Resolução nº 001/2024 - Estrutura Acadêmica e Integralização Curricular - Turmas a partir de 2024.1

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Resolução 001-2024 - Estrutura Acadêmica e Integraliação Curricular_Renoen_Ufal.pdf
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                    Universidade Federal de Alagoas
Centro de Educação
Rede Nordeste de Ensino(RENOEN)
Curso Doutorado em Ensino
UFS/UFAL/UFC/UEPB/IFCE/UFRPE/UESB/IFRN/UEMA

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001/2024-RENOEN/UFAL

Dispõe sobre a Estrutura Acadêmica e
Integralização Curricular do Curso de Doutorado
em
Ensino
da
RENOEN/UFAL
para
doutorandos(as)
que
ingressaram
neste
programa de pós-graduação a partir de 2024.

CONSIDERANDO

o

que

estabelece

a

Resolução

nº

31/2022

da

Universidade Federal de Sergipe (UFS) que aprovou as alterações no Regimento
Interno do Renoen;
CONSIDERANDO a Instrução Normativa nº 005/2021 que disciplina a
Estrutura Curricular do Programa de Pós-graduação da Rede Nordeste de Ensino
(Renoen);
CONSIDERANDO o que estabelece a Resolução nº 37/2022- Consuni/Ufal
que aprova o Regulamento Geral dos Programas de Pós-graduação stricto sensu da
Ufal;
CONSIDERANDO o que estabelece a Resolução nº 13/2019 – Fale/Ufal,que
disciplina os procedimentos relativos ao exame de proficiência de compreensão
escrita de textos científicos em língua estrangeira para falantes nativos de língua
portuguesa, e em língua portuguesa ou qualquer outra língua que não seja a
respectiva língua materna, para falantes nativos de outras línguas para processos
seletivos de Programas de Pós-Graduação no âmbito da UFAL;

CONSIDERANDO o que estabelece a Instrução Normativa nº 01/2020 que
institui as orientações para comprovação de proficiência, com vistas aos processos
de proficiência em línguas estrangeiras no âmbito da Ufal, junto aos Programas de
Pós-graduação;
CONSIDERANDO

o

que

estabelece

a

Resolução

nº

001/2023

–

Renoen/Ufal que dispõe sobre a Estrutura Acadêmica e Integralização Curricular do
Curso de Doutorado em Ensino da Renoen/Ufal;
CONSIDERANDO as deliberações da quarta Reunião Ordinária 2023 do
Colegiado Geral da Renoen, ocorrida aos 11 dias do mês de outubro do ano de dois
mil e vinte e três;
CONSIDERANDO as deliberações da primeira Reunião Ordinária 2024 do
Colegiado da Renoen Ufal, ocorrida aos 21 dias do mês de fevereiro do ano de dois
mil e vinte e quatro;
O Colegiado do Renoen, Polo da Ufal, resolve:

Art. 1. Aprovar a criação da estrutura curricular do curso de Doutorado em
Ensino da Renoen/UFAL, para as turmas criadas a partir de 2024, de acordo com os
Anexos I, II e III desta resolução.
Art. 2. A Renoen possui a área de concentração “Ensino, Currículo e
Processos de Ensino-Aprendizagem”: a área de concentração como espaço de
investigação que tem como objeto o ensino, o currículo e as práticas pedagógicas,
desenvolve estudos de natureza teórica e empírica, abrangendo diversos espaços
institucionais, culturais, históricos e sociais. Nesse sentido, contempla pesquisas
com distintas abordagens – epistemológica, histórica, política e/ou sociológica,
acerca de: 1) interações ensino-aprendizagem; organização didática do processo de
ensino aprendizagem; relações entre conhecimentos específicos, práticas escolares,
mediações pedagógicas e saberes ensinados; processos de construção do
conhecimento em sala de aula; formas de apropriação e uso de diferentes
linguagens, materiais de ensino e tecnologias; 2) imbricações oriundas da teoria e
da prática no processo de formação (inicial e continuada) e atuação docente;
estudos sobre sistemas, desenvolvimento curricular e políticas de formação;
profissionalização e prática docente; tecnologias de informação e comunicação
(TIC), em situação de ensino presencial e a distância, e, 3) múltiplas dimensões do

currículo, desde a elaboração de planos e propostas, produção de materiais
didáticos, até as práticas de ensino desenvolvidas nas escolas e discussões acerca
de concepções e práticas avaliativas.

Art. 3. Ficam instituídas as três linhas de pesquisa do Renoen: a) Linha 1Ensino, currículo e cultura; b) Linha 2 - Práticas Pedagógicas na Educação em
Ciências e Matemática; c) Linha 3 - Ensino Tecnológico: práticas e construções
curriculares.
a) Linha 1 - Ensino, currículo e cultura: articula análises e estudos relativos
às políticas e práticas curriculares, ao trabalho pedagógico e à formação de
professores, assim como as implicações da diversidade e do contexto históricosocial, cultural e ambiental na sociedade contemporânea e no processo educativo
das ciências, humanidades e artes. Esta linha de pesquisa permite desvelar
questões como as dimensões da experiência escolar (sua estrutura, seletividade e
os parâmetros de agrupamento escolar, os tempos escolares, as relações de
gênero, étnico-raciais, inclusivas, ambientais, a organização do conhecimento
escolar (manuais escolares, organização formal dos conteúdos); a caracterização
escolar da aprendizagem (os rituais e usos, a avaliação, os processos disciplinares);
b) Linha 2 - Práticas Pedagógicas na Educação em Ciências e Matemática:
investigações sobre práticas e estratégias didático-pedagógicas no âmbito de
espaços educativos diversos (formais e não formais), a partir de bases
epistemológicas

consistentes

que

venham

a

impactar

a

apropriação

de

conhecimentos cognitivos e meta cognitivos de ciências e matemática por um
público diverso. Nesta linha priorizam-se pesquisas relacionadas à descrição e
análise da prática docente, envolvendo o ensino e a aprendizagem de ciências e
matemática, assim como a formação docente;
c) Linha 3 - Ensino Tecnológico: práticas e construções curriculares:
Destina-se a discussões sobre o ensino tecnológico em todos os seus níveis
(básico, superior e formação de professores para o ensino de tecnologia), a partir de
estudos sobre as práticas e aspectos curriculares, e inovações pedagógicas. Esta
linha tem por finalidade subsidiar investigações sobre o fazer pedagógico em estreita
relação entre a ciência e a tecnologia. São focos da linha o ensino de engenharia, a
alfabetização científica e tecnológica, a formação integral do indivíduo, as relações
Ciências, Tecnologia e Sociedade no Ensino, além de estudos curriculares sobre

formações técnicas.

Art. 4. Ficam criados os seguintes componentes curriculares:
RENOEN0007 - ARTIGO EM REVISTA OU CAPÍTULO DE LIVRO - I - 30h
RENOEN0008 - ARTIGO EM REVISTA OU CAPÍTULO DE LIVRO - II - 30h
RENOEN0025 - QUALIFICAÇÃO DA TESE - 0h
RENOEN0026 - DEFESA DE TESE - 0h
RENOEN0027 - PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA - INGLÊS - 0h
RENOEN0028 - PROFICÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA: FRANCÊS OU ESPANHOL - 0h
RENOEN0030 - ESTÁGIO DE DOCÊNCIA I - 30h
RENOEN0031 - ESTÁGIO DE DOCÊNCIA II - 30h
RENOEN0032 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - I - 15h
RENOEN0033 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - II - 15h
RENOEN0034 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - III - 15h
RENOEN0035 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - IV - 15h
RENOEN0036 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - V - 15h
RENOEN0037 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - VI - 15h
RENOEN0038 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - VII - 15h
RENOEN0039 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA - VIII - 15h
RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE MATERIAIS DIDÁTICOS - 60h
RENOEN0002 - METODOLOGIA DA PESQUISA EM ENSINO - 60h
RENOEN0003 - LINGUAGEM, COGNIÇÃO E EMOÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E
MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0004 - ESTUDOS EM ENSINO E APRENDIZAGEM - 60h
RENOEN0005 - ENSINO, CURRÍCULO E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - 60h
RENOEN0006 - ENSINO E DIVERSIDADE CULTURAL - 60h
RENOEN0009 - ARTIGO EM REVISTA OU CAPÍTULO DE LIVRO - III - 30h
RENOEN0010 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ENSINO DE MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0011 - TÓPICOS ESPECIAIS EM ENSINO DE CIÊNCIAS - 60h
RENOEN0012 - TEORIAS DA APRENDIZAGEM - 60h
RENOEN0013 - ANÁLISE DE CONTEÚDO - 60h
RENOEN0014 - TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO - 60h
RENOEN0015 - RESOLUÇÃO, PROPOSIÇÃO E EXPLORAÇÃO DE PROBLEMAS E
CONSTRUTIVISMO SOCIAL - 60h
RENOEN0016 - MODELOS E MODELIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICA 60h
RENOEN0017 - LINGUAGEM, APRENDIZAGEM E CONTEXTOS: UM OLHAR PARA PERFIS
CONCEITUAIS E PROCESSOS DE CONCEITUAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS - 60h
RENOEN0018 - GÊNERO DO DISCURSO NA PESQUISA NA SALA DE AULA - 60h

RENOEN0019 - FORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA, CIDADANIA E INOVAÇÃO
CURRICULAR - 60h
RENOEN0020 - EPISTEMOLOGIAS PARA UMA ABORDAGEM COMPREENSIVA DA EDUCAÇÃO
AMBIENTAL - 60h
RENOEN0021 - ENSINO-APRENDIZAGEM DE CONCEITOS COMPLEXOS E A CONSTRUÇÃO DA
FLEXIBILIDADE COGNITIVA - 60h
RENOEN0022 - DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO - 60h
RENOEN0023 - AVALIAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0024 - ARGUMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA - 60h
RENOEN0029 - ATIVIDADE DE PESQUISA - 0h
RENOEN0040 - PUBLICAÇÃO DE TRABALHO COMPLETO EM ANAIS DE EVENTO - I - 15h
RENOEN0041 - PUBLICAÇÃO DE TRABALHO COMPLETO EM ANAIS DE EVENTO - II - 15h
RENOEN0042 - ORIENTAÇÃO DE TCC OU INICIAÇÃO CIENTÍFICA - I - 15h
RENOEN0043 - ORIENTAÇÃO DE TCC OU INICIAÇÃO CIENTÍFICA - II - 15h
RENOEN0044 - PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE DEFESA - I - 15h
RENOEN0045 - PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE DEFESA - II - 15h
RENOEN0046 - PSICANÁLISE E ENSINO - 60h
RENOEN0047 - DIALOGICIDADE E COMPLEXIDADE EM PAULO FREIRE - 60h
RENOEN0048 - EDUCAÇÃO PARA A EMERGÊNCIA CLIMÁTICA - 60h
RENOEN0049 - TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A PESQUISA EM ENSINO - 60h
RENOEN0050 - ANÁLISE DIALÓGICA DO DISCURSO - 60h
RENOEN0051 - ENSINO DE CIÊNCIAS PARA CRIANÇAS - 60h
RENOEN0052 - PSICOLOGIA CULTURAL DA DINÂMICA SEMIÓTICA - 60h
RENOEN0053 - TÓPICOS ESPECIAIS I - 60h
RENOEN0054 - TÓPICOS ESPECIAIS II - 60h
RENOEN0055 - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE - 60h
RENOEN0056 - FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA E
TECNOLÓGICA - 60h
RENOEN0057 - REDES SOCIOTÉCNICAS E PRÁTICAS CURRICULARES - 60h
RENOEN0058 - PLANEJAMENTO, CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO
- 60h
RENOEN0059 - ENSINO TECNOLÓGICO E TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS
E ENSINO DE ENGENHARIAS I - 60h
RENOEN0060 - ENSINO TECNOLÓGICO E TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS
E ENSINO DE ENGENHARIAS II - 60h
RENOEN0061 - TÓPICOS ESPECIAIS III - 60h

Art. 5. Para a realização das disciplinas e atividades complementares,

serão observados os critérios dispostos nesta instrução normativa, bem como nas
Normas Acadêmicas da Pós-Graduação stricto sensu da Ufal - Resolução nº
37/2022- Consuni/Ufal.

Art. 6. A estrutura curricular do curso de Doutorado em Ensino terá carga
horária mínima de 36 créditos exigidos para sua integralização curricular,
distribuídos em:
I.

Disciplinas, conforme Apêndice I :a) disciplinas obrigatórias da área

de concentração (mínimo de 8 créditos), b) disciplinas obrigatórias da linha de
pesquisa (mínimo de 8 créditos), c) disciplinas optativas (mínimo de 8 créditos);
II.

Atividades complementares obrigatórias, conforme Apêndice II:

a) Proficiência em Língua Estrangeira (Inglês) (0 créditos), b) Proficiência em
Língua Estrangeira (Espanhol/Francês) (0 créditos), c) Participação em Grupo de
Pesquisa (08 créditos), d) Estágio de Docência (0 créditos), e) Artigo em Revista ou
Capítulo de Livro (mínimo de 4 créditos), f) Exame de Qualificação (0 créditos), g)
Defesa de tese (0 créditos);
III.

Atividades complementares optativas, conforme Apêndice III: a)

publicação de trabalho completo em anais de evento (até 2 créditos); b) Orientação
e TCC ou Iniciação Científica (até 2 créditos), c) Participação em banca de defesa
(até 2 créditos).

