Matriz 2019
EMENTÁRIO_assinado_pedagogia-licenciatura_2019.pdf
Documento PDF (3.9MB)
Documento PDF (3.9MB)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA POR DISCIPLINA REFERENTE AO
CURSO DE PEDAGOGIA PRESENCIAL – MATRIZ 2019
Programa de Disciplinas – Obrigatórias
LEGENDA:
CHS – Carga Horária Semanal
CHT – Carga Horária Teórica
CHP – Carga Horária Prática
CH – Carga Horária Total
Profissão Docente
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo da constituição histórica e da natureza do trabalho docente, articulando o
papel do Estado na formação e profissionalização docente e da escola como lócus e expressão
desse trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. 8. ed. São Paulo: Cortez,
2011.
IMBERNÓN, Francisco. Formação permanente do professorado: novas tendências. São
Paulo: Cortez, 2009.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educativas e
profissão docente. 13. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LUDKE, Menga. Formação Inicial e construção da identidade profissional de professores de 1°
grau. In: CANDAU, Vera (org.) Magistério: construção cotidiana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
HUBERMAN, Michael. O ciclo de vida profissional dos professores. In Vidas de professores. 2'
ed. Porto: Porto Editora, 1995.
MIGUEL, José Carlos; REIS, Marta dos. Formação docente: perspectivas teóricas e práticas
pedagógicas. Organizadores. Marília: Oficina Universitária; São Paulo: Cultura Acadêmica,
2015.
MORAES, Ana Cristina; CASTRO, Francisco Mirtiel Frankson Moura, AZEVEDO, Maria
Raquel de. (ORGS.) Saberes e autonomia docente: história, formação e profissionalização.
2
FORTALEZA: EDUEC, 2019.
Fundamentos Políticos da Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Análise dos fundamentos políticos do fenômeno educativo, contidos nas políticas
públicas para a educação no Brasil e em Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Márcio e BARTHOLO, Tiago. Padrões de segregação escolar no Brasil: um estudo
comparativo entre capitais do país. Educação e Sociedade. Campinas, v. 35, nº. 129, p. 11831203, out. dez. 2014
MORAES, Bianca Mota de [et al. Políticas Públicas de Educação. Rio de Janeiro, RJ:
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; Universidade Federal Fluminense, 2016.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. A educação em tempos de neoliberalismo. Porto Alegre: Artmed, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BASTOS, Manoel de Jesus. Políticas Públicas na Educação Brasileira. Revista Científica
Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 05. Ano 02, Vol. 01. pp 253-263, Julho de
2017.
JUNIOR, Caio Prado. História Econômica do Brasil. 37ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1990.
PERONI, Vera Maria Vidal. Política Educacional e o Papel do Estado no Brasil dos Anos 90.
São Paulo: Xamã, 2003.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e Educação nas Alagoas. História, Histórias, 2003.
Fundamentos Históricos da Educação e da Pedagogia
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Análise histórica da Educação e da Pedagogia, segundo as ideias pedagógicas, com
foco na história da educação brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.
CARNEIRO, MARISTELA. História da Educação. Curitiba: ESDE, 2017.
CURRY, Cláudia Engler. Histórias da educação brasileira: experiências e peculiaridades- João
Pessoa: Editora da UFPB, 2014.
RIBEIRO, Maria Luiza Santos. História da Educação no Brasil. São Paulo: Autores
Associados, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. 2ed. Rio de Janeiro: LTC, 1981.
LOPES, IVONE GOULART (org.). História da educação no Brasil: desafios e perspectivas.
Curitiba: Atena Editora, 2016.
SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 3. ed. Campinas: Autores
Associados, 2010.
STEPHANOU, Maria; BASTOS, Maria Câmara (org.). Histórias e memórias da educação no
Brasil - Séculos XVI- XVIII (Vol. I). Petrópolis: Vozes, 2005.
Educação e Tecnologias Digitais da Comunicação e Informação
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Estudo da importância das tecnologias digitais da Informação e Comunicação na
Educação: potencialidades pedagógicas e desafios de sua aplicação nos espaços de
aprendizagem presencial e à distância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBA, Carme; CAPELLA, Sebastiá (orgs). Computadores em sala de aula: métodos e usos.
Porto Alegre: Penso, 2012.
COSTA, Cleide Jane S. A; PINTO, Anamelea de C. (Orgs.) Tecnologias digitais da Informação
e comunicação na educação. Maceió: EDUFAL, 2017.
DUDENEY, Gavin; KOCKLY, Nicky; PEGRUM, Mark. Letramentos digitais. São Paulo:
Parábola, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
2
3
ALMEIDA, Maria Elizabeth B.; DIAS, Paulo; SILVA, Bento D. (orgs). Cenários de inovação
para a educação na sociedade digital. São Paulo: Loyola, 2013.
COLL César, MONEREO Carles (orgs). Psicologia da Educação virtual: aprender e ensinar
com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010.
PEREZ-GOMEZ, Ángel I. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegre: Penso,
2015.
Leitura e Produção Textual em Língua Portuguesa
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
Estudo,
reflexão
e
exercício
prático
da
leitura
e
da
escrita
na
perspectiva
da noção
EMENTA:
de gêneros textuais e da leitura estratégica, considerando também os aspectos
sociocognitivos da lectoescrita, da textualização e da gramática funcional necessários à
compreensão e elaboração de textos escritos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e Escrever: Estratégias de Produção
Textual. Editora Contexto, 2ª edição, 2015.
KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e Compreender os sentidos do texto. 3 ed.
São Paulo: Contexto, 2011.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.
São Paulo: Atlas, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, Irandé. Análises de Textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial,
2010.
BAGNO, Marcos. Objeto Língua. São Paulo: Parábola, 2019.
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. 19ª ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
MARCUSCHI, Luís Antônio. Produção textual, análise de gênero e compreensão. Editora
Parábola, 1ª Ed., 2008.
ROJO, Roxane. Moura, Eduardo. Letramentos, mídias, linguagens. São Paulo: Parábola
Editorial, 2019.
Pesquisa e Prática Pedagógica 1 – Direitos Humanos
CÓD.
CHS 03
CHT 18
CHP 36
CH 54
EMENTA: Estudo sobre a imprescindibilidade dos direitos humanos. Abordagem das práticas
pedagogias, pesquisas e ações acerca dos direitos humanos. Investigação sobre a função
social da escola e da educação no contexto da sociedade contemporânea. Reconstrução
histórica no processo de afirmação dos Direitos Humanos na sociedade brasileira.
Embasamento conceitual sobre os Direitos Humanos e discussão sobre a inserção da
temática dos Direitos Humanos na malha curricular dos diferentes níveis e modalidades de
ensino. Elaboração de proposta sobre a inserção dos Direitos Humanos no Projeto Político
Pedagógico das escolas públicas e privadas de Alagoas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLORES, Elio Chaves et al. (Org.) Educação em Direitos Humanos & Educação para os Direitos
humanos. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2014. Disponível em:
http://www.cchla.ufpb.br/ncdh/wp-content/uploads/2015/08/EDUCA%C3%87%C3%83O-EMDIREITOS-HUMANOS-E-EDUCA%C3%87%C3%83O-PARA-OS-DIREITOS-HUMANOS.pdf
PENIN, Sônia Teresinha de Souza; VIEIRA, Lerche Sofia. Progestão: como articular a função
social da escola com as especificidades e as demandas da comunidade? (modulo I). Brasília:
Consed – Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001.
SILVEIRA, Rosa Maria Godoy et al. (Org.) Educação em Direitos Humanos: Fundamentos
teórico-metodológicos. João Pessoa: Editora Universitária, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Programa Nacional de
Direitos Humanos (PNDH-3). Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. rev.
e atual. Brasília: SDH/PR, 2010.
3
4
COSTA, Vera Lúcia Pereira. Função social da escola. Disponível em www.drearaguaina.com.br/
projetos/funcao_social_escola.pdf. Acessado em 06 de fevereiro de 2011.
HADDAD, Sérgio; GRACIANO, Mariângela. (Orgs.) A educação entre os direitos humanos.
Campinas, São Paulo: Autores Associados; São Paulo: Ação Educativa, 2006. (Coleção
educação contemporânea).
SILVA, Aida Maria Monteiro; TAVARES, Celma. Políticas e fundamentos em direitos humanos.
São Paulo: Cortez Editora, 2010.
ZENAIDE, Maria de Nazaré Tavares et al. Direitos Humanos: capacitação de educadores, v. 1.
Fundamentos histórico-filosóficos e político-jurídicos da educação em direitos humanos. João
Pessoa: UFPB, 2008.
Fundamentos Sociológicos da Educação
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Estudo das tendências teórico-metodológicas da Sociologia, analisando a relação
entre educação e a dinâmica da sociedade no Brasil, perpassando as interações EducaçãoEstado-Movimentos Sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREITAG, Barbara. Escola, Estado e sociedade. 7. ed. rev. São Paulo: Cortez, 2007.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6. ed. Porto Alegre, RS: Penso, 2012.
MEKSENAS, Paulo. Sociologia da educação: uma introdução ao estudo da escola no
processo de transformação social - 12. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005.
REFERÊNCIA COMPLEMENTAR
LOMBARDI, José Claudinei; SAVIANI, Dermeval. Marxismo e educação: debates
contemporâneos. 2.ed. Campinas: Autores Associados, 2008.
MARQUES, Sílvia. Sociologia da educação. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MILLS, C. Wright. A Imaginação sociológica. 6. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
NOGUEIRA, Maria Alice; NOGUEIRA, Cláudio M. Martins. Bourdieu & a educação. 3º. ed.
Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 6ª ed.. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007.
Fundamentos Psicopedagógicos da Educação
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Reflexão teórico-crítica da Psicologia, segundo as novas teorias, considerando a
natureza multidimensional do ser humano e as concepções da Psicologia da Educação na
complexidade contemporânea.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES, Rubem. Alegria de ensinar. São Paulo: Ars Poética, 1994.
ARAÚJO, U. F. Conto de escola – a vergonha como um regulador moral. Campinas:
Moderna/Unicamp. 1999.
BARONE M. C. Leda. De ler o desejo ao desejo de ler: uma leitura do olhar psicopedagógico.
Petrópolis, Vozes, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOSSA, Nadia, A. A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre:
Artes médicas, 1994.
CARRARA, Kester. (org.). Introdução à Psicologia da Educação: seis abordagens. - São
Paulo: Avercamp, 2004.
Política e Organização da Educação Básica no Brasil
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: : Estudo das políticas e da organização dos Sistemas Educacionais brasileiro e
alagoano no contexto das transformações da sociedade contemporânea, a partir de análise
4
5
histórico-crítica das políticas educacionais, das reformas de ensino, dos planos de educação e
da legislação educacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SHIROMA, Oto. Eneida; MORAES, Maria Célia Marcondes de; EVANGELISTA, Olinda. Política
Educacional. 4. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2011.
SAVIANI, Dermeval. Sistema Nacional de Educação e Plano Nacional de Educação:
significado, controvérsias e perspectivas. Campinas, SP: Autores Associados, 2014.
VIEIRA, Sofia L. Educação Básica: Política e Gestão da Escola. Brasilia/DF: Liberlivro, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZEVEDO, Janete Maria Lins. A educação como política pública. 3 ed. Campinas/SP: Autores
Associados, 2008.
ALMEIDA, Leda Maria de. Rupturas e permanências em Alagoas: o 17 de julho de 1997 em
questão. Maceió: Catavento, 1999.
ABREU, Mariza. Organização da Educação Nacional na Constituição e a LDB. Ijui/ SC:
UNIJUI. 1999.
FREITAG, Bárbara. Escola, Estado e sociedade. 7ª ed. rev. Rio de Janeiro: Moraes, 2007.
LIRA, Sandra. Alagoas 2000-2013. São Paulo: Perseu Abramo, 2013.
Fundamentos Antropológicos da Educação
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Estudo das abordagens teórico-metodológicas clássicas e contemporâneas da
Antropologia Social e Cultural, com ênfase na relação entre Cultura, Educação e Sociedade.
Análise dos estudos antropológicos sobre Diversidade, Identidade e Diferença nas
concepções e práticas pedagógicas, com foco nas relações étnico-raciais, gênero,
sexualidade, fases da vida, corpo e classe social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AKOTIRENE, C. Interseccionalidade. 1ª ed., São Paulo: Sueli Carneiro/Pólen, 2019.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. 8 ed., São Paulo: Brasiliense, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOMES, Nilma Lino (Org.). Tempos de lutas: as ações afirmativas no contexto brasileiro.
Brasília: Ministério da Educação, 2006.
GRACINDO, Regina Vinhaes (org.). Educação como exercício de diversidade: estudos em
campo de desigualdades sócio-educacionais. Brasília: Líber Livro, 2007.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 10ed. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar, 1995.
MELLO, Luiz G. de. Antropologia Cultural: iniciação, teoria e temas. Petrópolis: Vozes, 2011.
ROCHA, Gilmar; TOSTA, Sandra Pereira. Antropologia & educação. 2.ed. Belo Horizonte:
Autêntica, 2009.
Pesquisa e Prática Pedagógica 2 - Gênero e Diversidade Étnico-Racial
CÓD.
CHS 03
CHT 18
CHP 36
CH 54
EMENTA: Análise sócio histórica, política e educacional da constituição das relações étnicoraciais e de gênero no Brasil, refletindo sobre o lugar da instituição escolar enquanto espaço de
debate das teorias racistas, antirracistas, misóginas e machistas, de desenvolvimento de
políticas afirmativas e de promoção de práticas democráticas, objetivando a igualdade étnicoracial, de gênero e a justiça social .
