORSARO, Willian. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc.,
Campinas, vol. 26, n. 91, p. 443-464, Maio/Ago. 2005. Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em 14/06/2013
GEPEDISC. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e pesquisa. Campinas, SP: Autores associados, 2011.
GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São Paulo: Cortez, 2009. ( Coleção docência em formação. Serie
educação infantil)
HADDAD, L.; MENDONÇA, L. M. M. S. 'Não, não mate a bruxa! Ela é nossa amiguinha!' Entrada, aceitação e participação na cultura de pares em
uma experiência de estágio supervisionado em educação infantil. POIÉSIS - Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação (Unisul), v. 9, p.
24-43, 2015.
HOHMANN, Mary, WEIKART, David. Educar a criança. 5ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,. 1995.
MELLO, A. M. O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto Alegre: Artmed, 2010.
OSTETTO, L. E. (Org.). Educação Infantil: saberes e fazeres da formação de professores. Campinas, SP: Papirus, 2008.
OSTETTO, L. E. (Org.).Encontros e encantamentos na educação infantil. 10ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2012
OSTETTO, L. E. (org.) Educação Infantil: saberes e fazeres da formação de professores. 4 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.
OSTETTO, L. E. (org.) Encontros e Encantamentos na Educação Infantil. Partilhando experiências de estágios. 9 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL051 - LIBRAS - LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

EMANOELLY CALDAS DE OLIVEIRA

Turma:

V

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade
surda.

III - OBJETIVOS
• Possibilitar reflexão a nível acadêmico acerca da Libras, no que tange a constituição, uso e papel dessa língua;
• Promover reflexão sobre os aspectos sócio-linguístico-culturais que envolvem as pessoas surdas;
• Descrever o processo histórico da educação de surdos em âmbito mundial, focando na relação com a práxis pedagógica que emana da realidade
local;
• Contribuir para a construção de um desempenho comunicativo básico em Libras.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Atividade diagnóstica, apresentação da disciplina e apresentação pessoal.

V - METODOLOGIA
Com o intuito de facilitar a atuação profissional dos futuros docentes na educação de surdos, os conteúdos práticos e teóricos da disciplina serão
ministrados de forma a possibilitar a compreensão da complementaridade entre ambos, mediante as seguintes metodologias: aulas expositivas,
leitura e discussão de textos, exibição de filmes e documentários, seguida de debates, o ensino da Libras em contexto, apresentação de seminários
e pesquisa de tópicos específicos relacionados a disciplina e apresentação dos resultados.

VI - AVALIAÇÃO
O aluno será avaliado de forma contínua durante todo o processo, tendo em vista sua frequência e participação em diferentes situações: debates
em sala de aula, aulas práticas de Libras em contexto, atividades de pesquisa, na apresentação de seminário e na realização de prova teórica e
prática.

VII - REFERÊNCIAS
Bibliografia Básica
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro:UFRJ, Departamento de Linguística e
filosofia,1995.
CAPOVILLA, F. C. & RAPHAEL, V. D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe de Língua de Sinais Brasileira. Vol. I e II. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 2001.
COUTINHO, Denise. LIBRAS: língua brasileira de sinais e língua portuguesa (semelhanças e diferenças). 2ª ed, Idéia, 1998.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. Muller. de. Educação de surdo: aquisição da linguagem. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1997.
SACKS, O. Vendo vozes: uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro: Imago, 1990.
Bibliografia Complementar
ALPENDRE, Elizabeth V. Concepções sobre Surdez e Linguagem e o Aprendizado de Leitura. Programa de Desenvolvimento Educacional. Curitiba,
2008.
BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. Ideologias e práticas pedagógicas. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei Nº. 10.436, de 24 de abril de 2002.
BRASIL. Ministério da Educação. Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei Nº. 12.319, de 1º de setembro de 2010.
FELIPE, Tânia. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação dos Surdos, MEC;
SEESP, 2001.
FERNANDES, Eulália. Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2011.

GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da língua de sinais e da realidade surda. – São Paulo: Parábola
Editorial, 2009.
MOURA, Maria Cecília de, Lodi, Ana Claudia B., HARRISON, Kathryn M. P. História e educação: o surdo, a oralidade e o uso de sinais. (CAP. 16. P.
327-348) in FILHO, Otacílio Lopes (org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
PORTO, Shirley B. das N. Análise de poesias em língua de sinais. (CAP. 2. P. 61-104) in DORZIAT, Ana (org.). Estudos Surdos: diferentes olhares.
Porto Alegre: Editora Mediação, 2011.
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição de expectativas de
aprendizagem para Educação Infantil e Ensino Fundamental: Libras. São Paulo: SME / DOT, 2008.
SASSAKI, Romeu K. Nomenclatura na área da surdez. Disponível em http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1894 Acessado
em: 02 de fev de 2012.
SKLIAR, Carlos (org.). Atualidade da educação bilíngue para surdos: processos e projetos pedagógicos. 3ª Edição. Porto Alegre: Mediação, 2009.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL052 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DE HISTÓRIA 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

FERNANDO ANTONIO MESQUITA DE MEDEIROS

Turma:

V

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Estudo dos conceitos fundamentais e dos procedimentos didáticometodológicos do ensino de História com o uso de diferentes linguagens, fontes e
recursos didáticos perpassando a reflexão sobre a produção didática existentes com enfoque na produção do livro didático de História no Brasil.