Quadro 1: Vínculo das disciplinas, área de concentração e linhas de pesquisa
Vínculo

Disciplina
RENOEN0002

-

METODOLOGIA

DA

PESQUISA EM ENSINO - 60h
RENOEN0004 - ESTUDOS EM ENSINO E
APRENDIZAGEM - 60h
Área de concentração
Ensino, Currículo e Processos de

RENOEN0022 - DIDÁTICA E METODOLOGIA
DO ENSINO - 60h

Ensino/Aprendizagem

RENOEN0049 - TÉCNICAS ESTATÍSTICAS

(obrigatório 8 créditos)

APLICADAS A PESQUISA EM ENSINO - 60h
RENOEN0013 - ANÁLISE DE CONTEÚDO 60h
RENOEN0012

-

TEORIAS

DA

APRENDIZAGEM - 60h
RENOEN0050 - ANÁLISE DIALÓGICA DO

DISCURSO - 60h
RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE
MATERIAIS DIDÁTICOS - 60h
RENOEN0047

-

DIALOGICIDADE

E

COMPLEXIDADE EM PAULO FREIRE - 60h;
RENOEN0048

-

EDUCAÇÃO

PARA

A

EMERGÊNCIA CLIMÁTICA - 60h
RENOEN0046 - PSICANÁLISE E ENSINO –
60h
RENOEN0006 - ENSINO E DIVERSIDADE
CULTURAL - 60h
RENOEN0005 - ENSINO, CURRÍCULO E
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - 60h
RENOEN0023 - AVALIAÇÃO NO ENSINO DE
Linha 1- Ensino, currículo e cultura
(obrigatório 8 créditos)

CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0020
UMA

-

EPISTEMOLOGIAS PARA

ABORDAGEM

COMPREENSIVA

DA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL - 60h
RENOEN0014 - TECNOLOGIAS DIGITAIS NO
ENSINO- 60h
RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE
MATERIAIS DIDÁTICOS - 60h
RENOEN0053 - TÓPICOS ESPECIAIS I - 60h
RENOEN0054 - TÓPICOS ESPECIAIS II - 60h
RENOEN0061 - TÓPICOS ESPECIAIS III - 60h
RENOEN0003 - LINGUAGEM, COGNIÇÃO E
EMOÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E
MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE
MATERIAIS DIDÁTICOS - 60h
RENOEN0024

-

ARGUMENTAÇÃO

APRENDIZAGEM

NA

E

EDUCAÇÃO

CIENTÍFICA - 60h
Linha 2 – Práticas Pedagógicas na

RENOEN0021 - ENSINO-APRENDIZAGEM DE

Educação em Ciências e Matemática

CONCEITOS

(obrigatório 8 créditos)

CONSTRUÇÃO

COMPLEXOS

E

A

DA

FLEXIBILIDADE

-

LINGUAGEM,

COGNITIVA - 60h
RENOEN0017

APRENDIZAGEM E CONTEXTOS: UM OLHAR

PARA PERFIS CONCEITUAIS E PROCESSOS
DE

CONCEITUAÇÃO

NO

ENSINO

DE

CIÊNCIAS - 60h
RENOEN0015 - RESOLUÇÃO, PROPOSIÇÃO
E

EXPLORAÇÃO

DE

PROBLEMAS

E

CONSTRUTIVISMO SOCIAL - 60h
RENOEN0051 - ENSINO DE CIÊNCIAS PARA
CRIANÇAS - 60h
RENOEN0016 - MODELOS E MODELIZAÇÃO
NA

EDUCAÇÃO

EM

CIÊNCIAS

E

MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0014 - TECNOLOGIAS DIGITAIS NO
ENSINO- 60h
RENOEN0052 - PSICOLOGIA CULTURAL DA
DINÂMICA SEMIÓTICA - 60h
RENOEN0053 - TÓPICOS ESPECIAIS I - 60h
RENOEN0054 - TÓPICOS ESPECIAIS II - 60h
RENOEN0061 - TÓPICOS ESPECIAIS III - 60h
RENOEN0055 - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E
SOCIEDADE - 60h
RENOEN0016 - MODELOS E MODELIZAÇÃO
NA

EDUCAÇÃO

EM

CIÊNCIAS

E

MATEMÁTICA - 60h
RENOEN0019 - FORMAÇÃO CIENTÍFICA E
TECNOLÓGICA, CIDADANIA E INOVAÇÃO
Linha 3. Ensino Tecnológico: práticas e

CURRICULAR – 60h

construções curriculares

RENOEN0014 - TECNOLOGIAS DIGITAIS NO

(obrigatório 08 créditos)

ENSINO- 60h
RENOEN0015 - RESOLUÇÃO, PROPOSIÇÃO
E

EXPLORAÇÃO

DE

PROBLEMAS

E

CONSTRUTIVISMO SOCIAL - 60h
RENOEN0056

-

EPISTEMOLÓGICOS

FUNDAMENTOS
DA

EDUCAÇÃO

CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - 60h
RENOEN0058

-

CONSTRUÇÃO

E

PLANEJAMENTO,
VALIDAÇÃO

TECNOLOGIAS NO ENSINO - 60h

DE

RENOEN0057 - REDES SOCIOTÉCNICAS E
PRÁTICAS CURRICULARES - 60h
RENOEN0059 - ENSINO TECNOLÓGICO E
TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE
CIÊNCIAS E ENSINO DE ENGENHARIAS I
RENOEN0060 - ENSINO TECNOLÓGICO E
TECNOLOGIAS DIGITAIS NO ENSINO DE
CIÊNCIAS E ENSINO DE ENGENHARIAS II
RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE
MATERIAIS DIDÁTICOS - 60h
RENOEN0053 - TÓPICOS ESPECIAIS I - 60h
RENOEN0054 - TÓPICOS ESPECIAIS II - 60h
RENOEN0061 - TÓPICOS ESPECIAIS III - 60h

Obs.: Um credito é computado a cada 15h cursadas.

Art. 7. Esta Resolução entra em vigor e será implementada apenas para as
matrículas realizadas a partir do ano de 2024 e para aqueles(as) que optarem por
mudança da matriz curricular.

Renoen/Ufal, 21 de fevereiro de 2024.

Prof. Ivanderson Pereira da Silva
Coordenador da Renoen/Ufal
Presidente do Colegiado

ANEXO I - EMENTÁRIO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DA ÁREA DE
CONCENTRAÇÃO, DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DAS LINHAS DE
PESQUISA E DISCIPLINAS OPTATIVAS

a) Disciplinas obrigatórias da área de concentração (comuns a todos/as
os/as doutorandos/as)
Disciplina: Metodologia da pesquisa em ensino
Código do componente curricular: RENOEN0002 - METODOLOGIA DA PESQUISA EM ENSINO
Créditos:4
Ementa: A pesquisa e suas implicações sociais. Principais abordagens metodológicas da pesquisa
educacional na área de Ensino: pesquisa experimental; pesquisa-ação e pesquisa participante;
estudo de caso; estudo etnográfico; análise de conteúdo; pesquisa histórica; pesquisa bibliográfica;
estudos longitudinais e transversais. Métodos qualitativos e quantitativos na pesquisa em ensino.
Bibliografia:
ADURIZ-BAVO,A.Una introducción a la naturalez de la ciência:la epistemologia en la enseñanza de
las ciencias naturales. Buenos Aires:Fondo de Cultura Económica,2005.CARVALHO,A.M.P.;
CASTRO,R.S.;MORTIMER,E.F.;LABURU,C.E.Pressupostos
epistemológicos para a pesquisa em ensino de ciências. Cadernos de Pesquisa(Fundação Carlos
Chagas).São Paulo,v.82,p.85-89,1992.
CHIZZOTTI,A.
Pesquisa
em
ciências
humanas
e
sociais.
9ed.
São
Paulo:Cortez,2009.COLLINS,Harry; PINCH, Trevor. O Golem: o que você deveria saber sobre a
ciência. Belo Horizonte:Fabrefactum,2010.
CONDE,Mauro L. Leitão(Org.).Ludwig Fleck:estilos de pensamento na ciência. Belo Horizonte:Fino
Traço,2012.
DORNELES,A.;GALIAZZI,M.C.. Investigação Narrativa em Rodas de Formação de Professores de
Química. Enseñanza de las ciencias, v. Extra, p. 2743, 2017. GAMBOA, S. A. S. Pesquisa
qualitativa:superando tecnicismos e falsos dualismos. Contrapontos v.3,n3,p.393-405.
Itajaí,set./dez.2003.
GATTI,B.A.Pesquisa,Educação e Pós-Modernidade: Confrontos e dilemas. Cadernos de
pesquisa,v.35,n.126,p.595-608,set./dez,2005.
GIORDAN,A.;VECCHI,G.de As origens do saber:das concepções dos aprendentes aos conceitos
científicos. Porto Alegre:Artes Médicas,1996.
GOERGENS,P.L. A crítica da modernidade e a educação. Proposições.v.7;n.2.p.528,jul,1996.GÜLLICH, R. I. C. Investigação-formação-ação em ciências: um caminho para reconstruir
a relação entre livro didático,o professor e o ensino.Curitiba:Prismas,2013.
LATOUR,Bruno;WOOLGAR, Steven. Vida de laboratório:a produção dos fatos científicos. Rio de
Janeiro:Delume Dumará,1997.
LOPES, A.R.C. Conhecimento escolar: ciência e cotidiano. Rio de Janeiro: Ed. UERJ,
1999.MACEDO,R.S.A etnopesquisa implicada:pertencimento,criação de saberes e afirmação.
Brasília:Liber Livro,2012.
MOREIRA,Herivelto;CALEFFE,Luiz G. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de
Janeiro:DP&A,2006.
NAKAYAMA, Bárbara C.; PASSOS, Laurizete F. (Orgs.). Narrativas, pesquisa e formação de
professores: dimensões epistemológicas, metodológicas e práticas. Curitiba: Ed. CRV,
2018.POUPART,Jean
Tal.
A
pesquisa
qualitativa:
enfoques
epistemológicos
e
metodológicos.4.ed.Petrópolis:Vozes,2014.
PRAIA,J.;CACHAPUZ,A.;GIL-PÉREZ,D.Problema, teoria e observação em ciência: para uma
reorientação epistemológica da educação em ciência. Ciência & Educação, v. 8, n. 1, p.127145,2002.
REIS,LucianaA.;SOUZA FILHO,Argemiro R.;SANTOS,Joselito(Orgs.).Itinerários metodológicos.
Vitória da Conquista:Edições UESB,2017.
ROSA C. W.; ROSA, A. B. Discutindo as concepções epistemológicas a partir da metodologia
utilizada no laboratório didático de Física.Revista Ibero-americana de Educação,n.52/6,p.1-11,2010.
SAITO, F.; BROMBERG, C. História e Epistemologia da Ciência. In: BELTRAN, M. H. R.; SAITO,

F.TRINDADE, L. S. P. (Org.). História da Ciência: Tópicos atuais. São Paulo: CAPES/Ed. Livraria da
Física,2010.p.101-117.
SANFELICE,J.L.Pós-modernidade,ética e educação. Educação & Sociedade,v.22,n.76,Outubro.2001
SANTOS, A. R. ; GALIAZZI, M. C. ; SIMPLICIO, R. . A análise textual discursiva na pesquisa em
educação química:a categorização como possibilidade de ampliação de horizontes. INICIAÇÃO &
FORMAÇÃO DOCENTE,v.4,p.167-178,2017.
SOUSA, R. S.; GALIAZZI, M. C. A categoria na análise textual discursiva: sobre método e sistema em
direção à abertura interpretativa. Revista Pesquisa Qualitativa,v.5,p.514-538,2017.
SOUSA, R. S.; GALIAZZI, M. C. Compreensões Acerca da Hermenêutica na Análise Textual
Discursiva:Marcas Teórico-Metodológicas à Investigação. CONTEXTO & EDUCAÇÃO,v.31,p.3355,2016.
SOUSA,R.S.;GALIAZZI,M.C.; SCHMIDT,E.B. Interpretações Fenomenológicas e Hermenêuticas a
partir da Análise Textual Discursiva: A Compreensão em Pesquisas na Educação em Ciências.
Revista Pesquisa Qualitativa,v.4,p.311-333,2016.

Disciplina: Estudos em ensino e aprendizagem
Código do componente curricular: RENOEN0004 - ESTUDOS EM ENSINO E APRENDIZAGEM
Créditos: 4
Ementa: Estudo das teorias que fundamentam os processos de ensino e aprendizagem. O ensino e
a mediação pedagógica. A contextualização do ensino de ciências. As relações entre ensino,
aprendizagem e desenvolvimento humano. Análise das relações entre aprendizagem e
desenvolvimento e implicações para as práticas pedagógicas em Ciências e Matemática. A
aprendizagem de ciências e sua interface como desenvolvimento cultural.
Bibliografia:
BASTOS, F. Construtivismo e Ensino de Ciências. In: NARDI, R. (Org.). Questões atuais no Ensino
de Ciências. São Paulo: Escrituras, 1998. p. 9-25. (Educação para a ciência, 2). BASTOS, F.;NARDI,
R.; DINIZ, R. E. da S.; CALDEIRA, A. M. de A. Da necessidade de um pluralidade de interpretações
acerca do processo de ensino e aprendizagem em ciências:re-visitando os debates sobre
Construtivismo. In: NARDI, R.; BASTOS, F.; DINIZ, R. E. da S. (orgs.). Pesquisas em Ensino de
Ciências:contribuições para a formação de professores. São Paulo: Escrituras,2004.
BRANSFORD, John D.; BROWN, Ann L.; Cocking, Rodney R. How People Learn: Brain, Mind,
Experience, and School: Expanded Edition, Committee On Developments In the Science of
Learning.2000. PDF disponível em http://www.nap.edu/catalog.php?record_id=9853.
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COLL,C.;DEREK,E. Ensino, aprendizagem e discurso em sala de aula.Artmed,1998.
DELATAILLE,Y.O erro na perspectiva piagetiana.In:AQUINO,J.G.(Org.). Erro e fracasso na escola:
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DUIT, R., TREAGUST, D. F. Conceptual change: a powerful framework for improving science
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Ensinar e aprender na escola. Curitiba:Ed.CRV,2018.

Disciplina: Gênero do discurso na pesquisa na sala de aula
Código do componente curricular: “RENOEN0018 - GÊNERO DO DISCURSO NA PESQUISA NA
SALA DE AULA - 60h”
Créditos: 4
Ementa: Gêneros do discurso (Bakhtin). Gêneros acadêmicos, orais e escritos. Gêneros do discurso
conforme as tendências de pesquisa. Gêneros do discurso em sala de aula de ensino de Ciências e
Matemática. Ética e Escrita. Produtivismo acadêmico (plágio, direitos autorais). Escrita acadêmica em
Ensino de Ciências e Educação Matemática.
Bibliografia:
ALMEIDA, José J. P. Gêneros do discurso como forma de produção de significados em aulas de
Matemática. São Paulo/Campina Grande, PB: Livraria da Física/Eduepb, 2016.
ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola Editorial, 2009.
BAKTHIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. 14. ed. Trad. Michel Lahud & Yara Frateschi
Vieira. São Paulo: Hucitec, 2010. . Speech genres and other essays. USA: Texas University Press,
2007. . Estética da criação verbal. Trad. Paulo Bezerra. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
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compreender: os sentidos do texto. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2010.
KOCH, I.G.V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez, 2002.
MARCUSCHI, A.L. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola, 2008.
MOTTA-ROTH, D.; HENDGES,G,R. Produção textual na universidade. São Paulo: Parábola, 2010.
MACHADO, A.R.;LOUSADA, E.; ABREU-TARDELLI, L.S. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo:
Parábola, 2005.
MORGAN, Candia. Writing mathematically: the discourse of investigation. Bristol: Taylor & Francis
eLibrary, 2002.
PRETI, D. Análise de textos orais. São Paulo: Humanitas, 2003. SCOTT, P.; MORTIMER, E. F. &
AGUIAR, O. G. The tension between authoritative and dialogic discourse: a fundamental characteristic
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SRIRAMANN, B.; ENGLISH, L. (ed.). Theories of mathematics education: seeking new frontiers.
Springer Heidelberg Dordrecht London New York, 2010.

Disciplina: Psicanálise e Ensino
Código do componente curricular: RENOEN0046 - PSICANÁLISE E ENSINO - 60h
Créditos: 4
Ementa: Estudo da psicanálise como ferramenta que facilite a prática pedagógica e a carreira
investigativa na grande área das pesquisas em ensino, instrumento facilitador das possíveis relações
conscientes e inconscientes (harmônicas ou desarmônicas) que norteiam o quarteto docentediscente-família-sociedade.
Bibliografia:
DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 3. ed. Porto Alegre:
Artes Médicas do Sul, 2019.
FREUD, SIGMUND. Uma recordação da infância de Leonardo da Vinci. In: Obras completas, II.
MADRID, BIBLIOTECA NUEVA, 1981.
FREUD, S. (1921). Psicologia das massas e análise do ego. In: FREUD, S. Edição standard brasileira
das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. v. 18. Rio de Janeiro: Imago, 1990, p. 89-179.