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Maria Regina C. Os índios na história do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010
DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARRETO, Elvira Simões; OLIVEIRA, Maria Aparecida B. de. (Orgs.) Gênero e diversidade na
escola: descortinando opressões. Maceió: Edufal, 2015
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a Educação como prática de liberdade. São Paulo:
5
6
Editora Martins Fontes, 2013.
GOMES, Nilma Lino (Org.). Tempos de lutas: as ações afirmativas no context brasileiro.
Brasília: Ministério da Educação, 2006.
SANTANA, Jusciney Carvalho. Tem preto de jaleco branco? Os primeiros 10 anos de políticas
afirmativas na Faculdade de Medicina da UFAL. Maceió: Edufal, 2017.
SCHWARCZ, Lilia Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça
na sociedade brasileira.1ª edição, São Paulo: Claro Enigma, 2012.
SOUZA, Neusa Santos. Tornar-se negro hoje: as vicissitudes da identidade do negro
brasileiro em ascensão social. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1983.
Fundamentos Filosóficos da Educação
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: A natureza da reflexão filosófica e as implicações da filosofia na prática pedagógica,
destacando as perspectivas no campo da relação entre filosofia e educação. Filosofia e
educação no pensamento pedagógico brasileiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofia da Educação. SP, Moderna, 1996.
GADOTTI, Moacir. Pensamento Pedagógico Brasileiro. São Paulo. Ática, 1988
GHIRALDELLI.JR. Paulo. Filosofia da Educação. São Paulo: Ática, 2018
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ADORNO, Theodor W. Educação e emancipação. São Paulo: Paz e Terra, 1995.
PERISSÉ. Gabriel. Introdução à Filosofia da Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2018
SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da Educação. São Paulo: FTD, 1999
WINK. Otto Leopoldo. Filosofia da Educação…[et al]- 1. Ed. Curitiba. PR: IESDE. Brasil, 2018.
Desenvolvimento e Aprendizagem
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
Estudo
dos
processos
psicológicos
do
desenvolvimento
humano
na infância, na
EMENTA:
adolescência e na fase adulta segundo as teorias da Psicologia do desenvolvimento e da
Educação em articulação com as concepções de aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREUD, S. Três Ensaios sobre a teoria da sexualidade. Rio de Janeiro: Imago Editora
INHELDER, B. e PIAGET, J. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente: ROSSETI –
FERREIRA, (org). Rede de significações. Porto alegre: ARTMED, 2004
TURNER, Johana. Desenvolvimento Cognitivo. Rio de Janeiro, Zahar: 1976.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VYGOTSKY, L. S. - A Formação Social da Mente - Martins Fontes, São Paulo, 1988.
WADSWORTH, B.J. Inteligência e Afetividade da Criança na Teoria de Piaget. São Paulo:
Livraria Pioneira.
Didática
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
Estudo
da
didática,
como
práxis
docente,
nas
suas
dimensões
política, técnicoEMENTA:
pedagógica, epistemológica e cultural, bem como suas relações com o currículo e na
constituição do ensino, considerando diferentes contextos sócio- históricos. Reflexão e
conhecimento das proposições teórico-práticas quanto à relação professor-alunoconhecimento e aos processos de planejamento e avaliação do ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GANDIN, Danilo; CRUZ, Carrilho. Planejamento na sala de aula. 13 ed. Petrópolis: Vozes,
2006.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. 2ª edição. São Paulo: Cortez, 2013.
SAVIANI, Demerval. Escola e Democracia. 42 ed. Campinas: Autores Associados, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTRO, Amélia Domingues. CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a ensinar:
6
7
didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2001.
FREITAS, Luiz Carlos de. Crítica da Organização do Trabalho Pedagógico e da Didática. 7 ed.
Campinas/SP: Papirus, 2005.
LUCKESI. Avaliação da aprendizagem, componente do ato pedagógico. São Paulo: Cortez,
2011.
MASETTO, Marcos. Didática: a aula como centro. 4 ed. São Paulo: FTD, 1997.
MENEGOLLA, M. e SANTANNA I.M. Por que planejar? Como planejar? Curriculo – Área –
Aula. Petrópolis, Vozes, 2006.
Trabalho e Educação
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo da categoria Trabalho e sua relação com a gênese e função social da
educação, perpassando a análise sócio-histórica nas políticas e práticas da relação trabalho e
educação e seus reflexos na profissão do(a) Pedagogo(a).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERTOLDO Edna e MAGALHÃES, Belmira (org.) Trabalho, Educação e Formação Humana.
Maceió: EDUFAL, 2005.
FRIGOTTO, G. A produtividade da escola improdutiva: um (re) exame das relações entre
educação e estrutura econômica-social e capitalista. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2006.
TUMOLO, Paulo Sergio Capital, Trabalho e Educação. Florianópolis: Em Debate/UFSC, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BIANCHETTI, Lucídio. Da Chave de Fenda ao Laptop - tecnologia digital e novas
qualificações: desafios à educação. Petrópolis: Vozes; São Paulo: UNITRABALHO,
Florianópolis: Ed. da UFSC, 2001.
CATTANI, Antônio David (org). Dicionário Crítico sobre Trabalho e Tecnologia. Petrópolis:
Vozes; Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2002.
SAVIANI, Demerval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista
Brasileira de Educação, v. 12, n. 34, jan./abr. 2007. p. 152-180.
Pesquisa e Prática Pedagógica 3
CÓD.
CHS 03
CHT 18
CHP 36
CH 54
EMENTA: Concepções epistemológicas do conhecimento científico e suas possibilidades de
investigação no campo da educação. Produção de conhecimento a partir das abordagens
reflexivas das práticas educacionais. Aspectos técnicos e textuais da pesquisa em educação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Metodologia da pesquisa educacional. 3. ed. Cortez, 1994.
MINAYO, M. C. S.; DESLANDES, S. F. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 25. ed.
rev. atual. Petrópolis: Vozes, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRÉ, M. E. (Org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. 4. ed.
Campinas: Papirus, 2005.
THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2011.
GERALDI, C.; FIORENTINI, D.; PEREIRA, E. M. A. (Orgs.). Cartografias do trabalho docente.
Campinas: Mercado de Letras, 1998.
GHEDIN, E. (Orgs.). Professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 6. ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
Jogos e Brincadeiras na Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: O jogo e as brincadeiras do ponto de vista da antropologia e da psicologia como
conhecimento e procedimento de cuidar, educar e ensinar, considerando-se os princípios
socioeducativos do jogar e brincar.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORSARO, Willian A. Sociologia da Infância. Porto alegre: Artmed,2011.
BROUGÈRE. G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
7
8
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva,1980.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROUGÈRE. G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez,1997.
HADDAD, L.. A brincadeira da criança para Gilles Brougère: suas características e seu lugar
na Educação Infantil. In: MONTEIRO, Filomena Maria de Arruda; PALMA, Rute Cristina
Domingos da; CARVALHO, Sandra Pavoeiro Tavares. (Orgs.). Processos e práticas na
formação de professores da Educação Infantil. Cuiabá: EduFMT, 2013.
WALLON, Henri. A evolução psicológica da criança. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
WINNICOTT, Donald Woods. O brincar e a realidade. Rio de janeiro; Imago,1975.
Gestão da Educação e do Trabalho Escolar
CÓD.
CHS 04
CHT 72
CHP CH 72
EMENTA: Estudo da gestão educacional no âmbito do(s) sistema(s), com foco no
planejamento na/da escola como organização social e educativa: concepções, características
e elementos constitutivos do sistema de organização e gestão do trabalho escolar, segundo
pressupostos teóricos e legais vigentes, na perspectiva do planejamento participativo, tendo
como eixo o projeto político-pedagógico
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 6ª ed (rev e ampl.) São
Paulo: Heccus Editora, 2013.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2004.
VEIGA, I. P. A. e FONSECA, Marilia (orgs.). As dimensões do Projeto Político-Pedagógico.
São Paulo: Papirus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DAVIS, Claudia (org). Gestão da escola: desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
HORA, Dinair Leal da Gestão educacional democrática. Campinas, SP: Alínea, 2007
GANDIN, Danilo. Soluções de planejamento para uma prática estratégica e participativa.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
LIMA, Licínio C. A escola como organização educativa. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2011.
VEIGA, I. P. A. (org). Quem sabe faz a hora de construir o Projeto Político-Pedagógico.
Campinas, SP: Papirus 2007.
Alfabetização e Letramento
CÓD.
CHS 04
CHT 54
CHP 18
CH 72
Estudo
das
abordagens
de
alfabetização
e
processo
de
letramento/literacia,
EMENTA:
articulando teorias cognitivas da aprendizagem da Leitura e da Escrita e Ensino (métodos e
materiais didáticos impressos e digitais), considerando as práticas de letramento emergente
(familiar e escolar), assim como a eficácia e dificuldades da alfabetização (letra manuscrita,
consciência fonológica e princípio alfabético).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEHAENE, Stanislas (2012) Os neurônios da leitura: como a ciência explica nossa
capacidade de ler. Porto Alegre: Penso.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2. ed. Belo Horizonte, MG:
Autêntica, 2006.
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 20. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAGLIARI, L. C. (1989) Alfabetização e linguística. São Paulo: Scipione.
FERREIRO, Emilia. Os filhos do analfabetismo: propostas para a alfabetização escolar na
America Latina. 2.ed. Porto Alegre: Artes Medicas, 1991.
FREIRE, Paulo. A importancia do ato de ler: em tres artigos que se completam. 36.ed. São
Paulo: Cortez, 1998.
ROJO, Rosane. Alfabetização e letramento: perspectivas linguísticas. Campinas, SP: Mercado
de Letras, 1998.
LEMLE, M. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática, 1998.
8
9
Currículo
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo social, histórico, político e cultural dos conceitos de currículo e das principais
abordagens teóricas do currículo escolar até a contemporaneidade, compreendendo os
conhecimentos e saberes educacionais. O papel do currículo no processo de formação e
identidade dos sujeitos. Estudo social, histórico e cultural dos contextos, princípios e
concepções das políticas de currículo no âmbito nacional e local, compreendendo suas diversas
modalidades, possibilidades e as normas legais vigentes na Escola da Educação Infantil e dos
anos iniciais do Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO, Miguel. Currículo, território em disputa. RJ: Vozes, 2011. SACRISTAN, Jose
Gimeno. Currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
2ª edição. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
APPLE, Michael e BURRAS, Kristen. Currículo, poder e lutas educacionais. Porto Alegre:
ARTMED, 2008.
GOODSON, Ivor. Currículo: teoria e história. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
MOREIRA, Antonio Flavio B. Territórios contestados: o currículo e os novos mapas políticos e
culturais. Petrópolis: Vozes, 1995.
NIEVES ÁLVARES, Maria. Valores e temas transversais no currículo. Porto alegre: Artmed,
2002.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática: problemas da unidade conteúdo/método
no processo pedagógico. 2. ed. rev. : Autores Associados, 1998.
Avaliação
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP -
CH 54
EMENTA: A avaliação e sua trajetória histórica em diferentes âmbitos educativos, em suas
dimensões epistemológicas, didáticas, sociais e políticas, priorizando as abordagens teóricometodológicas da avaliação da aprendizagem, sua relação com os princípios, finalidades,
procedimentos e instrumentos em uma perspectiva crítica de educação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOFFMANN, Jussara. Pontos & Contrapontos: do pensar ao agir em educação. Porto Alegre:
Mediação, 2011.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: Estudos e Proposições.
São Paulo: Cortez, 2011.
ROMÃO, José Eustáquio. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação e emancipação : para uma
sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2005. 151 p.
ISBN 8524907525
BARLOW, Michel. Avaliação escolar: mitos e realidades. Porto Alegre: Artmed, 2006. viii, 174
p. (Biblioteca Artmed. Avaliação escolar). ISBN 9788536306476
DEPRESBITERIS, Léa. Avaliação educacional em três atos. São Paulo: SENAC, 1999. 102
p. ISBN 8573590920
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 11. ed. Porto Alegre,
RS: Mediação, 2009. 141 p. ISBN 8587063464
SILVA, Janssen; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa. Práticas avaliativas e
aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. 10.ed. Porto Alegre:
Mediação, 2013. 126 p. ISBN 9788587063762
Coordenação do Trabalho Pedagógico
CÓD.
CHS 04
CHT 54
CHP 18
CH 72
EMENTA: Estudo da organização e gestão do trabalho pedagógico escolar, da coordenação
9
10
pedagógica, envolvendo aspectos históricos sociais, culturais e políticos presentes no contexto
educacional brasileiro e na escola. Papel e função do coordenador pedagógico na gestão
pedagógica do trabalho educativo escolar democrático, face aos desafios enfrentados na
melhoria dos processos de ensino e aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Laurinda Ramalho de; SOUZA, PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza. (Orgs.). O
Coordenador Pedagógico e o Espaço da Mudança. São Paulo: Edições Loyola, 2010.
DOMINGUES, Isaneide. O coordenador pedagógico e a formação contínua do docente na
escola. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2017. 173 p.
VASCONCELOS, Celso dos Santos. Coordenação do Trabalho Pedagógico: do projeto políticopedagógico ao cotidiano da sala de aula. 12ª ed. São Paulo: Libertad, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. 8.ed. São Paulo: Cortez,
2013.