III - OBJETIVOS
1. Discutir sobre a relação forma/conteúdo envolvida na seleção dos procedimentos e recursos didáticos para o ensino de História;
2. Identificar os saberes e sujeitos históricos presentes na LDB, PCNs e DCNs que orientam o ensino de História no Brasil;
3. Investigar as possibilidades e formas de uso de diferentes linguagens no ensino de História: cinema, música, literatura e iconografia, contação de
história e leitura de imagem/documento/mapa;
4. Estudar os pressupostos e conhecimentos resultantes (História no Brasil, África, dos negros e povos indígenas e dos movimentos sociais) da
pesquisa histórica;
5. Identificar a importância do patrimônio histórico e cultura nacional;
6. Analisar as condições de produção, estrutura didático-pedagógica e saberes presentes nos livros didáticos de História.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Discussão teórico-metodológica sobre a prática do ensino de História hoje
2. História do Brasil nos anos iniciais do Ensino Fundamental
3. Sujeitos históricos: movimentos e instituições sociais
4. História da África, dos negros e dos povos indígenas
5. Patrimônio Histórico e espaços museológicos
6. Fundamentos e dos procedimentos didático-metodológicos para o ensino de História com o uso de diferentes linguagens, fontes e recursos
didáticos
7. Contação de história, leitura de imagem/documento/mapa, estudo do patrimônio e pesquisa histórica
8. O uso das novas linguagens no ensino de História: cinema, música, literatura e iconografia.

V - METODOLOGIA
A disciplina envolverá aulas teóricas e experiências práticas, desenvolvidas em aulas expositivas dialogadas, seminários e exercícios práticos, como
análise de fontes primárias (documentos oficiais, fotografias, artefatos matérias da cultura local), de livros didáticos e realização de atividade de
campo. Assim teremos como procedimentos:
1º Leitura e discussão de textos científicos para fundamentar a análise dos livros didáticos de história;
2º Apresentação de seminários para exposição das sínteses construídas sobre as análises realizadas nos livros didáticos;
3º Análise e discussão de documentos oficiais relacionados ao ensino de história;
4º Produção de plano de aula e de curso e vivência, nas instituições campo de estágio, de uma aula de história, com registro escrito e apresentação
dos temas e problemas vivenciados durante a realização da atividade prática;
5º Visitação didático-pedagógica em espaços museológicos.

VI - AVALIAÇÃO
1. Apresentação de seminários para exposição das sínteses construídas sobre as análises realizadas nos livros didáticos;
2. Produção de plano de curso e de plano de aula, com a utilização dos referenciais teóricos;
3. Elaboração de fichamentos e de textos dissertativos, com base nos referenciais teóricos.

VII - REFERÊNCIAS
ALAGRO, R. et al. Temas e questões: para o ensino de história do Paraná. Londrina: EDUEL, 2008.
ANDRADE, Manuel Correia de. Formação Territorial e Econômica do Brasil. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2007.
BITTENCOURT, Circe (org.). O Saber histórico na sala de aula. São Paulo, Contexto, 1997.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental – história. Brasília: Ministério da Educação, 1997.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional. Brasília, DF, 1996.
BRASIL. Estatuto da criança e do adolescente: lei n. 8.069, de 13 de julho de 1990, e legislaçãocorrelata. 8. ed. – Brasília : Câmara dos Deputados,
Edições Câmara, 2011.
CAIMI, Flávia Eloísa; MACHADO, Ironita A. P. & DIEHL, Astor Antônio. O livro didático e o currículo de história em transição. Passo Fundo, Ediupf,
1999.
CARRETERO, Mario. Construir e ensinar as ciências sociais e a história. Trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
CARRI, Luis Fernando. Ensino de História e consciência Histórica: implicações didáticas de uma discussão contemporânea. Rio de Janeiro: editora
FGV, 2011.
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e Prática de Ensino de História. Cortez, São Paulo, 2003.
FUNARI, Pedro Paulo; PIÑÓN, Ana. A temática indígena na escola: subsídios para os professores. São Paulo: Contexto, 2011.
HORN. Geraldo Balduíno; GERMINARI, Geyso Dongley. O ensino de história e seu currículo: teoria e método. Petrópolis: Vozes, 2011.
LUSTOSA, Isabel. A história do Brasil explicada aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2007.
MENDONÇA, Nadir Rodrigues. O uso de conceitos: uma questão de interdisciplinaridade. Petrópolis, Vozes, 1994.
MOREIRA, Kenia Hilda. Um inventário - o livro didático de história em pesquisas (1980 a 2005). UNESP, 2011.
MOREIRA, Maria de Fátima das Neves. A infância no passado brasileiro. In.: DEL PRIORE, M. [et al]. 500 anos de Brasil: histórias e reflexões. São
Paulo: Scipione, 1999.
MORISSAWA, Mitsue. A história da Luta pela Terra e o MST. São Paulo: Expressão Popular, 2001.
PENTEADO, Heloísa Dupas. Metodologia do Ensino de História e Geografia. São Paulo, Cortez, 1992. (Col. Magistério. 2º Grau. Série Formação do
Professor).
SERRANO, Carlos; WALDMAN, Maurício. Memória D’África: a temática africana na sala de aula. Cortez: São Paulo, 2008.
SILVA, Alberto da Costa. A África explicada aos meus filhos. Rio de Janeiro: Agir, 2008.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. A temática indígena na escola: novos subsídios para os professores de 1º e 2º graus. São
Paulo: Global; Brasília: MEC: MARI: UNESCO, 1995.
SILVA, Aracy Lopes (Org.). A questão indígena na sala de aula: subsídios para professores de 1º e 2º graus . São Paul: Brasiliense, 1987.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL053 - JOGOS, RECREAÇÃO E BRINCADEIRAS

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

PAULO NIN FERREIRA

Turma:

C

Ano: 2018 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
O jogo e as brincadeiras do ponto de vista da antropologia e da psicologia como
conhecimento e procedimento de cuidar, educar e ensinar, considerando-se os princípios sócio-educativos do jogar e brincar.