FREUD, S. (1923). O Ego e o Id. In: FREUD, S. Edição standard brasileira das obras psicológicas
completas de Sigmund Freud. v. 19. Rio de Janeiro: Imago, 1990, p. 11-83.
FREUD, S. (1926[1925]). Inibições, Sintomas e Ansiedade. In: FREUD, S. Edição standard brasileira
das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. v. 20. Rio de Janeiro: Imago, 1990, p. 93-201.
FREUD, S. (1900). A Interpretação de Sonhos. Rio de Janeiro: Imago, 2001.
FREUD, S. (1912). Alguns Comentários sobre o Conceito de Inconsciente na Psicanálise. In: FREUD,
S. Escritos sobre a psicologia do inconsciente. v. 1. Rio de Janeiro: Imago, 2004, p. 79-93.
FREUD, S. (1915). O Recalque. In: FREUD, S. Escritos sobre a psicologia do inconsciente. v. 1. Rio
de Janeiro: Imago, 2004, p. 175-193.
FREUD, S. (1915). O Inconsciente. In: FREUD, S. Escritos sobre a psicologia do inconsciente. v. 2.
Rio de Janeiro: Imago, 2006, p. 13-74.

Disciplina: Dialogicidade e Complexidade em Paulo Freire
Código do componentecurricular: RENOEN0047 - DIALOGICIDADE E COMPLEXIDADE EM
PAULO FREIRE - 60h
Créditos: 4
Ementa: Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire com ênfase na dialogicidade articulada com o
paradigma da complexidade de Edgar Morin e relacionada com a linha de pesquisa Formação de
Professores. Metodologia Interativa e Sequência Didática Interativa (SDI) como metodologias ativas
fundamentadas em Paulo Freire.
Bibliografia:
BEHRENS, Marilda Aparecida. Paradigma da complexidade: metodologia de projetos,contratos
didáticos e portfólios. Petrópolis-RJ: Vozes, 2006.
CARVALHO, Maria Cecília de. Construindo o saber: técnicas de metodologia científica. São Paulo:
Papirus. Editora, 1988.
FREIRE, Paulo. Educação e mudança.12. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. S.Paulo: Paz e
Terra, 2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 17.ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
IMBERNÓN, Francisco. Formação continuada de professores. São Paulo: ArtMed,2010.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.) Pesquisa Social: teoria, método e criatividade.21.ed.
Petrópolis-RJ: Vozes, 2002.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 10. ed. São Paulo:Cortez.
Brasília; UNESCO, 2005
MORIN, Edgar. La Tête bien faite. Paris: Seuil, 1999.
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Paris: Esf, 1992.
MORAES, Maria Cândida e NAVAS, Juan Miguel Batalioso. Complexidade e transdisciplinaridade em
educação: teoria e prática docente. Rio de Janeiro: Wak Editora, 2010.
OLIVEIRA, M.M. Como fazer pesquisa qualitativa. 7. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2021.
OLIVEIRA, M.M. Sequência didática interativa no processo de formação de professores. PetrópolisRJ: Vozes, 2014.
TARDIF, M. Lessard. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis-RJ: Vozes,2002.

Disciplina: Educação para a Emergência Climática
Código do componente urricular: RENOEN0048 - EDUCAÇÃO PARA A EMERGÊNCIA
CLIMÁTICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: A disciplina busca compreender o fenômeno da emergência climática, suas causas e efeitos
sobre o meio ambiente e conscientizar os doutorandos a respeito da importância do enfrentamento da
crise climática e de como inseri-la no currículo da educação básica e como abordá-la em sala de aula
utilizando sequências didáticas, projetos ou trilhas de aprendizagem utilizando projetos com
tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). Serão exploradas as temáticas:
emergência climática; saúde e aquecimento global; direitos humanos e emergência climática; justiça
climática e racismo ambiental. Os conteúdos trabalhados enfatizarão a análise crítica dos fenômenos
naturais, sociais, políticas ambientais e tecnológicas, o cuidado com si mesmo, com o outro e com o

ambiente, de maneira que os professores ajam de maneira autônoma e responsável, individual e
coletivamente, demonstrando autonomia e responsabilidade por seus atos.
Bibliografia:
ANDERSON, A. Combating climate change through quality education. Washington: Brookings, 2010.
BANGAY, C., BLUN, N. Education responses to climate change and quality: two parts of the same
agenda? International Journal of Educational Development. v. 30,sn, p. 359-368. 2010.
FAO. Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. A mudança climática:
distintivo desafio. 2ed. Rome: FAO, 2016. Disponível em: https://www.fao.org/3/i5216pt/I5216PT.pdf
GRANDISOLI, Edson; TORRES, Pedro H.; JACOBI, Pedro R.; OKEDO, Renata F.; COUTINHO,
Sonia M.; SANTOS, Kauê L. Novos temas em emergência climática: para os ensinos fundamental e
médio.
São
Paulo:
IEE-USP,
2021.
Disponível
em:
https://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/711
Instituto Polis. Direito à Cidade: caminhos para a Justiça climática. Barcelona: Instituto Pólis, 2021.
Disponível em: https://polis.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Direito-a-Cidade-caminhos-para-aJustica-Climatica-PGDC.pdf
IPCC. Climate change 2014: impacts, adaptation, and vulnerability. EUA, 2014. Disponível em:
https://www.ipcc.ch/pdf/assessment-report/ar5/wg2/WGIIAR5-FrontMatterA_FINAL.pdf. Acesso em: 9
jul 2022.
JACOBI, Pedro R.; GRANDICOLI, Edson; COUTINHO, Sonia M.; MAIA, Roberta de A.; TOLEDO,
Renata F. Temas atuais em mudanças climáticas para os ensinos fundamental e médio. São Paulo:
IEE-USP, 2015.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Educação Ambiental & mudanças climáticas: diálogo necessário
num mundo em transição. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, junho de 2013.
MOCHIZOKI, Y.; BRYAN, A. Climate change education in the context of education for sustainable
development: rationale and principles. Journal of Education for Sustainable Development.v. 9,n. 1, p.
4–26. 2015.
MOLTHAN-HILL, P., WORSFOLD, N., NAGY, GJ., LEAL FILHO, W. Climate change education for
universities: a conceptual framework from na international study, Journal of Cleaner Production, 226,
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NELLES, David; SERRER, Christian. Mudança climática: os fatos como você nunca viu antes. Rio de
Janeiro: Sextante, 2020.
PENA-VEIGA, Alfredo. Os sete saberes necessários: educação sobre as mudanças climáticas. São
Paulo: Cortez, 2023.
PRENSKY, Marc. Educação para um mundo melhor: como estimular o poder das crianças e jovens
do século XXI. São Paulo: Panda Educação, 2021.
SELBY, David. Mudança climática em sala de aula: curso da Unesco para professores secundários
(fundamental II e ensino médio) sobre Educação em Mudança Climática e Desenvolvimento
Sustentável (EMCDS). Brasília: Unesco, 2014.
STERN, N. The economics of climate change: the stern review. Cambridge University Press,
Cambridge, 2007.
UNESCO. Educação para o Desenvolvimento Sustentável na Escola: ação contra a mudança global
do
clima.
ODS
13.
Brasília:
Unesco,
2020.
Disponivel
em:
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000375083
UNESCO. Em preparação para o clima: um guia para escolas sobre as ações climáticas. Paris:
Unesco, 2017.
UNESCO. Mudanças climáticas: guia básico. Paris: Unesco, 2011. Disponível em:
https://d1p480y8ywg81t.cloudfront.net/media/signorelli/colegio/unesco/ano-internacionalentendimento-global6.pdf
UNFCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) Acordo de Paris.
Disponível em: http://unfccc.int/paris_agreement/items/9485.php Acesso em 10 set 2022.
UNICEF. Crianças, adolescentes e mudanças climáticas no Brasil. Brasilia: Unicef Brasil, 2022.
Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/media/21346/file/criancas-adolescentes-e-mudancasclimaticas-brasil-2022.pdf

Disciplina: Teorias da Aprendizagem
Código do componente curricular: RENOEN0012 - TEORIAS DA APRENDIZAGEM - 60h
Créditos: 4
Ementa: Conceitos básicos. A psicologia da aprendizagem e a prática pedagógica. As políticas da
inteligência e os problemas de aprendizagem.
Bibliografia:
BOCK, A. et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008, p.
32-43.
CAMPOS, D. M. S, Psicologia da Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 2014, p. 13-20. CAMPOS, D. M.
S, Psicologia da Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 2014, p. 13-20. CHAMAT, L. S. J. Técnicas de
intervenção piscopedagógicas: para dificuldades e problemas de aprendizagem. São Paulo: Vetor,
2008.
CUNHA, M.V. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008. (PDF)
DUTRA, L. H. A. Epistemologia da aprendizagem. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. GAZZANIGA, M. S. et
al. Neurociência Cognitiva: a biologia da mente. Porto Alegre: Artmed,
2006.
HALL, C. S. et al. Teorias da personalidade. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. HÜBNER, M. M.
C., MOREIRA, M. B. (org.). Temas clássicos da psicologia sob a ótica da análise do comportamento.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
ILLERIS, K. Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2013, p. 15-30.
KANDEL, E. et al. Principles of Neural Science. Nova York: McGraw-Hill, 1991.
KUPFER, M. C. Freud e a educação: o mestre do impossível. São Paulo: Scipione, 1989. (PDF)
LEFRANÇOIS, G. R. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: Cengage Learning, 2008, p. 1-23. LENT,
R. Cem bilhões de neurônios. Rio de Janeiro: Atheneu, 2002.
LENT, R. Neurociência da Mente e do Comportamento. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
MASLOW, A. H. Introdução a psicologia do ser. Rio de Janeiro: Eldorado, 1968. MOREIRA, Marco
Antônio. Teorias de Aprendizagem. São Paulo: EPU, 2011.
________. A Teoria da Aprendizagem Significativa e sua implementação em sala de aula. Brasília:
Universidade de Brasília, 2006.
NUNES, A. I. B. L., SILVEIRA, R. N. Psicologia da Aprendizagem: processos, teorias e contextos.
Brasília: Liber, 2009.
PAIN, S. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas,
1985.
PORTILHO, E. Como se aprende? Estratégias, estilo e metacognição. Rio de janeiro: WAK, 2009.
WEITEN, W. Introdução à psicologia: temas e variações. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

Disciplina: Análise de Conteúdo
Código do componente curricular: RENOEN0013 - ANÁLISE DE CONTEÚDO - 60h
Créditos: 4
Ementa: Análise de conteúdo segundo Bardin. Coleta, seleção, categorização de conteúdo para
análise.
Bibliografia:
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1994.
MORAES, Roque. Análise de conteúdo. Revista Educação, Porto Alegre, v.22, n. 37, p. 7-32, 1999.
OLIVEIRA, Eliana de; et al. Análise de conteúdo e pesquisa na área de educação. Revista Diálogo
Educacional, Curitiba, v. 4, n.9, p. 11-27, maio/ago, 2003.

Disciplina: Técnicas Estatísticas Aplicadas a Pesquisa em Ensino
Código do componente curricular: RENOEN0049 - TÉCNICAS ESTATÍSTICAS APLICADAS A
PESQUISA EM ENSINO - 60h
Créditos: 4

Ementa: Vantagens e desvantagens da pesquisa quantitativa. Levantamentos e Experimentos. Nível
de Mensuração. Análise Descritiva. Distribuição de Frequência. Estatística Inferencial Intervalo de
Confiança. Teste de Hipóteses. Testes Não Paramétricos.
Bibliografia:
CASTRO, Lauro Sodré Viveiros de. Exercícios de Estatística. 9. ed. Rio de Janeiro: Editora Científica,
1964. CLEMENTE, Rosana Giovanni Pires. Apostila de Estatística, Taubaté. Universidade de
Taubaté, 2003.
COSTA, Sérgio Francisco. Estatística aplicada à pesquisa em educação. Brasília: Plano Editora,
2004.
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 13. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. DANTE, Luiz Roberto.
Tudo é matemática. 6a série. São Paulo: Ática, 2003.
DEPARTAMENTO Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Pesquisas e
Análises do Dieese. Disponível em: <http://turandot.dieese.org. br/icv/TabelaPed? tabela =5> Acesso
em: 28 ago. 2006.
FREI, Fernando; SANTIAGO, G. L. A. Método para simular amostras probabilísticas com imagens em
planilha: uma aplicação educacional em Biologia. JORNAL INTERNACIONAL DE ESTUDOS EM
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, v. 15, p. 62-70, 2022.
FREI, Fernando. O Uso de Simulação para o Ensino de Estatística Inferencial: o caso do Teorema
Central do Limite. Revista de Educação Matemática REMat, v. 18, p. 1-19, 2021.
FREI, Fernando. Perspectivas do uso de Planilhas Eletrônicas no Ensino de Estatística. Revista de
Ensino de Ciências e Matemática (REnCiMa), v. 12, p. 01-16, 2021.
Frei, Fernando. Introdução à Inferência Estatística - Aplicações em Saúde e Biologia. 1a. ed. Rio de
janeiro: Editora Interciência, 2019. 546p.
FREI, Fernando. Introdução à Análise de Agrupamentos: Teoria e Prática. São Paulo: Editora da
UNESP, 2006.
PEREIRA, Paulo Henrique. Noções de estatística: com exercícios para administração e ciências
humanas (dirigidos a pedagogia e turismo). Campinas: Papirus, 2004.
MORETTIN, L. G. Estatística Básica: probabilidade e inferência. 5a ed. São Paulo, SP: Pearson,
2010.
OLIVEIRA, M. B. Probabilidade e Estatística. 1a ed. Itaperuna, RJ: Begni, 2012.
PONTE, J. P. et al. Investigações Matemáticas na Sala de Aula. 3a ed. São Paulo, SP: Autêntica,
2013.
BRANDAO, R. M. Conceitos Básicos em Estatística. Português. Ponta Delgada, Portugal, 2009.
Disponível em: <http://www.pgarrao.uac.pt/IntEstatistica_08_09/AcetatosCap0.pdf>.

Disciplina: Didática e Metodologia do Ensino
Código do componente curricular: RENOEN0022 - DIDÁTICA E METODOLOGIA DO ENSINO60h
Créditos: 4
Ementa: Dimensões do processo didático e seus eixos norteadores: ensinar, aprender, pesquisar e
avaliar. A organização e o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem de ciências e
matemática na educação básica e superior.
Bibliografia:
ASTOLFI, J-P.; DEVELAY, M. A didática das ciências. 16. ed. Campinas, SP: Papirus, 2011. 123 p.
CAMPOS, Maria Cristina da C. Santos; NIGRO, Rogério Gonçalves. Didática de ciências. O ensinoaprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1998.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; GIL PÉREZ, Daniel. O Saber e Saber Fazer dos Professores.
Em: CASTRO, Amélia Domingues; CARVALHO, Anna Maria Pessoa (Eds.). Ensinar a Ensinar:
Didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Editora Pioneira, 2001. p. 127-124.
CHALMERS , Allan. F. O Que é Ciência, Afinal? São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
COLL, César; TEBEROSKY, Ana. Aprendendo matemática. Conteúdos essenciais para o ensino
fundamental de 1ª a 4ª série. 1. ed. São Paulo: Ática, 2000.
CORDEIRO, J. F. P. Didática. São Paulo, SP: Contexto, 2013. 189 p.
Desafios que a educação a distância traz para a presencial. UNOPAR UNOPAR Científica. Ciências
Humanas e Educação. v. 5, n. 1, p. 27-33, 2004.
LAUGKSCH , Rudger. Scientific Literacy: A Conceptual Overview. Science Education. v. 84. n. 1. p.