ALMEIDA, Laurinda Ramalho de; SOUZA, Vera Maria Nigro de Souza. O coordenador
pedagógico e questões da contemporaneidade. 6. Ed. São Paulo: Loyola, 2011.
FRANCO, Maria Amélia Santoro e Elisabete F. Esteves (orgs). A coordenação do trabalho
pedagógico na escola: processos e práticas [e-book]. Santos/SP: Editora Universitária
Leopoldianum, 2016.
FERREIRA, Naura Syria Carapeto (org) Supervisão educacional para uma escola de qualidade:
da formação à ação. São Paulo: 2006.
GALERY, Augusto; Pinto, Andreia; Amaro, Deigles GiacomelIi; Rubinstein, Edith; Vieira, Patri
´cia. A escola para todos e para cada um. Grupo Summus, 2017 (ebook)
Libras
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura gramatical, de
expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA BRITO, L. Por uma gramática das línguas de sinais. Rio de Janeiro, Tempo
Brasileiro, 1995.
GOES, M. C. R. Linguagem, surdez e educação. Campinas, Autores Associados, 1996.
QUADROS, R. M. O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais. BRASÍLIA,
SEESP/MEC, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SACKS, O. Vendo vozes uma jornada pelo mundo dos surdos. Rio de Janeiro, Imago, 1990.
BARROS, Mariângela Estelita. ELiS: sistema brasileiro de escrita das línguas de sinais. Porto
Alegre: Penso, 2015.
CAPOVILLA, Fernando César (Ed); RAPHAEL, Walkiria Duarte (Ed.). Enciclopédia da língua
de sinais brasileira: o mundo do surdo em Libras . São Paulo: Edusp, 2011
GESSER, Audrei. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender libras . São Paulo: Parábola,
2012.
GÓES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas, SP: Autores
Associados, 2002.
Pesquisa Educacional
CÓD.
CHS 03
CHT 36
CHP 18
CH 54
EMENTA: Estudo das diferentes abordagens teórico-metodológicas da pesquisa em
educação, compreendendo as fontes e etapas de produção do projeto de pesquisa
educacional, visando a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA Maria Isabel de Realidade social e os desafios da pesquisa em educação: reflexões
sobre o nosso percurso. In.: Revista Psicol. educ. n.31 São Paulo ago. 2010.
10
11
BICUDO, M. e SPOSITO, Vitória. Pesquisa qualitativa em educação. Piracicaba: UNIMEP,
1994.
FAZENDA, Ivani (Org.) Metodologia da pesquisa educacional. SP: Cortez, 2010
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRÉ, Marli E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995
FAZENDA, Ivani A. Novos enfoques da pesquisa educacional. SP: Cortez, 1992.
GATTI, Bernadete. A construção da pesquisa em educação no Brasil. Brasília: Plano, 2002.
SANTOS-FILHO, José e GAMBOA, Silvio. (Orgs.) Pesquisa educacional: quantidadequalidade. SP: Cortez, 2009.
GARCIA, T. M. F. B. Pesquisa em educação: confluências entre Didática, História e
Antropologia. In.: Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 42, p. 173-191, out./dez. 2011. Editora
UFPR.
Educação Infantil e Sociedade
CÓD.
CHS 03
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo do campo da educação infantil nas dimensões: histórica, política, conceitual,
pedagógica, legal, normativa, social e cultural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HADDAD, Lenira. A creche em busca de identidade.4 ed. Curitiba/PR: CRV, 2016.
KUHLMANN Jr., M. Infância e Educação Infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre:
Mediação, 2017.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, Júlia; KISHIMOTO, Tizuko Morchida; PINAZZA, Mônica Apezzato
(Orgs.). Pedagogias(s) da infância: dialogando com o passado: construindo o futuro. Porto
Alegre: Artmed, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FARIA, A.L.G. Educação pré-escolar e cultura. 2. ed. São Paulo: Cortez; Campinas:
UNICAMP, 2002.
NUNES, Maria Fernanda Rezende;CORSINO,Patrícia;DIDONET,Vital. Educação infantil no
Brasil: primeira etapa da educação básica.Brasília : UNESCO, Ministério da
Educação/Secretaria de Educação Básica, Fundação Orsa, 2011.
ROSEMBERG, Fúlvia. Expansão da Educação Infantil e Processos de Exclusão. Cadernos
de Pesquisa, São Paulo, n. 107, p.7-40, 1999. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/cp/n107/n107a01.pdf
SILVA, Elza Maria da. Educação Infantil em Alagoas: (Re) construindo suas raízes. Maceió:
Edufal, 2009
Educação Especial
CÓD.
CHS 04
CHT 54
CHP CH 54
EMENTA: Estudo do desenvolvimento atípico das crianças e adolescentes, compreendendo os
recursos educacionais disponíveis na comunidade, os programas de prevenção e assistência
existentes, trabalhando o educando na perspectiva do processo de inclusão social.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COLL et. al.. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e
aprendizagem escolar. Porto Alegre, Artes Médicas: 1995. V.III.
FONSECA, V. Educação especial: programa de estimulação precoce, uma introdução às
idéias de Feurstein. Porto Alegre, Artes Médicas: 1995.
FONSECA, v. Uma introdução às dificuldades de aprendizagem. Lisboa: Editorial Notícias:
1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
IDE, S. M. Leitura e escrita e deficiência mental. São Paulo, Memnon: 1994.
MEC. Salto para o Futuro: educação especial.: tendências atuais. Secretaria de Educação à
distância. Brasília: Ministério de Educação, SEED: 1999.
Saberes e Didática de Ensino da Língua Portuguesa 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Apresentação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), com destaque para a
área de Língua Portuguesa, aprofundamento do trabalho didático com os eixos de
organizadores Leitura, Educação Literária e Escrita, considerando as competências, habilidades
11
12
e conteúdos curriculares do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental, definidos em documentos
curriculares oficiais atuais (BNCC, dentre outros) e valorizando materiais e livros didáticos
(impressos e digitais) usados em escolas da rede de ensino pública e privada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação –
Secretária de Educação Básica - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Brasília,
DF: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2018, p. 57-192.
BRASIL, Ministério da Educação. PNLD 2019: Língua Portuguesa – guia de livros didáticos.
Ministério da Educação – Secretária de Educação Básica - Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretária de Educação
Básica, 2018.
COELHO, Nellly Novaes (2002) Literatura Infantil. Teoria, Análise, Didática.
SMITH, Frank. Compreendendo a leitura: uma análise psicolinguística da leitura e do aprender a
ler. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6a ed. Porto Alegre: ArtMed, 1998.
ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 6a ed. São Paulo: Global, 1987.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COLOMER, T. (2003) A formação do leitor literário: narrativa do leitor infantil e juvenil atual.
São Paulo: Global.
COSSON, Rildo (2006) Letramento literário: Teoria e prática. São Paulo: Contexto.
ROJO, Roxane. H. R. & BATISTA, Augusto G. (2004) Livro Didático de Língua Portuguesa,
Letramento e Cultura da Escrita. Campinas/SP: Mercado de Letras/EDUC.
CALIL, Eduardo (2008) Escutar o invisível: escritura & poesia na sala de aula. São Paulo:
Editora da UNESP; FUNARTE.
Observação: fará parte da bibliografia complementar dessa disciplina materiais e livros
didáticos usados por escolas do Estado de Alagoas.
Estágio Supervisionado em Gestão Educacional e Coordenação Pedagógica
CÓD.
CHS 06
CHT 36
CHP 72
CH 108
EMENTA: Articulação teoria-prática a partir da caracterização das instituições-campo de
estágio, tendo como foco a função social gestor e coordenador pedagógico no cotidiano das
organizações educativas, através de observação e análise de instituições de educação escolar
ou não escolar na sua globalidade, de sua organização, gestão e coordenação dos processos
educativos nela vivenciados. Levantamento de prioridades, elaboração, aplicação e execução
de plano de atuação no campo de estágio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PRADO, Edna. Estágio na Licenciatura em Pedagogia: gestão educacional. Petrópolis, RJ:
Vozes; Maceió, AL: Edufal, 2012.
SILVA, Nilson R. G. Estágio supervisionado em Pedagogia: teoria e prática. Campinas, SP:
Alínea, 2011.
ZABALZA, Miguel A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. São Paulo: Cortez, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Ana M. P. Os estágios nos cursos de licenciatura. São Paulo: Cengage Learning,
2012
CAMPOS, Casemiro de Medeiros. Gestão escolar e docência. São Paulo: Paulinas, 2010.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras
instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e
governamental. 18ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2011.
OLIVEIRA, Marcia Cristina de. Caminhos para a gestão compartilhada da educação escolar.
Curitiba: Ibpex, 2011.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria S. L. Estagio e Docência. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2017.
Saberes e Didática do Ensino da Matemática 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo teórico-metodológico dos saberes matemáticos da Educação Infantil aos anos
iniciais do Ensino Fundamental, articulando teoria e prática das estruturas aditivas através dos
campos numérico, geométrico, de medidas e tratamento da informação, com estímulo à prática
12
13
investigativa e à construção de relações entre teorias e práticas em situações didáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARRAHER, T. CARRAHER, D. & SCHLIEMAN, A. (1995). Na vida dez na escola zero. 10ª
Ed.São Paulo: Cortez.
CARVALHO, Dione Luckesi de. 1990. Metodologia do ensino da Matemática. São Paulo:
Cortez.
CHEVALLARD, Y. BOSCH, M. & GASCÓN, J. (2001) Estudar Matemáticas: o elo perdido
entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PONTE, João Pedro. Brocardo, J.Oliveira, H.(2003). Investigações Matemáticas na sala de
aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
CARVALHO, Mercedes. Problemas? Mas que problemas?! Estratégias de resolução de
problemas matemáticos em sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2010.
CARVALHO, Mercedes. Números. Conceito e atividades na educação infantil e ensino
fundamental I. Petrópolis: Vozes, 2012.
CARVALHO, Mercedes e BAIRRAL, Marcelo (org.). Matemática e Educação Infantil.
Petrópolis: Vozes, 2013.
LORENZATO, S. Educação infantil e percepção matemática. 3ª Ed. São Paulo: Autores
associados. 2011.
Saberes e Didática da Educação Infantil 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo das pedagogias da educação infantil nos âmbitos local, nacional e
internacional; das dimensões do currículo e do cotidiano (espaço temporais e relacionais) e de
práticas de observação e registro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOHMANN, M.; WEIKART, D. Educar a criança. 4 ed. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkian,
2007.
RINALDI, Carla. Diálogos com Reggio Emilia: escutar, investigar e aprender. Trad.: Vania
Cury. São Paulo: Paz e Terra, 2012.
PEREIRA, Maria Amélia Pinho. Casa redonda: uma experiência em educação. São Paulo:
Editora Livre, 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BONDIOLl, Anna (org). O projeto pedagógico da creche e a sua avaliação: a qualidade
negociada. Campinas:Autores Associados, 2004. 233p.
HADDAD, Lenira. Uma visão ampliada de Currículo. In: SECRETARIA MUNICIPAL DE
EDUCAÇÃO. Orientações curriculares para a educação infantil da rede municipal de Maceió.
Maceió: EDUFAL, 2015, p.78-211.
FOCHI, Paulo. Afinal, o que os bebês fazem no berçário? comunicação, autonomia e saberfazer de bebês em um contexto de vida coletiva. Porto Alegre: Penso, 2015.
HORN, M. G. S. Sabores, cores, sons, aromas: a organização dos espaços na Educação
Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2004.
OLIVEIRA, Zilma Ramos Moraes de. O trabalho do professor na educação infanti.São Paulo:
biruta, 2014.
Arte na Educação
CÓD.
CHS 03
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Conceito e importância das linguagens artísticas no fenômeno da Educação como
meio fundamental para o desenvolvimento da criatividade e a educação estética no processo
interdisciplinar e transdisciplinar do ensino-aprendizagem permeado pelas linguagens artísticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBIERI, Stela. Interações: onde está a arte na infância?. São Paulo: Blucher,2012.
FERREIRA, Paulo Nin. O espírito das coisas: desenho, assemblages e brincadeiras na
Educação Infantil. Maceió, Edufal,2013.
HOLM, Anna Marie. Fazer e pensar arte. São Paulo. MAM/Moderna,2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ALBANO, Ana Angélica. O espaço do desenho: a educação do educador. São Paulo:
Loyola,2014.
ARANHA, M.L.A.;MARTINS, M.H.P. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo:
13
14
Moderna,1993.
COLI, Jorge. O que é arte. São Paulo: Brasiliense,2006.
DUARTE JR.,João Francisco. Por que arte-educação? Campinas: Papirus,1991.
FERREIRA, Paulo Nin. Artes visuais na educação infantil. In.: NICOLAU, M.L.M.; DIAS,
M.C.M. (Orgs.) Oficinas de sonho e realidade na formação do educador da infãncia.
Campinas: Papirus,2003.
OSTROWER, F. Criatividade e processos de criação. Petrópolis, 1996.
POMPÉIA, João Augusto. Arte e existência. In: SAPIENZA, Bile Tati; POMPÉIA, João
Augusto. Na presença do sentido: uma aproximação fenomenológica a questões existenciais
básicas. São Paulo: Educ, 2004. p.17-29.
