Edital de Seleção - PPGE 207

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                    SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

EDITAL Nº 02/2026– PROPEP – CGP/UFAL/PPGE
MESTRADO EM EDUCAÇÃO
ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO
MESTRADO EM EDUCAÇÃO
(PRIMEIRO SEMESTRE DE 2027)
A Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEP) e a Coordenação do Programa de PósGraduação em Educação (PPGE) stricto sensu da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
tornam públicas, por meio deste Edital, as normas do Processo Seletivo 02/2026 para o
preenchimento de vagas no nível de Mestrado, com ingresso previsto para o primeiro semestre
letivo de 2027, em conformidade com o Regimento do PPGE.
O Programa tem como objetivo contribuir para o fortalecimento das políticas educacionais e
para a melhoria da qualidade da Educação em Alagoas, formando professores e pesquisadores
capazes de intervir de forma qualificada nos processos educacionais da região. O PPGE está
estruturado em três linhas de pesquisa: Políticas, Culturas e Currículos; Inclusão, Diversidades
e Sujeitos; e Educação, Linguagens e Tecnologias.
Este Edital terá validade a partir da data de sua publicação até o encerramento das matrículas
referentes a este processo seletivo.

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1 – Do Processo Seletivo stricto sensu – 2027.1

1

O Processo Seletivo para ingresso no primeiro semestre de 2027 será realizado sob a
responsabilidade da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEP) e da Coordenação
do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFAL.
2 – Da Impugnação do Edital
2.1. Será assegurado o período de 13 a 14 de julho de 2026 para a apresentação de pedidos de
impugnação de itens do presente Edital, os quais serão avaliados pela Comissão de Seleção.
2.2. Qualquer candidato(a) poderá solicitar a impugnação de itens do Edital, mediante petição
escrita e fundamentada, dirigida à Comissão de Seleção, a ser enviada exclusivamente para o
e-mail: selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br, dentro do prazo estabelecido no item 2.1, sob pena
de preclusão.
2.3. A petição de impugnação deverá indicar, obrigatoriamente, o item, parágrafo ou alínea a
ser impugnado, acompanhado da devida fundamentação legal.
2.4. As respostas às impugnações serão publicadas em um único arquivo, no endereço
eletrônico oficial do PPGE, no prazo de até 2 (dois) dias úteis após o encerramento do período
de impugnação.
2.5. Caberá à Comissão de Seleção analisar e deliberar sobre as impugnações apresentadas,
também no prazo máximo de 3 (três) dias úteis.

DO PÚBLICO
3 – Da Inscrição de Candidatos
3.1. Poderão participar do Processo Seletivo do PPGE, para o nível de Mestrado, candidatos(as)
portadores(as) de diploma de curso de Graduação na área da Educação ou em áreas afins,
devidamente reconhecido pelo MEC/CAPES.
3.2. Também poderão participar candidatos(as) concluintes de curso de Graduação, desde que
apresentem, obrigatoriamente, a comprovação de conclusão do referido curso até a data da
matrícula no Programa de Pós-Graduação.
3.3 Estudantes estrangeiros que desejam se inscrever devem cumprir critérios específicos
estabelecidos pela instituição. A admissão é restrita àqueles que possuam vínculos com
convênios firmados com agências brasileiras, ou que declarem, por escrito, que arcarão com as
despesas de estadia e alimentação no Brasil, ou que tenham sido agraciados com bolsas de
2

estudo de seus países de origem. O cumprimento dessas condições é essencial para o processo
de inscrição, garantindo que as diretrizes institucionais e os acordos de cooperação
internacional sejam respeitados. Essa política assegura que o intercâmbio acadêmico ocorra de
maneira organizada e alinhada aos objetivos estratégicos das parcerias internacionais vigentes.

DAS VAGAS
4 – Será ofertado o número total de 39 vagas, considerando-se as vagas gerais e do sistema de
cotas. O preenchimento das vagas será realizado de acordo com a aprovação e a classificação
dos(as) candidatos(as), considerando que esses(as) concorrem para as vagas disponibilizadas
pelas linhas de pesquisa e pelos grupos de pesquisa indicados no Quadro 1.
QUADRO 1: Vagas por docentes em cada linha de pesquisa
Linhas, Grupos e Docentes
Linha de Pesquisa Políticas, Culturas e Currículos

Vagas
Mestrado

Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogias e Culturas Infantis

---

Prof. Dr. Cleriston Izidro dos Anjos

1

Prof. Dr. Fábio Hoffmann Pereira

2

Profa. Dra. Suzana Marcolino

2

Grupo de Estudo e Pesquisa História da Educação, Cultura e Literatura
Prof. Dr. Ivanildo Gomes dos Santos

2

Pesquisa Multidisciplinar em Educação de Jovens e Adultos

---

Profa. Dra. Marinaide Lima de Queiroz Freitas

2

Grupo Núcleo de Estudo em Educação e Diversidade (NEEDI)

---

Prof. Dra. Neiza de Lourdes Frederico Fumes

2

Linha Inclusão, Diversidades e Sujeitos

Vagas
Mestrado

Grupo Filosofia e Educação/Ensino de Filosofia

---

Prof. Dr. Walter Matias Lima

1

Grupo de Pesquisa Políticas Públicas: História e Discurso (GPPHeD)

---

3

Prof. Dr. Valci Melo Silva dos Santos

1

Grupo Gestão e Avaliação Educacional

---

Profa. Dra. Lana Lisiêr de Lima Palmeira

2

Grupo Práticas de Aprendizagens Integradoras e Inovadoras (PAII)

---

Prof. Dr. Maria Dolores Fortes Alves

2

Grupo Teoria Crítica, Emancipação e Reconhecimento

---

Prof. Dr. Anderson de Alencar Menezes

2

Grupo de Pesquisa e Extensão Educação em Prisões (GPEP)

---

Profa. Dra. Maria da Conceição Valença da Silva

2

Grupo Núcleo de Estudo em Educação e Diversidade (NEEDI)

---

Prof. Dra. Elisangela Leal de Oliveira Mercado

2

Grupo de pesquisa Juventudes, Culturas e Formação (GPEJUV-UFAL)

---

Profa. Dra. Rosemeire Reis da Silva

1

Linha Educação, Linguagens e Tecnologias

Vagas
Mestrado

Grupo Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação de Professores
Presencial e a Distância

---

Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado

2

Profa. Dra Maria Aparecida Viana

2

Grupo Comunidades Virtuais Ufal

---

Prof. Dr. Fernando Silvio Cavalcante Pimentel

1

Profa. Dra. Lilian Kelly de Almeida Figueiredo Voss

2

Grupo de Estudo e Pesquisa em Didáticas de Leitura, da Literatura e da Escrita
(GELLITE)

---

Profa. Dra. Yana Liss Soares Gomes

1

Prof. Dra. Adriana Cavalcanti dos Santos

2

Profa. Dra. Silvana Paulina de Souza

2

Grupo de Pesquisa em Tecnologias e Educação Matemática (TEMA)

---

Prof. Dr. Carloney Alves de Oliveira

1

Grupo Escritura, Texto & Criação

---

Prof. Dr. Eduardo Calil de Oliveira

2

4

TOTAL

39

5 – Do Preenchimento das Vagas
O preenchimento das vagas, conforme a oferta estabelecida no Quadro 1 deste Edital, será
realizado de acordo com a aprovação e classificação dos(as) candidatos(as), considerando que
cada candidato(a) concorrerá à(s) vaga(s) disponibilizada(s) pelo grupo de pesquisa
previamente indicado no momento da inscrição.
5.1. Não há obrigatoriedade de preenchimento de todas as vagas ofertadas no presente Edital.
6 – Da Reserva de Vagas (Política de Ações Afirmativas)
6.1. Em conformidade com as Resoluções nº 37/2022 e nº 82/2022 – CONSUNI/UFAL, das 39
vagas ofertadas para o Mestrado, 60% (sessenta por cento) estão reservadas para as modalidades
de ações afirmativas contempladas neste Edital, distribuídas da seguinte forma:
•

20% (vinte por cento) para negros(as) (pretos(as) e pardos(as));

•

10% (dez por cento) para pessoas com deficiência (PcD);

•

10% (dez por cento) para pessoas trans (transgêneros, transexuais, travestis ou pessoa

não binária), refugiados(as) e assentados(as);
•

10% (dez por cento) para indígenas;

•

10% (dez por cento) para servidores(as) da UFAL.

Essa regra de distribuição aplica-se exclusivamente às vagas de Mestrado, conforme detalhado
no Quadro 2 deste Edital.
QUADRO 2: Vagas distribuídas por demandas
Nível

Ampla
Concorrência

Cotas ações afirmativas

Cotas Servidores Ufal

Mestrado
(Total 39
vagas)

15 vagas

20% negros (8 vagas)
10% PcD (4 vagas)
10% indígenas (4 vagas)
10% Trans, assentados e refugiados (4
vagas)

10% servidores UFAL (4
vagas)

6.2. Os(as) candidatos(as) que se inscreverem nas vagas destinadas às cotas de ações
afirmativas concorrerão entre si, sendo aprovado(a) e classificado(a) aquele(a) que obtiver a

5

maior pontuação final, independentemente da linha e do grupo de pesquisa a que estiver
vinculado(a).
6.3. Os(as) candidatos(as) que se inscreverem nas vagas destinadas a servidores(as) da UFAL
também concorrerão entre si, independentemente da linha e do grupo de pesquisa, sendo
classificados(as) aqueles(as) que obtiverem as maiores pontuações finais.
6.4. As vagas reservadas para ações afirmativas e para servidores(as) da UFAL não são
distribuídas por linha ou grupo de pesquisa, ou seja, não há obrigatoriedade de oferta ou de
preenchimento dessas cotas em cada linha ou grupo de pesquisa.
6.5. Não há obrigatoriedade de preenchimento de todas as vagas reservadas às cotas previstas
neste Edital. Caso essas vagas não sejam preenchidas, serão automaticamente revertidas para a
ampla concorrência, dentro da mesma linha de pesquisa.
6.6. Os(as) candidatos(as) inscritos(as) como cotistas concorrerão exclusivamente às vagas
destinadas às cotas, conforme o Quadro 2, não sendo permitida a migração posterior para a
ampla concorrência.
6.7. A Comissão de Seleção tem autoridade para deferir ou indeferir a inscrição de
candidatos(as) cotistas que não apresentarem documentação comprobatória adequada.
a) Caso a candidatura como cotista seja indeferida, o(a) candidato(a) migrará
automaticamente para a ampla concorrência.
b) O indeferimento poderá ocorrer durante a homologação das inscrições ou após a realização
da Banca de Validação de Heteroidentificação, conforme o caso.
6.8. Os(as) candidatos(as) que se autodeclararem negros(as), indígenas ou pessoas trans serão
submetidos(as) a procedimento de verificação da condição declarada, antes da homologação do
resultado final, conforme a Resolução nº 82/2022 – CONSUNI/UFAL.
a) Para esse procedimento, o(a) candidato(a) autodeclarado(a) deverá se apresentar ao Comitê
para Diversidade, Heteroidentificação e Etnicidade (CDHE), em conformidade com a referida
Resolução.
b) Os(as) candidatos(as) serão convocados(as) por Edital para a Banca de Validação de
Heteroidentificação, nos termos da Resolução nº 38/2021 – CONSUNI/UFAL.
c) O Edital de Convocação para a Banca de Validação será publicado no site oficial do PPGE.

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6.9. Os(as) candidatos(as) que se autodeclararem pessoas com deficiência (PcD) também serão
submetidos(as) a procedimento específico de verificação, antes da homologação do resultado
final, conforme a Resolução nº 19/2021 – CONSUNI/UFAL.
a) Os(as) candidatos(as) autodeclarados(as) PcD serão convocados(as) por Edital para as
Bancas de Verificação e Validação da Autodeclaração de PcD.
b) O Edital de Convocação será divulgado no site do PPGE.
6.10. Todos(as) os(as) candidatos(as), sejam da ampla concorrência, das ações afirmativas ou
das cotas de servidores(as) da UFAL, deverão cumprir integralmente todas as etapas do
processo seletivo, conforme estabelecido neste Edital.
6.11. O remanejamento de vagas entre grupos de pesquisa, dentro de uma mesma linha de
pesquisa, só será permitido nos casos em que houver vagas não preenchidas.