71-94. jan., 2000.
MUENCHEN, C.; DELIZOICOV, D. A construção de um processo didático-pedagógico dialógico:
aspectos epistemológicos. Revista Ensaio, v.14, p. 199-215, 2012.
POLATO, Amanda. Nova Escola. São Paulo, v. XXIII, n. 216, p. 63, out. 2008.
PUENTES, R. V.; LONGAREZI, A. M. Escola e didática desenvolvimental: seu campo conceitual na
tradição da teoria histórico-cultural. Educação em Revista, v. 29, p. 247-271, 2013.
SÁ, H. SILVA, M. Mediação docente e desenho didático: uma articulação complexa na educação
online. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 13, n. 38, p. 139-159, 2013.
SASSERON, Lúcia Helena; CARVALHO, Anna Maria Pessoa. Almejando a alfabetização científica no
ensino fundamental: a proposição e a procura de indicadores do processo. Investigações em Ensino
de Ciências. Vol. 13, n. 3, p. 333-352, 2008.
SUANNO, M. V. R.; RAJADELL PUIGGRÒS, N.(Org.). Didática e formação de professores:
perspectivas e inovações. Goiânia, GO: CEPED, PUC-Goiás, 2012, 365 p.
TOLEDO, Marília; TOLEDO, Mauro. Didática da matemática – como dois e dois: construção da
matemática. São Paulo: FTD, 1997.
VEIGA, I. P. A. Formação de professores para a Educação Superior e a diversidade da docência.
Revista Diálogo Educacional, v. 14, n. 42, p. 327-342, 2014.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org.). Lições de didática. Campinas, SP: Papirus, 2007. 160 p.

Disciplina: Análise Dialógica do Discurso
Código do componente Curricular: RENOEN0050 - ANÁLISE DIALÓGICA DO DISCURSO - 60h
Créditos: 4
Ementa: Análise Dialógica do Discurso. Interação discursiva e enunciado. Gêneros do discurso.
Bibliografia:
BAKHTIN, M. O texto na linguística, na filologia e em outras ciências humanas. In: BAKHTIN, M. Os
gêneros do discurso. Organização, tradução, posfácio e notas de Paulo Bezerra. Notas da edição
russa de Serguei Botcharov. São Paulo: Editora 34, 2016b. p.71-107.
BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. In: BAKHTIN, M. Os gêneros do discurso. Organização,
tradução, posfácio e notas de Paulo Bezerra. Notas da edição russa de Serguei Botcharov. São
Paulo: Editora 34, 2016a. p.11-70.
BAKHTIN, M. Problemas da poética de Dostoiévski. Tradução de Paulo Bezerra. 5. ed. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 2018.
BRAIT, B. Análise e teoria do discurso. In: BRAIT, B. (Org.). Bakhtin: Outros conceitos-chave. 2. ed.
São Paulo: Contexto, 2012, p.9-31.
BRAIT, B. Olhar e ler: verbo-visualidade em perspectiva dialógica. Bakhtiniana. Revista de Estudos
do
Discurso,
São
Paulo,
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8,
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2,
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2013.
Disponível
em:https://revistas.pucsp.br/index.php/bakhtiniana/article/view/16568 . Acesso em: 22 mar. 2023.
DESTRI, A.; MARCHEZAN, R. Análise dialógica do discurso: uma revisão sistemática integrativa.
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da
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2,
p.
1–25,
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Disponível
em:https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/1853. Acesso em: 22 mar. 2023.
PORTO BOENAVIDES, D. L. Publicação e recepção das obras do Círculo de Bakhtin no Brasil: a
consolidação da análise dialógica do discurso. Bakhtiniana. Revista de Estudos do Discurso, São
Paulo,
v.
17,
n.
4,
p.
104–131,
2022.
Disponível
em:https://revistas.pucsp.br/index.php/bakhtiniana/article/view/56378. Acesso em: 22 mar. 2023.
VOLÓCHINOV, V. (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas
fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução de Sheila Grillo e Ekaterina
Vólkova Américo. São Paulo: Editora 34, 2018.

Disciplina: Produção e uso de Materiais Didáticos
Código do componente curricular: RENOEN0001 - PRODUÇÃO E USO DE MATERIAIS
DIDÁTICOS - 60h
Créditos: 4
Ementa: Análise e discussão de recursos e materiais didáticos no ensino de Ciências e Matemática.
História dos recursos e materiais didáticos no ensino de Ciências e Matemática. Planejamento,
desenvolvimento, utilização e avaliação de recursos didáticos para o ensino de Ciências e

Matemática.
Bibliografia:
BRANDÃO, Jorge et al. Adaptações matemáticas para pessoas com deficiência visual e
dificuldades de aprendizagem. Curitiba: Ed. CRV, 2016.
CITELLI, Adilson. (coord). Outras linguagens na escola. São Paulo: Cortez, 2000 Cuiabá: EdUFMT,
2009.
GALIAZI, Maria C. Educar pela pesquisa: ambiente de formação de professores de ciências. Ijuí:
Ed. Unijuí, 2003.
LOPES, Nataly C.; MILARÉ, Tathiane (Orgs.). Formação de professores de ciências: propostas
de e pesquisas, ensino e extensão nas licenciaturas. Curitiba: CRV, 2017.
MENEZES, Vivian M. Ensino de Física com materiais de baixo custo. Curitiba: Aprris, 2017.
SANTOS, Dionei Ruã. Ensino de ciências da natureza aos alunos surdos: as histórias em
quadrinhos como recurso pedagógico. Curitiba: Appris, 2017.
TEIXEIRA, P. M. M.; SANTOS, M. C. S. A pesquisa em ensino de biologia no Brasil: um recorte sobre
as dissertações e teses que examinam recursos didáticos. Revista da SBEnBIO, Fortaleza, v. 1, p.
424-434, nov. 2010.
UHMANN, Rosangela. Interações e estratégias de ensino de ciências com foco na educação
ambiental. Curitiba: Appris, 2013.
WILEY, David A. Connecting learning objects to instrucional design theory: a definition, a
metaphor, and a taxonomy. The instrucional use of learning objects, 2000. Disponível em:
http://reusability.org/read/chapters/wiley.doc

Disciplinas obrigatórias da Linha de Pesquisa 1 – Ensino, Currículo e Cultura
Disciplina: Ensino e Diversidade Cultural
Código do componente curricular: RENOEN0006 - ENSINO E DIVERSIDADE CULTURAL - 60h
Créditos: 4
Ementa: O ensino e a diversidade cultural, de raça/gênero/sexualidades. Multiculturalismo e ensino.
Estudos culturais e pesquisa em Ensino. Ensino e educação inclusiva.
Bibliografia:
AZEVEDO, H. L. ; ORQUIZA-de-CARVALHO, L. M. . Ensino de Ciências e Religião: levantamento
das teses e dissertações nacionais produzidas entre 1991 e 2016 que abordam essa relação. VIDYA
(SANTA MARIA. ONLINE), v. 37, p. 253-272, 2017.
BRANDÃO, Jorge et al. Adaptações matemáticas para pessoas com deficiência visual e dificuldades
de aprendizagem. Curitiba: Ed. CRV, 2016.
CAMARGO, Eder P. (Org.). Ensino de ciências e inclusão escolar. Curitiba: Ed. CRV, 2016.
CANDAU, Vera. Interculturalizar, descolonizar, democratizar: uma educação “outra? Rio de Janeiro:
7Letras, 2016.
FERRARI, Anderson; CASTRO, Roney P. (Orgs.). Diversidades sexuais e de gênero: desafios e
potencialidades de um campo de pesquisa e conhecimento. Campinas: Pontes, 2017. FERREIRA, M.
K. L. (Org.). Ideias matemáticas de povos culturalmente distintos. São Paulo: Global, 2002.
FREIRE, P. A conversation with Paulo Freire. For the Learning of Mathematics, Québec, v. 17, n. 3, p.
7-10, nov. 1997.
MACIEL, Patrícia D. Lésbicas e professoras: o gênero na docência. Curitiba: Ed. Appris, 2017.
MARTINS, D. S.; GALIAZZI, M. C. ; LIMA, C. A. . Da educação segregada à inclusiva: o que podemos
aprender com a experiência de professores cegos de atendimento educacional especializado para o
ensino de matemática. VIDYA (SANTA MARIA. ONLINE), v. 37, p. 161- 175, 2017.
MCCARTHY, CAMERON. English Rustic in Black Skin: post-colonial education, cultural hybridity and
racial identity in the new century. Policy Futures in Education, Oxford, v. 3, n.4, p. 413-422, 2005.
MORAES, R. O significado do aprender: linguagem e pesquisa na reconstrução de conhecimentos.
Conjectura, v. 15, n. 1, jan./abr. 2010.
SANTOS, Dionei Ruã. Ensino de ciências da natureza aos alunos surdos: as histórias em quadrinhos
como recurso pedagógico. Curitiba: Ed. Appris, 2017.
VIEIRA, Rodrigo D.; NASCIMENTO, Silvania. Argumentação no ensino de ciências: tendências,
práticas e metodologias de análise. Curitiba: Appris, 2013.

Disciplina: Ensino, Currículo e Práticas Pedagógicas
Código do componente curricular: RENOEN0005 - ENSINO, CURRÍCULO E PRÁTICAS
PEDAGÓGICAS - 60h
Créditos: 04
Ementa: Ensino, políticas, teorias e práticas pedagógicas na educação básica e superior. Formação
docente: modelos e políticas. Análise crítica da teoria do professor reflexivo e pesquisador e suas
implicações para o ensino. Currículo e ensino: abordagens sociológicas e filosóficas.
Bibliografia:
BALL, Stephen; MAGUIRE, Meg; BRAUN, Annette. Como as escolas fazem políticas: atuação em
escolas secundárias. Ponta Grossa: Ed. UEPG, 2016.
BARRETO, E. S. S. Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. 2.ed. Campinas:
Autores Associados, 2000.
BERTICELLI, I. A. Currículo como prática nas reentrâncias da hermenêutica. Educação e Realidade.
Vol. 30, nº. 1.pp. 23-48, 2005.
CARVALHO, Lizete M. O.; CARVALHO, Washington Luiz P.; LOPES JUNIOR, Jair (Orgs.). Formação
de professores, questões sociocientíficas e avaliação em larga escala: aproximando a pós-graduação
da escola. São Paulo: Escrituras, 2016.
CHRISPINO, Alvaro. Introdução ao estudo das políticas públicas: Uma visão interdisciplinar e
contextualizada. 1. ed. Rio de Janeiro: FAPERJ/FGV, 2016.
CHRISPINO, Alvaro; SILVA, M. A. F. B. ; MELO, T. B. ; ALBUQUERQUE, M. B. Do resultado da
pesquisa às ações de intervenção na prática escolar: a contribuição de um grupo de pesquisa CTS.
Da Investigação às Práticas: Estudos de Natureza Educacional, v. 7, p. 91-115, 2017.
FERREIRA, Ana C.; TRALDI JUNIOR, Armando; LOPES, Celi E.A formação do professor que ensina
matemática: aprendizagem docente e políticas públicas. Campinas: Mercado de Letras, 2016.
LIMA, M.; LEMOS, M. F. & ANAYA, V. Currículo escolar e construção cultural: uma análise. Dialogia,
São Paulo, Vol. 5, p. 145-151, 2006.
MACEDO, E. Currículo: política, cultura e poder. Currículo sem fronteiras. Vol. 6, nº. 2, pp. 18- 113,
2006.
SACRISTÁN, J.G. Currículo e diversidade cultural. In: SILVA, T. T. & MOREIRA, F. (Orgs.) Territórios
contestados: o currículo e os novos mapas políticos e culturais. Petrópolis: Vozes, p.82-113, 1995.
SOUZA, Maria Antônia; Germinari, Geyso Dongley (Orgs.). Educação do campo: territórios, escolas,
políticas e práticas educacionais. Curitiba: Ed. UFPR, 2017.

Disciplina: Epistemologias para uma Abordagem Compreensiva da Educação Ambiental
Código do componente curricular: RENOEN0020 - EPISTEMOLOGIAS PARA UMA ABORDAGEM
COMPREENSIVA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL - 60h
Créditos: 4
Ementa: Esta disciplina propõe uma discussão em torno da emergência de um conjunto diversificado
de políticas e práticas orientadas por ideais ecológicos na sociedade contemporânea, destacando o
lugar dos processos educativos (formais e não formais) na produção e expansão desses processos.
Apresenta noções teórico-metodológicas na interface dos campos educacional, filosófico e
antropológico para investigação de processos de ambientalização das esferas sociais e, em
particular, da educação ambiental. Discute a formação do campo das epistemologias ecológicas,
compreendido como uma zona do conhecimento que agrega modos de entendimento da relação
humana com o ambiente, reposicionada numa rede de relações simétricas e reciprocamente
determinadas, evidenciando os reducionismos culturais ou biológicos vigentes. Propõe a reflexão e a
problematização de práticas escolares e não escolares que tomam o ambiente como orientação
política, moral e pedagógica.
Bibliografia:
BATESON, Gregory. Steps to an Ecology of Mind: Collected Essays in Anthropology, Psychiatry,
Evolution and Epistemology. New York: Ballatine Books, 1972.
CARVALHO, Isabel Cristina de Moura Carvalho; STEIL, Carlos. Alberto. O habitus ambiental:
fundamentos antropológicos para a educação ambiental. Educação e Realidade. Porto Alegre, v. 34,

n.3, 2009, p. 81-94
DESCOLA, Philippe. Par-delà nature et culture. Paris, Éditions Gallimard, 2005. GADAMER, HansGeorg. Verdade e Método. Traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. Petrópolis, Vozes,
3ª. ed. 1999.
GONZÁLEZ-GAUDIANO, Edgar. Centro y periferia en educación ambiental. Un enfoque
antiesencialista. México: Mundi-Prensa. 1998.
GONZÁLEZ-GAUDIANO, Edgar. Complexity in environmental education. Educational Philosophy and
Theory. Special Issue Education and the Environment (Guest Editors: Andrew Stables, William Scott
and Michael Peters) n. 33, vol 2: Taylor and Francis, Aukland, May 2001, p. 153- 166.
HALLOWELL, Irving A. Culture and Experience. Philadelphia: University of Pennsylvania Press,
1974.
HARAWAY, Donna Jeanne. Simians, cyborgs, and women: the reinvention of nature, Parte 7: the
reinvention of nature, London, Free Association Books, 1991
HERMANN, Nadja. A aprendizagem da arte de viver. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 29, n.
102, jan./abr. 2008. p. 15-32
INGOLD, Tim. The Perception of the Environment. Essays in Livelihood, Dwelling and Skill.
London/New York: Routledge, 2000.
INGOLD, Tim. Da transmissão de representações à educação da atenção. Educação, Porto Alegre, v.
33, n. 1, jan./abr. 2010, p. 6-25
INGOLD, Tim. Being Alive: Essays on Movement, Knowledge and Description. London: Routledge,
2011.
LATOUR, Bruno. A esperança de Pandora. Campinas: Edusc: 2001
ILLERIS, Kenud (Org). Teorias Contemporâneas da Aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2013, p.
235-245.
LAVE, Jean. Aprendizagem como/na prática. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 21, n. 44,
jul./dez. 2015, p. 37-47
LAVE, Jean; PACKER, Martin. Hacia una ontología social del aprendizaje. In: Revista de Estudios
Sociales, n. 40, agosto de 2011, p. 12-22.
LEFF, Henrique. Aventuras da epistemologia ambiental. Rio de Janeiro, Editora Garamond,
2004.
PIERROT, Alain. Aprendizagem e representação: os antropólogos e as aprendizagens. Horizontes
Antropológicos, ano 21, n.44, jul/dez. 2015, p. 49-80.
STEIL Carlos Alberto; CARVALHO, Isabel Cristina de Moura Carvalho. Epistemologias ecológicas:
delimitando um conceito. Mana (UFRJ. Impresso), v. 20, 2014, p. 163-183. STENGERS, Isabelle. A
Invenção das ciências modernas. São Paulo: Editora 34, 2002.