Corporeidade e Movimento
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo teórico-prático do fenômeno da corporeidade e do corpo em movimento a
partir da experiência vivida compreendendo o corpo como modo de ser no mundo. Educação
Psicomotora na infância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
E BOULCH, Jean. O desenvolvimento psicomotor: do nascimento aos 6 anos. Artes Médicas,
Porto Alegre, RS, 1982.
WALLON, Henri. As origens do pensamento na criança. Ed.Manole, São Paulo, SP, 1989.
WEILL, Pierre e TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação
não-verbal. Edt. Vozes Ltda. 7ª ed. Petrópolis, RJ, 1977.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSMANN, H. - Paradigmas educacionais e corporeidade, Piracicaba: Unimep, 1995.
Cadernos RBCE. Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE). ISSN 2175-3962
GONÇALVES, M.A.S. - Sentir, pensar, agir, Campinas: Papirus, 1994.
MATURANA, H.; VARELA, F. A árvore do conhecimento: as bases biológicas do entendimento
humano. Campinas, SP: editorial Psy II, 1995.
MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção, São Paulo: Martins Fontes, 1994.
MONTAGU, A. - Tocar o significado humano da pele. São Paulo: Summus, 1989.
Saberes e Didática do Ensino de Matemática 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Estudo teórico-metodológico dos saberes matemáticos da Educação Infantil aos
anos iniciais do Ensino Fundamental, articulando teoria e prática das estruturas multiplicativas
através dos campos numérico, geométrico, de medidas e tratamento da informação, com
estímulo à prática investigativa e à construção de relações entre teorias e práticas em
situações didáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARAÇA, B. de J. (2002).Conceitos fundamentais da matemática, Lisboa,6º edição, Gradiva.
D‟AMBRÓSIO, Ubiratan. 1986. Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática.
São Paulo: Summus; Campinas: Editora UNICAMP.
POLYA, G.. A arte de resolver problemas, Princeton/EUA: Princeton University Press: 1973.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SAIZ, Cecília & PARRA, Irma (org.). Didática da matemática: reflexões pedagógicas. Porto
Alegre: Artes Médicas: 1996.
CARVALHO, Mercedes. Problemas? Mas que problemas?! Estratégias de resolução de
problemas matemáticos em sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2010.
CARVALHO, Mercedes. Números. Conceito e atividades na educação infantil e ensino
fundamental I. Petrópolis: Vozes, 2012.
CARVALHO, Mercedes e BAIRRAL, Marcelo (org.). Matemática e Educação Infantil.
Petrópolis: Vozes, 2013.
NUNES, T. CAMPOS, T. Educação Matemática: números e operações aritméticas. Vol I. São
Paulo: Cortez, 2005.
Saberes e Didática do Ensino de Ciências 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da História do Ensino de Ciências trazendo ênfase em algumas tendências:
14
15
Ensino por descobertas, Movimento Ciência-Tecnologia- Sociedade-Ambiente, Ensino por
Analogia, Mudança Conceitual, Ensino por Investigação, Alfabetização Científica. Estudo dos
Documentos Oficiais que nortearam e norteiam a prática pedagógia no ensino de Ciências
Naturais nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: PCN, DCN, BNCC e documentos
curriculares do estado e do município de Maceió.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensino de Ciências por investigação: condições para
implementação em sala de aula.São Paulo: Cengage Learning, 2013.
CUNHA CAMPOS, M,; NIGRO, R. Didática de Ciências: o ensino aprendizagem como
investigação.
São Paulo: FTD, 1999.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de ciências: fundamentos
e métodos. São Paulo: Cortez, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Terceira versão
revisada. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: <
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf>. Acessado em: 10 de
outubro de 2017.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
Ciências Naturais/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.138 p
CACHAPUZ, A.et al. A necessária renovação no Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
Estágio Supervisionado em Educação Infantil
CÓD.
CHS 06
CHT 36
CHP 72
CH 108
EMENTA: Prática de docência supervisionada na Educação Infantil por meio da observação,
escuta e planejamento de ações pedagógicas com crianças de 0-5 anos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CORSARO, W. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos estudos
etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc., Campinas vol.26, n.91, p. 443-464, 2005.
OSTETTO, L. E. (Org.). Educação Infantil: saberes e fazeres da formação de professores.
Campinas, SP: Papirus, 2008.
OSTETTO, L.E. Encontros e encantamentos na Educação Infantil: partilhando experiências de
estágios. 9 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ANJOS, C. I. Estágio na licenciatura em Pedagogia: arte na Educação Infantil. Petrópolis, RJ:
Vozes; Maceió, AL; Edufal, 2012.
GEPEDISC. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e pesquisa. Campinas, SP:
Autores associados, 2011.
GOMES, M. O.(org.) Estágios na formação de professores: possibilidades formativas entre
ensino, pesquisa e extensão. S. Paulo: Loyola, 2011. 222p.
HADDAD, L.; MENDONÇA, L. M. M. S. “Não, não mate a bruxa! Ela é nossa amiguinha”!
Entrada, aceitação e participação na cultura de pares em uma experiência de estágio
supervisionado em educação infantil. Poiésis, Tubarão. v.9, n.15, p. 24 - 43, Jan/Jun 2015.
MELLO, A. M. O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
Saberes e Didática da Educação Infantil 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Estudo da prática da Educação Infantil, focalizando sua dinâmica e organização do
planejamento e avaliação, considerando as interações espaço-tempo, criança-criança, escolafamília,
corpo-movimento,
natureza-sociedade,
brincadeiras-linguagens
expressivas,
reconhecendo seu caráter interdependente e transdisciplinar e as especificidades das diferentes
faixas etárias, gênero e cultura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANDIOLI, A.; MANTOVANI, S. Manual de Educação Infantil: de 0 a 3 anos. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1998.
BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: ArtMed,
2006.
15
16
CRAIDY, C. KAERCHER, G. E. Educação Infantil: pra que te quero? Porto MOLL, Jaqueline.
(Org.). Ciclos na escola, tempos na vida: criando possibilidades. Porto Alegre, RS: ArtMed,
2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EDWARDS, C., GANDINI, L e FORMAN, G. As cem linguagens da criança. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1999.
FINCO, Daniela; BARBOSA, Maria Carmen Silveira; FARIA, Ana Lucia Goulart de. (orgs.).
Campos de experiências na escola da infância: contribuições italianas para inventar um
currículo de educação infantil brasileiro. Campinas, SP: Leitura Crítica, 2015. Disponível em:
www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?down=62879.
GOLDSCHMIED, Elinor; JACKSON, Sonia. Educação de 0 a 3 anos: o atendimento em
creche. Trad: Marlon Xavier. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. O trabalho do professor na educação infantil. São
Paulo: Biruta, 2012.
ROSSETTI-FERREIRA, M. C.; MELLO, A. M.; VITORIA, T.; GOSUEN, A.; CHAGURI, A. C.
(Orgs.). Os fazeres na Educação Infantil. 6. Ed. São Paulo: Cortez, 2003.
Saberes e Didática de Ensino de Língua Portuguesa 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Aprofundamento do trabalho didático com os eixos de organizadores Escrita, Análise
Linguística/Semiótica e Oralidade, considerando as competências, habilidades e conteúdos
curriculares do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental, definidos em documentos curriculares
oficiais atuais (BNCC, PNLD, dentre outros) e valorizando materiais e livros didáticos (impressos
e digitais) usados em escolas da rede de ensino pública e privada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolingüística na sala de aula.
São Paulo: Parábola, 2004.
BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Ministério da Educação –
Secretária de Educação Básica - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Brasília,
DF: Ministério da Educação, Secretária de Educação Básica, 2018, p. 57-192.
BRASIL, Ministério da Educação. PNLD 2019: Língua Portuguesa – guia de livros didáticos.
Ministério da Educação – Secretária de Educação Básica - Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação. Brasília, DF: Ministério da Educação, Secretária de Educação
Básica, 2018.
FÁVERO, Leonor Lopes; ANDRADE, Maria Lúcia C.V.O; AQUINO, Zilda G.O. Oralidade e
escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
GONZALO, Carmen Rodríguez (2012) La enseñanza de la gramática: las relaciones entre la
reflexión y el uso lingüístico. Revista Iberoamericana de Educación. nº 59, pp. 87-118 (10226508).
MORAIS, Artur G. de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo, Ática, 1998.
MYHILL, D. Gramática como recurso para a produção de sentido na melhoria da escrita.
Grammar as a meaning-making resource for improving writing. L1-Educational Studies in
Language and Literature, 18, 2018, pp. 1-21.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Oralidade e escrita. Signótica, Goiás, v.9, n.1, p. 119- 145,
jan/dez, 1997.
POSSENTI, Sírio. (1996). Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas (SP):
Mercado das Letras; Associação de Leitura do Brasil.
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim et al. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas:
Mercado de Letras. 2004.
TRAVAGLIA, Luís Carlos. Na trilha da Gramática: conhecimentos linguísticos na alfabetização
e letramento. São Paulo: Cortez, 2016.
Observação: fará parte da bibliografia complementar dessa disciplina materiais e livros
didáticos usados por escolas do Estado de Alagoas.
Estágio Supervisionado em Alfabetização e Letramento
CÓD.
CHS 05
CHT 30
CHP 60
CH 90
EMENTA: Práticas de alfabetização e letramento no cotidiano dos anos iniciais do Ensino
Fundamental. Observação, problematização, planejamento e intervenção nos processos de
16
17
alfabetização e letramento nos espaços escolares ou não-escolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, P. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo:
Autores Associados: Cortez, 1989.
SOARES, M. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Editora Contexto, 2016.
SOARES, M. Alfabetização e letramento. São Paulo: Editora Contexto, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRO, E. Alfabetização em processo. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2009.
MARSIGLIA, A. C. G.; SAVIANI, D. Prática pedagógica alfabetizadora à luz da Psicologia
Histórica-cultural e da Pedagogia Histórico-crítica. Revista Psicologia e estudo. v. 22, n. 1,
2017.
MORTATTI, M. do R. L. (org.). Alfabetização no Brasil: uma história de sua história. São
Paulo: Cultura Acadêmica; Marília: Oficina Universitária, 2011.
MOURA, T.M. de M. Alfabetização e Letramento (s). In: FREITAS, Marinaide Lima de Queiroz;
COSTA, Ana Maria Bastos (Org.). Proposta de formação de alfabetizadores em EJA:
referenciais teórico-metodológico. Maceió: MEC e UFAL, Edufal, 2007.
Saberes e Didática do Ensino de História 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo crítico-analítico das diferentes abordagens historiográficas e suas implicações
na trajetória da História como disciplina escolar, na produção do conhecimento científico e
escolar, na formação e prática docente, na instituição das propostas curriculares oficiais para o
ensino da História e na seleção dos sujeitos históricos privilegiados, marginalizados e
silenciados na produção historiográfica
brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARÓSTEGUI, Julio. A pesquisa histórica: teoria e método. Bauru: Edusc, 2006.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011.
FONSECA, Thais Nívia. História e ensino de história. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CERRI, Luis Fernando. Ensino de história e consciência histórica: implicações didáticas de
uma discussão contemporânea. São Paulo: Editora FGV, 2010.
KARNAL, Leandro (Org.) História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo:
Contexto, 2004.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino fundamental. Brasília: Ministério
da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
PEREIRA, Amílcar Araújo; MONTEIRO, Ana Maria (ORG.). Ensino de História e cultura afrobrasileira e indígena. Rio de Janeiro: Pallas, 2012.
SILVA, Andréa Giordanna Araujo. O ensino de história: nos anos iniciais do ensino
fundamental. Maceió: Café com Sociologia, 2020.
Saberes e Didática do Ensino de Geografia 1
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo dos processos sociocognitivos da relação espaço-temporal, dos fundamentos
teórico-metodológicos do ensino de Geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental,
ressignificando o conhecimento e a construção do espaço geográfico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Rosângela D. & PASSINI, Elza Y. O Espaço Geográfico: ensino e representação: a
importância da leitura de mapas, o domínio espacial no contexto escolar, propostas de
atividades. São Paulo: Contexto, 2006.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, Escola e construção de conhecimentos. Campinas,
SP: Papirus, 2013.
SANTOS, Milton. A natureza do Espaço. Técnica e Tempo. Razão e Emoção. São Paulo:
editora da Universidade de São Paulo. 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARLOS, Ana Fani A. A geografia na sala de aula. 9.ed. - São Paulo: Contexto. 2015
17
18
CASTRO, Iná Elias de; GOMES, Paulo César da Costa; CORRÊA, Roberto Lobato. geografia:
conceitos e temas. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.352p.
LACOSTE, Y. A Geografia: Isso serve em primeiro lugar para fazer a Guerra. São Paulo:
Papirus, 1998.
SANTOS, Milton.. da totalidade ao lugar. São Paulo: EdUSP, 2005
TONNI, Ivaine Maria. Geografia escolar: uma história sobre sues discursos pedagógicos. ljuí:
ed. Unijuí. 2006.
Saberes e Didática do Ensino de Ciências 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Estudo da prática pedagógica do ensino de Ciências Naturais nos anos iniciais do
ensino Fundamental e suas modalidades, com orientações didático-metodológicas
relacionando-os ao exercício consciente da cidadania.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURRIE, K. Meio Ambiente. Interdisciplinaridade na prática. Campinas: Papirus, 1998.
DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1990.
DÍAZ, A. P. Educação Ambiental como Projeto (Trad. Fátima Murad), 2ª. Edição. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HARLAN, J.D.; RIVKIN,M.S. Ciências na Educação Infantil: uma abordagem integrada. 7ª ed.