DAS INSCRIÇÕES
7 - As inscrições deste processo seletivo são gratuitas e serão realizadas no período de 00h00
do dia 15/07/2026 às 23h59 do dia 13/08/2026, pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades
Acadêmicas

(SIGAA),

por

meio

do

link:

https://sigaa.sig.ufal.br/sigaa/public/processo_seletivo/lista.jsf?nivel=S&aba=pstricto,
selecionando o número deste edital na opção “Processo Seletivo Regular – Mestrado do PPGE”.
a) Toda a documentação solicitada para a inscrição deve ser inserida eletronicamente durante
o processo de inscrição. Serão aceitos apenas documentos em formato PDF. Não serão aceitos
arquivos no formato de imagem para nenhum dos documentos. Caso algum arquivo seja
submetido em formato diferente do exigido, a candidatura será invalidada a qualquer
momento do processo seletivo.
b) O(a) candidato(a) deverá anexar os documentos comprobatórios digitalizados e salvos
somente no formato PDF, enviando-os por meio de questionário específico do SIGAA, no
momento da inscrição, respeitando o período definido neste edital. A inscrição será
confirmada após a inserção de todos os documentos exigidos.
c) A inscrição será efetivada com a confirmação gerada pelo sistema, a qual deverá ser
impressa para possíveis necessidades de comprovação.

7

d) Para cada item do questionário de inscrição, é permitido o envio de apenas um documento.
Caso o(a) candidato(a) necessite inserir vários documentos em um único item, deverá
compactá-los em um único arquivo, salvo no formato PDF.
e) No processo de homologação da inscrição, os documentos anexados pelos(as)
candidatos(as) serão conferidos pela Comissão de Seleção. Não será permitida a inclusão
posterior de documentos. As inscrições incompletas, enviadas de forma indevida ou fora dos
prazos estabelecidos neste edital serão indeferidas.
f) Não será aceita a inclusão de qualquer documento após a inscrição.
g) O(a) candidato(a) que optar pelas vagas do sistema de cotas deverá anexar, no ato da
inscrição, o formulário específico de autodeclaração, constante nos Anexos 1, 2, 3, 4 e 5 deste
edital.
7.1 – Documentação exigida para a inscrição (todos os documentos em formato PDF):
a) 1 (uma) foto 3x4;
b) Carteira de Identidade ou documento legal de identificação com foto ou, no caso de
estrangeiros(as), c) Passaporte, Registro Nacional de Estrangeiro (RNE) ou documento
similar;
d) Cadastro de Pessoa Física (CPF);
e) Cópia de Diplomas/Certificados ou Declarações de Conclusão de Curso, quando for o caso;
f|) Ficha de Inscrição (Anexo 8) devidamente preenchida e assinada, sob responsabilidade do(a)
candidato(a);
g) Projeto de Pesquisa da Dissertação, contendo apenas a identificação da linha de pesquisa e
do grupo de pesquisa, conforme descrito no Anexos 9 e 10. É PROIBIDO, sob pena de
indeferimento da inscrição, inserir nome, RG, CPF ou qualquer outra identificação no projeto.
O projeto deverá ser enviado em formato PDF, e o nome do arquivo deverá conter o número
do CPF no seguinte formato: xxx408.234xx.pdf;
h) Memorial Acadêmico Descritivo, conforme o Anexos 16 e 17 (máximo de 5 páginas);
i) Currículo Vitae, preenchido obrigatoriamente no formulário Lattes-CNPq
(http://lattes.cnpq.br/), devidamente comprovado com cópia de cada um dos títulos e
atividades desenvolvidas nos últimos 4 (quatro) anos. Não serão aceitos outros modelos de
currículo. Não incluir documentos diferentes dos exigidos no Anexo 15;

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j) Cópia digital do formulário específico de autodeclaração (Anexos 1 a 5 deste edital) – item
obrigatório para todos os candidatos cotistas, conforme Resolução nº 82/2022 –
CONSUNI/UFAL;
k) Cópia digital do atestado de pertencimento à comunidade indígena ou quilombola (somente
para candidatos(as) indígenas e negros(as) quilombolas);
l) Cópia digital do laudo médico (somente para pessoas com deficiência), conforme Anexo 6;
m) Cópia digital do Memorial Descritivo, exigido para candidatos(as) negros(as), indígenas,
pessoas trans e/ou com deficiência, conforme item 7.5;
7.2 – Regras adicionais sobre documentação
Os documentos devem ser digitalizados sem rasuras. A ausência de qualquer dos itens
mencionados ou a ilegibilidade das cópias digitais impedirá o deferimento da inscrição. Em
nenhuma hipótese serão aceitos documentos impressos.
7.3 – Requisitos para candidatos(as) PcD:
Candidatos(as) às vagas de cotas para PcD deverão anexar, no ato da inscrição:
a)

Formulário específico de autodeclaração (Anexo 5);

b)

Laudo médico, conforme Anexo 6.

c)

Requerimento específico para detalhamento das condições de acessibilidade –

Formulário para Avaliação Biopsicossocial (Anexo 7).
7.4 – Análise dos laudos médicos:
Os laudos médicos dos(as) candidatos(as) selecionados(as) para as vagas de PcD serão
encaminhados para análise quanto ao Código Internacional de Doenças (CID) e à Classificação
Internacional de Funcionalidade (CIF), visando atestar a existência de impedimentos
significativos e restrições na participação social. Esta é a primeira etapa do processo de
verificação e validação da condição de PcD e será complementada com a análise dos Anexos 5
e 7 e uma entrevista biopsicossocial, quando necessário.
7.5 – Memorial para ações afirmativas:
Candidatos(as) negros(as), quilombolas, indígenas, pessoas trans e/ou com deficiência deverão
apresentar um Memorial Descritivo, obrigatório, com no mínimo 2 (duas) páginas, digitadas ou
manuscritas, relatando sua trajetória de vida pessoal, escolar e familiar, bem como suas

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motivações para cursar o Mestrado no PPGE, conforme Resolução nº 82/2022 –
CONSUNI/UFAL.
7.6 – Atestado de pertencimento para quilombolas e indígenas:
Candidatos(as) quilombolas e indígenas deverão anexar um atestado de pertencimento à sua
respectiva comunidade, emitido por liderança local reconhecida pela Fundação Cultural
Palmares, pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais
(CONAQ) ou por lideranças indígenas, ou ainda pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas
(FUNAI), conforme a Resolução nº 86/2018 – CONSUNI/UFAL.
7.7 – Documento para servidores(as) da UFAL:
O(a) candidato(a) que concorrer às vagas destinadas a servidores(as) da UFAL deverá anexar,
no ato da inscrição, documento comprobatório de vínculo efetivo e atualizado com a instituição.
7.8 – Indeferimento por documentação incompleta:
O(a) candidato(a) que não encaminhar eletronicamente a documentação completa terá sua
inscrição indeferida, sem direito a recurso.
7.9 – Responsabilidade técnica:
O PPGE e a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPEP/UFAL) não se
responsabilizam por problemas técnicos relacionados ao envio da documentação.
7.10 – Conferência dos documentos originais:
O(a) candidato(a) aprovado(a) deverá apresentar os documentos originais para autenticação no
momento da matrícula institucional na secretaria do PPGE.
7.11 – Proibição de inclusão posterior de documentos:
Não serão aceitos acréscimos de documentos após a inscrição, nem será homologada a inscrição
com ausência de documentos exigidos neste edital.
7.12 – Aceitação das condições do edital:
A inscrição no processo seletivo implicará o conhecimento e a tácita aceitação de todas as
condições estabelecidas neste edital e seus anexos, não cabendo alegação de desconhecimento.
7.13 – Responsabilidade pelas informações:

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As informações prestadas no formulário de inscrição serão de inteira responsabilidade do(a)
candidato(a). O preenchimento com informações falsas ou insuficientes sujeitará o(a)
candidato(a) às sanções legais e à exclusão do certame.
7.14 – Limitação de inscrição:
Cada candidato(a) poderá realizar apenas uma inscrição, escolhendo uma única linha de
pesquisa e um único grupo de pesquisa.
7.15 – Forma de envio:
Não serão aceitas inscrições ou envio de documentos por Correios, e-mail ou presencialmente
na secretaria do PPGE.

DOS REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO
8 – Da Experiência no Campo da Educação
Para os(as) candidatos(as) que concorrerem às vagas do PPGE, em nível de Mestrado, e que
sejam concluintes ou portadores(as) de diploma de cursos de Graduação em áreas afins à
Educação, exige-se experiência comprovada no campo da Educação.
8.1. A comprovação da experiência para graduados(as) de outras áreas deverá ser apresentada
por meio de documentação comprobatória, a ser anexada no ato da inscrição.
8.2 A comprovação de experiência em educação pode ser feita por meio de documentos como:
Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), contratos de trabalho, declarações de
instituições de ensino atestando o exercício da docência termo de posse ou nomeação,
declaração de exercício de atividade docente, Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) ou
Extrato de Contribuição do INSS (CNIS)
9 – Da Responsabilidade pela Documentação
O PPGE não se responsabilizará, em nenhuma hipótese, por falhas na emissão ou transmissão
de documentos via internet, nem receberá qualquer documento referente à inscrição após o seu
encerramento.
10 – Das Informações Adicionais
Informações adicionais sobre o Programa poderão ser obtidas por meio da página eletrônica
oficial, e-mail ou endereço físico, conforme especificado no Quadro 3, a seguir, e sujeito à
disponibilidade do provedor institucional de internet.:
11

QUADRO 3: Contatos do PPGE
Programa de Pós-

Site: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/cedu/pos-graduacao/mestrado-e-

Graduação

doutorado-em-educacao

Educação

E-mail: selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br
Universidade Federal de Alagoas - Campus A. C. Simões - Cidade Universitária,
Centro de Educação. Maceió/AL 57072-900

DO PROCESSO SELETIVO E JULGAMENTO DOS CANDIDATOS
11 – Da Comissão de Seleção
O processo seletivo dos(as) candidatos(as) será realizado sob a supervisão da Comissão de
Seleção, composta pela Coordenação do PPGE, por docentes designados(as) para esse fim pelo
Colegiado Pleno, e por um(a) representante dos técnicos administrativos do PPGE.
11.1. Com o objetivo de garantir a imparcialidade no processo seletivo, a banca examinadora
produzirá uma ata, contendo informações conclusivas sobre a sessão, incluindo a declaração de
inexistência de impedimentos ou suspeições que possam configurar conflito de interesses. Essa
ata será mantida sob a guarda do PPGE, para atender eventuais solicitações de candidatos(as),
do Ministério Público Federal (MPF) ou de outros órgãos de controle.
12 - O Processo Seletivo constará de 5 (cinco) etapas (Quadro 4).
QUADRO 4: Etapas do Processo Seletivo
Etapas

1. Avaliação
do projeto de
Pesquisa

2. Prova
Escrita

3. Arguição
do projeto de
Pesquisa

4. Memorial
Acadêmico

5. Análise do
Currículo

Caráter

Eliminatória

Eliminatória

Eliminatória

Classificatória

Classificatória

Peso

3

3

2

1

1

12.1 O local e horário específico da realização de cada uma das etapas supracitadas serão
divulgados no site do PPGE, como também no quadro de avisos do programa.
13 - As etapas do processo seletivo obedecerão ao seguinte calendário (Quadro 5):
QUADRO 5: Calendário das etapas do processo seletivo
EVENTOS
INSCRIÇÕES

PERÍODO
Publicação do edital

10/07/2026 (sexta)
12

Prazo para impugnação o edital

13 a 14/07/2026
(segunda e terça)

Inscrições no SIGAA

15/07/2026 (quarta)
a 13/08/2026
(quinta)

Homologação das Inscrições

19/08/2026 (quarta)

Recursos da homologação das Inscrições

20/08/2026 (quinta)
e 21/08/2026
(sexta)

Resultado dos recursos das homologações das

26/08/2026 (quarta)

inscrições

BANCAS DE
VERIFICAAÇÃO
DE
AUTOAVALIAÇÃO

ANÁLISE DOS
PROJETOS DE
PESQUISA

Divulgação do Edital de Convocação para Bancas

26/08/2026 (quarta)

de Verificação de Autodeclaração

Análise dos projetos de pesquisa

26/08/2026 (quarta)
a
04/09/2026 (sexta)

Resultado da avaliação dos projetos de pesquisa

09/09/2026 (quarta)

Recursos da análise dos projetos de pesquisa

10/09/2026 (quinta)
e 11/09/2026
(sexta)

Resultado da avaliação dos projetos e divulgação

15/09/2026 (terça)

do horário da Prova Escrita

PROVA ESCRITA

Realização da Prova Escrita

18/09/2026 (sexta)

Resultado da Prova Escrita

25/09/2026 (sexta)

Recurso da Prova Escrita

28/09/2026
(segunda) e
29/09/2026 (terça)

13

Resultado final da Prova Escrita

06/10/2026 (terça)

Divulgação das datas e horários de arguição e 08/10/2026 (quinta)
defesa do projeto de pesquisa
Arguição e defesa do projeto de pesquisa

09/10/2026 (sexta)
a 29/10/2026
(quarta)

Período de análise do memorial acadêmico e do
currículo
ARGUIÇÃO DOS
PROJETOS,
ANÁLISE DOS
CURRÍCULOS E
MEMORIAL

09/10/2026 (sexta)
a 30/10/2026
(sexta)