III - OBJETIVOS
Levar o estudante à:
1Perceber e valorizar a importância da brincadeira e do jogo para o desenvolvimento da criança no seu processo de humanização e
socialização.
2Observar criticamente a presença do jogo na escola.
3Interessar-se pelo jogo e pela brincadeira nos seus aspectos culturais.
4Refletir sobre a cultura lúdica vivida e suas implicações para a atuação profissional.
5Vivenciar atividades lúdicas com o intuito de refletir sobre a relação entre a teoria à prática na formação do professor.
6Observar a brincadeira em crianças no campo de estágio.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. O jogo como fenômeno cultural.
1. O jogo como fenômeno cultural.
2. Teorias sobre o brincar infantil: psicologia e sociologia.
2. Teorias sobre o brincar infantil: psicologia e sociologia.
3. O brincar na escola: práticas e concepções.
3. O brincar na escola: práticas e concepções.
4. O brinquedo e a cultura.
4. O brinquedo e a cultura.
5. Jogos e brincadeiras tradicionais no Brasil.
5. Jogos e brincadeiras tradicionais no Brasil.
6. O corpo e o brincar infantil.
6. O corpo e o brincar infantil.
7. O brincar e as linguagens expressivas na infância.
7. O brincar e as linguagens expressivas na infância.
8. Vivências em atividades lúdicas como ponto de partida para a reflexão sobre o brincar.
8. Vivências em atividades lúdicas como ponto de partida para a reflexão sobre o brincar.
8.1. O brincar e a experiência.
8.1. O brincar e a experiência.
9. Observação e registro sobre o brincar infantil no campo de estágio.
9. Observação e registro sobre o brincar infantil no campo de estágio.

V - METODOLOGIA
Aulas presenciais: Aulas teóricas, leitura e discussão de textos, vídeos, músicas; trabalhos em pequenos grupos, registro de observações em campo
de estágio, trabalhos escritos.
Aulas à distância: Trabalhos escritos à partir de textos disponíveis on-line, trabalhos de observação no campo de Estágio (Estágio 2), Relatórios de
observação.

VI - AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos individuais e em pequenos grupos, registro da observação de campo, seminários, prova.
A avaliação dos trabalhos orais levarão em conta os seguintes critérios:
1 - Discutir as ideias principais dos textos relacionados.
2 - Apresentar oralmente os conceitos do texto de referência com suas próprias palavras de forma coerente, demonstrando domínio sobre o
conteúdo estudado.
3 - Apresentar clareza na exposição verbal das ideias.
A avaliação dos trabalhos escritos levarão em conta os seguintes critérios:
1 – Contemplar a estrutura dos gêneros do tipo dissertativo.

2 – Discutir as ideias principais dos textos relacionados aos seminários vivenciados em sala de aula.
3 – Apresentar poder de síntese e clareza na exposição das ideias.
4 – Apresentar correção gramatical, princípios de autoria e textualidade.
5 – Ser capaz de relacionar os conceitos de forma coerente, demonstrando domínio sobre o conteúdo estudado.
Os trabalhos de observação além dos critérios acima na sa apresentação oral e/ou escrita também serão avaliados pelos segintes criterios:
1 - Demonstrar capacidade de observação.
2 - Apresentar capacidade de elaboração de comentários críticos da realidade observada com base na Teoria estudada.
OBS.:A pontuação de cada item de avaliação e sua composição nas médias AB1 e AB2 serão divulgadas junto com o Cronograma de Trabalho da
Disciplina no início do curso e discutidas cm a turma. Entretanto, a pontuação de cada item dos critérios de avaliação acima estabelecidos será
divulgada a folha de prova, ou na folha de solicitação de trabalho ou divulgada para a turma no decorrer das aulas constituindo-se parte do conteúdo
da disciplina.

VII - REFERÊNCIAS
ANDRADE, Cyrce M. R. Junqueira de. Vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar: o brincar na creche, in OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos
de. (Org.) Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 1994.
ANDRADE, Cyrce M. R. Junqueira de, A formação lúdica do professgor. In:http://www.abrinquedoteca.com.br/artigos_integra2.asp?op=1&id=2.
Acesso em 5/11/2010.
BARROS, Manoel de. Poesias completas. São Paulo: Leya Brasil, 2010.
BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Summus, 1984.
BROUGÈRE. Gilles. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1997.
BROUGÈRE. Gilles. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
CHATEAU, Jean. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
CHICO BUARQUE , SIVUCA. João e Maria .In: Chico Buarque - Saltimbancos. N.694249, EMI Music . Rio de Janeiro, 2006.
DIAS, Marina Célia Moraes. Corpo e construção do conhecimento: Uma reflexão para a educação infantil. Revista Paulista de Educação Física, São
Paulo, supl.2, p.13-15, 1996
FERREIRA, Paulo Nin. O espírito das coisas: um estudo sobre a assemblage infantil. Dissertação de Mestrado em Educação. São Paulo: USP,
2009.
HUIZINGA, Johan. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo:Perspectiva, 1980.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. (org.) O brincar e suas teorias. São Paulo: Thompson, 1998.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinquedos e materiais pedagógicos nas escolas infantis. São Paulo: Revista Educação e Pesquisa, v.27, n.2,
jul./dez. 2001, p.229-245.
KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 2006.
LARROSA, Jorge. Nota sobre a experiência e o saber da experiência. In: Revista Brasileira de Educação, n°. 19, Campinas: Unicamp, 2002.
NICOLAU, Marieta Lúcia Machado; DIAS, Marina Célia Moraes (orgs.). Oficinas de sonho e realidade na formação do educador da infância.
Campinas: Papirus, 2003
SIQUEIRA, Claudia (Org.) Brincar: um baú de possibilidades. São Paulo: Instituto Sidarta/OMO, 2010. Disponível em:
http://www.omo.com.br/locales/pt-BR/download/brincar-umbaudepossibilidades.zip.
WINNICOTT, Donald Woods. O brincar e a realidade. Rio de janeiro; Imago, 1975.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL054 - SABERES E METODOLOGIAS DO ENSINO DA GEOGRAFIA 2

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MARIANA GUEDES RAGGI

Turma:

V

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

60

II - EMENTA
Procedimentos e recursos específicos para o ensino de geografia que assegurem ao professor fundamentos necessários para sua prática docente
no planejamento e execução de atividades relacionadas ao ensino de geografia que possibilitem a articulação teoria-prática.

III - OBJETIVOS
Objetivo Geral: Refletir e promover práticas pedagógicas para o ensino de Geografia a partir da articulação teoria-prática.
Objetivos Específicos: Refletir sobre o Ensino da Geografia na contemporaneidade; Analisar a importância da representação do espaço geográfico
no Ensino da Geografia; Compreender a linguagem cartográfica como uma linguagem espacial indispensável ao processo de educação na
perspectiva da educação infantil e do ensino nas séries iniciais do fundamental; Estabelecer as relações entre técnica e ensino de Geografia a partir
das tecnologias da informação presentes na contemporaneidade; Apropriar-se de possibilidades de representação espacial: literatura, cinema,
teatro, artes plásticas, fotografia, jogos, brincadeiras e música; Debater e problematizar a importância das práticas de campo (trabalhos de campo)
para o ensino da Geografia.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução
2. 1.