Porto Alegre: ARTMED, 2002.
WEISSMANN, H. Didática das Ciências Naturais. Porto Alegre: ARTMED, 1998.
Educação de Jovens, Adultos e Idosos
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Educação de Adultos e de Jovens e Adultos (EDA/EJA) e a Educação Popular,
evolução histórica no contexto político, social, econômico e cultural brasileiro e mundial.
Projetos e Programas educacionais na área, a EJA sua relação com o mundo do trabalho e
seus sujeitos – Educadores – Educandos suas diversidades, culturas e saberes nas
aprendizagens ao longo da vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO, G. Miguel. Outros sujeitos, outras pedagogias. Petrópolis – Rio de Janeiro: Vozes,
2003.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação popular na escola cidadã. Petrópolis: Vozes, 2002.
FÁVERO, Osmar e FREITAS, Marinaide Lima de Queiroz. Educação de jovens e adultos: um
olhar sobre o passado e o presente. In: Inter-ação. Revista da Faculdade de Educação. UFG,
Goiânia, v.36, 2011 (online).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Inês O., PAIVA, Jane (orgs.). Educação de Jovens e Adultos. Rio de Janeiro: DP&A,
2004.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 42 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à Prática Educativa. São Paulo:
Paz e Terra, 2003.
OLIVEIRA, Marta Kohl de. Jovens e Adultos como sujeitos de conhecimento e aprendizagem.
In: Revista Brasileira de Educação. Nº 12. Associação Nacional de Pós-Graduação – ANPED.
São Paulo: Set/Out/Nov/Dez 1999, p. 59-73. (online).
SILVA, Maria da Conceição Valença e PIMENTEL, Elaine. Educação em Prisões: princípios,
políticas públicas e práticas educativas. Curitiba: CRV, 2018.
Estágio Supervisionado em Ensino Fundamental
CÓD.
CHS 06
CHT 36
CHP 72
CH 108
EMENTA: Estágio de Regência nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a partir dos
pressupostos teórico-metodológicos que norteiam a formação, identidade e saberes da
docência. O processo de organização, planejamento e desenvolvimento do estágio:
diagnóstico sóciopedagógico da realidade da escola, observação, análise crítica e
problematização da prática docente; elaboração de projeto de intervenção; implementação,
avaliação, registros das atividades, socialização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
18
19
FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz
e Terra, 1996.
HERNÁNDEZ, F. Transgressão e Mudanças na Educação – Os projetos de trabalho. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1998.
ZABALA, A. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Gislene T. R. D.; ROCHA, Vera H. R. Formação de professores e estágios
supervisionados: relatos e reflexões. São Paulo: Andross, 2004.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S.. Estágio e docência. SP, Cortez, 2004.
PIMENTA, S.G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática. SP, Cortez,
1995.
SOUZA, João Valdir A. de (org.). Formação de professores para a Educação Básica – Dez
anos da LDB. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
ZABALZA, Miguel A. O estágio e as práticas em contextos profissionais na formação
universitária. SP: Cortez, 2014.
Saberes e Didática de Ensino de Geografia 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Procedimentos práticos e recursos específicos para o ensino de geografia que
assegurem ao professor fundamentos necessários para sua prática docente no planejamento e
execução de atividades relacionadas ao ensino de geografia que possibilitem a articulação
teoria-prática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, Rosângela Doin. Cartografia escolar. São Paulo. Contexto, 2014
CASTELLAR, Sônia (org). Educação Geográfica: teorias e práticas docentes - 2 ed. Contexto.
2005.
CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia e Práticas de Ensino. Campinas, SP: Papirus,
2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Rosângela Doin. Novos Rumos da Cartografia Escolar: currículo, linguagem e
tecnologia. São Paulo: Contexto 2011.
MOREIRA, Ruy, Geografia e práxis: a presença do espaço na teoria e na prática Geográfica.
São Paulo: Contexto, 2012.
PONTUSCHIKA, Nidia Nacib; OLIVEIRA, Ariovaldo Umbelino de. Geografia em perspectiva:
ensino e pesquisa: 3 ed. São Paulo: contexto, 2010.
Saberes e Didática de Ensino de História 2
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Estudos teórico conceitos fundamentais e dos conteúdos da disciplina, com foco na
análise da produção historiográfica que aborda os sujeitos históricos que foram tradicionalmente
marginalizados pela produção científica e literária no Brasil (mulheres, negros, indígenas e
crianças), e prático dos procedimentos didático- metodológicos do ensino de História com o uso
de diferentes linguagens, fontes e recursos didáticos perpassando a reflexão sobre a produção
didática existentes para o ensino de história no ensino fundamental e na EJA, com enfoque na
produção do livro didático.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BITTENCOURT, Circe. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2011.
FONSECA, Selva. Didática e prática de ensino de história: experiências, reflexões e
aprendizados. Cortez, São Paulo, 2015.
MONTEIRO, A. M.; GASPARELLO, A. M.; MAGALHÃES, M. de S. (Org.). Ensino de História:
sujeitos, saberes e práticas. Rio de Janeiro: Mauad, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBUQUERQUE, Wlamyra; FRAGA FILHO, Walter. Uma história do negro no Brasil.
Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2006.
DEL PRIORE, Mary (org). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 2016.
DEL PRIORE, Mary (org.). Histórias das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 2016.
FONSECA, Selva; SILVA, Marcos. Ensinar história no século XXI: em busca do tempo
19
20
entendido. Campinas: Papirus, 2011.
SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. A temática indígena na escola:
novos subsídios para os professores de 1º e 2º graus. São Paulo: Global; Brasília: MEC:
MARI: UNESCO, 1995.
Saberes e Didática de ensino da Educação de Jovens, Adultos e Idosos
CÓD.
CHS 04
CHT 36
CHP 36
CH 72
EMENTA: Estudo das concepções teórico-metodológicas da EJA e suas relações com a
Didática. Desafios e perspectivas do Planejamento e Avaliação do ensino aprendizagem
para/na EJA. Currículos, Diversidades e Realidades dos estudantes nos espaçostempos das
escolas. Reconhecimento dos saberes dos educandos e suas implicações na organização
curricular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 42ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
FREITAS, Marinaide, LOPES Denise, OLIVEIRA, Inês. Educação continuada, currículo e
práticas culturais. Rio de Janeiro: DP et Alii, 2016.
MOURA, Tânia Maria de Melo. A prática pedagógica dos alfabetizadores de jovens e adultos:
contribuições de Freire, Ferreiro e Vygotsky, Maceió: EDUFAL, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 16º ed. São Paulo, SP: Loyola, 2007.
OLIVEIRA, Inês. Barbosa. O Currículo Como Criação Cotidiana. Rio de Janeiro: DP & Alli,
2012.
PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento Dialógico: como construir o Projeto Político da
Escola. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2006.
PINTO, Claúdio. Didática e a formação de professores. Unijuí, SC: Editora UNIJUI, 2012.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo.
Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
2.1.1. Programa de Disciplinas – Eletivas
Legenda:
CHS – Carga Horária Semanal
CHT – Carga Horaria Teórica
CHP – Carga Horária Prática
CH – Carga Horária Total
Educação do Campo
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da dinâmica histórica da educação do campo brasileiro segundo as novas
proposições político-educacionais e legais para o desenvolvimento sustentável do território do
campo, por novos desenhos curriculares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARROYO, Miguel Gonzalez. Os coletivos diversos repolitizam a formação. In: Quando a
diversidade interroga a formação docente. Julio Emilio Diniz-Pereira, Geraldo Leão,
organizadores. – Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008. – (Docência).
ARROYO, Miguel Gonzalez; CALDART, R. S. & MOLINA, M. C. Por uma educação básica do
campo. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
BOF, Alvana Maria (organização); SAMPAIO, C. E. M et al. A educação no Brasil rural. –
Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMINI, Isabela. Escola Itinerante: na fronteira de uma nova escola. – São Paulo: Expressão
Popular, 2009.
HENRIQUES, Ricardo; MARANGON, Antônio; DELAMOURA, Michiele & CHAMUSCA,
Adelaide. (orgs.) Educação do Campo: diferenças mudando paradigmas. – Brasília:
SECAD/MEC; Cadernos SECAD 2, março de 2007.
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA.
Panorama da Educação no Campo. – Brasília: INEP, 2007.
20
21
RAMOS, Maria Nogueira; MOREIRA, T. M. & SANTOS, C. A. Referências para uma política
nacional de Educação do Campo: Caderno de Subsídios. – Brasília: Secretaria de Educação
Média e Tecnológica; Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo, 2004.
THERRIEN, Jacques. & DAMASCENO, M. N. (coords.). Educação e Escola no Campo.
Campinas: Papirus, 1993. (Coleção Magistério, formação e trabalho pedagógico).
Educação e Economia Solidária
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Reflexão crítica sobre o espaço social público perpassando as relações entre
economia solidária, economia estatal e economia mercantil, articulando os limites e
contradições do trabalho educativo profissional na modernidade capitalista.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEZERRA, C. reflexões sobre a Escola profissional Politécnica do Complexo de Mondragón,
Alagoas. Revista do CEDU, nº 18, junho, 2003
BOFF, L. & ARRUDA, M. Globalização: desafios socioeconômicos, éticos e educacionais.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
SINGER, P. & Souza, A.R. (orgs.). A economia solidária no Brasil. São Paulo: Cortez, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SINGER, P. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2002.
Introdução à Educação a Distância
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da legislação, importância, perspectivas, dificuldades desafios na prática
educativa, na modalidade à distância. Intratividade na aprendizagem e na formação de
professores nos diferentes ambientes virtuais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARRETO, Raquel G. (org). Tecnologias educacionais e educação à distância: avaliando
políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet: 2001.
BELONNI, Maria L. Educação à distância. Campinas: Autores Associados, 1999. MERCADO,
Luís P. e VIANA, Maria A. Vivências com aprendizagem na Internet. Maceió: EDUFAL,2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PALLOFF, Rena; PRATT, Keith. O aluno virtual: um guia para trabalhar com. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
SILVA, Marco (org). Educação on-line. São Paulo: Loyola, 2003.
SILVA Marcos; SANTOS, Edméa. Avalição da aprendizagem em educação online. São Paulo:
Loyola, 2006.
Literatura Infantil
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
Leitura
e
análise
de
obras
da
literatura
infanto-juvenil
voltadas
para
a ação e papel do
EMENTA:
professor como leitor para/com seus alunos, visando o tratamento didático que considere o
lúdico, a literatura de tradição oral e a formação do gosto literário, desde a Educação Infantil até
os anos iniciais do Ensino Fundamental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAMOVICH, Fanny Literatura Infantil, São Paulo: Scipione, 1997. CADEMARTORI, L. O
que é literatura infantil. São Paulo: Brasilense, 1986.
FARIA, Maria Alice Como usar a literatura infantil na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAJOLO, M; ZILBERMAN, R. Literatura infantil brasileira: histórias e histórias. 4 ed. São Paulo:
Ática, 1988.
MAGNANI, Maria do Rosário Mortatti. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto.
São Paulo: Martins Fontes, 2. ed. 2001
ZILBERMAN, Regina, Como e por que ler a literatura infantil brasileira. São Paulo: Objetiva,
2005.
Tópicos de História da Educação em Alagoas
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudos sobre a trajetória da educação em Alagoas, do Império à República com
21
22
enfoque nas políticas públicas, na legislação educacional, nas ideias e teorias pedagógicas (e
na expressão dessas através dos recursos didáticos: obras didáticas e métodos de ensino), na
biografia de educadores alagoanos, nas instituições educacionais públicas, particulares e
filantrópicas e na educação superior.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Craveiro. Instrução pública e instituições culturais de Alagoas. Maceió: Imprensa
Oficial, 1931.
SILVA, Elza Maria da. A Educação Infantil em Alagoas: (re)construindo suas raízes.
Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da
UFAL. Maceió: UFAL, 2003. mimeo.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VERÇOSA, Élcio de Gusmão (orgs). Caminhos da educação em Alagoas: da Colônia aos
tempos atuais. Maceió, Edições Catavento, 2001.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. Cultura e educação nas Alagoas: história, histórias. 3ªed.
Maceió: Governo do Estado de Alagoas, 2001.
VERÇOSA, Élcio de Gusmão. História do Ensino Superior em Alagoas: verso & reverso.
Maceió: Edufal,1997.
Políticas Públicas para Educação em Prisões
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
Educação
em
unidades
prisionais
como
dever
do
estado
e
direito
das pessoas em
EMENTA:
privação de liberdade. Funções da prisão e da escola. Educação em prisões integrada à
Educação de Jovens e Adultos. Base legal para a educação nos sistemas prisionais brasileiro e
alagoano.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 1987.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1987.
SILVA, M.da Conceição Valença da; PIMENTEL, Elaine (Orgs.). EDUCAÇÃO EM PRISÕES:
princípios, politicas públicas e práticas educativas. Curitiba: Editora CRV, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALAGOAS. Resolução Normativa nº 02. Conselho Estadual de Educação. Alagoas, 2014.
BRASIL. Lei de Execução Penal. Lei nº 7.210. Congresso Nacional. Brasília, 1984.
BRASIL. Lei nº 9.394. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Ministério da
Educação, 1996.
BRASIL. Resolução Normativa nº 02. Dispõe sobre as Diretrizes Nacionais para a oferta de
educação para jovens e adultos em situação de privação de liberdade nos estabelecimentos
penais. Ministério da Educação. Brasília, 2010.