Resultado da arguição e defesa do projeto de

06/11/2026 (sexta)

pesquisa, da análise do memorial acadêmico e do
currículo
Recurso da arguição e defesa do projeto de

09/11/2026

pesquisa, da análise do memorial acadêmico e do

(segunda) e

currículo

10/11/2026 (terça)

Resultado final da arguição e defesa do projeto de

13/11/2026 (sexta)

pesquisa, da avaliação do currículo e da análise do
memorial

FINAL

Resultado geral de todas as fases

13/11/2026 (sexta)

Recurso do resultado geral de todas as fases (via

16/11/2026
(segunda) a
17/11/2026 (terça)

PROPEP)
Homologação do resultado geral

19/11/2026 (quinta)

Resultado final

19/11/2026 (quinta)

Período de Matrícula Acadêmica e Institucional

conforme
calendário

MATRÌCULA

PPGE

14

do

Início do semestre letivo

conforme
calendário

do

PPGE
13.1. O resultado de todas as fases do certame será publicado por meio do CPF ou número de
inscrição no SIGAA do candidato.
14 - A Avaliação do Projeto de Pesquisa, primeira etapa da seleção, é de caráter eliminatório,
seguida da Prova Escrita, também eliminatória.
14.1. O Projeto de Pesquisa deverá conter no mínimo 12 (doze) e no máximo 20 (vinte) laudas,
incluindo folha de rosto e Referências. Deverá ser apresentado em consonância com as normas
recentes da ABNT e as seguintes formatações: folha A4; fonte 12; Times New Roman; espaço
1,5 entre as linhas (com exceção nas citações); as margens devem obedecer ao seguinte
espaçamento: margem superior 3cm, inferior 2cm, esquerda 3cm e direita 2cm; as citações de
até três linhas devem constar entre aspas, no corpo do texto, com o mesmo tipo e tamanho de
fonte do texto normal; as citações a partir de quatro linhas devem estar em Times New Roman
10, com recuo esquerdo de 4cm.
14.2. O Projeto de Pesquisa deverá apresentar a seguinte estrutura:
●

CAPA: título do projeto, Linha de Pesquisa e Grupo de Pesquisa que concorre à vaga.

(Não indicar nenhum tipo de informação que caracterize ou identifique o candidato e em
nenhum contexto do projeto). O Projeto receberá um código, informado pelo SIGAA.
●

JUSTIFICATIVA: com discriminante do objeto e do problema a ser investigado, bem

como contextualização histórica do objeto de pesquisa. Demonstração da relevância científica
e social do objeto, uma breve discussão que circunda o objeto a ser trabalhado, e a
delimitação temporal e geográfica do estudo, bem como sua inserção no grupo de pesquisa.
●

OBJETIVOS: apresentação de maneira compreensível os objetivos geral e específicos

do projeto.
●

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: apresentação das hipóteses e fontes teóricas que

serão trabalhadas no projeto, atualização, contextualização e articulação entre as fontes e o
contributo para o seu objeto de estudo.
●

METODOLOGIA: tipologia/abordagem, localização, discussão do método para o

tratamento das fontes do objeto de estudo e métodos de coleta e interpretação dos dados que

15

serão coletados. Descrição dos participantes da pesquisa (quando se adequa), instrumentos ou
técnicas de coleta e de análise dos dados.
●

CRONOGRAMA: apresentação das etapas necessárias para cumprimento do projeto.

●

REFERÊNCIAS: indicação das fontes e bibliografia citadas no projeto.

14.3. O Projeto de Pesquisa deve ser escrito em Língua Portuguesa e o(a) candidato(a), em
hipótese alguma, deverá mencionar no projeto seu nome e nem a sugestão do professor
orientador, sob pena de eliminação do processo seletivo. No caso de candidato(a) surdo(a)
usuário da Língua Brasileira de Sinais como primeira língua, a análise considerará que a
redação foi feita em uma segunda língua (Língua Portuguesa – modalidade escrita).
14.4. Caso o Projeto de Pesquisa não possua aderência à proposição da Pesquisa em andamento
desenvolvida pelo grupo de pesquisa escolhido (Anexo 10), o (a) candidato (a) será
desclassificado (a).
14.5. O Projeto de Pesquisa será avaliado de acordo com os aspectos descritos no Anexo 11
deste Edital e sua avaliação possui caráter eliminatório.
15 – A Prova Escrita, de caráter eliminatório, ocorrerá de forma presencial no Centro de
Educação – CEDU/UFAL e em dia específico conforme calendário disponibilizado no site do
PPGE
15.1. A prova escrita ocorrerá APENAS com os candidatos aprovados na Avaliação do Projeto
de Pesquisa
15.2. Para a Prova Escrita, serão convocados o dobro do número de vagas ofertadas por Grupo
de Pesquisa, dentre os(as) candidatos(as) aprovados(as) na etapa anterior. Exemplo: Se o grupo
de pesquisa está indicando a oferta de 3 vagas para o mestrado, serão convocados para a prova
escrita 6 candidatos(as) aprovados(as) na etapa de Avaliação do Projeto de Pesquisa.
15.3. A Prova Escrita é uma produção textual do tipo dissertativo argumentativo, com mínimo
2 (duas) laudas, sobre o tema apresentado no momento da prova escrita, com base na
bibliografia recomendada para a linha de pesquisa (Anexo 12).
15.4. A Prova Escrita será avaliada de acordo com os aspectos descritos no Anexo 13 deste
Edital e sua avaliação possui caráter eliminatório.
16 - A Arguição e defesa do Projeto de Pesquisa é de caráter eliminatório, e consistirá na
discussão argumentativa sobre o Projeto de Pesquisa entregue no ato de inscrição.

16

16.1. Realizarão a Arguição e defesa do Projeto de Pesquisa APENAS os(as) candidatos(as)
que forem aprovados na Avaliação do Projeto de Pesquisa e na Prova Escrita
16.2. A Arguição e defesa do Projeto de Pesquisa ocorrerá de forma presencial no Centro de
Educação – CEDU/UFAL, conforme calendário disponibilizado no site do PPGE.
16.3. A Arguição e defesa do Projeto de Pesquisa, de caráter eliminatório, ocorrerá frente à
banca de seleção constituída por 2 (dois) docentes, sendo no mínimo um(a) docente da linha de
pesquisa na qual o(a) candidato(a) está concorrendo, podendo também contar com um(a)
docente de outra linha de pesquisa, ou docentes com título de doutorado e que estejam
vinculados a Programas de Pós-Graduação e desenvolvam pesquisa em áreas afins às do PPGE,
indicados pela Comissão de Seleção, tendo a duração de até 30 (trinta) minutos, sendo 15
(quinze) minutos para apresentação do projeto pelo(a) candidato(a) e 15 (quinze) minutos para
arguição do projeto pelos membros da banca. A arguição será realizada em ordem alfabética.
16.4. Para avaliação da Arguição e defesa do Projeto de pesquisa a banca de seleção levará em
consideração os aspectos descritos no Anexo 14.
16.5. Poderão participar desta etapa os demais docentes do PPGE na condição de ouvintes,
estando vedada a possibilidade de arguirem o(a) candidato(a) no momento de sua avaliação.
17 – A Análise do Memorial Acadêmico e do Currículo serão realizadas pela Comissão de
Seleção e Docentes da Linha de Pesquisa que o(a) candidato(a) está concorrendo. Para efeito
de avaliação do Currículo, somente será computada na pontuação os títulos cuja documentação
tenha comprovação no último quadriênio.
17.1. A análise do Currículo obedecerá aos critérios expostos no Anexo 15 deste Edital.
17.2 Os títulos apresentados que excederem a pontuação máxima prevista no Anexo 15 não
serão considerados para fins de pontuação.
17.3. A análise do Memorial Acadêmico obedecerá aos critérios expostos no Anexo 17 deste
Edital.
18 – Em cada fase eliminatória, o(a) candidato(a) que concorre às vagas de ampla concorrência
será considerado Aprovado ou Classificado se obtiver nota igual ou superior a 7,00 (sete) nas
etapas do processo seletivo.
19 - De acordo com as prescrições das Resoluções nº 37/2022 e nº 82/2022/CONSUNI-UFAL
será considerado Aprovado ou Classificado o(a) candidato(a) às vagas de Cotas que obtiver
nota igual ou superior a 6,0 (seis) em cada etapa do processo seletivo.
17

19.1. As notas dos(as) candidato(as) cotistas serão publicadas em separado dos candidatos a
ampla concorrência.
20 - A Nota Final do(a) candidato(a) será feita a partir da média de todas as etapas do processo
seletivo, considerando os respectivos pesos.
20.1. O(A) candidato(a) poderá ser aprovado, mas não selecionado, observando-se o número
de vagas disponibilizadas no item 4 deste Edital.
21 - O PPGE, representado na figura da Comissão de Seleção, reserva-se o direito do não
preenchimento de todas as vagas disponibilizadas no item 4 deste Edital.
21.1. Os(As) candidatos(as) serão selecionados(as) até o número de vagas previsto no item 4
deste Edital. A classificação final dos(as) candidatos(as) será realizada por ordem decrescente
da pontuação final e disponibilidade de vagas dentro da linha de pesquisa em que está
concorrendo.
22 - No caso de igualdade de notas, serão utilizados os seguintes critérios de desempate na
respectiva ordem: candidato(a) que obtiver a maior nota na Arguição e defesa do Projeto de
Pesquisa; candidato que obtiver a maior nota na Prova Escrita;
23 - A quantidade de vagas estabelecidas para cada linha não poderá sofrer alteração. Em caso
de vagas excedentes de uma determinada linha de pesquisa, estas não migrarão para outra linha.
24 - Todas as etapas eliminatórias do Processo Seletivo serão realizadas de forma presencial,
estando sob a responsabilidade do(a) candidato(a) providenciar os meios necessários para
participação em cada uma delas.
25 - Os resultados de todas as etapas serão divulgados na página eletrônica do Programa de
Pós-Graduação em Educação.
26 – O(A) candidato(a) poderá acompanhar o andamento do processo fazendo uso do login e
senha criado no momento do cadastro.
DO RESULTADO FINAL E RECURSOS
27 - Os resultados parcial e final serão divulgados de acordo com o calendário contido neste
Edital e seus Anexos na página eletrônica do PPGE.
27.1. O candidato poderá recorrer do resultado das avaliações. Para isso, deverá: 1) cadastrar o
recurso no SIGAA (página https://sigaa.sig.ufal.br/sigaa/public/home.jsf#), na área do
candidato (Anexo 18); e 2) preencher Formulário de Recurso (Anexo 19), e encaminhar à
18

Comissão de Seleção pelo e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br (assunto: Recurso Edital
02/2026), dentro dos prazos estabelecidos.
27.2. Para toda e qualquer comunicação do candidato referente a este Edital, o candidato deverá
utilizar obrigatoriamente o mesmo e-mail cadastrado no SIGAA.
27.3. Os recursos apresentados serão encaminhados para análise da Comissão de Seleção, a
quem caberá proferir análise conclusiva sobre o tema, participando necessariamente da análise
dos recursos todos os componentes da banca que tenham participado da avaliação em questão.
27.4. Após os resultados o(a) candidato(a) poderá recorrer à PROPEP, no prazo de até 72
(setenta e duas) horas, contadas da divulgação. Para isso, deve-se abrir um processo no
Protocolo Geral da UFAL (Reitoria), destinando o mesmo para PROPEP/CPG (Coordenação
de Pós-Graduação).
27.5. O resultado final será divulgado de acordo com o calendário contido neste Edital e seus
Anexos na página eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação.
27.6. Para a composição do cálculo da nota final das etapas do processo seletivo, será
considerada a média obtida a partir da média aritmética apresentada na fórmula a seguir:

NF = (3 x NAPP) + (3 x NAPE) +(2 x NADP) + (1 x NMA) + (1 x NAC)
10

NF = Nota Final
NAPP = Nota da Avaliação do Projeto de Pesquisa
NAPE = Nota de Avaliação da Prova Escrita
NADP = Nota da Arguição e Defesa do Projeto
NMA = Nota do Memorial Acadêmico
NAC = Nota da Avaliação do Currículo
28 – O(A) candidato(a) para a demanda de ampla concorrência poderá ter acesso às observações
dos avaliadores, solicitando via e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br, nos casos de notas
abaixo de 7,0 (sete), tendo a Comissão de Seleção e Secretaria do PPGE o prazo de até 24 horas
para o envio dos pareceres solicitados.