Ensino de Geografia na contemporaneidade

1.1.

Pensar geográfico: o lugar como espacialidade do encontro.

3. 2.

Representação espacial

2.1. A linguagem cartográfica como mediação.
2.2. As relações espaciais vivenciadas no cotidiano.
Mapa do corpo e as possíveis relações espaciais.
Mapa mental: reflexões teóricas metodológicas.
A construção do leitor cartográfico. O “observador flutuante” e o “observador caminhante”
2.3. As relação espaciais euclidianas

4. 3.

Desafios e possibilidades no processo de representação do espaço.

5. 4.

Trabalho de Campo: reflexões entre a teoria e a prática no processo de produção do conhecimento.

V - METODOLOGIA
Todas as metodologias de ensino buscam cumprir os objetivos ao proporcionar atividades significativas e considerar os saberes prévios dos
estudantes, explorando-os e contextualizando-os nos debates e nas atividades e estabelecendo diálogos com as demais disciplinas da grade
curricular já estudadas em períodos anteriores e em estudo no 8° período.
A aula expositiva dialogada será mediada por um texto teórico disponibilizado com antecedência para que os estudantes possam se preparar para o
encontro pedagógico;
Os seminários serão encontros em que os estudantes irão conduzir o debate a partir de uma definição prévia de recortes temáticos e indicações
bibliográficas;
As atividades práticas serão aquelas produzidas a partir das reflexões teóricas elaboradas durante as aulas expositivas dialogadas e os seminários.
Essas práticas são propostas de atividades interdisciplinares a fim de se construir um diálogo com outros interlocutores do saber. Elas serão
apresentadas no tópico seguinte;
O uso dos recursos audiovisuais permitirá a realização das atividades propostas no plano de ensino.

VI - AVALIAÇÃO
Seminário avaliativo – B1
Avaliação individual – B2

VII - REFERÊNCIAS
Texto 1: HISSA, Cássio Eduardo Viana. Crise da geografia moderna. Método e texto. In: HISSA, Cássio Eduardo Viana. A mobilidade das fronteiras:
inserções da geografia na crise da modernidade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.
Texto 2: CAVALCANTI, Lana de Souza. Concepções teórico-metodológicas e docência da geografia no mundo contemporâneo. In: CAVALCANTI,
Lana de Souza. O ensino de geografia na escola. Campinas, SP: Papirus, 2012.
Texto 3: CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia Escolar e a construção de conceitos no ensino. In: CAVALCANTI, Lana de

Souza. Geografia, Escola e construção de conhecimentos. Campinas, SP: Papirus, 2013.
Texto 4: CALLAI, Helena Copetti. Aprendendo a ler o mundo: a geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Cad. Cedes, Campinas, Vol. 25,
n. 66, p. 227 – 247, maio/ago. 2005.
Texto 5: STRAFORINI, Rafael. A totalidade mundo nas primeiras séries do Ensino Fundamental: um desafio a ser enfrentado. Terra Livre. São
Paulo. Ano 18, Volume I, no. 18. P.95-114. Jan-jun. 2002.
Texto 6: ALMEIDA, Rosangela Doin de. Do desenho ao mapa. Iniciação cartográfica na escola. São Paulo: Contexto, 2006.
Texto 8: CLARETO, Sônia Maria; SANTOS, e. c. Veiculação de saberes espaciais na escola: vivências e representações.
Texto 9: SILVA, Valdenildo P. O raciocínio espacial na era das tecnologias informacionais. Terra Livre. Presidente Prudente. Ano 23, v. 1, no. 28, p.
67-90. Jan – jun/2007.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL055 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO 3

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

KALL ANNE SHEYLA AMORIM BRAGA

Turma:

C

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

80

II - EMENTA
Práticas de alfabetização e letramento no cotidiano dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Observação, planejamento e execução do plano de
ação nos processos de alfabetização e letramento nos espaços escolares ou não-escolares.

III - OBJETIVOS
- Realizar estudos e propostas de intervenção no âmbito da formação de professores, contemplando temáticas pertinentes à práxis pedagógica na
escola pública, que contribuam para ampliar o entendimento da complexidade concernente à docência.
- Sistematizar estudos sobre a história da formação docente, contemplando a articulação dessa história com a política educacional vigente.
- Recuperar discussão sobre Didática, Planejamento, Currículo e Avaliação da Aprendizagem, relacionando-a ao currículo educacional brasileiro (Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Base Nacional Comum Curricular, DCN de Pedagogia, PPP de Pedagogia/UFAL, RECNEI, PCN).
- Caracterizar escola campo de estágio e definir temáticas a serem trabalhadas na formação docente.
- Planejar situações de formação a serem desenvolvidas nas escolas campos de estágio.
- Elaborar e executar planos de aula no âmbito da formação de professores.
- Elaborar relatórios e trabalhos para socialização das experiências vivenciadas no estágio.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A formação de professores e a política educacional vigente
1.1. História da formação de professores.
1.2. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, Lei 9.394/96).
1.3. Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores (Resolução nº 2, de 1 de julho 2015).
1.4. BNCC: implicações para a práxis pedagógica.
1.5. Reforma do Ensino Médio: projeto de formação subjacente.
2. Elaboração dos planos de aula e realização da formação de professores
2.1. Temas pertinentes às problemáticas que envolvem o trabalho pedagógico em uma escola pública do munícipio.
2.2. Planos de intervenção no âmbito da formação de professores.
2.3. Socialização e discussão do trabalho desenvolvidos.

V - METODOLOGIA
- Aulas expositivas e dialogadas.
- Estudos individuais e coletivos de textos.
- Orientação para elaboração dos planos de intervenção.
- Realização das aulas planejadas pelos discentes.
- Socialização e discussão do trabalho realizado.