SILVA, Maria da Conceição Valença da. A prática docente de EJA: o caso da Penitenciária
Juiz Plácido de Souza em Caruaru. Recife: Centro Paulo Freire: Bagaço, 2006.
Dança na Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Conceito e importância da Dança no fenômeno da Educação na perspectiva da
educação estética, como meio fundamental para o desenvolvimento da expressão pessoal e
coletiva, articulados às manifestações artísticas de povos, comunidades e épocas,
resguardando o direito às diferenças das formas de expressão corporal por meio da dança no
processo interdisciplinar e transdisciplinar de ensino-aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LABAN, R. Dança educativa moderna. Ullmann, Lisa (Org.). São Paulo: Ícone, 1990.
MARQUES, Isabel A. Dançando na escola. São Paulo: Cortez, 2003.
MARQUES, Isabel A. Interações: Crianças, dança e escola. São Paulo: Blucher, 2012
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GODOY, Kathya Maria Ayres; SÁ, Ivo Ribeiro. Oficinas de dança e expressão corporal para o
ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2009.
GODOY, Kathya Maria Ayres. Dançando na escola: o movimento da formação do professor de
arte. Tese (Doutorado em Psicologia da Educação)– PUC-SP, São Paulo, Tese de Doutorado,
2003.
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF,
2000.
22
23
LABAN, R. Domínio do movimento. São Paulo: Summus, 1978.
STRAZZACAPPA, M. A educação e a Fábrica de corpos: a dança na escola. Cad. CEDES, v.
21, n. 53, p.69-83, abr. 2001.
VERDERI, E. Dança na escola: uma abordagem pedagógica. São Paulo: Phorte, 2009.
Teatro na Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Conceito e importância do Teatro no fenômeno da Educação na perspectiva da
educação estética, como meio fundamental para o desenvolvimento da expressão pessoal e
coletiva nas modalidades da linguagem visual, articulados com as manifestações artísticas de
povos, comunidades e épocas, resguardando o direito às diferenças das formas de expressão
dramática no processo interdisciplinar e transdisciplinar de ensino- aprendizagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DESGRANGES, Flávio. Pedagogia do Teatro: provocação e dialogismo. São Paulo:
Ed.Hucitec, Edições Mandacaru, 2006.
SANTOS, V. L. B. dos. Brincadeira e conhecimento: do faz‐ de‐ conta à representação teatral.
Porto Alegre: editora Mediação, 2004.
KOUDELA, Ingrid. Jogos Teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro, Civilização
Brasileira, 1980.
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental.
Parâmetros Curriculares Nacionais. PCN Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.
SPOLIN, Viola. Improvisação para o teatro. São Paulo: Perspectiva, 2001. SOARES, Carmela.
Pedagogia do jogo teatral uma poética do efêmero. São Paulo, HUCITEC, 2010.
ROUBINE, Jean Jacques. A Linguagem da encenação teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1998.
RYNGAERT, Jean Pierre. Jogar, representar. São Paulo: Cosac Naify, 2009. COURTNEY,
Richard. Jogo, teatro e pensamento. São Paulo: Perspectiva, 2001.
Juventudes e Cultura Escolar
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Introdução aos estudos sobre juventudes, culturas juvenis, a instituição escolar
moderna, a relação dos jovens com o espaço e tempo não escolares e escolares; as
sociabilidades, as teorias sobre as dificuldades escolares de alunos "pobres", a "relação com o
saber", a construção do "aluno" na escola no confronto da cultura deles com a cultura escolar e
os desafios contemporâneos para o trabalho docente em relação aos jovens com a escola, em
suas diferentes dimensões e em relação aos estudos. Estudos teóricos sobre estas questões, e
análise de representações historicamente construídas na educação básica de professores sobre
os jovens e dos próprios jovens sobre si.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAMO, Wendel Abramo e BRANCO, Martoni Branco (Org.). Retratos da juventude
brasileira: análise de uma pesquisa nacional / Gustavo Venturi ... [et al.]; Helena. São Paulo:
Fundação Perseu Abramo, 2011
SILVA, Tarcísio Augusto Alves da (Org.). As juventudes e seus diferentes sujeitos. Recife:
Editora Universitária UFRPE, 2017
DAYRELL, Juarez. Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte, MG, UFMG,
1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARKER, G. Homens na linha de fogo: juventude, masculinidade e exclusão social. Rio de
Janeiro: 7 Letras, 2008.
BITTENCOURT, J.B.M. Do jovem como problema ao jovem como problemática. In: MATIAS,
M.V; ALVES DE SOUSA, M.J; DIAS, J.C.N.S.N. Mora na Filosofia. Maceió: 90 Edufal, 2013.
SOUZA, Janice Tirelli Ponte de Sousa; DURAND, Olga Celestina. Experiências educativas da
juventude: entre a escola e os grupos culturais. Perspectiva. Florianópolis, v.20, n. Especial, p.
163-181, jul./dez.2002
WEISHEIMER, Nilson. Apontamentos para uma Sociologia da Juventude. Revista Caboverdiana de Ciências Sociais, ano 1, n. 1. jan-dez, 2013.
REIS, Rosemeire. Experiência escolar de jovens/alunos do ensino médio: os sentidos
23
24
atribuídos à escola e aos estudos. Educação e Pesquisa (USP. Impresso), v. 38, p. 637-652,
2012.
Cultura Midiática e Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da função e do impacto da cultura midiática da sociedade da informação e da
mídia nos processos educativos escolares e não escolares, com repercussões na formação de
sujeitos, envolvendo questões de identidade, alteridade, raça, sexualidade e linguagem na
contemporaneidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADORNO, Theodor. A indústria cultural. IN: ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max.
Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. Guido Antônio de Almeida. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar, 1997. 6ª reimpr.
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Pequena história
da fotografia. In: Obras escolhidas. Tradução de Sergio Paulo Rouanet. 10. reimpr. São Paulo:
Brasiliense, 1996. v. 1: magia e técnica, arte e política.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARISTÓTELES. Poética. Tradução, comentários e índices analítico e onomástico de Eudoro
de Souza. São Paulo: Nova Cultural, 1991. (Col. Os Pensadores.)
DELEUZE, Gilles. O ato de criação. Folha de São Paulo, São Paulo, 1999.
http://www.youtube.com/watch?v=FSiacivfJEE
NUNES, Benedito. Introdução à filosofia da arte. São Paulo: Ática, 1991.
Gestão e Financiamento da Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da estrutura e funcionamento da gestão e do financiamento da educação no
Brasil, das políticas de descentralização, autonomia e participação, dos programas e projetos de
financiamento implementados nos espaços educacionais e nas escolas, à luz da legislação
brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAVIES, Nicholas. Financiamento da Educação: Novos ou velhos desafios? São Paulo:
Xamã, 2004.
DUARTE, Marisa R. T. & FARIA, Geniana Guimarães. Recursos Públicos para as Escolas
Públicas: As políticas de financiamento da educação básica no Brasil e a regulação do
sistema educacional federativo. Belo Horizonte: RHJ: FAE, 2010.
SILVA, Givanildo da & SANTOS, Inalda Maria dos (orgs.). Políticas de gestão escolar no
Nordeste brasileiro: percursos, desafios e perspectiva. Maceió: EDUFAL, 2019.
Bibliografia complementar:
CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO. Educação pública de qualidade:
quanto custa esse direito? São Paulo, 2011.
CUSTO-ALUNO QUALIDADE: A QUEM INTERESSA? Retratos da Escola / Escola de
Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (Esforce) – v. 13, n. 26,
mai/ago. 2019. – Brasília: CNTE, 2019.
BASSI, Marcos Edgar; FERNANDES, Maria Dilnéia Espíndola & ROLIM, Rosana Maria
Gemaque. Remuneração de Professores da Educação Básica em tempos de FUNDEB, PSPN e
PNE 2014-2024. Revista de Financiamento da Educação – FINEDUCA, v.09, n. 04, 2019.
LIRA, Jailton de Souza; HERMIDA, Jorge Fernando. Gestão, financiamento e (des)valorização
da educação em Alagoas (2007-2014). Revista Eletrônica de Educação, v. 12, n. 1, p. 132-150,
jan./abr. 2018.
VIANA, Mariana Peleje. Os Recursos Financeiros Descentralizados como Indutores da Gestão
Democrática e Ferramentas para a Promoção da Qualidade do Ensino. FINEDUCA – Revista
de Financiamento da Educação, Porto Alegre, v. 7, n. 7, 2017. Disponível em:
http://dx.doi.org/10.17648/fineduca-2236-5907-v7-68638
Avaliação Institucional
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estuda a avaliação institucional como uma das dimensões da avaliação educacional,
enquanto política educacional e processo de acompanhamento do trabalho pedagógico.
24
25
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AFONSO, Almerindo Janela. Avaliar a escola e a gestão escolar: elementos para uma reflexão
crítica. In: ESTEBAN, Maria Teresa (Org.). Escola, currículo e avaliação . São Paulo: Cortez,
2008. (Coleção Cultura, Memória e Currículo).
FREITAS, Luiz Carlos de (et al). Avaliação educacional: caminhando pela contramão. 2. Ed.
Petropolis, RJ: Vozes, 2009. (Coleção Fronteiras Educacionais).
MALAVASI, Maria Marcia Sigrist. Avaliação Institucional de qualidade potencializada pela
participação dos vários segmentos da escola. In: DALBEN, Ângela Imaculada Loureiri de
Freitas (et al). Convergência e tensões no campo da formação e do trabalho docente.
Belo Horizonte: Autêntica, 2010. (Didática e Prática de Ensino).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMETAR
GONZAGA, Kátia Valéria Pereira. Avaliação institucional: refletindo a teoria e lançando
bases para uma pratica emancipatória. Gestão escola, Processos em movimento. Ano 36. Jul/
set de 2007.
LÜCK, Heloísa. Perspectivas da Avaliação Institucional da Escola. Petrópolis: Vozes,
2012. (Séries Cadernos de Gestão).
PERONI, Vera Maria Vidal. Avaliação institucional em tempos de redefinição do papel do
Estado. Revista Brasileira de política e administração da educação. V. 25, n.2, p. 185384, mai./ago. 2009.
SAUL, Ana Maria. Avaliação emancipatória: desafios à teoria e à prática de avaliação e
reformulação de currículo. São Paulo: Cortez, 2000.
Estudos da Infância
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo das categorias infância, criança e bebê a partir das contribuições das
Ciências Sociais, tendo como principais eixos de análise: as culturas infantis; a sociologia da
infância e a antropologia da criança; os aspectos gerais das pesquisas com crianças e bebês;
métodos e técnicas de pesquisa com crianças e bebês; as crianças e suas relações com os
espaços e tempos escolares e não escolares; a diversidade étnica e racial nas infâncias;
infâncias e inclusão; os direitos das crianças; o brincar como elemento estrutural para as
infâncias; os novos estudos da infâncias; teorias e conceitos sobre as infâncias e os estudos
com bebês.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COHN, C. Antropologia da criança. Rio de Janeiro: Editora Zahar, 2005.
TEBET, G. (Org.). Estudos de bebês e diálogos com a sociologia. São Carlos: Pedro & João
Editores, 2019.
TONUCCI, F. Com olhos de criança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FARIA, A. L. G.; FINCO, D. (Org.). Sociologia da Infância no Brasil. Campinas: Autores
Associados, 2011.
FONSECA, C.; MEDAETS, C.; RIBEIRO, F. B. Pesquisas sobre família e infância no mundo
contemporâneo. Porto Alegre: Editora Sulina, 2018.
GOTTLIEB, A. Tudo começa na outra vida: a cultura dos recém-nascidos no Oeste da África.
São Paulo: Unifesp, 2013.
MARTINS, J. S. O massacre dos inocentes. São Paulo: Hucitec, 1991.
Estatística
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da Importância e aplicação dos conceitos estatísticos descritivos e
inferenciais básicos, na análise de situações e problemas da realidade educacional brasileira,
compreendendo a estatística como instrumento de pesquisa educacional.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUSSAB, Wilton O. Estatística Básica – 4ª ed. São Paulo: Atual, 1993,1994. 321 pp outra
R.B. 1985.
FAZENDA, Ivani. Novos enfoques da Pesquisa Educacional. São Paulo: São Paulo: Cortez,
2000.
GONÇALVES, Fernando Antônio. Estatística Descritiva: uma introdução. Editora Atlas, 1977.
25
26
(pp 20-23)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
INSTITUTO PARANAENSE DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. Normas
para apresentação de Documentos Científicos, Tabelas, vols. 9 e 10. Curitiba: Ed. da UFPR,
2000.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Princípios de estatística. São Paulo: Atlas, 1983.
Educação e diversidade étnico-racial
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo da pluralidade étnica brasileira e alagoana, dos movimentos políticos e
culturais da população negra e dos povos indígenas do Brasil e em Alagoas, dos processos
históricos da constituição das políticas afirmativas e de discriminação positiva, das relações
entre raça, gênero e classe e das políticas públicas antirracistas que provocam intervenções na
elaboração dos currículos e práticas escolares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAMOVAY, Miriam; CASTRO, Mary Garcia (Coord.). Relações raciais nas escolas:
reprodução de desigualdades em nome da igualdade. Brasília: Unesco/Inep/Observatório de
Violência nas Escolas, 2006.
CUNHA, Manuela Carneiro da. Os índios na História do Brasil: história, direitos e cidadania.