19

29 - O candidato para a demanda cotista poderá ter acesso às observações dos avaliadores,
solicitando via e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br, nos casos de notas abaixo de 6,0
(seis), tendo a Comissão de Seleção e Secretaria do PPGE o prazo de até 24 horas para o envio
dos pareceres solicitados.
DA MATRÍCULA E INÍCIO DO CURSO
30 - No ato da matrícula os(as) candidatos(as) aprovados(as) e classificados(as), deverão
apresentar cópias autenticadas dos seguintes documentos originais:
a)

Cópia do Comprovante das obrigações militares (para candidatos do sexo masculino);

b)

Título de Eleitor;

c)

Comprovante de quitação com a Justiça Eleitoral para brasileiros, retirado do site do

Tribunal Regional Eleitoral (TRE);
d)

Registro Nacional de Estrangeiros ou Passaporte para estrangeiros;

e)

Duas fotos 3x4;

f)

Cópia do Diploma ou Certidão de Conclusão de Curso de Graduação emitida pela

Instituição onde o título foi obtido, esse documento deve conter autenticação institucional e a
ausência desse documento no ato da matrícula implicará a desclassificação do candidato;
g)

Cópia do Histórico Escolar da Graduação.

30.1. O(A) Candidato(a) Estrangeiro(a) ou Brasileiro(a) Portador(a) de Diplomas de Graduação
de Instituição de Educação Superior (IES) estrangeiras deve ter seu reconhecimento do diploma
por IES brasileiras no ato da matrícula no PPGE, sob risco de eliminação caso não apresente
tal comprovação.
31 - Terão direito à matrícula nos cursos do PPGE os(as) candidatos(as) APROVADOS(AS) E
CLASSIFICADOS(AS), respeitados os limites das vagas estabelecidas no Item 4 deste Edital
e em conformidade com a disponibilidade de vagas do grupo de pesquisa a que fez opção o(a)
candidato(a) no momento da inscrição.
32 - A matrícula institucional e acadêmica dos(as) candidatos(as) selecionados(as) será feita na
coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação pelo(a) candidato(a) ou por seu
representante legal, em período a ser divulgado junto à publicação do resultado final da seleção
de que trata este Edital e o candidato deverá apresentar a documentação exigida e autenticada.

20

32.1. Realizará matrícula nos cursos de Mestrado do PPGE o(a) candidato(a) aprovado(a) e
classificado(a) com Diploma de Graduação emitido por IES oficiais reconhecidas pelo MEC
ou Certidão de Conclusão da Graduação com data de colação de grau emitida em até seis meses
antes do último dia da matrícula no PPGE. Não serão aceitas as declarações e/ou certificados
de conclusão de curso de Graduação.
32.2. Será considerado desistente o(a) candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) que não
efetuar a matrícula acadêmica no período determinado neste Edital ou período divulgado no
site do PPGE, após o resultado do certame.
32.3. Em caso de candidato(a) aprovado(a) e classificado(a) estrangeiro(a) é necessária a
apresentação de visto de estudantes.
32.4. Em caso de desistência da matrícula será́ ́ feita convocação dos(as) candidatos(as)
aprovados(as), considerando-se a ordem de classificação e a disponibilidade de docente
orientador.

IX - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
33 - A inscrição do(a) candidato(a) implicará o conhecimento e a aceitação das normas e
condições estabelecidas neste Edital e seus respectivos anexos.
34 - Será excluído do processo seletivo o(a) candidato(a) que:
a) faltar a qualquer etapa do processo seletivo; ou
b) apresentar comportamento considerado incompatível com a lisura do certame, a critério
exclusivo da Banca de Seleção; ou
c) apresentar-se nas etapas presenciais após a hora marcada para o início da arguição e defesa
do projeto de pesquisa e da prova escrita.
35 - As bolsas porventura disponibilizadas por agências de fomento poderão ser oferecidas aos
estudantes, atendendo aos critérios fixados pelas Agências Financiadoras (CAPES OU
FAPEAL), pelo CONSUNI/UFAL, por estas instituições e pelo Conselho do Curso de PósGraduação em Educação, não estando garantida a concessão de bolsas aos(as) aprovados(as) e
classificados(as).
35.1. Possíveis concessões de bolsas implicam que o/a bolsista deve cumprir os requisitos e
compromissos estabelecidos pela agência de fomento e pelo programa de pós-graduação e o
não cumprimento dessas normas pode levar à suspensão ou cancelamento da bolsa.
21

35.2. Os(As) candidatos(as) aprovados(as) e classificados(as) originários de outros Estados não
possuem privilégios nas concessões de bolsas, sendo responsáveis pelo deslocamento, moradia
e subsistência no território alagoano.
36 - As alterações relativas às datas e horários de realização das etapas seletivas, peso e
pontuação serão divulgadas no site do PPGE.
37 - Os Resultados das Etapas de Seleção deste presente Edital só terão validade para o semestre
2027.1, não sendo passível seu aproveitamento para seleções futuras.
38 – Os(As) candidatos(as) aprovados(as) e classificados(as) no processo seletivo referente a
este Edital deverão realizar prova de proficiência em língua estrangeira, conforme o Regimento
do PPGE e orientações subsequentes, em calendário a ser divulgado durante o ano letivo.
39- O Regimento do PPGE, bem como informações sobre as linhas de pesquisa e orientadores,
estão

à

disposição

dos(as)

candidatos(as)

na

página

eletrônica

do

PPGE

(http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/cedu/pos-graduacao/mestrado-e-doutorado-emeducacao/documentos/documentos-do-programa).
40 - Os casos omissos no presente Edital, serão resolvidos pela Comissão de Seleção do PPGE
proposta para o presente Edital.

Maceió, 08 de julho de 2026.

Prof. Dr. Cleriston Izidro dos Anjos
Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação PPGE/UFAL

Prof. Dr. Walter Matias Lima
Coordenador de Pós-Graduação – CPG/PROPEP/UFAL

22

Profa. Dra. Iraildes Pereira Assunção
Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação -PROPEP/UFAL

23

ANEXO 1

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO DE PERTENCIMENTO ÉTNICORACIAL (NEGRO/A)

Eu,
RG nº

,
, CPF nº

, inscrito/a de

acordo com o critério do programa de cotas no Processo Seletivo do Programa de PósGraduação em Educação do ano 2026, para o 1º período letivo de 2027, declaro para fins de
inscrição que concorro à reserva de vagas para negro/a e sou portador/a de diploma de curso
superior. Autodeclaro-me

[Preto(a)/Pardo(a)] e estou ciente de

que serei submetido/a ao procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às
vagas reservadas aos/às candidatos/as negros/as (cotas), obrigatoriamente antes da
homologação do resultado final do concurso, de acordo com a Resolução nº 82/2022 –
CONSUNI/UFAL. Declaro, ainda, estar ciente que, caso haja indeferimento da autodeclaração,
serei eliminado/a do processo seletivo para cotista. Outrossim, se constatada a qualquer tempo
a falsidade ou irregularidade na documentação entregue no ato de matrícula quanto às
informações aqui prestadas, a matrícula será cancelada em definitivo, com a perda da respectiva
vaga, sem o prejuízo de outras medidas cabíveis.
,

de

Assinatura do/a candidato/a

24

de 2026

ANEXO 2

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO DE PERTENCIMENTO ÉTNICORACIAL (NEGRO/A: QUILOMBOLA)

Eu,

, RG nº
, CPF nº

, inscrito/a de acordo

com o critério do programa de cotas no Processo Seletivo do Programa de Pós-Graduação em
Educação do ano 2026, para o 1º período letivo de 2027, declaro para fins de inscrição que
concorro à reserva de vagas para negro/a, possuo diploma de curso superior, sou do segmento
social

, morador/a da Comunidade Remanescente de

Quilombo

,

localizada

no

endereço

, cujo/a Coordenador/a/Presidente da Associação de
Moradores

é

o/a

senhor/a

,
.

RG

nº

Autodeclaro-me

[Preto(a)/Pardo(a)] e estou ciente de que serei submetido/a ao procedimento de verificação da
condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos/às candidatos/as negros/as (cotas),
obrigatoriamente antes da homologação do resultado final do concurso, de acordo com a
Resolução no 82/2022 – CONSUNI/UFAL. Declaro, ainda, estar ciente que, caso haja
indeferimento da autodeclaração, serei eliminado/a do processo seletivo para cotista.
Outrossim, se constatada a qualquer tempo a falsidade ou irregularidade na documentação
entregue no ato de matrícula quanto às informações aqui prestadas, a matrícula será cancelada
em definitivo, com a perda da respectiva vaga, sem o prejuízo de outras medidas cabíveis.
,

de

Assinatura do/a candidato/a
25

de 2026

ANEXO 3

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO DE PERTENCIMENTO
ÉTNICO-INDÍGENA

Eu,

, RG

nº

, CPF nº

, inscrito/a de acordo

com o critério do programa de cotas no Processo Seletivo do Programa de Pós-Graduação em
Educação do ano 2026, para o 1º período letivo de 2027, declaro para fins de inscrição que sou
portador/a de diploma de curso superior e concorro à reserva de vagas para indígena, de acordo
com

a

Resolução

no

82/2022

–

CONSUNI/UFAL.
,

Sou

do

do

segmento

grupo

social
indígena

, localizado no endereço
, cuja liderança indígena é
. Declaro, ainda, estar ciente
que, caso seja constatada a qualquer tempo a falsidade ou a irregularidade na documentação
entregue no ato de inscrição, quanto às informações aqui prestadas, serei eliminado/a do
processo seletivo para cotista. Caso seja no ato de matrícula, esta será cancelada em definitivo,
com a perda da respectiva vaga, sem o prejuízo de outras medidas cabíveis.
,

de

Assinatura do/a candidato/a

26

de 2026

ANEXO 4

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO COMO TRANSEXUAL E
TRAVESTI OU PESSOA NÃO BINÁRIA

Declaro,

para

os

devidos

fins,

que

eu,

(NOME SOCIAL) ou (NOME
CIVIL),

(NACIONALIDADE),
(PROFISSÃO),

residente

no
(ENDEREÇO

COMPLETO),

(CPF),

sou

(TRANSEXUAL/TRAVESTI OU NÃO BINÁRIA). Declaro estar ciente que, se for verificada
a não veracidade de quaisquer informações prestadas nesta autodeclaração, estarei sujeito(a) à
perda da vaga e a qualquer tempo a penalidades legais (administrativas e penais).
,

de

Assinatura do/a candidato/a

27

de 2026

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO DE RECONHECIMENTO
COMO TRANSEXUAL, TRAVESTI OU PESSOA NÃO
BINÁRIA

Declaramos que o/a candidato/a
(TRANSEXUAL

ou

,

TRAVESTI

ou

NÃO

BINÁRIA),

faz

parte

da

comunidade/rede/coletividade transexual e travesti ou não binária e reside no seguinte local:
Endereço:
Município:
País:

Estado:
Declaramos ainda estarmos cientes de que as informações aqui

prestadas são de nossa inteira responsabilidade e que no caso de declaração falsa ou de
informações inverídicas, implicará no indeferimento da inscrição do/a candidato/a e que
também estaremos sujeitos/as a qualquer tempo a penalidades legais (administrativas e penais).

Assinatura da/o responsável
TESTEMUNHAS:
Nome, RG e Assinatura da Testemunha Trans

Nome, RG e Assinatura da Testemunha Trans

Nome, RG e Assinatura da Testemunha Trans

Local/Data:
28

29

ANEXO 5

TERMO DE AUTODECLARAÇÃO DE PESSOA COM DEFICIÊNCIA
(PcD)

Eu,
, RG nº
, CPF nº
, inscrito/a de
acordo com o critério de cotas no Processo Seletivo do Programa de Pós- Graduação em
Educação do ano 2026, para o 1º período letivo de 2027, declaro para fins de inscrição que
concorro à reserva de vagas para Pessoa com Deficiência (PcD), possuo diploma de curso
superior, sou do segmento social
, possuo a deficiência
, CID
,
atestada
pelo/a
médico/a
,
CRM
. Essa condição, em interação com diferentes barreiras, produzem
as
seguintes
limitações
em
atividades
relacionadas
à
vida
acadêmica:

. Estou ciente de que essa documentação será submetida à banca de verificação
interdisciplinar coordenada pelo Núcleo de Acessibilidade (NAC) desta instituição, de acordo
com a Resolução nº 82/2022 – CONSUNI/UFAL. Declaro, ainda, estar ciente de que, caso seja
constatada a qualquer tempo a falsidade ou irregularidade na documentação entregue no ato de
inscrição, quanto às informações aqui prestadas, serei eliminado do processo seletivo para
cotista. Caso seja no ato de matrícula, esta será cancelada em definitivo, com a perda da
respectiva vaga, sem o prejuízo de outras medidas cabíveis.
,

de

Assinatura do/a candidato/a

30

de 2026

ANEXO 6
MODELO DE LAUDO MÉDICO - PESSOA com DEFICIÊNCIA (PcD)1 - (Demandas
LB_PcD e LI_PcD)
Nome completo do/a candidato/a:

CID:

CPF:

Origem da deficiência:

⃝ Acidente de Trabalho
Doença

⃝ Acidente comum

⃝ Congênita

⃝ Adquirida em pós-operatório

⃝

Descrição detalhada das alterações físicas (anatômicas e funcionais), sensoriais, intelectuais e mentais:

Descrição das limitações funcionais para atividades da vida diária e social e dos apoios necessários:

ENQUADRAMENTO DA DEFICIÊNCIA
Nos termos do Art. 4º do Decreto Nº 3.298, de 1999, alterado pelo Decreto Nº 5.296/2004
A - Deficiência Física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos
do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física,
apresentando-se sob a forma de:
⃝

paraplegia
⃝
paraparesia
monoplegia
⃝
monoparesia
tetraplegia
⃝
tetraparesia
triplegia
⃝
triparesia
hemiplegia
⃝
hemiparesia
ostomia
⃝
amputação ou ausência de membro
paralisia cerebral
nanismo (altura:
)
membros com deformidade congênita ou adquirida
outras - especificar:
⃝
⃝
⃝
⃝
⃝
⃝
⃝
⃝
⃝

E - Deficiência Intelectual – funcionamento intelectual
significativamente inferior à média, com manifestação antes dos 18 anos e
limitações associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais
como:
⃝

Comunicação
⃝

Cuidado pessoal
⃝

Habilidades sociais
⃝

Utilização dos recursos da comunidade
⃝

Saúde e segurança
⃝

Habilidades acadêmicas
⃝

Lazer

⃝
Trabalho
Idade de início:
Obs.: Anexar Laudo Médico

B - Deficiência Visual
cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor
olho, com a melhor correção óptica;
⃝ baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho,
com a melhor correção óptica;
⃝ somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou
menor que 60°; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições
anteriores.
⃝

F - Visão Monocular
⃝

conforme parecer CONJUR/MTE 444/11: cegueira legal em um olho,
na qual a acuidade visual com a melhor correção óptica é igual ou
menor que 0,05 (20/400) (ou cegueira declarada por oftalmologista).