VI - AVALIAÇÃO
- Assiduidade e participação em aula.
- Compromisso e envolvimento nas atividades desenvolvidos nos campos de estágio.
- Trabalhos individuais e coletivos produzidos ao longo do semestre (planos de intervenção, relatórios).

VII - REFERÊNCIAS
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base>. Acesso: 07 jan. 2019. 600p.
BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de professores. Resolução nº 2, de 1 de julho 2015.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm> Acesso em: 22 abr. 2010.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil.
1998.
HAYDT, Regina Célia. Curso de Didática Geral. São Paulo: Ática, 2011. 248p.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2013.
LOPES, Antônia Osima. Relação de interdependência entre ensino e aprendizagem. In: VEIGA et. al. Didática: o ensino e suas interrelações. 18. ed.
Cap. 5, 105 – 114.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo:
Cortez, 2011.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.
PAULA, Déborah Helenize Lemes de; PAULA, Rubian Mara de. Currículo na escola e currículo da escola: reflexões e proposições. Curitiba:
Intersaberes, 2016. (Série Processos Educacionais).
PASQUALINI, Juliana Campregher; TSUHAKO, Yaeko Nakadakari (Org). Proposta pedagógica da Educação Infantil do sistema de ensino de Bauru.
Bauru: Secretaria Municipal de Educação, 2016.
PIMENTA, Selma G. LIMA, Maria do Socorro L. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.
SACRISTAN, Jose Gimeno. Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SAVIANI, Demerval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. Revista Brasileira de Educação, v.
14, n. 40, jan/fev. 2009.
SAVIANI, Dermeval. Educação escolar, currículo e sociedade: o problema da Base Nacional Comum Curricular. Revista Movimento, n. 4, 2016.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Caminhos da Educação em Alagoas: da colônia aos tempos atuais. Maceió: Catavento, 2001.
VICENTINI, Paula Perin; LUGLI, Rosário G. Como se preparavam os professores para o ensino? As instituições em formação. In:______. História
da profissão docente no Brasil: representações em disputa. São Paulo: Cortez, 2009.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL056 - ARTE - EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

IVANILDO GOMES DOS SANTOS

Turma:

V

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Conceito e importância das linguagens artísticas no fenômeno
da Educação como meio fundamental para o desenvolvimento da criatividade e a educação estética no processo interdisciplinar e transdisciplinar do
ensino-aprendizagem
permeado pelas linguagens artísticas.

III - OBJETIVOS
• Refletir sobre a formação do pedagogo para o trabalho com Arte;
• Explorar os conceitos e fundamentos da Arte na educação;
• Analisar as proposições a respeito das expressões artísticas na Base Nacional Comum Curricular;
• Compreender a importância das Artes em contextos educativos;
• Vivenciar e produzir situações práticas que propiciem os alunos a refletir criticamente sobre o uso e a criação das Artes na educação.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Unidade I FUNDAMENTOS DA ARTE-EDUCAÇÃO
2. Unidade II A ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL

V - METODOLOGIA
As aulas serão interativas com propostas de leitura e rodas de conversa para socialização e ampliação das aprendizagens; atividades em grupos e
individual; discussões a partir de vídeos/filmes; produções artísticas.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação será processual, focando a participação e assiduidade do/a aluno/a em todas as unidades de estudo. A nota final do/a estudante será
constituída pelo somatório das atividades realizadas individualmente e em grupo, quais sejam:
• 1º Bimestre: Atividades realizadas em sala sobre conteúdos da disciplina, observação, elaboração, e estudos dirigidos: valendo de 0 (zero) a 10
(dez) pontos.
• 2° Bimestre: Oficinas propondo atividades artísticas para a educação infantil e ensino fundamental: valendo de 0 (zero) a 10 (dez) pontos.

VII - REFERÊNCIAS
BARBIERI, Stela. Onde está a arte? No espaço? In: ALVES, Maria Cristina Carapeto Lavrador (Org.). Interações: onde está a arte na infância? São
Paulo: Blucher, 2012.
BAZZO, Andréia Regina; ARMAS, Eliane Dutra de. Pedagogia e Arte: experiências de formação. XIII Congresso Nacional de Educação. Curitiba/PR,
2017.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília: MEC, 2018.
MOURA, Jeresa Jaguaribe de. A brincadeira como encontro de todas as artes. In: CORSINO, Patrícia. (Org.) Educação Infantil: cotidiano e políticas.
Campinas, SP: Autores Associados, 2009.
OSTETTO, Luciana Esmeralda. Linguagens expressivas e modos de relação com o mundo: sentidos da arte na educação infantil. II Simpósio Lusobrasileiro em estudos da criança. Porto Alegre/RS, 2012.
SAPIENZA, Bilê Tatit. Arte e existência. In: POMPÉIA, João Augusto; SAPIENZA, Bilê Tatit (Orgs.). Na presença do Sentido: Uma aproximação
fenomenológica a questões existenciais básicas. São Paulo: EDUC/Paulus, 2004.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL057 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO 4

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

MONICA PATRICIA DA SILVA SALES

Turma:

C

Ano: 2019 - 2º Semestre

CH:

120

II - EMENTA
Observação e análise crítica da prática docente dos anos iniciais do Ensino Fundamental, na escola – campo de estágio. Elaboração de projeto/
planejamento da intervenção, aplicação e execução do projeto/plano elaborado para atuação na docência nessa etapa de ensino.