São Paulo, Claro Enigma, 2012.
GOMES, Nilma Lino. O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por
emancipação. Petrópolis: RJ, Vozes, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALMEIDA, Silvio Luiz. O que é racismo estrutural? Belo Horizonte: Letramento, 2018.
DAVIS, Angela. Mulheres, Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016.
FERREIRA, Gilberto Geraldo. A Educação dos Jeripancó: uma reflexão sobre a escola
diferenciada dos povos indígenas de Alagoas. 2009.
GOMES, Nilma Lino Gomes, SILVA, Petronilha Gonçalves. Experiências étnico-culturais
para a formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a Educação como prática de liberdade. São Paulo:
Editora Martins Fontes, 2013.
SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves; SILVÉRIO, Valter Roberto (Orgs.). Educação e ações
afirmativas: entre a injustiça simbólica e a injustiça econômica. Brasília, DF: Inep, 2003.
Movimentos Sociais e Educação
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo das teorias clássicas e contemporâneas sobre os movimentos sociais com
ênfase nas suas interfaces com a educação formal, não-formal e popular, destacando as
trajetórias dos movimentos sociais no Brasil e suas relações com o Estado e a sociedade civil,
bem como suas dimensões educativas e a recentes críticas decoloniais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOHN, Maria da Glória. Movimentos Sociais e Educação. São Paulo: Cortez, 2011.
SPOSITO, Marília Pontes. Algumas hipóteses sobre as relações entre movimentos sociais,
juventude e educação. Revista Brasileira de Educação [online], n.13, pp. 73-94, jan/abr. 2000.
STRECK, Danilo Romeu; ADAMS, Telmo. Pesquisa em educação: os movimentos sociais e a
reconstrução epistemológica num contexto de colonialidade. Educucação e Pesquisa [online],
São Paulo, v. 38, n. 1, p. 243-258, Mar. 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALONSO, Angela. As Teorias dos Movimentos Sociais: Um Balanço do Debate. In.: Lua Nova
[online], n. 76. São Paulo, p. 49-86, 2009.
DE GODOY STENICO, Joselaine Andréia y SOARES POLATO PAES, Marcela. Paulo Freire
e os movimentos sociais: ua análise da cojuntura brasileira. Educación [online]. vol.26, n.50,
pp.47-61, 2017.
GOHN, Maria da Glória. (Org.). Movimentos Sociais no Início do Século XXI: Antigos e Novos
Atores Sociais. Petrópolis: Editora Vozes, 2004.
GOHN, Maria da Glória. Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e
contemporâneos, 5ª .ed. São Paulo: Loyola, 2006.
26
27
GOHN, Maria da Glória.500 anos de lutas sociais no Brasil: movimentos sociais, ONGs e
terceiro setor. Mediações [online], v.5, n.1, pp. 11-40, jan./jun. 2000.
MELLUCCI, ALBERTO. A invenção do presente: Movimentos Sociais nas sociedades
complexas. São Paulo: Editora Vozes, 2001.
SCHERER-WARREN, Ilse. Das mobilizações às redes de Movimentos sociais In.: Revista
Sociedade e Estado [online], UnB. Brasília, v. 21, n.1, p. 109-130, jan./abr. 2006.
Educação e Meio Ambiente
CÓD.
CHS
CHT
CHP 36
CH
EMENTA: Estudo da dinâmica histórica da relação sociedade e natureza, compreendendo as
tendências recentes do movimento ambientalista, no bojo dos movimentos sociais, das teorias e
das políticas ambientais, perpassando a dimensão ambiental da educação, suas concepções,
diretrizes e ações formadoras da responsabilidade ética dos sujeitos coletivos na gestão
ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MORAES, Antônio Carlos Robert. Meio Ambiente e Ciências Humanas. São Paulo, Annablume,
São Paulo, 2005.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec,
1997.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des)caminhos do meio ambiente. São Paulo: Contexto,
1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AB‟SABER, Aziz Nacib. A Amazônia: do discurso a práxis. São Paulo: Edusp, 1996.
CAPRA, F. (org.). Alfabetização ecológica: a educação das crianças para um mundo
sustentável. São Paulo: Editora Cultrix, 2008.
CASCINO, Fabio; JACOBI, Pedro Roberto; OLIVEIRA, José Flávio de. (orgs.). Educação
Ambiental, Meio Ambiente e Cidadania: reflexões e experiências. São Paulo: SMA/CEAM,
1998.
GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista (orgs.). Impactos ambientais
urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand, 2000.
LEMOS, Amalia Inês G. de; ROSS, Jurandyr L. Sanches; LUCHIARI, Ailton (orgs.). América
Latina: sociedade e meio ambiente. São Paulo: Expressão Popular, 2008.
A Formação do Educador: da Antiguidade à Contemporaneidade
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA:
Reflexão sobre a formação do educador do Mundo Antigo à Contemporaneidade, as relações
sociais que envolvem a prática social docente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, Tainam Santos Luz. Formação moral e ação política em Sêneca: entre o sábio e
o princeps. Tese. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Universidade de São
Paulo, 2016.
FREIRE, Paulo – A importância do ato de ler IN: FREIRE, Paulo – A importância do ato de ler
em três artigos que se completam. Cortez. S. Paulo – 2011. Páginas 19-31
- Parte I Cartas Pedagógicas In. FREIRE, Paulo – Pedagogia da
indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. Unesp. S. Paulo. 2000. Páginas 27-69
- Ensinar não é transferir conhecimento. In.: FREIRE, Paulo – Pedagogia
da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra. S. Paulo. 1996. Páginas
47-90
GADOTTI, Moacir. Educação e Poder.
PEREIRA MELO, José Joaquim. O Sábio Senequiano: um Educador atemporal. Tese (pósdoutorado) – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho: Assis – SP, 2007.
. O conceito de educação em Sêneca. Revista CESUMAR – Ciências Humanas e
Sociais Aplicadas,Vol.08. Jan.2003, p.07-19.
SÊNECA, Lucio A. Cartas a Lucílio. Tradução, prefácio e nota de J. A. segurado e Campos.
4.ed. Lisboa: Fund. CG, 2009.
27
28
LUCIANO DE SAMOSATA. Mestre de Retórica. Luciano III. Coimbra: Imprensa da
Universidade de Coimbra, 2012, p.61-82.
SÊNECA, Lucio A. Cartas a Lucílio. Tradução, prefácio e nota de J. A. segurado e Campos.
4.ed. Lisboa: Fund. CG, 2009.
Filosofia e Infância
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA:
Discussões teóricas sobre os temas que envolvem a Filosofia e a Infância, bem como o
Ensino de Filosofia com/para Crianças. Infância em afroperspectividade. Infância e
Literatura. Filosofia da Infância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KERLAN, Alain. Criança filósofa? Criança artista? A modernidade de J. J. Rousseau O
Emílio e a “partilha do sensível”. In: MATOS, Junot C.; COSTA, Marcos Roberto Nunes
(org.). Ensino de Filosofia: questões fundamentais. Recife: Editora Universitária da UFPE,
2014.
KOHAN, Walter O. Filosofia para crianças. 2ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2008. LIPMAN, Matthew. A Filosofia vai à escola. São Paulo: Summus, 1990.
NOGUERA, Renato. Infância em afroperspectividade. Revista Sul-Americana de Filosofia e
Educação, n. 31, mai./out. 2019, p. 53-70.
OLIVEIRA, Paula Ramos de. Filosofia para a Formação da Criança. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2004.
OLIVEIRA, Paula Ramos de. Criança, filosofia e literatura. Educação e Cultura
Contemporânea, v. 5, n. 9, 2008, p. 193-202.
SALLES, Conceição Gislane N. Filosofia e Infância: um encontro
possível? Childhood&Philosophy, v. 5, n. 9, 2009, p. 31-52.
BIBLIOGRAFIA C
AGAMBEN, Giorgio. Infância e História: destruição da experiência e origem da história. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2005.
ARIÈS, Philippe. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: LTC, 1981.
KOHAN, Walter. O. Infância, estrangeiridade e ignorância: ensaios de Filosofia e Educação.
Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
Culturas da infância e o brincar: implicações para a Educação Infantil
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA:
Estudo e reflexão sobre a construção sócio-histórica da infância, as culturas infantis e sua
relação com a cultura adulta. Redimensionar a compreensão do brincar a partir da conceito
de culturas infantis e possíveis convergências e divergências nos campos do Sociologia,
Pedagogia e Psicologia. Debater implicações para a Educação Infantil.
28
29
CORSARO, Willian A. Sociologia da Infância. Porto alegre: Artmed, 2011.
SARMENTO, M.J. Imaginário e culturas da infância. Cadernos de Educação, Pelotas, v. 12,
n. 21, p. 51-69, 2003.
SARMENTO, Manuel Jacinto. As culturas da infância nas encruzilhadas da 2ª modernidade.
In: SARMENTO, Manuel Jacinto; CERISARA, Ana Beatriz. Crianças e miúdos: perspectivas
sociopedagógicas da infância e educação. Porto, Portugal: Edições ASA, 2004.
Complementar:
ARIÈS, P. História social da infância e da família. Tradução: D. Flaksman. Rio de
Janeiro: LCT, 1978.
BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Summus,
1984.
29
30
Arte e Infância
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: Estudo e reflexão sobre a arte infantil como parte das culturas infantis.
Redimensionar a compreensão da arte infantil na perspectiva da sociologia da infância,
psicologia e filosofia. Debater implicações para a Educação Infantil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BÁSICAS:
CORSARO, Willian A. Sociologia da Infância. Porto alegre: Artmed, 2011.
SARMENTO, M.J. Imaginário e culturas da infância. Cadernos de Educação, Pelotas, v. 12, n.
21, p. 51-69, 2003.
FERREIRA, Paulo Nin. O espírito das coisas: desenho, assemblages e brincadeiras na
educação infantil. Maceió: Edufal, 2013.
complementar:
FERREIRA, P. N. "A gente tá fazendo um feitiço": cultura de pares e experiência estética no
ateliê de artes plásticas em contexto de educação infantil. 2016. Tese (Doutorado em
Educação) Universidade Federal de Alagoas, Maceió, 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOLB-BERNARDES, Rosvita; OSTETTO, Luciana. Arte na educação infantil: pesquisa,
experimentação e ampliação de repertórios. Trama Interdisciplinar, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 4052, maio/ago. 2016.
BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. São Paulo: Summus,
1984.
Tópicos de política educacional: educação básica em tempos de pandemia
CÓD.
CHS 02
CHT 36
CHP CH 36
EMENTA: A situação da educação básica em tempos de pandemia. Implicações das medidas
emergenciais para o futuro da organização, da gestão e do financiamento da educação básica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARTIGO DE JORNAL:
Texto base 1:
CONTINHO, Rodrigo. A educação brasileira e a pandemia: breve olhar conjuntural. 2020.
Disponível em
https://diplomatique.org.br/a-educacao-brasileira-e-a-pandemia-breve-olharconjuntural/?fbclid=IwAR3zcmqfIdSs-3Ejbej9ETcUtxMjIW0AzbLaMHSCWU54b7KlFoyMkb276M. Acesso em 26 de se. 2020.
LEGISLAÇÃO:
Texto base 2:
Parecer CNE/CP nº 5/2020. Reorganização do Calendário Escolar e da possibilidade de
cômputo de atividades não presenciais para fins de cumprimento da carga horária mínima
anual,
em
razão
da
Pandemia
da
COVID-19.
Disponível
em
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=145011pcp005-20&category_slug=marco-2020- pdf&Itemid=30192#:~:text=Em%2018%20de%20mar
%C3%A7o%20de,%C3%A0%20propaga
%C3%A7%C3%A3o%20da%20COVID%2D19.
Acesso em 26 de se. 2020.
HOMEPAGE:
Texto base 3:
Posicionamento sobre o Parecer do CNE que trata da Reorganização dos Calendários
Escolares durante a pandemia. Disponível em https://anped.org.br/news/posicionamentosobre-o-parecer-do-cne-que-trata-da-reorganizacao-dos-calendarios-escolares
ARTIGO DE JORNAL:
30
31
Texto base 4:
LEHER, Roberto. Em virtude da pandemia é necessário discutir o planejamento do sistema
educacional: Parecer do CNE sobre atividades escolares desconsidera as consequências da
pandemia
e
da
crise
econômica
2020.
Disponível
em
https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Educacao/Em-virtude-da-pandemia-e-necessariodiscutir-o-planejamento-do-sistema-educacional/54/47389#_ftn4. Acesso em 26 de se. 2020.
ARTIGO DE JORNAL:
Texto base 5:
EVANGELISTA, Olinda; FLORES, Renata.L B. Quando dói mais o bolso do que a alma, ou a
“educação”
do
capital.
2020.
Disponível
em
https://universidadeaesquerda.com.br/coluna/quando-doi-mais-o-bolso-do-que-a-alma-ou-aeducacao-do-capital/. Acesso em 26 de se. 2020.
HOMEPAGE:
Texto base 6:
TOMAZINNHO, Paulo. Ensino Remoto Emergencial: a oportunidade da escola criar,
experimentar, inovar e se reinventar (Paulo Tomazinho. 2020.
Disponível em
https://www.sinepe-rs.org.br/noticias/ensino-remoto-emergencial-a-oportunidade-da-escolacriar-experimentar-inovar-e-se-reinventar. Acesso em 26 de se. 2020.