Disciplina: Avaliação no Ensino de Ciências e Matemática
Código do componente curricular: RENOEN0023 - AVALIAÇÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS E
MATEMÁTICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Estudo dos fundamentos pedagógicos da avaliação da aprendizagem e de seus
estruturantes. Análise e elaboração dos instrumentos, procedimentos e critérios da avaliação da
aprendizagem, relacionando-os ao quotidiano das salas da Educação Básica e do Ensino Superior
voltados para a Educação em Ciências e Matemática.
Bibliografia:
ÁLVAREZ MÉNDEZ, Juan Manuel. Avaliar para conhecer, examinar para excluir. Tradução da Magda
Schwarzhaupt Chaves. Porto Alegre: ArtMed Editora, 2002.
BALDOW, Rodrigo e SILVA, Fernanda Andrea Fernandes. O modelo teórico de Argumentação de
Toulmin no Juri simulado: Os cientistas tiveram culpa ou não no uso da bomba atômica na segunda
guerra mundial? In: OLIVEIRA, Maria Marly de (org). Formação de Professores: estratégias
Inovadoras no ensino de Ciências e Matemática. Recife: UFRPE, 2012. P.26-54 ESTEBAN, Maria
tere4sa (org). Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Petrópolis: DP et Alli, 2008.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. São Paulo: Ed.
UNESP, 2009.
FREITAS, L.C., DE SORDI, M. R. et all. Avaliação educacional: Caminhando pela contramão.
Petrópolis: Vozes, 2009.
MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. Rio

de Janeiro: DP&A, 2005.
TORRE, Saturnino de La. Aprender com os erros: O erro como estratégia de Mudança. Porto Alegre:
Artmed, 2007
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1999.
CHARLOT, B. Da relação com o saber: Elementos para uma teoria. Porto Alegre: Artmed,2000.
ESTEBAN, Maria Teresa. O que sabe quem erra? Reflexões sobre avaliação e fracasso escolar. Rio
de Janeiro: DP&A, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da pré-escola à
universidade. Porto Alegre: Editora Mediação, 1999.
LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1995.
HOFFMANN, Jussara. O jogo do contrário em avaliação. Porto Alegre: Mediação, 2005.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência a regulação das aprendizagens entre duas lógicas .
1.ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
SALINAS, Dino. Prova amanhã!, Porto Alegre: Artmed, 2004.
SANTOS, Clóvis Roberto dos (org). Avaliação Educacional: um olhar reflexivo sobre a sua prática. .
São Paulo: Avercamp, 2005.
SILVA, Janssen Felipe da. Avaliação na perspectiva formativa-reguladora: pressupostos teóricos e
práticos. Porto Alegre: Mediação, 2004.

DISCIPLINA: TÓPICOS ESPECIAIS I
Código do componente curricular: RENOEN0053 - TÓPICOS ESPECIAIS I - 60h
Créditos: 04
Ementa: a definir
Bibliografia: a definir

Disciplinas obrigatórias da Linha de Pesquisa 2 – Práticas Pedagógicas em
Ensino de Ciências e Matemática
Disciplina: Linguagem, Cognição e Emoção no Ensino de Ciências e Matemática
Código do componente curricular: RENOEN0003 - LINGUAGEM, COGNIÇÃO E EMOÇÃO NO
ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Linguagem e cognição. Questões teóricas e metodológicas das pesquisas sobre cognição e
linguagem. O papel das emoções no ensino e aprendizado de Ciências e Matemática.
Bibliografia:
ALMEIDA, Ana Rita. A emoção na sala de aula. Campinas: Papirus, 2004.
CAMPOS, Márcia Azevedo; MAGINA, Sandra Maria Pinto; FARIAS, Luiz Márcio S. A Linguagem e a
Representação de Conceitos Matemáticos. In: Anderson Neves; Edmo Carvalho; Luiz Márcio Farias;
Marcia Azevedo Campos. (Org.). Ensino e Didática das Ciências.
1ed.Salvador: EDUBA, 2016, v. 1, p. 195-204.
CASSIANI, S.; FLÔR, C. C. Estudos envolvendo linguagem e educação química no período de 2000
a 2008 – algumas considerações. Revista Ensaio. Belo Horizonte. Vol. 14, n. 01, p.181- 193, jan-abr
2012.
CASSIANI, S.; FLÔR, C. C. O que dizem os estudos da linguagem na educação científica? Revista
Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. Vol. 11; n° 2, 2011. CHARAUDEAU, P. Linguagem
e discurso: modos de organização. São Paulo: Contexto, 2008. COOPER, Bridget. Emphaty in
education: engagement, values and achivement. Londres: Continuum Books, 2011.
CRAMPTON, A.; LEWIS, C. Literacy, emotion and teaching/learning body. In: ______. Literacies,
learning and the body: putting theory and research into pedagogical practice. New York: Routledge,
2016.
CRISTÓVÃO, Vera L. Atividade docente e desenvolvimento. Campinas: Pontes Editores, 2011. DAY,
Christopher; GU, Qing. Resilient teachers, resilient schools- building and sustaining quality in testing
times. Londres: Routledge, 2014.
GUSMÃO, Tania Cristina R. S. Em cartaz: razão e emoção na sala de aula. Vitória da Conquista:
Edições UESB, 2008.

KELLY, G. J. Discouse is Science Classroom. In: ABELL, S.; LEDERMAN, N. G. (eds). Handbook of
Research on Science Education, New York: Routhedge, 2008.
MATURAMA, H. Emoções e linguagens na educação e na política. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2002.
MORTIMER, E. F. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte: Editora
UFMG, 2000. 383p.

DISCIPLINA: Resolução, Proposição e Exploração de Problemas e Construtivismo Social
Código do componente curricular: RENOEN0015 - RESOLUÇÃO, PROPOSIÇÃO
EXPLORAÇÃO DE PROBLEMAS E CONSTRUTIVISMO SOCIAL - 60h
Créditos: 4

E

Ementa: Resolução de problemas: aspectos históricos, conceitos e abordagens, ênfase nas
pesquisas, práticas de sala de aula e perspectivas curriculares. Levantamento de práticas de sala de
aula e de pesquisa desenvolvidos na perspectiva da resolução de problemas. Levantamento de
artigos de relatos de experiência e de pesquisa, dissertações de mestrado e teses de doutorado
sobre o tema resolução de problemas. Ensino-aprendizagem de Matemática via resolução de
problemas. Proposição de problemas. Investigação matemática. Exploração de problemas. Ensinoaprendizagem de Matemática via exploração de problemas. Perspectivas sócio-político culturais na
resolução de problemas. Construtivismo social. A psicologia sócio-histórica de Vygotsky. Formação
de conceitos matemáticos. Planejamento, vivência-ação e avaliação de uma sala de aula de
Matemática via resolução e exploração de problemas.
Bibliografia:
ANDRADE, S. de. Ensino-aprendizagem de matemática via resolução, exploração, codificação e
descodificação de problemas e a multi contextualidade da sala de aula. 1997. Dissertação (Mestrado
em Educação Matemática) - IGCE, UNESP, Rio Claro,
BECKER, J. P.; SHIMADA, S. (Eds.). The open-ended approach: a new proposal for teaching
mathematics. 2. ed. Reston: NCTM, 2007. CHARLES, R. 1.; SILVER, E. A. The teaching and
assessing of mathematical problem solving. Reston: NCTM, 1989.
DAVIS, R. B.; MAHER, C. A.; NODDINGS, N. (Eds.). Constructivist views on the teaching and
learning of mathematics. Reston: NCTM, 1990. (JRME Monograph 4).
ERNEST, P. Social constructivism as a philosophy of mathematics. New York: SUNY, 1998. FELMER,
P.; PEHKONEN, E.; KILPATRICK, J. (Eds.). Posing and solving mathematical problems: advances
and new perpectives. Switzerland: Springer, 2016.
FOCUS: on learning problems in mathematics. Framingham, v. 15, n. 2-3, 1993.
FRANKE, M. L; KAZEMI, E.; BATTEY, D. Problem solving and modeling. LESTER, F. K. (Ed.).
Second handbook of research on mathematics teaching and learning. Greenwich: Information Age
Publishing, 2007. cap 6, v. 1, p. 225-256.
GARNIER, C.; BEDNARZ, N.; ULANOVSKAYA, I. (Orgs.). Após Vygotsky e piaget: perspectivas
social e construtivista: escolas russas e ocidental. Tradução: Eunice Gruman. Porto Alegre, 1996.
LESH, R. Problem solving and modeling. LESTER, F. K. (Ed.). Second handbook of research on
mathematics teaching and learning. Greenwich: Information Age Publishing, 2007. cap 17, v. 2, p.
763-804.
LESTER, F. K. (Ed.). Teaching mathematics through problem solving: Prekindergarten-Grade 6.
Reston: NCTM, 2003.
LESTER, F. K. et aI. Learning how to teach via problem solving. In: AICHELE, D. B.; COXFORD, A. F.
Professional development for teachers of mathematics. Reston: NCTM, 1994.
LESTER, F. K. Musing about mathematical problem-solving research: 1970-1974. JRME (Journal for
Research in Mathematics Education), Reston, v. 25, n. 6, p. 660-675, Dec. 1994. MENDONÇA, M. do
C. D. Problematização: um caminho a ser percorrido em educação matemática. Campinas:
UNICAMP, 1993. Tese (Doutorado em Educação - Psicologia da Educação) - FE, UNICAMP, 1993.
ONUCHIC, L. R.; LEAL JUNIOR, L. C; PIRONEL, M. (Orgs.). Perspectivas para resolução de
problemas. São Paulo: Livraria da Física, 2017.
SCHOEN, H. L.; CHARLES, R. I. Teaching mathematics through problem solving: grades 6- 12. 3. ed.
Reston: NCTM, 2006.
SCHOENFELD, A. H. Learning to think mathematically: problem solving, metacognition, and sense
making in mathematics. In: A. Grouws (Ed.). Handbook of research on mathematics teaching and
learning. Reston: NCTM, 1992. cap 15, p. 334-370.

SCHROEDER, T. L.; LESTER, F. K. Developing understanding in mathematics via problem solving.
In: TRAFTON, P. R.; SHULTE, A. P. (Eds.). New directions for elementary school mathematics.
Reston: NCTM, 1989.
SINGER, F. M.; ELLERTON, N. F.; CAI, J. (Eds.). Mathematical problem posing: from research to
effective practice. New York: Springer, 2015.
TÓRNER, G.; SCHOENFELD, A. H.; REISS, K. M. (Eds.). Problem solving around the world:
summing up the state of the art. Dordrecht: Springer, 2007. (ZDM Mathematics Education, v. 39, n. 56, p. 353-563, 2007).

Disciplina: Modelos e Modelização na Educação em Ciências e Matemática
Código do componente curricular: RENOEN0016 - MODELOS E MODELIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO
EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Modelos: concepções e funções. Modelos como ferramentas e objeto de construção
científica. Modelos como materiais didáticos para o ensino de ciências e matemática: objetos virtuais
e objetos manipuláveis. A modelagem matemática e sua relação com as ciências naturais.
Construção e uso de modelos para o ensino. Modelização/modelagem como estratégia de ensino.
Bibliografia:
CALDEIRA, A. D.; MALHEIROS, A. R.; MEYER, J. F. C. A. Modelagem em Educação Matemática.
Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
CLEMENT, J. Creative Model Construction in Scientists and Students: The Role of Imagery, Analogy,
and Mental Simulation. Dordrecht: Springer, 2008.
CLEMENT, J.; REA-RAMIREZ, M. A. Model Based Learning and Instruction in Science. Dordrecht:
Springer, 2008.
FRANCISCO JUNIOR, W. E. Analogias e situações problematizadoras no ensino de ciências. São
Carlos: Pedro & João editores, 2010.
GILBERT, J. K.; BOULTER; C. Developing Models in Science Education. Dordrecht: Springer
Netherlands, 2000.
GILBERT, J. K.; JUSTI, R. Modelling-based Teaching in Science Education. Gewerbestrasse:
Springer, 2016. 264p.
KHINE, M. S.; SALEH, I. M. Models and Modeling: Cognitive Tools for Scientific Enquiry. Dordrecht:
Springer, 2011.
MERINO, C.; ARELLANO, M.; AGUSTÍN ADÚRIZ-BRAVO, A. Avances en Didáctica de la Química:
modelos y linguajes. Valparaiso: Ediciones Universitarias de Valparaíso, 2014. PHILLIPS, L. M.;
NORRIS, S. P.; MACNAB, J. S. Visualization in Mathematics, Reading and Science Education.
Dordrecht: Springer, 2010.
STILLMAN, G.; BLUM, W.; SALETT BIEMBENGUT, M. Mathematical Modelling in Education
Research and Practice. Gewerbestrasse: Springer, 2015.

Disciplina: Linguagem, Aprendizagem e Contextos: um olhar para perfis conceituais e
processos de conceituação no Ensino de Ciências
Código do componente curricular: RENOEN0017 - LINGUAGEM, APRENDIZAGEM E
CONTEXTOS: UM OLHAR PARA PERFIS CONCEITUAIS E PROCESSOS DE CONCEITUAÇÃO
NO ENSINO DE CIÊNCIAS - 60h
Créditos: 4
Ementa: Perspectivas didáticas para o ensino de ciências; modelo de mudança conceitual características e críticas; teoria do perfil conceitual; papel da linguagem na aprendizagem de ciências;
interações discursivas em sala de aula e outros ambientes de aprendizagem.
Bibliografia:
Amaral, E. M. R.; Mortimer, E. F. (2001) Uma proposta de perfil conceitual para o conceito de calor.
Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. v.1, n.3 p.1-16.
Amaral, E. M. R.; Mortimer, E. F. (2004) Un perfil conceptual para entropía y espontaneidad: una
caracterización de las formas de pensar y hablar en el aula de química. Educación Química, n. 3, p.
60 – 75.

El-Hani, C. N., Bizzo, N.M.V. (1999) Formas de construtivismo: teoria da mudança conceitual e
construtivismo contextual. Anais do II Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências,
Valinhos, SP.
Mattos, C.R (2014). Conceptual profile as a model of a complex world. In: E.F.Mortimer& C. N. ElHani, Charbel (Eds.) Conceptual Profile: A Theory of Teaching and Learning Scientific Concepts.
Contemporary Trends and Issues in Science Education Series, Vol. 43 (1st Ed.), Netherlands:
Srpinger
Mortimer, E. F. (1995). Conceptual change or conceptual profile change? Science & Education 4(3),
267-285.
Mortimer, E. F. (2001). Perfil conceptual: formas de pensar y hablar en las clases de ciencias. Infancia
y aprendizaje, 24(4), 475-490.
Mortimer, E. F. (1997). Química além das fronteiras: um perfil conceitual para molécula e estrutura
molecular. Química Nova, 20(2), 200-207..
Mortimer, E. F., Scott, P., do Amaral, E. M. R., & El-Hani, C. N. (2014). Conceptual profiles:
theoretical-methodological bases of a research program. In Conceptual Profiles (pp. 3-33). Springer
Netherlands.
Mortimer, E. F., & El-Hani, C. N. (Eds.). (2014). Conceptual profiles: A theory of teaching and learning
scientific concepts (Vol. 42). Springer Science & Business Media.
Mortimer, E. F., Scott, P., & El-Hani, C. N. (2011). Bases teóricas e epistemológicas da abordagem
dos perfis conceituais. TED: Tecné, Episteme y Didaxis, (30).
Silva, J. R. R. T., & do Amaral, E. M. R. (2013). Proposta de um Perfil Conceitual para Substância.
Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, 13(3). Vigotski, L. S. (1978). Mind in
society: The development of higher mental process.
Wertsch, J. V. (1985). Vygotsky and social formation of mind. London: Harvard University Press.