III - OBJETIVOS
• Refletir sobre a docência nos anos iniciais do Ensino Fundamental a partir de aportes teórico-práticos e bases legais que orientam a docência
neste nível de ensino.
• Pesquisar a realidade pedagógica imediata de uma escola-campo, buscando evidenciar demandas e saberes em circulação, buscando
elementos para orientar sua proposta de intervenção;
• Planejar, organizar e desenvolver ações de ensino-aprendizagem de forma contextualizada às demandas e características locais e ao cenário
contemporâneo.
• Valorizar a prática docente como produtora de conhecimentos e como ponto de partida para a atividade reflexiva que fundamenta o trabalho do
professor na contemporaneidade.
• Realizar registros e compartilhá-los demonstrando capacidade reflexiva necessária no estágio supervisionado.
• Realizar intervenções ajustadas às necessidades da instituição na qual ocorre o estágio.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. I. O Estágio Supervisionado como núcleo articulador da formação profissional. Normas legais que regem o Ensino Fundamental
Pressupostos teórico-metodológicos do Estágio Supervisionado
A relação teoria-prática no estágio supervisionado e o professor reflexivo como pressupostos do estágio;
Ensino Fundamental: LDB nº 9394/96; Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

2. II. O Estágio no cotidiano das escolas públicas
Conhecimento da realidade - observação e análise, à luz de referenciais teóricos, das instituições escolares no âmbito do Ensino Fundamental,
particularmente da prática docente nos anos iniciais.
Identificação das possibilidades, problemáticas e necessidades inerentes ao processo ensino-aprendizagem.
Identificação de prioridades para definição do projeto de intervenção.
Elaboração do projeto/plano de intervenção.
3. III. A prática da regência por meio de projetos de intervenção
Desenvolvimento do projeto/plano de intervenção, no campo de estágio, a partir das prioridades identificadas.
Elaboração de relatório.
Seminários: socialização dos resultados

V - METODOLOGIA
A disciplina será desenvolvida através de observações e intervenções no cotidiano das escolas – campo de estágio. A articulação teoria-prática e o
compromisso assumido com a produção de conhecimentos serão priorizados na itinerância do estágio curricular.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será desenvolvida de forma processual a partir das observações do professor supervisor do estágio, dos
coordenadores pedagógicos, dos professores da escola e dos próprios alunos estagiários, considerando:
• pontualidade e assiduidade; compromisso; responsabilidade; projeto de intervenção; relatório final; produção de conhecimentos; participação e
envolvimento nos trabalhos desenvolvidos.
Além disso, os critérios de avaliação também levarão em consideração: a realização e entrega das atividades solicitadas, ao final de cada unidade,
dentro dos prazos estabelecidos.

VII - REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei n.9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília, DF, 1996.
CARVALHO, Ana Maria P. Prática de ensino: os estágios na formação dos professores. SP: Pioneira, 1985.
_____________________. A formação do professor e a prática de ensino. SP: Pioneira, 1988.
CARVALHO, Gislene T. R. D; ROCHA, Vera H. R. Formação de Professores e Estágios Supervisionados: relatos e reflexões. São Paulo: Andross,
2004
FREITAS, Deisi S. (et al). Ações educativas e Estágios Curriculares Supervisonados. Santa Maria, Ed da UFSM, 2007
FREITAS, Helena C. de. O trabalho como princípio orientador na prática de ensino e no estágio. SP: Papirus, 1991
GUEDIM, Evandro; OLIVEIRA, Elisangela S. de; ALMEIDA, Whasgthon A. de. Estágio e PESQUISA. SP: Cortez, 2015.
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. SP: Cortez, 1995.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004
RIANI, D. C. Formação do professor: a contribuição dos estágios supervisionados. SP: Lúmen, 1991.
ROMÃO, Eliana; NUNES, César; CARVALHO, J. Ricardo. Educação, Docência e Memória: dessa (fios) para a formação de

professores. Campinas, SP: Librum Editora, 2013.
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
ZABALZA, Miguel A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação universitária. SP: Cortez, 2014.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL059 - EDUCAÇÃO DO CAMPO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

ANA MARIA VERGNE DE MORAIS OLIVEIRA

Turma:

V

Ano: 2019 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo da dinâmica histórica da educação do campo brasileiro
segundo as novas proposições político-educacionais e legais para o desenvolvimento sustentável do território do campo, por novos desenhos
curriculares

III - OBJETIVOS
Objetivos:
Identificar e analisar, a partir da compreensão do conceito de Educação do Campo, as especificidades do campo enquanto espaço de vida e
produção.
Conhecer e analisar as bases legais da Educação do Campo na atualidade, nos seus limites e perspectivas.
Conhecer e analisar aspectos relevantes das condições de oferta da Educação do Campo e sua relação com as políticas educacionais
implementadas no campo, nas últimas décadas.
Refletir sobre aspectos teórico-metodológicos, de organização e funcionamento da Educação do Campo, a partir de experiências desenvolvidas por
movimentos sociais do campo e outros atores sociais.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. I UNIDADE
Da Educação Rural à Educação do/no campo: aspectos teórico-conceituais e históricos
2. I UNIDADE
Da Educação Rural à Educação do/no campo: aspectos teórico-conceituais e históricos
3. Marco Legal da Educação do Campo: LDB 9394/96 e Lei 12960/2014
4. Marco Legal da Educação do Campo: Diretrizes Operacionais da Educação do Campo/Resolução Nº 1/2002 e Diretrizes Complementares da
Educação do Campo/Resolução Nº 2/2008
5. Marco Legal da Educação do Campo: Decreto 7352/2010
6. O Plano Estadual de Educação-AL, a Resolução 040/2014 e a Educação do Campo
7. Práticas pedagógicas em escolas do campo: experiências contextualizadas de Educação do Campo (PEADS/CAT, Pedagogia da Alternância,
Pedagogia do Movimento Sem-Terra, Livro Contextualizado do Semi-árido, outras experiências).
8. Práticas pedagógicas em escolas do campo: experiências contextualizadas de Educação do Campo (PEADS/CAT, Pedagogia da Alternância,
Pedagogia do Movimento Sem-Terra, Livro Contextualizado do Semi-árido, outras experiências).
9. Práticas pedagógicas em escolas do campo: experiências contextualizadas de Educação do Campo (PEADS/CAT, Pedagogia da Alternância,
Pedagogia do Movimento Sem-Terra, Livro Contextualizado do Semi-árido, outras experiências).
10. Práticas pedagógicas em escolas do campo: experiências contextualizadas de Educação do Campo (PEADS/CAT, Pedagogia da Alternância,
Pedagogia do Movimento Sem-Terra, Livro Contextualizado do Semi-árido, outras experiências).
11. Práticas pedagógicas em escolas do campo: experiências contextualizadas de Educação do Campo (PEADS/CAT, Pedagogia da Alternância,
Pedagogia do Movimento Sem-Terra, Livro Contextualizado do Semi-árido, outras experiências).