Obs.: Anexar Laudo Oftalmológico

Obs.: Anexar Laudo Oftalmológico com acuidade visual pela tabela de Snellen com a
melhor correção óptica ou somatório do campo visual em graus.

C - Deficiência Auditiva
⃝
perda bilateral, parcial ou total, de 41 decibéis (dB) ou mais, aferida por
audiograma nas frequências de 500HZ, 1.000HZ, 2.000Hz e 3.000Hz.
Obs.: Anexar Audiograma

31

G - Deficiência múltipla
⃝
associação de duas ou mais deficiências (assinalar cada uma acima)

D 1 - Deficiência Mental
⃝
Lei Federal nº 12764/2012 – Espectro Autista
Obs.: Anexar Laudo Médico

/
Cidade
1

,

/
UF

dia

mês

ano

/

Assinatura e carimbo + CRM do/a médico/a

Formulário modelo de Laudo Médico para fins de matrícula na UFAL por meio de reserva de vaga prevista pela Lei nº 12.711/2012, alterada
pela Lei nº 13.409/2016.

/

32

ANEXO 7
FORMULÁRIO PARA AVALIAÇÃO BIOPSICOSSOCIAL
PESSOA COM DEFICIÊNCIA (PcD)
Este instrumento busca assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos
e das liberdades fundamentais da pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
Em acordo com o art.2º, da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência –Lei nº.
13.146/2015-, as informações prestadas neste formulário devem observar as diretrizes abaixo:
1. Ser preenchido e assinado pelo/a candidato/a. No caso de surdez ou cegueira, se necessário, o/a
candidato/a poderá gravar um vídeo em Língua Brasileira de Sinais ou um áudio, respectivamente,
e enviar no SIGAA. O vídeo ou o áudio deve ter de cinco a dez minutos de duração.
2. Para comprovar as informações, o/a candidato/a poderá apresentar documentos comprobatórios,
emitidos, assinados e carimbados por profissionais das áreas: da saúde, não médica (fisioterapeutas,
terapeutas ocupacionais, Psicólogos, educadores físicos), da educação (psicopedagogos,
pedagogos) e do serviço social (assistentes sociais), dentre outros.
3. As informações aqui apresentadas implicam no processo de análise da autodeclaração do/a
candidato/a com deficiência.
Para começar,
Comente sobre suas experiências como pessoa com deficiência, considerando as dimensões:
1. ESCOLA (trajetória escolar, acesso a material didático, avaliações, apoios e serviços,
interações com a comunidade escolar)

2. TRABALHO (condições de acesso e permanência, apoios e serviços, interações no ambiente
de trabalho)

33

3. FAMÍLIA (seu papel e participação, interações)

4. COMUNIDADE (acessibilidade, atividades de grupo, apoios e serviços, interações)

5. RECURSOS PROFISSIONAIS E TECNOLÓGICOS (apoios e serviços ao longo da vida nas
dimensões anteriores)

6. Caso seja aprovado/a no processo seletivo, indique que recursos profissionais e tecnológicos
precisará:

34

/

de
Cidade/UF, dia, mês, ano

Assinatura do(a) candidato(a)

35

de

ANEXO 8
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome completo:
Nome social:
Data de nascimento:
CPF:
RG:
Telefones: (

)

-

(

)

-

E-mail:
Curso de Graduação:
Conclusão (ano):
Endereço postal:
Título do projeto:
Linha de pesquisa em que deseja desenvolver o projeto de dissertação/tese:
( ) Políticas, Currículos e Culturas
( ) Educação, Linguagens e Tecnologias
( ) Sujeitos, Inclusão e Diversidades
Tipo de vaga a que concorre:
( ) Negro/a
( ) Indígena
( ) Pessoa com deficiência
( ) (Transgêneros, Transexuais, Travestis ou Pessoa Não Binária), refugiados e assentados
( ) Servidor da Ufal
( ) Demanda Geral (aqueles que não se enquadram nas cotas anteriores)

36

ANEXO 9

Descrições das Linhas de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Educação
O Programa de Pós-Graduação em Educação é composto por três linhas de pesquisa. Os
projetos de pesquisa submetidos ao processo seletivo deverão estar adequados aos grupos de
pesquisa e aos projetos de pesquisas dos docentes do PPGE. Os candidatos poderão conferir os
interesses de cada docente no link DOCENTES no site do PPGE.
LINHA: POLÍTICAS, CULTURAS E CURRÍCULOS
Estudos das concepções sócio-históricas-políticas-culturais da gestão educacional e das práticas
educativas da/na educação básica, suas modalidades, e na educação superior. Pesquisas sobre
currículo, avaliação, práticas, formação de docentes e de outros profissionais.
LINHA: INCLUSÃO, DIVERSIDADES E SUJEITOS
EMENTA: Estudos acerca da inclusão, diversidades/diferenças e dimensões que influenciam
na construção da subjetivação em contextos sociais, campos teóricos, filosóficos,
epistemológicos e suas implicações nos currículos e na formação docente. Estudos das políticas
de garantia da igualdade de direitos, inclusão, condições e oportunidades, discriminação e
relações de poder nos processos educativos
LINHA: EDUCAÇÃO, LINGUAGENS E TECNOLOGIAS
Estudos

com

enfoque

nas

culturas

escrita

e

digital,

nas

diversas

linguagens

multissemióticas/multimodais e suas tecnologias a partir de diferentes perspectivas teóricas e
metodológicas. Produção de conhecimentos relativa à educação e suas modalidades; formação
docente; abordagens inovadoras das práticas de leitura e produção textual; alfabetização em
diferentes contextos; letramentos; cibercultura; interação e mídias.

37

ANEXO 10
Listagem das Pesquisas em andamento dos professores orientadores por linha e grupo de
pesquisa
Grupo Filosofia e Educação/Ensino de Filosofia
ORIENTADOR/A
PESQUISA
Prof. Dr. Walter Biopolítica, escola e pandemia
Matias Lima
segundo alguns conceitos de
Michel Foucault

RESUMO
Diante da criação de diversos dispositivos de
controle
social,
desenvolvidos
na
modernidade, especialmente após o século
XVII, a obra do filósofo francês Michel
Foucault
trouxe
aportes
teóricometodológico para a discussão da biopolítica
e do biopoder como reguladores das práticas
sociais, segundo processos de subjetivação
que tornaram efetivas as noções de sujeito e
de poder como correlação de forçar.
Utilizando-se do aporte conceitual criado por
Foucault, o modelo arquigenealógico.
Portanto, a pesquisa visa empreender uma
discussão sobre a relação entre biopolítica e
escola no contexto da pandemia provocada
pela COVID-19 e processos de escolarização,
enfocando as práticas de resistência oriundas
dos processos de docilização dos sujeitos,
assujeitados, na escola moderna, entendendo
esta como lócus de efetivação de biopolíticas
que visam a formação de sujeitos que
atendem demandas do processo de
industrialização até o contexto atual de
controle social. Por conseguinte, seguindo o
contributo teórico foucaultiano, temos como
finalidade orientar pesquisas, além do
objetivo acima, a relação entre biopolítica e
escola no Brasil.

Grupo de Pesquisa Juventudes, Culturas e Formação (Gpejuv-Ufal)
Profa.
Dra.
REPERTÓRIOS
Esta pesquisa tem como objetivos
Rosemeire Reis da
MOBILIZADOS POR JOVENS gerais analisar e realizar um
Silva
MULHERES TORNANDO-SE aprofundamento teórico em relação aos
ESTUDANTES
sentidos dos repertórios mobilizados
UNIVERSITÁRIAS NO CURSO por jovens mulheres estudantes de
DE PEDAGOGIA: cartografia Pedagogia na vida universitária, para
tornarem-se estudantes universitárias.
dos sentidos produzidos
Trata-se de uma pesquisa qualitativa,
sobre os processos
socioantropológica, com enfoque
formativos e
“hermenêutico
explicativoaprofundamento teórico
interpretativo”, conforme Ricoeur. Esta
pesquisa faz parte daquelas que
estudam as diferentes dimensões
experienciadas pelas juventudes na
vida universitária, com ênfase nos
repertórios mobilizados por jovens
mulheres para se construírem como
estudantes. Focalizamos os repertórios
socioculturais a partir dos modos como
os
sujeitos
sociais
singulares

38

interpretam e os mobilizam para dar
sentido e se engajarem nas demandas
vivenciadas nos diferentes espaços
sociais e na universidade. O estudo se
desenvolverá a partir dos seguintes
procedimentos: revisão de literatura;
análise das entrevistas de pesquisa
biográfica textualizadas; análise de
cinquenta e nove trabalhos de
conclusão de curso, estudos teóricos de
clássicos que embasam a teoria da
relação com o saber, de Bernard
Charlot e, também da pesquisa
biográfica em educação, de Christine
Delory-Momberger. Posteriormente,
haverá
aprofundamento
teóricoanalítico do corpus da pesquisa
(entrevistas
textualizadas,
textos
narrativos nos trabalhos de conclusão
de curso, estudos teóricos de obras de
referência).. Parte-se do pressuposto de
que em determinados espaços, como a
universidade, historicamente destinada
às elites, as possibilidades de adentrar e
permanecer são mais desafiadoras.
Estudos passam a analisar, para além
dos desafios do acesso, a questão da
permanência material e simbólica
dos/as estudantes no ensino superior em
seus respectivos cursos. Indaga-se
quais
repertórios
estão
sendo
mobilizados, onde e como são
construídos, quais as contribuições das
atividades, experiências propiciadas na
vida universitária na constituição destes
repertórios. Pretende-se que os
conhecimentos produzidos na pesquisa
permitam a identificação de possíveis
dimensões que possam ser focalizadas
e contribuam para propostas no curso
de Pedagogia da UFAL, tendo em vista
possibilitar maiores diálogos com os
repertórios de jovens mulheres
estudantes, como também contribuir
para sua ampliação.
Grupo Escritura, Texto & Criação
ORIENTADOR
PESQUISA

DESCRIÇÃO

39

Prof. Dr. Eduardo
Calil de Oliveira

Produção textual e atividades
metalinguísticas: estudos sobre
práticas docentes e comentários de
professores e alunos durante
propostas de produção textual
(Brasil, França e Portugal)