Disciplina: Ensino de Ciências para Crianças
Código do componente curricular: RENOEN0051 - ENSINO DE CIÊNCIAS PARA CRIANÇAS 60h
Créditos: 4
Ementa: Estudos que envolvem questões voltadas para o ensino de ciências tanto na Educação
Infantil quanto nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Bibliografia
AZEVEDO, M. C. P. S. Ensino por Investigação: Problematizando as Atividades em Sala de Aula.
Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e a Prática, Ana Maria Pessoa de Carvalho (Org.), São Paulo:
São Paulo: Cengage Learning, 2004.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira. Base Nacional Comum Curricular: versão final. Brasília, 2017. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base. Acesso em: 25 jun. 2020.
CAMPOS, M. C. C.; NIGRO, R. G. Didática de Ciências: o ensino-aprendizagem como investigação.
São Paulo: FTD, 1999.
CARVALHO, A. M. P. A Ciência no Ensino Fundamental. Ensino de Ciências, Coleção Ideias em
Ação, São Paulo: Cengage Learning, 2012.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (Org.). Ensino de ciências por investigação: condições para
implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2013
CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. – 7ª ed. – Ijuí: Ed.
Unijuí, 2016.
MATTER, J. A. A Interdisciplinaridade nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Universidade
Regional Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, Monografia, Santa Rosa, 2012.
DE LIRA, Tatiane Hilário E FIREMAN, Elton Casado (Org.) Ensino de Ciências para os Anos Iniciais:
Teorias e Práticas. Maceió, AL: Editora Olyver, 2021
VIVEIRO, Alessandra A. et al (Orgs.) Ensino de Ciências para crianças: fundamentos, práticas e
formação de professores. Edições Hipótese, 2021. Vol.1

Disciplina: Ensino-Aprendizagem de Conceitos Complexos e a construção da Flexibilidade
Cognitiva
Código do componente curricular: RENOEN0021 - ENSINO-APRENDIZAGEM DE CONCEITOS
COMPLEXOS E A CONSTRUÇÃO DA FLEXIBILIDADE COGNITIVA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Conceitos que estruturam a Flexibilidade Cognitiva. Fundamentos teóricos e metodológicos
do Modelo das Múltiplas Perspectivas (MoMuP), original e adaptado. Paradigmas da Ciência cartesiano, sistêmico e complexo. Relação entre eventos moleculares, celulares e macroscópicos no
universo biológico. Conceitos complexos e domínios pouco estruturados: a abstração conceitual.
Possibilidades e perspectivas para a construção conceitual.
Bibliografia:
ALBERTS, B., BRAY, D., HOPKIN, K., JOHNSON, A., LEWIS, J., RAFF, M., ROBERTS, K.,
WALTER, P. Essential cell biology. 4. ed. New York: Garland, 2014
BEHRENS, M. A. O paradigma da complexidade na formação e no desenvolvimento profissional de
professores universitários. Educação, v. 3, p. 439-455, 2007.
BEHRENS, M. A. O paradigma emergente e a prática pedagógica. Petrópolis: Vozes, 2005
BRAYNER-LOPES, F. M. Formação de docentes universitários: um complexo de
interações paradigmáticas. 2015, 260 f. Tese (Doutorado no Ensino das Ciências) - – Programa de
Pós-Graduação em Ensino das Ciências e Matemática, Universidade Federal Rural de Pernambuco,
Recife, PE, 2015.
CAPRA, F. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Cultrix,
2006.
SÁ, R. G. B. Construção de conceitos em biologia na perspectiva do MoMuP-PE (Modelo das
Múltiplas Perspectivas - Pernambuco) articulado à escola soviética de psicologia. 2017, 316 f. Tese
(Doutorado no Ensino das Ciências) - – Programa de Pós-Graduação em Ensino das Ciências e
Matemática, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE, 2017

Disciplina: Psicologia Cultural da Dinâmica Semiótica
Código do componente curricular: RENOEN0052 - PSICOLOGIA CULTURAL DA DINÂMICA
SEMIÓTICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Bases semióticas para a Psicologia Cultural. A semiótica de Charles Peirce. O conceito de
cultura, sociedade e temporalidade. Dinâmica semiótica: reguladores e mediadores. Processos de
internalização e externalização. Bases afetivas na mediação semiótica. Metodologia em pesquisa
para PCDS. Processos de ensino e aprendizagem com base na PCDS.
Bibliografia:
FOX, Stephen. Culture and Psychology. SAGE Publications, 2019.
VALSINER, Jaan. Fundamentos da psicologia cultural: mundos da mente, mundos da vida.
ArtmedEditora, 2016.
WAGONER, Brady; CHRISTENSEN, Bo Allesøe; DEMUTH, Carolin (Ed.). Culture as process: A
tribute to JaanValsiner. Springer, 2021.
FOSSA, Pablo. Pleromatization, phyisiognomization and metaphoricity: a theoretical articulation of
sense making processes of Valsiner, Werner and McNeill. Psicologia USP, v. 28, p. 93-101, 2017.
FUSCH, Patricia I.; NESS, Lawrence R. Are we there yet? Data saturation in qualitative research. The
qualitative report, v. 20, n. 9, p. 1408, 2015.
VALSINER, Jaan. Culture and the development of children's action: A theory of human development.
John Wiley & Sons, 1997.
VALSINER, Jaan. What cultural psychologies need: Generalizing theories!. Culture & Psychology, v.
20, n. 2, p. 147-159, 2014.
VALSINER, Jaan. Generalization in science: Abstracting from unique events. In: Subjectivity and
Knowledge. Springer, Cham, 2019. p. 79-97.
WAGONER, Brady; JENSEN, Eric. Microgenetic evaluation: Studying learning in motion. yearbook of
idiographic science: Reflexivity and change. Charlotte, NC: Information Age Publishers, 2014.
ZITTOUN, Tania; BRINKMANN, Svend. Learning as meaning making. Encyclopedia of the Sciences
of Learning, p. 1809-1811, 2012.

DISCIPLINA: Argumentação e Aprendizagem na Educação Científica
Código do componente curricular: RENOEN0024 - ARGUMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM NA
EDUCAÇÃO CIENTÍFICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: O papel do processo argumentativo para propiciar a aprendizagem, a construção do
conhecimento científico e o desenvolvimento do pensamento reflexivo. Modelos de argumentação de
Toulmin, Leitão e outros. Argumentação em sala de aula. Argumentação e os Parâmetros
Curriculares Nacionais para as Ciências da Natureza e a Matemática. Elaboração e implementação
da argumentação no currículo da Educação Científica.
Bibliografia:
NASCIMENTO, Silvania Sousa & PLATIN, Christian. Argumentação e Ensino de Ciências. Curitiba:
Ed. CRV. ISBN: 978-85-62480-11-9. 2009.
POZO, J. I.; CRESPO, M. Á. G. A aprendizagem e o ensino de ciências: do conhecimento cotidiano
ao conhecimento científico. 5a ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
RAMÍREZ RONCANCIO, Nancy Lizeth. Desenvolvimento do pensamento reflexivo: avaliação da
qualidade da argumentação em situação de debate crítico. Recife, 2012. 193 f. Dissertação
(mestrado) - UFPE, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-graduação em
Psicologia Cognitiva, 2012.
RODRIGUES, Sylvia Regina de Chiaro Ribeiro. Argumentação em sala de aula: um caminho para o
desenvolvimento da auto-regulação do pensamento. Recife, 2006. 193 folhas : Tese (doutorado) Universidade Federal de Pernambuco. CFCH. Psicologia, 2006.
SANTOS, Selma Leitão; DAMIANOVIC, Maria Cristina (Org.). Argumentação na escola: o
conhecimento em construção. Campinas: Pontes Editores, 2011. 302 p.
TOULMIN, Stephen Edelston. Os usos do argumento. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.
VASCONCELOS, Angelina Nunes de. Argumentação e desenvolvimento cognitivo: emergência e
estabilização de condutas proto argumentativas. Recife, 2013. 141 f. + DVD. Dissertação (mestrado) UFPE, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-graduação em Psicologia
Cognitiva, 2013.

DISCIPLINA:TÓPICOS ESPECIAIS II
Código do componente curricular: RENOEN0054 - TÓPICOS ESPECIAIS II - 60h
Créditos: 04
Ementa: a definir
Bibliografia: a definir

Disciplinas obrigatórias da Linha de Pesquisa 3 – Ensino Tecnológico: práticas
e construções curriculares
Disciplina: Tecnologias digitais no ensino
Código do componente curricular: RENOEN0014 - TECNOLOGIAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO EM
ENSINO - 60h
Créditos: 4
Ementa: Novos paradigmas sociais e os processos de informatização da sociedade. Estratégias
pedagógicas com uso de tecnologias de informação e comunicação em educação em ciências e
matemática. Dispositivos e interfaces no ensino-aprendizagem de ciências e matemática. Softwares
para o ensino de ciências e matemática.
Bibliografia:
ALMEIDA, M.E.B.; VALENTE, J.A. Tecnologias e Currículo: trajetórias convergentes ou divergentes?
São Paulo: Paulus, 2011.
BORBA, M. C.; SILVA, R. S. R.; GADANIDIS, G. Fases das tecnologias digitais em Educação
Matemática: Sala de aula e internet em movimento. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2014. COSTA,
C. J. S. A.; PINTO, A. C. Tecnologias digitais da informação e comunicação na Educação. Maceió:
Edufal, 2017.

DORI, Y. J., MEVARECH, Z. R., BAKER, D. R. Cognition, Metacognition, and Culture in STEM
Education. Gewerbestrasse: Springer, 2018.
GE, X.; IFENTHALER, D.; SPECTOR, J. M. Emerging Technologies for STEAM Education.
Gewerbestrasse: Springer, 2015.
GILBERT, J. K.; BOULTER; C. Developing Models in Science Education. Dordrecht: Springer
Netherlands, 2000.
GIORDAN, M. Computadores e linguagens em aulas de ciências. Ijuí: Unijuí, 2008.
KENSKI, V. M. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Editora Papirus.
2012.
LINN, M. C.; DAVIS, E. A.; BELL, P. Internet Environments for Science Education. New York:
Routledge, 2013.
MORAN, J. M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 7.ed. São
Paulo, SP.: Papirus, 2003.
RIOPEL, M.; SMYRNAIOU, Z. New Developments in Science and Technology Education,
Gewerbestrasse: Springer, 2018.

Disciplina: Formação científica e tecnológica, cidadania e inovação curricular
Código do componente curricular: RENOEN0019 - FORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA,
CIDADANIA E INOVAÇÃO CURRICULAR - 60h
Créditos: 4
Ementa: Percepção, compreensão pública e apropriação social do conhecimento científico e
tecnológico: trajetórias conceituais, desafios e significado contemporâneo. Estudo de casos nacionais
e internacionais de interação entre público e ciência. O papel das tecnologias de informação e
comunicação para a participação política na formulação compartilhada de políticas públicas de
ciência e tecnologia no Brasil e no mundo. Relações entre formação científica, cidadania e o campo
CTSA (Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente).
Bibliografia:
ALBORNOZ, M.; ARANA, L.; MARCHESI, A. (orgs.). Cultura científica en Iberoamérica: encuesta en
grandes núcleos urbanos. Madrid: FECYT, OEI, RICYT, 2009. ALONSO, C. B. La apropiación social
de la ciencia: nuevas formas. Revista CTS, v. 4, n. 10, p. 213-225, 2008. BAUER, M. W.; ALLUM, N.;
MILLER, S. What can we learn from 25 years of PUS survey research? Liberating and expanding the
agenda. Public of Science, v. 16, n. 1, p. 79-95, 2007. BROSSARD, D.; LEWENSTEIN, B. V. A critical
appraisal of models of public understanding of science: using practice to inform theory. In: KAHLOR,
L.; STOUT, P. (eds.) Communicating science: new agendas in communication. New York: Routledge,
2009, p. 11-39.
BRASIL. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Percepção pública da ciência e tecnologia.
Brasília, 2010. DAGNINO, R.; LIMA, M. T.; NEVES, E. F. Popularização da ciência no Brasil: entrada
na agenda pública, de que forma? Journal of Science Communication, v. 7, n. 4, 2008.
DELGADO, A.; KJØLBERG, K. L.; WICKSON, F. Public engagement coming of age: from theory to
practice in STS encounters with nanotechnology. Public Understanding of Science, v. 20, n. 6, p. 826845, 2011.
EUROPEAN COMMISSION. Science education for responsible citizenship. Report to the European
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GUIVANT. J. S. Transgênicos e percepção pública da ciência no Brasil. Ambiente & Sociedade, v. 9,
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PIOLLI, A. L.; COSTA, M. C. Participação pública e gestão rural das águas no brasil: uma alternativa
ao déficit model. Journal of Science Communication, v. 7, n. 4, 2008.
PRAIA, J.; GIL-PÉREZ, D.; VILCHES, A. O papel da natureza da ciência na educação para a
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SOUSA, C. M.; HAYASHI, M. C. P. I.; BERBEL, D. B.; ROTHBERG, D. Comunicação da ciência,
transgenia e estudos CTS: a contribuição da informação para o debate público. In: SOUSA, C. M.;
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INDUSTRY. GM Nation? The findings of the public debate. London, 2003.