V - METODOLOGIA
A compreensão da natureza e importância da disciplina dentro do contexto mais amplo de formação dos alunos e das alunas de Pedagogia deixa
evidente a necessidade de integrar às reflexões realizadas em sala de aula – a partir dos textos sugeridos e das aulas expositivas – outros
momentos também importantes do processo de ensino-aprendizagem. Dessa maneira, tem-se como proposta a realização de atividades de caráter
mais prático, seja através de visitas a escolas do campo em Alagoas, do contato com diferentes espaços e atores sociais da Educação do Campo
ou através da elaboração de pré-projetos educativos a partir dos estudos realizados. Poderemos realizar ainda seminários, mesas-redondas,
painéis, audiência a vídeos, filmes e documentários pertinentes aos temas estudados.

VI - AVALIAÇÃO
A trajetória dos alunos na disciplina será avaliada de maneira processual, através das atividades cotidianas de produção de textos (resumos,
resenhas e fichamentos, relatórios de estudo e pesquisa), da realização de seminários e outros trabalhos em grupo, e das atividades realizadas em
campo. Como forma complementar, serão realizadas avaliações mais pontuais, ao final das unidades didáticas. Tem-se como princípio a
necessidade de que a avaliação da disciplina seja feita cotidianamente também pelos alunos e alunas, como condição de melhoria da mesma.

VII - REFERÊNCIAS
ARROYO, Miguel Gonzalez. Os coletivos diversos repolitizam a formação. In: Quando a diversidade interroga a formação docente. Julio Emilio
Diniz-Pereira, Geraldo Leão, organizadores. – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008. – (Docência).
ARROYO, Miguel Gonzalez; CALDART, R. S. & MOLINA, M. C. Por uma educação básica do campo. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
BOF, Alvana Maria (organização); SAMPAIO, C. E. M et al. A educação no Brasil rural. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira, 2006.
CAMINI, Isabela. Escola Itinerante: na fronteira de uma nova escola. – São Paulo: Expressão Popular, 2009.
CANDIDO, Antonio. Os parceiros do Rio Bonito: estudo sobre o caipira e a transformação dos seus meios de vida. São Paulo: Livraria Duas
Cidades, 1982.
CARNEIRO, Moaci Alves. LDB Fácil: leitura crítico-compreensiva artigo a artigo/Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1982. (p. 24-36)
GIMONET, Jean-Claude. Praticar e compreender a Pedagogia da Alternância dos CEFFAS. Petrópolis, RJ: Vozes, Paris: AIMFR – Associação
Internacional dos Movimentos Familiares de Formação Rural, 2007. – (Coleção Aidefa – Alternativas Internacionais em Desenvolvimento, Educação,
Família e Alternância).
HENRIQUES, Ricardo; MARANGON, Antônio; DELAMOURA, Michiele & CHAMUSCA, Adelaide. (orgs.) Educação do Campo: diferenças mudando
paradigmas. – Brasília: SECAD/MEC; Cadernos SECAD 2, março de 2007.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Panorama da Educação no Campo. – Brasília: INEP,
2007.
LEITE, Sérgio Celani. Escola rural: urbanização e políticas educacionais. – São Paulo: Cortez, 1999 – (Coleção Questões da Nossa Época; v. 70).
MEC/SECAD – Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas escolas do campo. Resolução CNE/CEB N° 1, de 3 de abril de 2002.
MOC/Movimento de Organização Comunitária. Escola Rural: uma experiência, uma proposta. Feira de Santana (BA). MOC/UEFS, Prefeituras
Municipais de Feira de Santana, Retirolândia, Santa Luz, Santo Estevão e Valente, 1998.
RAMOS, Maria Nogueira; MOREIRA, T. M. & SANTOS, C. A. Referências para uma política nacional de Educação do Campo: Caderno de
Subsídios. – Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica; Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo, 2004.
RIBEIRO, Marlene. Movimento Camponês, trabalho e educação: liberdade, autonomia, emancipação: princípios/fins da formação humana. – São
Paulo: Expressão Popular, 2010.
SARMENTO, Walney Souza M. Sociologia rural: seleção de textos. Salvador, Universidade Federal da Bahia, 1978.
SECRETARIA EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE ALAGOAS. Comitê Gestor do Plano Estadual de Educação. Lei 6.657 de 3 de agosto
de 2006. Plano Estadual de Educação. PEE 2006/2015. Maceió, 2006.
THERRIEN, Jacques. & DAMASCENO, M. N. (coords.). Educação e Escola no Campo. Campinas: Papirus, 1993. (Coleção Magistério, formação e
trabalho pedagógico).

UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO-RS. Idéias para atividades com classes multisseriadas/coord. Ed. Ver. Norah de Toledo Boor; elab. Athos Ruy
Rodrigues da Silva... (et al.)., 1991. (Série Idéias; 6).
VEIGA, José Eli da. Cidades imaginárias: o Brasil é menos urbano do que se calcula. 2ª edição. Campinas, SP: Autores Associados, 2003.

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Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL065 - LITERATURA INFANTIL

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

GISELLY LIMA DE MORAES | CAROLINA NOZELLA GAMA | SILVANA PAULINA DE SOUZA

Turma:

M

Ano: 2017 - 2º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Leitura e análise de obras da literatura infanto-juvenil voltadas para a ação e papel do professor como leitor para/com seus alunos, visando o
tratamento didático que considere o lúdico, a literatura de tradição oral e a formação do
gosto literário, desde a Educação Infantil até os anos iniciais do
Ensino Fundamental.