40

O projeto METAWRITING II APOIO traz
como tema geral o estudo de atividades
metalinguísticas verbalizadas – AMV
(atividades discursivas sobre a própria
linguagem) relacionadas à produção textual
nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a
partir de duas dimensões. A primeira
dimensão refere-se à prática docente
estabelecida em propostas de produção
textual (PT). A prática docente será
caracterizada através do diálogo entre o
professor e seus alunos, envolvendo o ensino
de diferentes aspectos da língua escrita
(gráfico, fonológico, ortográfico, lexical,
semântico, pontuação, sintático e textual). A
segunda dimensão diz respeito aos
comentários espontâneos por seus alunos
durante o manuscrito escolar em construção.
Nossa hipótese é a de que há correlações entre
o modo como as AMV se manifestam nessas
duas dimensões, que podem interferir na
construção do manuscrito escolar (ME). Para
que possamos verificar essa hipótese,
assumimos uma abordagem linguísticoenunciativa, respeitando as condições reais da
PT em sala de aula. Os estudos propostos irão
analisar os dados coletados em três países,
diferentes cidades e salas de aula. Os
materiais para análise de cada estudo foram
divididos em três eixos de investigação,
delimitados pelo ano escolar e pela faixa
etária dos alunos: Eixo 1: alunos de 6-7 anos
(1º ano); Eixo 2: 7-8 anos (2º ano); Eixo 3: 910 anos (4º ano). Todo o material coletado
tem em comum a mesma estratégia didática:
o professor apresenta uma proposta de PT aos
seus alunos; os alunos, em duplas, conversam
sobre o que irão escrever; depois disso as
duplas recebem uma folha de papel para
linearizar o manuscrito escolar; ao final, o
professor pede para os alunos das duplas
relerem o que escreveram. Para a coleta de
dados foi usado o Sistema Ramos, técnica que
permite a captura multimodal (vídeo, áudio,
escrita) de processos de escritura em tempo e
espaço real, gerando um filme-sincronizado
do processo de criação textual. A partir da
transcrição verbatim dos diálogos capturados
pelos
filmes-sincronizados,
serão
identificadas as AMV. Para analisar as AMV
identificadas,
consideraremos
os
reconhecimentos diferidos de itens gráficos,
linguísticos, termos e expressões gramaticais
e os comentários (justificativas, explicações,
descrições)
associados
a
esses
reconhecimentos e às possíveis rasuras
emergentes ao longo do processo de escritura.
A análise buscará entender o modo como as
AMV podem (ou não) interferir, de um lado,
na aprendizagem dos diferentes aspectos da

língua escrita e, de outro, na construção dos
manuscritos escolares. Os diferentes estudos
propostos para cada Eixo poderão contribuir
para entendermos, do ponto de vista
cognitivo e linguístico-enunciativo, o “como”
e o “quê” pensam alunos e professores
brasileiros, franceses e portugueses ao
realizarem propostas de produção textual em
sala de aula. As práticas docentes e os
materiais didático-pedagógicos e curriculares
usados nessas situações específicas também
serão caracterizados, dando indicações de
como interferem no manuscrito escolar em
construção. Esperamos, com isso, avançar em
direção a uma melhor articulação entre o
ensino da língua escrita e o aprendizado da
produção textual.
ORIENTADOR

PESQUISA

Profa. Dra. Yana Liss
Soares Gomes

Programa Leitura e Escrita na
Educação Infantil (ProLEEI):
reflexões sobre concepções
teóricas e propostas pedagógicas
no âmbito da formação continuada
de professores em Alagoas.

41

O Programa Leitura e Escrita na Educação
Infantil (ProLEEI) foi instituído pelo
Ministério da Educação (MEC) no início de
2025, por meio da Portaria nº 85 de 2025.
Trata-se de uma ação do governo federal
voltada para a formação continuada dos
profissionais da Educação Infantil que atuam
na pré-escola em todo território nacional.
Visando assegurar um processo formativo
contínuo que qualifique os professores da
Educação Infantil para o desenvolvimento
das linguagens das crianças prioritariamente
dos grupos 4 e 5 anos, o ProLEEI tem como
foco o trabalho com as práticas pedagógicas
voltadas para leitura, oralidade e escrita,
respeitando
as
especificidades
de
aprendizagens das crianças e levando em
conta os eixos estruturantes das brincadeiras
e interações, conforme preconizam as
Diretrizes Curriculares Nacionais da
Educação Infantil (DCNEI). Nesse sentido,
este projeto intitulado “Programa Leitura e
Escrita na Educação Infantil (ProLEEI):
reflexões sobre concepções teóricas e
propostas pedagógicas no âmbito da
formação continuada de professores em
Alagoas” pretende refletir sobre as
concepções teóricas norteadoras das
propostas pedagógicas e o processo de
formação continuada ofertado pelo ProLEEI
em Alagoas. Trata-se de uma pesquisa de
natureza qualitativa, a ser realizada com
professores (formadores e cursistas) do
ProLEEI. Espera-se que os resultados da
pesquisa possam subsidiar ações estratégicas
voltadas para a reformulação das ações
formativas do ProLEEI, enquanto política
pública educacional federal no que tange à
formação continuada de professores da
Educação Infantil. Por fim, considerando que

esse projeto está vinculado ao Grupo de
Pesquisa em Didáticas da Leitura, da
Literatura e da Escrita (GELLITE), busca-se
ampliar os estudos da linha de pesquisa Leitura, Escrita e Formação de professores da
Educação Infantil, articulando a pesquisa de
iniciação científica à pós-graduação, por
meio do desenvolvimento de pesquisas e de
produções acadêmicas colaborativas no
âmbito do Programa de Pós-Graduação em
Educação (PPGE).
ORIENTADOR

PESQUISA

RESUMO

Profa. Dra. Adriana
Cavalcanti dos Santos

LEITURA E ESCRITA NA
EDUCAÇÃO
INFANTIL:
INVESTIGAÇÕES
SOBRE
PRÁTICAS
INSPIRADORAS
EM ALAGOAS

Este projeto de pesquisa propõe realizar um
mapeamento de práticas inspiradoras de
leitura e escrita materializadas no âmbito do
processo formativo do curso Leitura e Escrita
na Educação Infantil em Alagoas (LEEI),
desenvolvido entre 2024 e 2025. O LEEI
integra as ações do Compromisso Nacional
Criança Alfabetizada, especialmente nos
eixos Formação e Reconhecimento de Boas
Práticas. Nessa perspectiva, a investigação
concentra-se na Educação Infantil, buscando
compreender como os eixos supracitados se
materializam nas práticas formativas
desenvolvidas no estado de Alagoas. Diante
desse contexto, a pesquisa orienta-se pelas
seguintes
questões:
quais
práticas
inspiradoras de leitura e escrita são indicadas
pelas formadoras municipais durante o curso
LEEI? E de que modo os eixos de Formação
e de Reconhecimento de Boas Práticas do
Compromisso Nacional Criança Alfabetizada
têm se materializado em Alagoas por meio do
curso LEEI? Delimita-se, como objetivo
geral, analisar as práticas inspiradoras de
leitura e escrita indicadas pelas formadoras
municipais na Educação Infantil em Alagoas.
Metodologicamente, a pesquisa configura-se
como um Estudo Documental (Lüdke; André,
1986; Lakatos; Marconi, 2003; Cellard,
2008), tendo como corpus empírico (Bauer;
Aarts, 2015) os materiais elaborados pelas
formadoras municipais do estado de Alagoas
em 2025. A investigação ancora-se
teoricamente nos estudos de Ball (2006;
2009; 2016; 2024), referentes à concepção de
políticas educacionais; de Santos, Santos,
Gomes e Nenicomi (2025), acerca das
estratégias formativas do LEEI/Alagoas
(2024–2025); e nos Cadernos da Coleção
Leitura e Escrita na Educação Infantil (Brasil,
2016).

ORIENTADOR

PESQUISA

42

Profa. Dra. Silvana
Paulina de Souza

LEITURA, LITERATURA E
IDENTIDADE:MEDIAÇÕES
PEDAGÓGICAS E RELAÇÕES
ÉTNICO-RACIAIS NA
FORMAÇÃO DE LEITORES
NA EDUCAÇÃO BÁSICA

O presente projeto de pesquisa investiga a
mediação da leitura literária como prática
formativa voltada à constituição da
identidade e à formação de leitores na
educação básica, com ênfase nas relações
étnico-raciais e na literatura com temática
afro-brasileira.
Fundamentado
na
Teoria Histórico-Cultural, nos estudos
dialógicos da linguagem e nas discussões
sobre identidade e descolonização, o estudo
compreende a leitura como prática cultural
mediada, articulada à produção de sentidos,
à formação humana e à valorização da
diversidade
cultural.
A
pesquisa
será desenvolvida a partir de abordagem
qualitativa, articulando pesquisa-formação e
pesquisa-ação, envolvendo professores e
estudantes da educação básica em contextos
urbanos,
rurais
e,
possivelmente,
quilombolas. Entre os procedimentos
metodológicos
previstos
estão
observação participante, grupos focais,
entrevistas, oficinas formativas e análise de
materiais didáticos e literários. Espera-se
contribuir para a formação de leitores
críticos, para o fortalecimento de práticas
pedagógicas antirracistas e para a
consolidação de pesquisas vinculadas à Linha
Educação, Linguagens e Tecnologias.

Grupo de Pesquisa em Tecnologias e Educação Matemática (TEMA)
ORIENTADOR
PESQUISA
DESCRIÇÃO
Prof. Dr. Carloney
Educação Matemática e
O projeto de pesquisa visa investigar
Alves de Oliveira
Tecnologias Digitais da
metodologias e a aplicação de Tecnologias
Informação e Comunicação
Digitais de Informação e Comunicação
(TDIC)
(TDIC) aos processos de ensino e
aprendizagem da Matemática, abrangendo
tanto a Educação Básica quanto a formação
inicial e continuada de professores. São focos
de interesses: 1) Estudos envolvendo
evidências científicas sobre TDIC para o
ensino de Matemática, do tipo Estado do
Conhecimento; 2) Investigações sobre
metodologias e estratégias de ensino e
aprendizagem, tendo em vista a utilização das
TDIC e seus dispositivos (Inteligência
Artificial
Generativa,
Pensamento
Computacional, Cultura Maker, Letramento
Digital, Robótica Educacional, Gamificação,
Ambientes Imersivos e Metaversos).
Grupo Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação de Professores Presencial e a
Distância
ORIENTADOR
PESQUISA
DESCRIÇÃO
Prof. Dr. Luis Paulo
Inteligência Artificial Generativa
A pesquisa explora recursos da Inteligência
Leopoldo Mercado
na Aprendizagem em Projetos de
Artificial Generativa (IAGen) no currículo da
Intervenção na Educação
educação básica na aprendizagem enfocando
Ambiental Climática
a temática emergência climática em projetos

43

de intervenção voltados à cidadania
ambiental, mitigação e adaptação à
emergência climática no currículo escolar e
na formação de professores. Investiga a
integração e utilização da IAGen em Projetos
de Intervenção na Educação Ambiental
Climática (PIEAC) a ser implantados em
municípios alagoanos em riscos de desastres
climáticos
envolvendo
formação
de
professores da educação básica. O estudo tem
como objetivo desenvolver metodologias
utilizando Inteligência Artificial Generativa
(IAGen) em Projetos de Intervenção na
Educação Ambiental Climática (PIEAC) em
escolas dos municípios escolhidos para a
pesquisa, atingidos por desastres climáticos
em Alagoas visando à ambientalização
curricular e a incorporação da emergência
climática, de forma interdisciplinar, na
educação básica. Para atingir este objetivo,
serão trabalhados os seguintes objetivos
específicos: mostrar a importância da
inserção curricular da Educação Ambiental
Climática (EAC) nas escolas, a partir da
discussão dos principais temas relacionados e
como abordá-los em sala de aula; analisar
propostas de intervenção em EAC,
contextualizar
as
aprendizagens,
caracterização e intervenção do território e
atividades
propostas
envolvendo
a
comunidade; conhecer recursos de IAGen
aplicados à EAC; propor estratégias para
inclusão e intervenção pedagógica da EAC
com uso da IAGen no currículo na formação
de professores da educação básica; conhecer
recursos de IAGen aplicados à EAC;
desenvolver PIEAC no currículo da educação
básica, visando a mitigação, a redução de
vulnerabilidades e risco de desastres frente à
emergência climática; implementar ações
pedagógicas práticas para mitigação e
adaptação dos territórios nos quais estão
inseridas as escolas nos municípios; relatar
práticas de EAC com uso de IAGen; e
conscientizar a comunidade escolar frente à
emergência climática e riscos de desastres
socioambientais. A pesquisa terá as seguintes
etapas: estudo teórico/bibliográfico para
conhecer experiências didáticas usando EAC
com recursos da IAGen e explorar estratégias
e práticas pedagógicas para inclusão da no
currículo; realização da formação de
professores da rede pública dos municípios
envolvidos na pesquisa, construindo, a partir
dos PIEAC estratégias de adaptação e
mitigação frente aos problemas relacionados
à emergência climática; realização da
pesquisa piloto-experiencial nas escolas dos
municípios alagoanos vulneráveis a desastres
climáticos escolhidos, nos quais será feita

44

intervenção com PIEAC nos anos finais do
Ensino Fundamental. A metodologia
envolverá pesquisa bibliográfica dos temas
emergência e desastres climáticos explorados
com auxílio de recursos da IAGen. Será
explorada a importância da EAC na educação
básica, a partir da discussão dos principais
temas relacionados à desastres climáticos e
elaboração de atividades usando IAG na EAC
no processo de aprendizagem. Envolverá
também a construção de PIEAC, registros das
memórias formativas dos participantes da
pesquisa e análise dos PIEAC desenvolvidos.
ORIENTADOR
Profa. Dra. Maria
Aparecida Pereira
Viana