Disciplina: Ciência, Tecnologia e Sociedade
Código do componente curricular: RENOEN0055 - CIÊNCIA, TECNOLOGIA E SOCIEDADE - 60h
Créditos: 4
Ementa: Origem e repercussão do movimento Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente (CTSA),
enquanto campo de pesquisa e ação política. Discussão sobre as relações CTSA e suas
consequências para o ensino de ciências naturais, humanas e tecnologias. Implicações das
mudanças científica e tecnológica para o desenvolvimento econômico e social. Responsabilidade
social, ética nas ciências. Contribuições da abordagem CTS para a educação e ensino de ciência e
tecnologia. Questões étnico-raciais no contexto científico e tecnológico. Gênero e Ciência, Atitudes e
crenças frente C&T, Bioética; Elaboração de projetos CTS.
Bibliografia
ALMEIDA, M.E.B.; VALENTE, J.A. Tecnologias e Currículo: trajetórias convergentes ou divergentes?
São Paulo: Paulus, 2011.
LATOUR, B. Ciência em ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora. São Paulo:
Editora UNESP, 2000.
LISSINGEN, I. Engenharia, tecnologia e sociedade: novas perspectivas para uma formação. Tese de
Doutorado, PPGE/UFSC/SC, Florianópolis, SC, Brasil, 2002.
LÓPEZ CEREZO, J. A. Ciência, Tecnologia e Sociedade: O estado da arte na Europa e nos Estados
Unidos in Santos, Lucy W. et al.(orgs.) Ciência, tecnologia e sociedade: O desafio da interação.
Londrina: IAPAR, 2002. Original: “CTS: el estado de la cuestión en Europa y los EE.UU.”, en Revista
Iberoamericana de Educación, núm. 18, septiembre-diciembre, 1998. Texto disponível em espanhol:
http://www.rieoei.org/oeivirt/rie18a02.htm e http://www.rieoei.org/oeivirt/rie18a02.pdf
MARTÍN GORDILLO, M. (Coord.) Ciencia, Tecnología y Sociedad. Proyecto Argo. Materiales para la
educación CTS. Segundo capítulo http://www.oei.es/salactsi/argo02.htm
MORAN, J. M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 7.ed. São
Paulo, SP: Papirus, 2003.
OSORIO M., C. Enfoques sobre La tecnologia. Revista Iberoamericana de Ciência, Tecnologia,
Sociedade y Innovaciión, n.2, enero-abril, p.1-17, 2002.
PEDRETTI, E. E NAZIR, J. Currents in STSE Education: Mapping a Complex Field, 40 Years On.
Science Education, 95(4), p. 601-626, 2011.
PORRO, S.; ARANGO, C. A importância da perspectiva do gênero no ensino de ciências na América
Latina. In Santos, W.L.P.; Auler, D. (orgs.). CTS e educação científica: desafios, tendências e
resultados de pesquisas. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2011.
RIOPEL, M.; SMYRNAIOU, Z. New Developments in Science and Technology Education,
Gewerbestrasse: Springer, 2018.
ZARAGOZA, F. M. La ciencia: por qué y para quién? El Correo Unesco, mayo 1999. Nº 5 (1999).
http://www.oei.es/salactsi/mayor.htm

GE, X.; IFENTHALER, D.; SPECTOR, J. M. Emerging Technologies for STEAM Education.
Gewerbestrasse: Springer, 2015.

Disciplina: Fundamentos Epistemológicos da Educação Científica e Tecnológica
Código do componente curricular: RENOEN0056 - FUNDAMENTOS EPISTEMOLÓGICOS DA
EDUCAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - 60h
Créditos: 4
Ementa: Aprofundar a relação entre os fundamentos da epistemologia na contemporaneidade e a
pesquisa em ensino/aprendizagem das ciências. Limites e possibilidades desta relação em favor da
melhoria do ensino das ciências e matemática.
Bibliografia:
Abrantes, P. Kuhn e a noção de ‘Exemplar’. Principia, vol. 2, No 1, 1998.
Angotti, J.A. Física e epistemologia heterodoxas: David Bohm e o ensino de ciências.Caderno
Catarinense de Ensino de Física, Vol 19, n. Especial, p. 123-151, jun. 2002.
Bachelard, G. La formation de l’espirits cientifique. Paris. J. Vrin, 1975.
Bernal, J. Ciência na história. Lisboa. Livros Horizonte. 1976 (7 v.)
Bhasar, R. A realist theory of science. Susex. Harvester Press. 1978.
Bohm, D. Ciência, ordem e criatividade. Lisboa: Gradiva, 1989.
Bunge, M. Filosofia da tecnologia. In: Bunge, M. Epistemologia: curso de atualização..São Paulo:
Edusp, 1987.
Cupani, A. e Pietrocola, M. A relevância da epistemologia de Mario Bunge para o ensino de ciências.
Caderno Catarinense de Ensino de Física, Vol 19, n. Especial, pp.97-122, jun. 2002.
Da Costa, N. C. A. O conhecimento científico. São Paulo. Discurso Editorial. 1999.
Delizoicov, D. O Interacionismo na construção dos paradigmas. Pro-Posições, Vol. 7, No 1(19), pp.
84-94, 1996.
Delizoicov, D et al. Sociogênese do conhecimento e pesquisa em ensino: contribuições a partir do
referencial fleckiano. Caderno Catarinense de Ensino de Física, Vol 19, n. Especial, pp. 51-67, jun.
2002.
Elster, J. Teorias del cambio tecnológico. In: Elster, J. El cambio tecnológico. Barcelona: Gedisa
Editorial. 1999.
Fellows. R. et al. Philosophy and Tecnology. Cambridge: University Press. 1995.Feyrabend, P. Contra
o Método. Rio de Janeiro. Francisco Alves.1977.
Fleck, L. La Génesis y el desarrolo de un hecho científico. Madrid. Alianza Editorial. 1986.
Grannigan, A. A Base social das descobertas científicas. Rio de Janeiro. Francisco Alves, 1977.
Hessen, J. Teoria del conocimiento. México. Editorial Porrúa. 1994.
Hollism, M. &Luckes, S. Rationality and relativism. Osford. Basil Blckwell. 1982.
Holton, G. A Imaginação científica. Rio de Janeiro. Zahar.1979.
Kuhn, T. S. A estrutura das revoluções científicas. S. Paulo. Perspectiva. 1975.
Lakatos, I. & Musgrave, A. A crítica e o desenvolvimento do conhecimento. S. Paulo. Cultrix/Edusp.
1979.
Leite, R. C. M, Ferrari, N. Delizoicov, D. A história das leis de Mendel na perspectiva fleckiana.
Revista da Associação Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências. Porto Alegre, v.1, n.2, pp.
97-108, 2001.
Lopes, A. R.C. Contribuições de Gaston Bachelard ao ensino de ciências. Ensenãnza de las
Ciencias, Barcelona, Universidade Autonoma de Barcelona, v. 11, n. 3, pp. 324-330, 1993.
Matthews, M. Science teaching: the role of history and phylosophy of science. New York and London.
Routledge. 1994
Nanda, M. Restoring the Real: rethinking social constructivism theories of Science. Ruthless Criticism
of all that exists – Socialist Register. Londres. Merlin Press. 1997.
Peduzzi, L. O.Q. As Bases teóricas de um texto de mecânica em nível universitário básico. Actas do
Encuentro Internacional sobre el aprendizaje significativo. Burgos. Universidad de Burgos. 1997.
Piaget, J. & Garcia, R. Psicogênese e História das ciências. Lisboa. Dom Quixote. 1987.
Popper, K. A lógica da investigação científica. S. Paulo. Cultrix/Edusp. 1975.
Portocarrero, V. (Org.) Filosofia, História e Sociologia das Ciências – Abordagens Contemporâneas.
Rio de Janeiro. Fiocruz. 1994.
Quintanilla, M. A. Técnica e Cultura. Teorema. Revista internacional de filosofia. V. XVVII/3, pp. 4969. Murcia, Tecnos, 1998.

Rodrigues, A. M. M. Por uma filosofia da tecnologia. In: Grinspun, M.P.S. Z. (org.) Educação
tecnológica – desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez Editora. 1999.
Schaf, A. História e Verdade. Rio de Janeiro. Zahar. 1981.
Severino, A. J. O transpositivismo: reavaliando a ciência. In: Severino, A. J. A filosofia contemporânea
no Brasil. Petrópolis: Editora Vozes. 1999.
Silveira, F. L. A Filosofia da Ciência de Karl Popper e suas implicações no ensino da Ciência.
Caderno Catarinense de Ensino de Física, Vol 6, No 2, 1989.
Zylbersztjan, A. Resolução de Problemas: Uma perspectiva kuhniana. Atas do VI EPEF. (CD-rom).
Florianópolis. 1998.

Disciplina: Redes Sociotécnicas e Práticas Curriculares
Código do componente curricular: RENOEN0057 - REDES SOCIOTÉCNICAS E PRÁTICAS
CURRICULARES - 60h
Créditos: 4
Ementa: construção de conhecimentos na sociedade em rede. Redes sociotécnicas: fundamentos e
práticas. Redes sociais na Internet e na cibercidade. Educação online como um fenômeno da
cibercultura: interatividade, hipertexto, simulação, convergência de mídias e mobilidade. Ambientes
virtuais de aprendizagem e softwares de redes sociais: fundamentos e interfaces de conteúdos e
comunicação síncrona e assíncrona. Práticas curriculares e desenho didático online. Conteúdos
digitais, gestão de processos e equipes na educação online. A educação online em espaços
multirreferenciais de aprendizagem.
Bibliografia:
ALAVA, S. (org.). Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto
Alegre: Artmed Editora, 2001.
ARDOINO, J. Abordagem multirreferencial (plural) das situações educativas e formativas. In:
BARBOSA, J. (org.). Multirreferencialidade nas ciências e na educação. São Carlos: EdUFSCar,
1998, p. 24-41.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
JOSSO, M-C. Experiências de vida e formação. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
LEMOS, A. Cultura das redes. Ciberensaios para o século XXI. Salvador: EDUFBA, 2002.
LEMOS, A. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina,
2002.
LÉVY, P . As Tecnologias da Inteligência - O Futuro do pensamento na era da Informática, SP, Ed.
34, 1996.
_____, . Ciberculcura. SP: Editora 34, 1999.
_____, . O que é o virtual. SP: Editora 34, 1996.
MACEDO, R. S.. A Etnopesquisa crítica e multirreferencial nas ciências humanas e na educação.
Salvador:EDUFBA, 2000.
MACHADO. A. Máquina e imaginário: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Edusp, 1993.
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI,
L. A; XAVIER, A. C. (orgs.). Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
MORIN, E. – Ciência com consciência, 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.
NIELSEN, J.. and MACK, R.L. Usability Inspection Methods. New York, Jonh Wiley & Sons, 1994.
SANTAELLA, L.. A crítica das mídias na entrada do século XXI. In: PRADO, J. L. A. (org.). Crítica das
práticas midiáticas: da sociedade de massa às ciberculturas. São Paulo: Hackers Editores, 2002.
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das tecnologias. São Paulo: UNESP. 1997, p. 33-43.
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STEVEN, J. Cultura da interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar.
RJ, Jorge Zahar Ed, 2001.

Disciplina: Planejamento, Construção e Validação de Tecnologias No Ensino
Código do componente curricular: RENOEN0058 - PLANEJAMENTO, CONSTRUÇÃO E
VALIDAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO - 60h
Créditos: 4
Ementa: Metodologias, técnicas e tecnologias para a especificação, construção e validação de
soluções digitais educacionais. Considerações acerca de ferramentas de prototipagem, autoria e
desenvolvimento de soluções digitais educacionais. Experimentos na geração de soluções digitais
educacionais em diversos suportes e mídias: aplicações desktop, aplicativos para dispositivos
móveis, websites e serviços online, jogos eletrônicos, sistemas de computação física, realidade
virtual, realidade aumentada, modelos de interfaces alternativas com usuários e outros.
Bibliografia:
CAMARA, Chad; ZHAO, Yujia. The UX Learner’s Guidebook: A Ramp and Reference for Aspiring UX
Designers. Deuxtopia, Inc., 2015.
CLARK, Ruth C.; MAYER, Richard E. E-learning and the science of instruction: Proven guidelines for
consumers and designers of multimedia learning. John Wiley & Sons, 2016.
JENLINK, Patrick M. Multimedia Learning Theory and Its Implications for Teaching and Learning.
Multimedia Learning Theory: Preparing for the New Generation of Students, p. 29, 2019.
MARGOLIS, Michael. Arduino cookbook: recipes to begin, expand, and enhance your projects.
“O’Reilly Media, Inc.”, 2011.
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 7. ed. Porto Alegre:
AMGH, 2011.
SCHELL, Jesse. A arte de game design: o livro original. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.

Disciplina: Ensino Tecnológico e Tecnologias Digitais no Ensino de Ciências e Ensino de
Engenharias I
Código do componente curricular: RENOEN0059 - ENSINO TECNOLÓGICO E TECNOLOGIAS
DIGITAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS E ENSINO DE ENGENHARIAS I 60h
Créditos: 4
Ementa: Primeira Revolução Industrial; Segunda Revolução Industrial; Terceira Revolução Industrial;
Quarta Revolução Industrial. Educação em Engenharia no período da antiguidade. Futuro da
educação em engenharia. Sustentabilidade na indústria. Formação do profissional em Engenharia do
futuro.
Bibliografia:
MANN, C. R. A study of engineering education prepared for the joint committee on engineering
education of the national engineering societies. Boston: THE MERRYMOUNT PRESS • BOSTON.
Maura Borrego et al. Quantitative, Qualitative, and Mixed Research Methods in Engineering
Education. Journal of Engineering Education 96 (1): 5–18.
Marcelo Cardoso, Rafael Matone Chanin. The history of Engineering Education: learning from the past
to
design
the
future,
RSD,
v.
11,
nº
11,
2022.
Disponivel
em:
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/33606
Michael E. Auer; Andreas Pester; Dominik May. Learning with Technologies and Technologies in
Learning Experience, Trends and Challenges in Higher Education. New York: Springer, 2022.
Edward F. Crawley et al. Rethinking engineering Education: The CDIO Approach, New York: Springer,

2007. Hart Davis, A. (2012). Engineers: From the great pyramids to the pioneers of space travel. Ed.
DK.
Christine M. Cunningham, Cary Sneider. Precollege Engineering Education. In: Handbook of
Research on Science Education, vol III, Routledge, (124 – 244), 2023.
Conlon, E., 2008. The new engineer: Between employability and social responsibility.European
Journal of Engineering Education.33, 149–157.
L. L. Bucciarelli llbjr@mit.edu (2008) Ethics and engineering education, European Journal of
Engineering Education, 33:2, 141-149, DOI: 10.1080/03043790801979856

Disciplina: Ensino Tecnológico e Tecnologias Digitais no Ensino de Ciências e Ensino de
Engenharias II
Código do componente curricular: RENOEN0060 - ENSINO TECNOLÓGICO E TECNOLOGIAS
DIGITAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS E ENSINO DE ENGENHARIAS II - 60h
Créditos: 4
Ementa: Quarta Revolução Industrial. Educação em Engenharia no século XXI. Futuro da educação
em engenharia. Sustentabilidade na indústria. Formação do profissional em Engenharia para o século
XXI.
Bibliografia
MANN, C. R. A study of engineering education prepared for the joint committee on engineering
education of the national engineering societies. Boston: THE MERRYMOUNT PRESS • BOSTON.
Site: https://www.nationalsoftskills.org/downloads/Mann-1918-study_of_Engineering_Educ.pdf
Maura Borrego et al. Quantitative, Qualitative, and Mixed Research Methods in Engineering
Education. Journal of Engineering Education 96 (1): 5–18.
Marcelo Cardoso, Rafael MatoneChanin. The history of Engineering Education: learning from the past
to design the future,
RSD, v. 11, no 11, 2022. Disponivel em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/33606
Michael E. Auer; Andreas Pester; Dominik May. Learning with Technologies and Technologies in
Learning Experience,
Trends and Challenges in Higher Education. New York: Springer, 2022.
Edward F. Crawley et al. Rethinking engineering Education: The CDIO Approach, New York: Springer,
2007.
Hart Davis, A. (2012). Engineers: From the great pyramids to the pioneers of space travel. Ed. DK.
C. M. Cunningham, C. Sneider. Precollege Engineering Education. In: Handbook of Research on
Science Education, vol III,
Routledge, (124 – 244), 2023.