III - OBJETIVOS
•
Refletir sobre o caráter estético da literatura infantil e sobre sua recepção;
•
Conhecer diferentes obras e autores de literatura infanto-juvenil;
•
Compreender a função e o papel da literatura infantil na formação de crianças e jovens;
•
Construir critérios de seleção, apoiando-se no referencial teórico estudado, para a seleção de obras a serem utilizadas
na prática pedagógica.
•
Trabalhar aspectos da mediação leitora por meio de atividades de pré-leitura, leitura e pós-leitura, considerando-se as
estratégias de leitura e o papel do professor/a;
•
Refletir acerca de tipos e gêneros literários no que se refere as suas características e possibilidades de leituras.

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. UNIDADE I
A formação do leitor de literatura
A importância da mediação do professor
As estratégias de leitura e sua contribuição para o trabalho com o texto literário
Atividades de pré-leitura, leitura e pós-leitura
A poesia folclórica e a poesia artística
Poesia, poemas e poetas
Leitura e análise de poemas de diversos autores

2. UNIDADE II
A formação do gosto literário
Os contos de fadas: narrativas literárias significativas
A narrativa no livro de imagem
Apreciação de textos literários
Leitura e análise de narrativas diversas

V - METODOLOGIA
Pretende-se desenvolver um trabalho diversificado, lúdico, porém reflexivo e fundamentado teoricamente. Para isso serão utilizadas estratégias de
ensino-aprendizagem participativas, que envolvem exposições orais, leituras literárias e teóricas, produção de textos e contação de histórias. A
Produção de textos será um recurso para a troca de conhecimentos e para a realização de sínteses das discussões e serão feitas numa perspectiva
interacionista e significativa, podendo culminar com a produção de um blog.

VI - AVALIAÇÃO
A avaliação da aprendizagem será qualitativa, processual e contínua, por meio de acompanhamento do desenvolvimento do aluno e da turma,
conforme produção das memórias de curso que serão compartilhadas através de um blog. Entre outros poderão ser utilizados como procedimentos
de avaliação: elaboração de textos contendo relato de experiências, vivências, interação entre os alunos, participação nas atividades propostas.
Serão também considerados, para efeito de avaliação, o desenvolvimento de capacidades cognitivas, de habilidades e a formação de atitudes
inerentes ao exercício da docência, tais como: criatividade, autonomia, capacidade de reflexão, compromisso, assiduidade, pontualidade e
participação.

VII - REFERÊNCIAS
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil. São Paulo: Scipione, 1997.
AMARILHA, Marly. Estão Mortas as fadas? Literatura infantil e prática pedagógica. Petrópolis: RJ: Vozes, 1997.
AMARILHA, Marly. Alice que não foi ao país das maravilhas: a leitura crítica na sala de aula. Petrópolis: RJ: Vozes, 2006.
CADEMARTORI, L. O que é literatura infantil. São Paulo: Brasilense, 1986.
COLOMER, Teresa. A formação do leitor literário. São Paulo: Global, 2003.
COLOMER, Teresa. Andar entre livros: a leitura literária na escola. São Paulo: Global, 2007.
FARIA, Maria Alice. Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004
LAJOLO, M; ZILBERMAN, R. Literatura infantil brasileira: histórias e histórias. 4 ed. São Paulo: Ática, 1988.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo: Global, 2003.

ZILBERMAN, Regina. Como e por que ler a literatura infantil brasileira. São Paulo: Objetiva, 2005.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL
Plano de Curso
I - IDENTIFICAÇÃO
Disciplina:

PEDL076 - CULTURA MIDIÁTICA E EDUCAÇÃO

Curso:

PEDAGOGIA - CAMPUS MACEIÓ

Docente:

TIAGO PENNA

Turma:

N

Ano: 2018 - 1º Semestre

CH:

40

II - EMENTA
Estudo da função e do impacto da cultura midiática da sociedade da informação e da mídia nos processos educativos escolares e não escolares,
com repercussões na formação de sujeitos, envolvendo questões de identidade, alteridade, raça, sexualidade e linguagem na contemporaneidade.

III - OBJETIVOS
Geral: Avaliar e analisar criticamente o papel e o potencial da cultura midiática contemporânea, em sua potencialidade de apropriação pedagógica embora heterodoxa - na formação da subjetividade do alunado; e dos caracteres intrínsecos à finalidade da arte: ou papéis terapêutico, pedagógico
e político. e como elas podem incidir na formação educacional do sujeito contemporâneo.
Específicos:
i)
Apreender o conceito de sociedade da informação;
ii) Compreender a noção de Cultura como alicerce na formação do sujeito;
iii) Entender a dicotomia entre Arte e Indústria Cultural;
iv) Apreender os veículos midiáticos como formadores da personalidade (subjetividade) dos indivíduos contemporâneos;
v)
Compreender a arte como instrumento educacional;

IV - CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. i)

Conceito de Informação e de Conhecimento;

2. ii)

Conceito de Arte e Cultura como constituintes da formação da identidade e formação de caráter dos sujeitos;

3. iii)

A música e o cinema como formas de arte, e como produto cultural;

4. iv)

O rádio e a televisão como instrumentos da percepção e experiência estética dos espectadores;

5. v)

O processo ensino-aprendizagem através da arte e da cultura.

V - METODOLOGIA
1) Aulas expositivas;
2) Leitura sistemática de textos críticos;
3) Exibição de vídeos, e outras interatividades midiáticas.

VI - AVALIAÇÃO
1) Provas e/ou trabalhos individuais;
2) Seminários em grupo;
3) Trabalhos extra-classe (tais como fichamentos e resenhas críticas);
4) Participação coerente em sala de aula.

VII - REFERÊNCIAS
ADORNO, Theodor. A indústria cultural. IN: ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad.
Guido Antônio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997. 6ª reimpr.
ARISTÓTELES. Poética. Tradução, comentários e índices analítico e onomástico de Eudoro de Souza. São Paulo: Nova Cultural, 1991. (Col. Os
Pensadores.)
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Pequena história da fotografia. In: ______. Obras escolhidas. Tradução
de Sergio Paulo Rouanet. 10. reimpr. São Paulo: Brasiliense, 1996. v. 1: magia e técnica, arte e política
DELEUZE, Gilles. O ato de criação. Folha de São Paulo, São Paulo, 1999.
http://www.youtube.com/watch?v=FSiacivfJEE

NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. São Paulo: Ática, 1991.