ARTIGO DE JORNAL:
Texto base 7:
NETO, Geraldo Miranda Pinto. A precarização do trabalho docente em tempos de ensino
remoto: A pandemia impulsionou a velha ideia do ensino a distância, acirrando desigualdades
e
a
exploração
de
professores/as.2020.
Disponível
em
https://www.brasildefato.com.br/2020/09/25/artigo-a-precarizacao-do-trabalho-docente-emtempos-de-ensino-remoto. Acesso em 26 de se. 2020.
Complementar:
1. ALVES, Charles Alberto de Souza; PIMENTEL, Adriana Marinho. O Piso Salarial
Profissional Nacional dos professores da educação básica pública: desafios atuais e
perspectivas. Fineduca – Revista de Financiamento da Educação, Porto Alegre, v. 5, n. 6,
2015. Disponível em http://dx.doi.org/10.17648/fineduca-2236-5907-v5-68058. Consultado em
06 de janeiro de 2018.
2. FERNANDES, Maria Dilnéia Espíndola; SANTOS, Maria de Fátima Martins. A Meta 20 do
PNE 2014-2024: compromissos e desafios para o contexto do financiamento educacional.
FINEDUCA – Revista de Financiamento da Educação, Porto Alegre, v. 7, n. 3, 2017.1.
Disponível em http://dx.doi.org/10.17648/fineduca-2236-5907-v7-68621. Acessado em
novembro de 2017.
3. FREITAS, Luiz Carlos de. Três teses sobre as reformas empresariais da educação:
perdendo a ingenuidade. Cadernos CEDES, Campinas , v. 36, n. 99, p. 137-153, ago. 2016 .
Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v36n99/1678-7110-ccedes-36-99-00137.pdf>.
Acesso em: 12 jan. 2018.
Ementa da Atividade de Curricularização da Extensão (ACE)
31
32
ACE - 1: Vivências Extramuros
Ementa: Reconhecimento das problemáticas em diálogo com a comunidade onde
se pretende atuar seguido da elaboração e execução de projeto de pesquisa social
exploratório, com a delimitação empírica do objeto de investigação em contextos de
relevância social, cultural e educacional, com o objetivo de coletar dados para a
realização das demais etapas do Projeto de Extensão “Escolas, Letramentos e
Formação Social”.
Carga-horária: 72 horas ( 36Teóricas e 36 horas Práticas)
Público-alvo: Alunos das escolas públicas, professores das escolas públicas,
agentes de comunidades e a depender do recorte empírico.
Objetivos:
1.
Identificar e analisar as demandas sociais na UFAL e seu entorno e discutir
sobre as possibilidades de escuta através da execução de um projeto de pesquisa.
2.
Identificar temas, linhas e a construção de plano de ação relevante no âmbito
do Projeto “Escolas, Letramentos e Formação Social”.
3.
Elaborar um projeto de pesquisa social exploratório, identificando e
desenvolvendo os principais elementos e fases necessárias para a execução do
mesmo.
4.
Realizar levantamento bibliográfico necessário para construção do referencial
teórico-metodológico da pesquisa.
5.
Realizar levantamento exploratório de dados, através da utilização de
técnicas de investigação adequadas aos problemas propostos.
Metodologia
Rodas de conversa para debater possibilidades de pesquisa e suas ações. Oficinas
de introdução à pesquisa social. Visitas exploratórias de campo para coleta de
dados.
Indicadores/instrumentos de avaliação e acompanhamento da ACE
Participação ativa e pontualidade nos encontros presenciais, participação nas
discussões e trabalhos em grupos. Produção de relatórios de pesquisa e
cumprimento dos prazos estipulados para entrega. Elaboração de texto final em
equipe com sugestão de ações/produtos conforme o recorte da pesquisa.
Bibliografia Básica:
GADOTTI, M. Interdisciplinaridade: atitude e método. São Paulo: Instituto Paulo
32
33
Freire, 1999.
MINAYO, Maria Cecília de S. (Org.) Pesquisa Social. Teoria, método e criatividade.
Petrópolis, Vozes, 2002.
PACHECO, José. Aprender em comunidade. São Paulo: SM, 2014.
Bibliografia Complementar:
BOGDAN, R.C. e BIKLEN, S.K. Investigação Qualitativa em Educação. Porto/Pt:
Porto Editora, 1994.
BORTONI-RICARDO, S. M. O professor Pesquisador: Introdução à pesquisa
qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
MOROZ, Melania; GLANF ALDONI Mônica Helena T. A. O processo de pesquisa:
iniciação. Brasília: Plano, 2002.
ACE - 2: Ateliê de Ideias (Cursos/Produtos)
Ementa: Elaboração e execução coletiva de cursos e/ou produtos definidos a partir
dos dados coletados na “Vivência extramuros”, seguindo a delimitação estabelecida
pelo proposto (projeto, ação) em diálogo com a comunidade.
Carga-horária: 72 horas (36 Teóricas e 36 Práticas)
Público-alvo: Alunos das escolas públicas, professores das escolas públicas,
agentes de comunidades e a depender do recorte empírico.
Objetivos:
1.
Leitura
coletiva
dos
relatórios
de
pesquisa
para
identificação
das
possibilidades de ação e desenvolvimento de produtos.
2.
Elaboração de um curso ou um produto definido a partir das pesquisas e dos
materiais coletados anteriormente.
3.
Realizar levantamento bibliográfico para construção do referencial teórico-
metodológico necessário para desenvolvimento da ação.
4.
Planejamento e execução das ações/produtos definidas/os coletivamente.
Metodologia
Rodas de conversa para planejamento das ações, tendo como referência a produção
dos relatórios da ACE1. Participação ativa dos estudantes na execução das ações.
Indicadores/instrumentos de avaliação e acompanhamento da ACE
Participação ativa e pontualidade nos encontros presenciais, participação nas
discussões e execução das ações e/ou produção de material proposto pelos
diferentes grupos e cumprimento dos prazos estipulados para entrega.
33
34
Bibliografia Básica:
MILLS, Charles Wright. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1965 APÊNDICE: Do Artesanato Intelectual.
PACHECO, José. Aprender em comunidade. São Paulo: SM, 2014.
VIEIRA, E.; VOLQUIND, L. Oficinas de ensino? O quê? Por quê? Como? 4ª ed.
Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
Bibliografia Complementar:
ARROYO, Miguel G. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens. 2ª ed., Petrópolis:
Vozes, 2000.
BOURDIEU, P. Lições da aula. São Paulo: Ática, 1994.
NÓVOA, A. (Coord.). Os professores e sua formação. 2ª ed. Lisboa: Don Quixote,
1992.
TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes,
2002.
ACE - 3: Oficinas I
Ementa: Oficinas produzidas no processo de construção de práticas educativas
destinadas à incorporação de vivências cidadãs em espacialidades que ultrapassem
os muros da academia. A organização do trabalho pedagógico para promoção de
práticas educativas a partir do reconhecimento de novos territórios em formação.
Carga-horária: 72H (18 Teóricas e 54 Práticas)
Público-alvo: Professores e estudantes da educação básica.
Objetivos:
1. Ampliar as reflexões teórico-metodológicas destinadas ao processo de formação
cidadã
2. Elaborar oficinas de formação.
3. Planejamento e execução das ações
Metodologias
1. Rodas de conversas a fim de fundamentar teoricamente as práticas
socioeducativas.
2. Oficinas pedagógicas formativas.
Indicadores/instrumentos de avaliação e acompanhamento da ACE?
A avaliação será realizada na perspectiva diagnóstica, processual e formativa por
meio de instrumentos (Portfólios, fichários, Caderno de Bordo) que permitam o
34
35
envolvimento ativo dos sujeitos.
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de
trabalho: O conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998.
JOLIBERT, J. e JACOB, J. E COL. Além dos muros da escola: A escrita como ponte
entre alunos e comunidade. Trad. Ana Maria N, Machado. Porto Alegre: Artmed,
2006.
VIEIRA, E.; VOLQUIND, L. Oficinas de ensino? O quê? Por quê? Como? 4ª ed.
Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
Bibliografia Complementar:
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa.
10 ed. Campinas: Papirus, 2002.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de
trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PIMENTA, S. G. (Org.): Saberes Pedagógicos e atividade docente. São Paulo:
Cortez, 1999.
ACE - 4: Oficinas II
Ementa: Centro de Referência - Brinquedoteca como espaço de práticas teóricometodológicas. Reconhecimento dos diferentes espaços e tempos presentes na
Educação Infantil e de espacialidades educativas que ultrapassem os territórios
intramuros formativos para o processo de promoção e produção de oficinas lúdicas
para a educação infantil.
Público Alvo: Crianças de 0 a 10 anos.
Carga-horária: 72 horas (18 Teórica e 54 Prática )
Objetivos:
1.
Ampliar as reflexões teórico-metodológicas no sentido de viabilizar práticas
educativas lúdicas e acessíveis no processo de formação cidadã.
2.
Promover a dinamização dos espaços educativos destinados à formação
cidadã a partir do reconhecimento da brinquedoteca como espaço de formação
(espacialidade aberta ao diálogo com as práticas de apropriação dos espaços
públicos citadinos).
3.
Divulgar e socializar os procedimentos metodológicos utilizados nessa
35
36
disciplina extensionista à comunidade escolar.
4.
Divulgar a brinquedoteca, espacialidade educativa, como possibilidade de
diálogo permanente entre a comunidade e a universidade.
Metodologias
1. Rodas de conversas a fim de fundamentar teoricamente as práticas
socioeducativas;
2. Oficinas pedagógicas formativas promovidas nos espaços da brinquedoteca.
3. Seminários em diálogos a fim de promover as práticas socioformativas produzidas
ao longo das atividades curriculares extensionistas.
Indicadores/instrumentos de avaliação e acompanhamento da ACE
A avaliação será realizada na perspectiva diagnóstica, processual e formativa por
meio de instrumentos (Portfólios, Caderno de Bordo, fichários) que permitam o
envolvimento ativo dos sujeitos.
Bibliografia Básica:
HERNANDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998.
JOLIBERT, J. e JACOB, J. & Colaboradores. Além dos muros da escola: a escrita
como ponte entre alunos e comunidade. Trad. Ana Maria N. Machado. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
VIEIRA, E.; VOLQUIND, L. Oficinas de ensino? O quê? Por quê? Como? 4. ed.
Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002.
Bibliografia Complementar:
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa.
10.ed. . Campinas: Papirus, 2002.
HERNÁNDEZ, Fernando. Transgressão e mudança na educação: os projetos de
trabalho. Trad. Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
PIMENTA, S. G. ; GHEDIN, E. (Org.) Professor reflexivo no Brasil: gênese e
crítica de um conceito. São Paulo: Cortez, 2002.
ACE - 5: Evento – Seminário, Exposição, Cursos e Mini-Cursos ou Semana
Ementa: Potencializar e socializar na Semana da Pedagogia as espacialidades de
diálogo e de formação na perspectiva da formação de um sujeito cidadão
36
37
promovidas ao longo dos projetos de extensão. Praticar ações de inclusão
socioespacial na perspectiva de um movimento de extensão ao ressignificar
espacialidades para a formação do sujeito contemporâneo. Organização e execução
de um evento para socialização e divulgação das ações de extensão realizadas.
Público-alvo: Docentes, discentes e técnicos da UFAL, bem como a comunidade do
entorno da universidade e participantes das ações extensionistas, especialmente as
que estiverem envolvidas no desenvolvimento das ações de extensão.
Carga Horária: 72 horas
Objetivos:
1.
Organizar e executar um evento para socialização e divulgação das ações de
extensão realizadas.
2.
Ampliar as espacialidades de formação cidadã a partir da promoção de
atividades em interação entre comunidade científica e a sociedade em geral;
3.
Ressignificar a participação das ações extensionistas na Semana da
Pedagogia viabilizando a inserção de atividades interativas produzidas ao longo da
elaboração do projeto;
4.
Dar visibilidade à produção acadêmica extensionista dos estudantes do curso
de Pedagogia.
Metodologias
Rodas de conversa para planejar os caminhos para a produção do evento.
Participação ativa dos estudantes do 6º período na produção e realização do evento.
Indicadores/instrumentos de avaliação e acompanhamento da ACE
A avaliação será realizada na perspectiva diagnóstica, processual e formativa por
meio de instrumentos (Portfólios, Cadernos de Bordo, meios eletrônicos para o
registro como filmagens e fotos) que permitam o envolvimento ativo dos sujeitos.
Referência Básica:
HERNANDEZ, F. e VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de
trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998.
PACHECO, José. Aprender em comunidade. São Paulo: SM, 2014.
THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAÚJO FILHO, Targino de. (Org.). Extensão universitária:
conceitos, métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.
Bibliografia Complementar:
37
38
DELORS, Jacques et al. Educação: um tesouro a descobrir. Relatório para a
UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI. 4. ed. São
Paulo: Cortez; Brasília: UNESCO, 1996.
FREIRE, Paulo. Escola pública e educação popular. In: Política e educação. São
Paulo: Paz e Terra, 2014.
KLEIMAN, A. B. Processos identitários na formação profissional: o professor como
agente de letramento. In: CORRÊA, L. G. M.; BOCH, F. (Org). Ensino de língua:
representação e letramento. Campinas: Mercado de Letras, 2006. p. 75-91.
TARDIF, M. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários:
elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas
consequências em relação à formação para o magistério. Revista Brasileira de
Educação, n. 13, Campinas, Autores Associados, 2000.
38