DISCIPLINA: Tópicos Especiais III
Código do componente curricular: RENOEN0061 - TÓPICOS ESPECIAIS III - 60h
Créditos: 04
Ementa: a definir
Bibliografia: a definir

APÊNDICE II - ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS

Atividade: Proficiência em Língua Estrangeira
Código do componente curricular: “RENOEN0027 - PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA
ESTRANGEIRA–INGLÊS” ; “RENOEN0028 - PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA
ESTRANGEIRA: FRANCÊS OU ESPANHOL”
Créditos:0
Descrição: Para falantes nativos de língua portuguesa, comprovar proficiência em
duas línguas estrangeiras, sendo uma delas a língua inglesa e outra a escolherem
entre as demais línguas estrangeiras ofertadas pelos cursos de graduação da
Faculdade de Letras (língua francesa ou espanhola).
Critérios: Apresentação de certificado de proficiência (leitura e interpretação de
texto) em, pelo menos, 2 (duas) línguas estrangeiras. O/A portador/a do título de
Mestre, que tenha realizado proficiência em 1(uma) língua estrangeira no
Mestrado,o estudante poderá ter o resultado aproveitado. Para estudantes
estrangeiros, é exigida a demonstração de proficiência em língua portuguesa –
observando as normas vigentes, aplicáveis a estudantes estrangeiros no âmbito da
pós-graduação stricto sensu da UFAL – e para estudantes brasileiros cuja primeira
língua não seja a portuguesa(por exemplo, línguas indígenas, Língua Brasileira de
Sinais - LIBRAS, entre outras), dispensando-se, nestes casos, a apresentação de
proficiência em língua estrangeira. Até o prazo limite dos 12 primeiros meses de
curso, a contar do ato da matrícula,o/a doutorando/a deve apresentar o certificado
de proficiência em língua inglesa. Até o limite da solicitação do exame de
qualificação, o/a doutorando/a deve apresentar o certificado de proficiência em
segunda língua estrangeira. A segunda língua estrangeira pode ser Espanhol ou
Francês. A realização do teste de proficiência será de inteira responsabilidade do
doutorando(a).

Atividade: Participação em Grupo de Pesquisa
Componente curricular:“RENOEN0032 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE
PESQUISA–I”;“RENOEN0033 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA-II”;
“RENOEN0034 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA – III”, “RENOEN0035
- PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA–IV”; “RENOEN0036 PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISA–V”; “RENOEN0037-PARTICIPAÇÃO
EM GRUPO DE PESQUISA–VI”; “RENOEN0038 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE
PESQUISA – VII”; “RENOEN0039 - PARTICIPAÇÃO EM GRUPO DE PESQUISAVIII”
Créditos: 1(um) por semestre,ao longo de 8 semestres.
Descrição: O doutorando(a) deverá entregar à Secretaria do Renoen/UFAL um
relatório semestral de atividades. Para cada semestre em que o/a doutorando/a
estiver vinculado ao Renoen/UFAL, este deverá entregar um relatório específico no
qual descreva as atividades acadêmico-científicas desenvolvidas naquele período.
Critérios: Apresentação de relatório semestral, por parte do/da doutorando/a, com o
referendo do orientador/a sobre o seu desempenho na realização das etapas do
projeto de pesquisa, bem como descrevendo e comprovando sua participação em
eventos científicos, publicação de estudos em Anais de Eventos, artigos em
Revistas Científicas, Livros/Capítulos de Livros, Comunicações Orais, Palestras,
Apresentação de Pôsteres, composição de seminários, mesas redondas ou

afins.Todas as atividades acadêmico-científicas desenvolvidas pelo/a doutorando/a
devem ser documentadas no relatório, remetidas ao/à orientador/a para sua
avaliação e após o referendo do/a orientador/a, o documento deve ser remetido à
Secretaria do Renoen/UFAL para o aproveitamento de créditos. O prazo final para
entrega do relatório é, pelo menos, 30 dias de antecedência do final de cada
semestre letivo. O/A doutorando(a) que não apresentar o relatório semestral
referente ao componente curricular “Participação em Grupos e Núcleos de Estudos e
Pesquisas e nos seminários de pesquisa”, será nele reprovado. Conforme Art. 66. da
Resolução 37/2022 Consuni/UFAL. “será passível de desligamento do Programa de
Pós-Graduação o discente que incorrer em qualquer das situações abaixo
relacionadas, dentre outras: I – quando tiver 2 (duas) reprovações em disciplinas ou
módulos”. Caso o/a doutorando/a conclua o curso antes de oito semestres, no ato da
solicitação de banca de defesa de tese deve ser requerido o aproveitamento de
créditos dos componentes curriculares de “Participação em Grupo de Pesquisa” que
ainda estão pendentes, à luz da apresentação da Tese. Os critérios para contabilizar
os créditos, serão definidos em formulário específico.

Atividade: Estágio de Docência
Componente curricular: “RENOEN0030 - ESTÁGIO DE DOCÊNCIA I”;
“RENOEN0031 - ESTÁGIO DE DOCÊNCIA II”
Créditos: 2 (dois) por estágio cumprido em disciplina semestral de, pelo menos,
60h, ao longo de,pelo menos, 2 semestres letivos.
Descrição: O Estágio de Docência é parte integrante da formação do pósgraduando(a), objetivando a preparação para a docência e a qualificação do ensino
de graduação, sendo obrigatório para todos/as os/as discentes do doutorado. Para
isso, o/a doutorando/a, deve solicitar à Coordenação do Renoen/UFAL, a “Carta de
Encaminhamento” ao Estágio de Docência. Neste sentido, deverá procurar uma
Instituição de Ensino Superior (IES), a Coordenação de um Curso de Graduação
reconhecido pelo MEC, dialogar como/a Docente responsável pela disciplina, em
comum acordo com seu/sua orientador/a, que deseja realizar o estágio e formalizar
seu aceite naquela IES como Estagiário/a por meio da “Carta de Aceite”. As
atividades de estágio envolvem: a) observação da infra-estrutura física e pedagógica
da instituição, b) observação de aulas no Ensino Superior, c) planejamento de
ensino, d) regência de aulas, e) planejamento e operacionalização da pesquisa;f)
planejamento e operacionalização da extensão;e g) elaboração de relatório. A
comprovação do cumprimento da carga horária de estágio deve ser formalizada no
“Registro de Horas”.O relatório deve ser encaminhado à Secretaria juntamente com
a“Carta de Aceite” e o “Registro de Horas”. As atividades de estágio desenvolvidas
pelo/a Doutorando/a devem ser acompanhadas pelo/a orientador/a e
supervisionadas pelo/a docente responsável pela disciplina na qual o/a doutorando
realizou seu Estágio de Docência.
Critérios: O Estágio de Docência I não poderá ser realizado de forma concomitante
ao Estágio de Docência II. Cada um desses componentes curriculares devem ser
realizados em semestres letivos distintos, totalizando dois semestres letivos de
Estágio. O/A doutorando/a deverá solicitar o aproveitamento de créditos referentes
ao Estágio de Docência com, pelo menos, 60 dias de antecedência do exame de
qualificação. O/A doutorando/a que já está no exercício da docência no Ensino
Superior, desde que desempenhando a docência neste nível de ensino há mais de
um ano, poderá solicitar o aproveitamento de créditos referentes aos Estágios de

Docência, desde que comprove documentalmente esta experiência. O deferimento
do pedido de aproveitamento de créditos para o Estágio de Docência está sujeito à
análise do Colegiado de Curso. As atividades do Estágio de Docência só poderão
ser aproveitadas se forem compatíveis com a área de concentração do
Renoen/UFAL. De acordo com o Art. 79.da Resolução 37/2022 Consuni/UFAL,§1º“A
duração mínima do Estágio de Docência será [...] de duas disciplinas de três
horas/aulas semanais para o Doutorado”.

Atividade: Artigo em Revista ou Capítulo de Livro.
Código do componente curricular: “RENOEN0007 - ARTIGO EM REVISTA OU
CAPÍTULO DELIVRO”, “RENOEN0008 - ARTIGO EM REVISTA OU CAPÍTULO DE
LIVRO - II”, “RENOEN0009 -ARTIGOEMREVISTAOUCAPÍTULODELIVRO-III”
Créditos: 2 créditos por artigo aceito/publicado em periódico da área de
Ensino(Qualis A1–A4), ou 1 crédito por artigo submetido em periódico da área de
Ensino (Qualis A1 – A4) ou Livro/Capítulo de Livro publicado (equivalente a L1, L2
ou L3), até o máximo de 4 créditos.
Descrição: submissão ou aceite/publicação de 1 artigo em periódico da área de
Ensino (A1- A4 - avaliação Quadrienal de 2017-2020) ou publicação de 1 capítulo de
livro/livro com foco na área de Ensino (L1-L3 - avaliação Quadrienal de 2017-2020)
até a solicitação do agendamento da banca de qualificação. Aceite/publicação de 1
artigo em periódico (A1-A4 - avaliação Quadrienal de 2017-2020) e Submissão de
um outro artigo em periódico (A1-A4 - avaliação Quadrienal de 2017-2020) até o
agendamento da banca de defesa de Tese.
Critérios: O(A) doutorando(a) que chegar até o 30º mês de curso e não tiver
apresentado a submissão ou publicação de 1 artigo em periódico da área de Ensino
(A1-A4) ou publicação de 1(um) capítulo de livro/livro com foco na área de
Ensino(L1-L3), não poderá agendar seu Exame de Qualificação. O(A) doutorando(a)
que até o 48º mês de curso não tiver Aceite/Publicação de 1 artigo em periódico (A1A4 - avaliação Quadrienal de 2017-2020) e Submissão de um outro artigo em
periódico (A1-A4 - avaliação Quadrienal de 2017-2020), não poderá agendar a
Defesa daTese e poderá ser desligado do programa. Os produtos científicos devem
apresentar relação direta com a tese do/a doutorando/a, do contrário não poderão
ser considerados para efeitos de cumprimento deste componente curricular.

Atividade: Exame de Qualificação
Código do componente curricular:
Créditos:0
Descrição: Realização da banca examinadora, à qual o(a) doutorando(a) é
submetido, com o objetivo de avaliar a pesquisa em desenvolvimento, sendo
obrigatória para todos o (a)s doutorandos.
Critérios: Para que o orientador/a possa requerer a qualificação de tese, além da
aprovação das atividades previstas na estrutura curricular, atividades programadas,
proficiência de Língua estrangeira, o(a) doutorando(a) deverá comprovar Submissão
ou Aceite/Publicação de 1 artigo em periódico da área de Ensino (A1- A4 - avaliação
Quadrienal de 2017-2020) ou publicação de 1 capítulo de livro/livro com foco na área
de Ensino (L1-L3 - avaliação Quadrienal de 2017-2020) até a solicitação do
agendamento da banca de qualificação. Para candidatar-se ao Exame de
Qualificação o(a) doutorando(a) deverá apresentar à Secretaria do Renoen/UFAL

relatório da pesquisa em andamento para subsidiar sua tese, em formato digital, bem
como requerimento próprio assinado pelo requerente e seu orientador(a). A banca
de avaliação deverá ser constituída:
I. pelos (as) orientador (es/as) do (a) doutorando(a);
II. por dois outros (as) docentes vinculados (as) ao Polo;
III.
por dois docentes doutores(as), um da REDE externo ao Polo, outro externo a
REDE, que satisfaçam às exigências quanto às respectivas titulações e a temática
das qualificações.

Atividade: Defesa de tese
Código do componente curricular: RENOEN0026 - DEFESA DE TESE
Descrição: Realização da banca examinadora, à qual o(a) doutorando(a) é
submetido, com o objetivo de avaliar o resultado final da pesquisa desenvolvida,
sendo obrigatória para todos o(a)s doutorando (as).
Critérios: o formato das teses elaboradas no estilo padrão deverão seguir as regras
do Renoen/UFAL. O texto das teses também poderão ser formatadas no estilo
de“multipaper”em que cada capítulo poderá ter a estrutura de artigos científicos.
Neste caso, as teses deverão ser redigidas seguindo as normas do periódico a ser
submetido. A banca de avaliação da Tese deverá ser constituída:
I. pelos (as) orientador (es/as)do(a) doutorando(a);
II. por dois outros(as) docentes vinculados ao Polo;
III.
por dois docentes doutores(as), um da REDE externo ao Polo, outro externo a
REDE,que satisfaçam as exigências quanto às respectivas titulações e as temáticas
das qualificações.

APÊNDICE III- ATIVIDADES COMPLEMENTARES OPTATIVAS

Atividade: PUBLICAÇÃO DE TRABALHO COMPLETO EM ANAIS DE EVENTO
Código do componente curricular: “RENOEN0040 - PUBLICAÇÃO DE
TRABALHO COMPLETO EM ANAIS DE EVENTO – I, RENOEN0041 PUBLICAÇÃO DE TRABALHO COMPLETO EM ANAIS DE EVENTO-II”
Créditos: 1 crédito,até no máximo 02 créditos.
Descrição: Participação com publicação de trabalho completo em anais de eventos
científicos nacional ou internacional relacionados com objeto da tese.
Critérios: 1 um crédito é computado pela apresentação de comprovante de
publicação de um trabalho completo nos anais de um evento nacional ou
internacional relacionado como objeto da tese.

Atividade: Orientação e TCC ou Iniciação Científica
Código do componente curricular: “RENOEN0042-ORIENTAÇÃO DE TCC OU
INICIAÇÃO CIENTÍFICA –I ”,“RENOEN0043- ORIENTAÇÃO DE TCC OU
INICIAÇÃO CIENTÍFICA – II”
Créditos: 1 crédito,até no máximo 2 créditos.
Descrição: Comprovação de orientação ou co-orientação de Trabalho de Conclusão
de Curso de Graduação ou Pós-Graduação Lato Sensu.
Critérios: Deve-se apresentar comprovante de orientação ou co-orientação de
Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação ou Pós-Graduação Lato Sensu,
desde que o trabalho orientado tenha relação direta com a área de Ensino e que a
instituição por meio da qual o curso de graduação ou pós-graduação seja ofertado
seja devidamente reconhecida pelo MEC. Cada orientação ou co-orientação
equivale a 1 crédito.

Atividade: Participação em banca de defesa
Código do componente curricular: “RENOEN0044 - PARTICIPAÇÃO EM
BANCAS DE DEFESA –I, RENOEN0045 - PARTICIPAÇÃO EM BANCAS DE
DEFESA-II”
Créditos: 1 crédito, até no máximo 2 créditos.
Descrição: comprovação de participação com o membro de banca de defesa de
Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação ou Pós-Graduação Lato Sensu.
Critérios: Deve-se apresentar comprovante de participação como membro de banca
de defesa de Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação ou Pós-Graduação
Lato Sensu, desde que o trabalho avaliado tenha relação direta com a área de
Ensino e que a instituição por meio da qual o curso de graduação ou pós-graduação
seja ofertado seja devidamente reconhecida pelo MEC. A cada 2 participações com
o membro da banca de Trabalho de Conclusão de Curso de graduação ou pósgraduação Lato Sensu, é possível aproveitar 1 crédito.

APÊNDICE IV– TABELA DO COMPUTO DE CRÉDITOS
8 créditos
Obrigatórias da área de concentração
8 créditos
Disciplinas

Obrigatórias da linha de pesquisa
8 créditos
Optativas
0 créditos
Proficiência em Língua Estrangeira (Inglês)
0 créditos
Proficiência em Língua
Estrangeira(Espanhol/Francês)
8 créditos
Participação em Grupo de Pesquisa

Atividades
complementares
obrigatórias

0 créditos
Estágio de Docência
4 créditos
Artigo em Revista ou Capítulo de Livro
0 créditos
Exame de Qualificação
0 créditos
Defesa de tese
até 2 créditos
Publicação de trabalho completo em anais
de evento

Atividades
complementares
optativas

até 2 créditos
Orientação e TCC ou Iniciação Científica
até 2 créditos
Participação em banca de defesa
36 Créditos
CARGA TOTAL MÍNIMA
540 horas