PESQUISA
Pensamento Computacional na
Formação Continuada para a
Educação Especial: Estratégias Da
Computação Desplugada
Interdisciplinar
Narrativas Digitais: uma Proposta
Inovadora na Educação Inclusiva

45

DESCRIÇÃO
Este projeto de pesquisa propõe explorar
novos recursos para se trabalhar a educação
inclusiva, por meio de uma formação
continuada. Além de oferecer aos
professores meios de produzir atividades
fundamentadas
no
Pensamento
Computacional, utilizando a abordagem da
Computação Desplugada Interdisciplinar.
Nesse sentido, é possível validar se o
Pensamento Computacional, utilizado com
a abordagem da Computação Desplugada
Interdisciplinar, na educação básica é
suficiente para a criação de práticas
pedagógicas inovadoras e inclusivas para a
Educação Especial? Para isso, este estudo
tem como objetivo demonstrar a viabilidade
do Pensamento Computacional na educação
básica e sua aplicação na Educação
Especial, por meio da Computação
Desplugada Interdisciplinar, a fim de
explorar novas estratégias pedagógicas
integradoras e inclusivas na formação
continuada de professores. Para isso, a
metodologia da pesquisa fundamenta-se na
pesquisa de campo, com foco qualitativo e
interpretativo em Educação, oportunizando
aos professores da rede de ensino pública
municipal e/ou estadual uma formação
continuada. A coleta de dados ocorrerá por
meio de testes e registros de narrativas dos
professores. Espera-se que este projeto
resulte em um artigo que possa servir de
material de apoio de capacitação de
professores para a aplicação do Pensamento
Computacional desplugado interdisciplinar
na Educação Especial, fornecendo subsídios
para a melhoria da qualidade do ensino e
aprendizado.
Além
disso,
espera-se
demonstrar que o PC, em conjunto com a
CDI, pode ser uma ferramenta integradora e
enriquecedora para as mais diversas áreas
do conhecimento, proporcionando aos
estudantes uma formação mais abrangente e
alinhada com as demandas atuais.

Pesquisa Multidisciplinar em Educação de Jovens e Adultos
ORIENTADOR
PESQUISA
DESCRIÇÃO
Profa. Dra.
Permanência e cultura
Esse projeto tem uma interlocução com o
Marinaide Lima de
organizacional escolar na
Instituto Federal de Alagoas (Ifal) e a
Queiroz Freitas
educação de jovens e
Universidade do Porto (Uporto) em Portugal,
adultos/educação profissional
tem como objetivo produzir conhecimento e
tecnológica: a construção de
fornecer contributos para a construção,
comunidades de aprendizagens.
implementação e desenvolvimento de
comunidades de aprendizagens profissionais,
no campo da Educação de Pessoas Jovens e
Adultas em todos os seus âmbitos e em
diversos espaços tempos. Assume como
premissa, a construção de culturas escolares e
profissionais assentes em um trabalho
colaborativo horizontal, em comunidades de
práticas potenciadoras de contextos mais
favoráveis para a aprendizagem dos
profissionais docentes e a melhoria das
aprendizagens dos/as estudantes, resultando,
consequentemente, na permanência escolar.
Trata de Políticas públicas de permanência na
perspectiva do direito, envolvendo o ato de
durar a transformação dos estudantes, com
foco em experiências instituintes, geradoras
de currículos emancipatórios.
Grupo Gestão e Avaliação Educacional
ORIENTADOR
PESQUISA
Profa. Dra. Lana
Lisiêr de Lima
Palmeira

DESCRIÇÃO

Estado, Gênero e Corpo: os
Direitos
da
População
LGBTQIAPN+ no Cumprimento
de
Medidas
Privativas
de
Liberdade no Estado de Alagoas

46

Diante das mudanças dentro da estrutura
interna das reivindicações sociais e políticas
nas últimas décadas do século XX e nas
primeiras do século XXI, surge a
importância de analisar o modo com que
tais demandas emanam e, no caso
específico,
das
que
exigem
uma
rearticulação não só da aceitação de novos
paradigmas, como do uso da hermenêutica
e da aplicação dos Direitos Fundamentais.
Todavia, é necessário ter em mente que tais
reivindicações não estão dissociadas de
contradições. Tais incongruências, que
assumem a forma de verdadeiros paradoxos,
decorrem, por um lado, da necessidade de
disputar novas maneiras de construir o
Estado, sobretudo através do ordenamento
jurídico, com o fim de mitigar o modo com
que as relações de poder oprimem e
violentam as identidades de pessoas tidas
como desviantes, a exemplo das trans
identidades. Nessa perspectiva, o presente
trabalho tem por objetivo analisar as
intersecções entre Estado, Gênero e Corpo a
partir de um enfoque que busca
compreender como o ordenamento jurídico
é
influenciado
pelas
reivindicações
relacionadas às questões de gênero,
analisando-se a Ação de Descumprimento
de Preceito Fundamental 527-Distrito
Federal, sem perder de vista a necessidade

de estudar o fundamento do voto vencedor
na aludida ADPF, qual seja, o de que houve
a perda superveniente do objeto da ação por
conta de uma mudança normativa. Nessa
linha de ideias, necessário se faz analisar
também a Resolução n 366/2021, do
Conselho Nacional de Justiça, que
determinou que a Resolução n 348/2020,
também do CNJ, fosse modificada, de modo
a
estabelecer
novas
diretrizes
e
procedimentos acerca do cumprimento da
pena privativa de liberdade por parte de
pessoas LGBTQIAPN+. Ressalta-se que as
reflexões aqui empreendidas terão como
recorte a realidade do sistema penitenciário
de Alagoas, identificando-se, por meio de
solicitação ao Núcleo de Estatística e
Análise Criminal da Secretaria de
Segurança Pública do Estado de Alagoas,
dados que mostrem o número real de
apenados afetados pelas decisões e pela
resolução acima referidas. Ademais, urge
registrar que, a fim de alcançar tais
objetivos, esta pesquisa adotará como opção
teórico-metodológica a abordagem de
natureza qualitativa, com ênfase na revisão
de literatura, na análise da legislação e dos
dados estatísticos já mencionados, os quais
por si só não excluem a natureza qualitativa
do estudo, eis que os números como só
impulsionarão e retroalimentarão as
inferências em torno da temática central.
Vale ressaltar que para além de pesquisas
envolvendo questões em torno de pessoas
pertencentes à população LGBTQIAPN+,
bem como pesquisas que envolvem gênero
de forma mais ampla, a docente vem
desenvolvendo estudos também no âmbito
do sistema socioeducativo alagoano,
buscando pensar como a Educação pode ser
um contributo substancial à socioeducação.
Tal inserção vem sendo tão acentuada que
há um novo projeto de pesquisa em
andamento, que envolve a realização de
rodas de conversas com adolescentes em
cumprimento de medidas socioeducativas
em Alagoas, fruto do Plano de Trabalho
Geral
do
Termo
de
Execução
Descentralizada (TED) firmado entre o
Ministério dos Direitos Humanos e da
Cidadania (MDHC) e a Universidade
Federal de Alagoas (UFAL), tendo como
unidade executora descentralizada do TED,
a Faculdade de Direito (FDA-UFAL),
unidade de lotação da docente.
Grupo Práticas de Aprendizagens Integradoras e Inovadoras – PAII
ORIENTADOR
PESQUISA
RESUMO
Profa. Dra. Maria
Investigando e Difundindo
Como parte do acordo de pesquisa com a
Dolores Fortes Alves Práticas de Aprendizagem
Rede Internacional de Escolas CriativasRIEC, da qual integramos e coordeno o

47

Integradoras e Inclusivas em
Ambientes Híbridos

núcleo Alagoas, este projeto tem o intuito de
atender as demandas educacionais remotas, e,
como possibilidade educacional apresentadas
para além da pandemia COVID-19 e
promovendo outras possibilidades inclusivas
presentes
e futuras
em ambientes
educacionais híbridos (virtual e/ou físico).
Desta
feita
na
perspectiva
da
transdisciplinaridade objetivamos investigar
e difundir Práticas de Aprendizagem
Integradoras Inclusivas aliando o uso da
Educação hibrida como ferramentas para
alargar os processos de ensino-aprendizagem
no âmbito da Educação Básica. Como
caminho metodológico desta pesquisa
participativa, com cunho qualitativo,
desejamos mapear (nas principais capitais do
Brasil) e difundir práticas de aprendizagem
integradoras, criativas e inclusivas -em 16
instituição educacionais - de Educação
Infantil, Educação fundamental I, Educação
fundamental II, Educação Médio no Brasil e
4 instituições na Espanha. Como instrumento
de pesquisa além das visitas às instituições
educacionais, criaremos um formulário
semiestruturado que será enviado aos
gestores, coordenadores e professores. As
indicações das instituições serão feitas pelas
Secretarias de Educação e pelo Conselho
Nacional de Educação. A partir do
levantamento, elaboraremos um material que
será difundido à rede pública por meio de
vídeos aulas e outras mídias digitais. O
GPPAII, junto com a RIEC intenciona
fomentar
práticas
de
aprendizagem
integradoras, inclusivas e criativas para serem
trabalhadas em diferentes espaços e tempos
de interação social. As PAIIs se configuram
como atitudes inclusivas e ecoformadoras.
Deste modo, como produto dessa pesquisa,
espera-se além da criação, fomento e difusão
de tais práticas em ambientes híbridos de
aprendizagem; ainda, desejamos que o
impacto pedagógico na formação profissional
dos envolvidos, proporcione ações inclusivas,
o diálogo entre as suas próprias áreas e as
demais áreas do conhecimento científico,
difundindo à comunidade educacional novas
práticas e estratégias de Aprendizagem em
ambientes híbridos na Educação Básica. E,
que os atores da comunidade envolvida sejam
capazes de articular ensino-pesquisaextensão na produção dos novos saberes e
práticas pedagógicas criativas, inovadoras e
inclusivas
.
Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogias e Culturas Infantis - GEPPECI
ORIENTADOR
PESQUISA
RESUMO

48

Prof. Dr. Cleriston
Izidro dos Anjos

Famílias em luta por moradia e as
instituições de Educação Infantil
da cidade de Maceió

Este projeto de pesquisa tem o objetivo de
investigar os modos pelos quais vão sendo
construídas as relações das famílias em luta
por moradia, oriundas de ocupações da
cidade de Maceió, com as instituições de
Educação Infantil, na perspectiva de seus
agentes: crianças e seus responsáveis,
lideranças de luta por moradia e profissionais
da Educação Infantil. Partindo do princípio
de que há uma tentativa de silenciamento das
diferenças, recupera-se aqui a questão das
crianças e suas famílias oriundas dos
movimentos sociais em luta por moradia
procurando verificar os modos por meio dos
quais vão sendo construídas as relações com
as instituições de Educação Infantil. Como
estes são
vistos
pelas instituições
educacionais em que frequentam? Em que
medida as condições de vida dessas famílias
– saneamento básico, moradia, saúde –
interferem nas relações educacionais no
âmbito das instituições de Educação Infantil?
O percurso metodológico envolve a
realização de entrevistas semiestruturadas
com os profissionais da Educação Infantil de
instituições que atendem crianças oriundas
das ocupações, com as famílias em luta e com
lideranças das ocupações, e observações do
cotidiano de modo a mapear indícios da
construção das relações entre os familiares e
educadores(as) das crianças. Nossa hipótese é
a de que os modos de vida dessas crianças e
suas famílias são diferentes daquilo que se
espera na perspectiva da construção de
instituições educacionais mais homogêneas,
o que pode causar certo enfrentamento entre
as instituições educativas e as famílias em
luta por moradia, oriundas das ocupações.

ORIENTADOR
Prof. Dr. Fábio
Hoffmann Pereira

PESQUISA
Indissociabilidade entre cuidado e
educação: Análise da divisão do
trabalho educativo na Educação
Infantil

RESUMO
Estudos anteriores têm revelado que existe
certa divisão do trabalho em turmas de
educação infantil, sobretudo em creches. A
percepção da separação do trabalho entre
professoras/es e profissionais de apoio leva a
uma cisão do princípio da indissociabilidade
entre educar e cuidar, fator inerente à
educação de crianças pequenas, colocando
professoras/es como responsáveis pelo
planejamento de atividades didáticopedagógicas
enquanto
auxiliares
desenvolvem cuidados corporais. Assim, este
estudo tem como objetivo compreender como
a “indissociabilidade entre cuidado e
educação” acontece em creches em Alagoas.
Os resultados da pesquisa contribuirão para
elaboração de propostas de intervenção e
formação em serviço de professoras,
professores e demais profissionais de
educação infantil, formação de pesquisadoras

49

e pesquisadores de iniciação científica e
estabelecimento de redes de colaboração de
pesquisa
entre
as
instituições
e
pesquisadoras/es parceiras/os.
ORIENTADOR
Profa. Dra. Suzana
Marcolino

PESQUISA
CUIDADO, FAMÍLIAS E
EDUCAÇÃO INFANTIL NO
CAMPO, DAS ÁGUAS E DAS
FLORESTAS:
SABERES, TERRITÓRIOS E
RELAÇÕES COM O
CURRÍCULO

RESUMO
Este projeto investiga como famílias do
campo significam o cuidado dos bebês e
como essas significações influenciam suas
avaliações, negociações e decisões em
relação à instituição, especialmente em
contextos em que há oferta de creche. Partese do entendimento de que a relação com a
creche não se define apenas pela
disponibilidade de vagas, mas também pelos
sentidos e critérios do que seja um bom
cuidado para as famílias. O estudo articula
as categorias família, cuidado e infância em
diálogo com a interculturalidade crítica, os
feminismos comunitários e a sociologia da
infância. Metodologicamente, trata-se de
uma pesquisa qualitativa que combinará
observação do cotidiano da creche,
entrevistas abertas com as famílias,
desenhos, rodas de conversa com as crianças
e um diário de campo. Espera-se produzir
conhecimentos sobre os saberes territoriais
de cuidado e contribuir para o debate
curricular e para a formulação de práticas e
políticas de Educação Infantil mais sensíveis
aos modos de vida e às infâncias do campo,
das águas e das florestas.

Grupo Teoria Crítica, Emancipação e Reconhecimento - TECER
ORIENTADOR
Prof. Dr. Anderson
de Alencar Menezes

PESQUISA
Pesquisa sobre neurodivergentes
em Instituições de Acolhimento
(crianças e adolescentes); Hospital
Universitário(Pediatria); Sistema
Socioeducativo e Sistema
Prisional com foco nos Silêncios
Emocionais vividos nesses
contextos.

50

RESUMO
Esta pesquisa propõe compreender e
problematizar o universo dos sujeitos
neurodivergentes
em
contextos
institucionais marcados pela privação e pelo
acolhimento, tais como as Instituições de
Acolhimento para Crianças e Adolescentes,
o Sistema Socioeducativo, Sistema Prisional
e o Hospital Univesitário(Pediatria)
localizados na cidade de Maceió. A partir de
uma perspectiva educativa, psíquica e
filosófica, busca-se discutir as implicações
afetivas, cognitivas e comportamentais
associadas à vivência da neurodivergência
nesses espaços e os silêncios emocionais
vividos nesses contextos. Inserido nas
discussões em curso no Grupo de Pesquisa
Tecer, que já vem desenvolvendo
investigações sobre instituições de privação
(voltadas a adolescentes e adultos) e de
acolhimento (voltadas à infância e
adolescência), este estudo dialoga com uma
base consolidada de teses, dissertações e
produções bibliográficas. O foco atual voltase à identificação e análise dos sinais e
sintomas de neurodivergência que, com
frequência, permanecem negligenciados ou

invisibilizados
no
interior
dessas
instituições. Trata-se, portanto, de um
esforço investigativo que visa dar
visibilidade
às
subjetividades
neurodivergentes e contribuir com reflexões
interdisciplinares sobre os modos de
cuidado, escuta e existência possíveis nesses
contextos.
Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais - Ufal
ORIENTADOR
PESQUISA
Prof. Dr. Fernando Cartografia da transformação
Silvio
Cavalcante digital e da educação híbrida nas
Pimentel
redes públicas brasileiras

51

RESUMO
Com a promulgação da Lei nº 14.533, de 11
de janeiro de 2023, que institui a Política
Nacional de Educação Digital (PNED)
(Brasil, 2023, as redes municipais e
estaduais de educação estão buscando a
implementação de estratégias a partir dos
quatro eixos da Lei: Inclusão Digital,
Educação Digital Escolar, Capacitação e
Especialização Digital, e Pesquisa e
Desenvolvimento em Tecnologias da
Informação e Comunicação. Neste sentido,
como estratégia da PNED, foi criada Rede
de Inovação para a Educação Híbrida. Este
projeto tem como objetivo analisar a
implementação da Rede de Inovação para
Educação Híbrida (RIEH) nas redes
públicas municipais e estaduais do Brasil,
com foco na incorporação dos processos de
transformação digital e inovação na
educação básica. A proposta, a partir dos
dados do Observatório da RIEH, busca
identificar os impactos, desafios e
oportunidades de aprimoramento no
contexto educacional brasileiro, visando
subsidiar a formulação de práticas
pedagógicas e políticas públicas mais
efetivas. A pesquisa parte do pressuposto de
que a educação híbrida, enquanto modelo
pedagógico que combina ensino presencial
e remoto, exige uma reconfiguração das
práticas educacionais, mediadas por
tecnologias digitais e orientadas pela
inovação, o que exige acompanhamento e
análise crítica. A metodologia adota a
cartografia como abordagem central,
permitindo um mapeamento dinâmico e
participativo das experiências e práticas
desenvolvidas no âmbito da RIEH. Esse
método
possibilita
acompanhar
os
movimentos, fluxos e transformações do
processo educacional, fornecendo uma
visão abrangente das interações entre
sujeitos,
tecnologias
e
contextos
institucionais. A pesquisa será orientada por
uma análise mista, integrando dados
qualitativos e quantitativos coletados pelo
Observatório. Para os dados qualitativos,
será realizado o mapeamento dos elementos
identificados, além da análise documental
de projetos e relatórios produzidos pelas

redes participantes. Os dados quantitativos
incluirão indicadores educacionais, taxas de
acesso às tecnologias digitais e métricas de
desempenho
acadêmico.
Espera-se
compreender como as iniciativas de
inovação digital e híbrida estão impactando
o ensino e a aprendizagem, considerando as
especificidades de diferentes contextos
regionais e socioeconômicos. A pesquisa
buscará identificar os principais desafios
enfrentados
pelas
redes,
como
a
desigualdade de acesso a recursos
tecnológicos, a formação continuada dos
professores e o engajamento dos alunos em
ambientes híbridos. Ao mesmo tempo,
serão
exploradas
oportunidades
de
aprimoramento, como a criação de políticas
públicas que favoreçam a equidade digital,
a inovação pedagógica e a sustentabilidade
das iniciativas. Os resultados deste estudo
poderão subsidiar gestores e formuladores
de políticas educacionais com informações
detalhadas sobre a eficácia e os desafios da
RIEH, contribuindo para a consolidação de
um modelo de educação híbrida mais
inclusivo e eficiente. Além disso, a pesquisa
visa fomentar o debate sobre o papel da
transformação digital na promoção de uma
educação de qualidade e equitativa,
alinhada às demandas contemporâneas. A
análise cartográfica permitirá não apenas
compreender os impactos imediatos da
implementação da RIEH, mas também
identificar tendências e caminhos futuros
para a integração sustentável da inovação
digital no sistema educacional brasileiro.
ORIENTADOR

PESQUISA

DESCRIÇÃO

Profa. Dra. Lilian
Kelly de Almeida
Figueiredo Voss

O processo de internacionalização
na formação de licenciandos(as)
dos
cursos
de
graduação
UAB/UFAL

Este estudo objetiva investigar os avanços e
desafios das ações de internacionalização no
processo formativo dos(as) licenciandos(as)
dos cursos de graduação da Universidade
Aberta do Brasil (UAB), implementadas pela
Coordenadoria Institucional de Educação a
Distância (Cied) junto a Assessoria
Internacional, da Universidade Federal de
Alagoas (Ufal). A hipótese a ser estudada visa
considerar que às discussões sobre a temática
de
internacionalização
no
contexto
educacional promove uma qualificação
diferenciada, conectando distintas culturas,
histórias, trajetórias de dois ou mais
continentes. Além de construir horizontes
reflexivos para embates/debates sobre a
educação superior, sobretudo, no âmbito da
educação a distância e as iniciativas de
cooperação utilizando-se de recursos
tecnológicos para diminuir as distâncias e
amenizar custos, permitindo experiências

52

singulares aos estudantes de graduação. O
foco da pesquisa, além das ações realizadas
para promover a internacionalização entre as
instituições que firmaram parcerias com a
Cied, será descrever o contexto atual de
formação da proposta de cooperação
internacional, assim como analisar a
consolidação das atividades realizadas nos
cursos da UAB/Ufal. Trataremos de realizar
uma pesquisa de abordagem qualitativa de
cunho descritivo e comparado, desenvolvidas
nos ditames das ciências humanas e sociais,
destacando dados e problemas sem manipulálos
diretamente.
Compararemos
as
peculiaridades das universidades parceiras e
o que a Ufal apresenta sobre o universo
digital para inserir os estudantes nos cursos,
sem que estes precisem sair de casa. Para
fundamentação teórica, busca-se elementos
na análise crítica do determinismo
tecnológico, internacionalização e educação
superior defendida pelos autores: Gray
(2012), Madeira (2011), Morosini (2019),
Voss (2016), entre outros, além de
documentos legais. Nas etapas de
observação, diagnóstico e primeiros registros,
a pesquisa partirá da preocupação sobre o
processo formativo, a partir das ações
realizadas nos diferentes polos que ofertam os
cursos da UAB/Ufal. A coleta de dados se
dará a partir da observação indireta, aos nos
inserirmos nas atividades desenvolvidas nos
cursos.
Grupo Núcleo de Estudo em Educação e Diversidade (NEEDI)
ORIENTADOR
PESQUISA
RESUMO
Neiza de Lourdes
Dimensões Constitutivas do
A pesquisa se insere em projeto financiado
Frederico Fumes
Processo de Inclusão de
pelo edital Universal, cujo objetivo visa
Estudantes com Deficiência na
investigar as dimensões constitutivas do
Educação Superior
processo de inclusão de estudantes com
deficiência em instituições públicas de
ensino superior no estado de Alagoas. A
pesquisa analisa a formação docente, as
práticas pedagógicas adotadas, a existência e
efetividade dos serviços de apoio e o uso de
tecnologias educacionais voltadas à
acessibilidade. A abordagem é colaborativa
e utiliza métodos mistos (quantitativos e
qualitativos),
envolvendo
docentes,
estudantes com deficiência, gestores e
técnicos dos núcleos de acessibilidade.
ORIENTADOR
Elisangela Leal de
Oliveira Mercado

PESQUISA
Cenários à Inclusão Escolar e a
garantia do direito à educação para
bebês, crianças e estudantes
público-alvo da Educação Especial

53

RESUMO
O cenário complexo e multifacetado da
Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva aponta a necessidade de
compreendermos
como
garantir
efetivamente o direito à educação aos bebês
e crianças em creches e pré-escolas e, aos
estudantes nas escolas de ensino

fundamental e médio, a medida em que
apresenta desafios à Inclusão Escolar. Este
projeto investiga o cenário e os desafios à
Inclusão Escolar na garantia do direito à
educação das creches ao Ensino Médio, cujo
foco consiste na produção de estudos sobre
políticas, práticas e formações referentes à
construção de um sistema educacional
inclusivo no Brasil. Fundamentado na
abordagem cultural, nos estudos das
infâncias e assume como modalidade de
investigação, a pesquisa bibliográfica
fundamentada nos estudos da Educação
Especial, Políticas, Gestão, Formação,
Currículo
e
Práticas
Educacionais,
envolvendo
os
serviços,
recursos,
instrumentos e profissionais necessários ao
desenvolvimento e aprendizagem dos bebês,
crianças e estudantes público-alvo da
Educação Especial em contexto educação
inclusivo. Enfoca por meio da análise
documental a discussão de dados
municipais, estaduais e nacional acerca da
política de inclusão escolar: o contexto
sócio, histórico e político da Educação
Especial, as instituições de educação que
atendem bebês, crianças e estudantes público
da Educação Especial Inclusivo, o perfil
formativo e profissional dos profissionais da
educação, as famílias e redes de apoio.
Adota a Etnografia como abordagem
metodológica na pesquisa de campo, em
especial, nos momentos de escuta dos bebês,
crianças, estudantes e suas famílias, podendo
ser complementada pelos instrumentos e
procedimentos da pesquisa participante.
Trata-se de um estudo ampliado cuja
contribuição estar na identificação do
cenário e dos desafios postos para efetivação
do direito à educação para bebês, crianças e
estudantes público-alvo da Educação
Especial em instituições de Educação
Básica, desvelando como profissionais da
educação, familiares e outros profissionais
que compõem a rede de apoio
compreenderem à inclusão escolar no
contexto político-pedagógico brasileiro.

Grupo de Estudo e Pesquisa História da Educação, Cultura e Literatura
ORIENTADOR

PESQUISA

RESUMO

Prof. Dr. Ivanildo
Gomes dos Santos

Preservação
do
patrimônio
educativo: criação e organização
do fundo arquivístico Élcio de
Gusmão Verçosa, no Centro de
Educação
da
Universidade
Federal de Alagoas

O presente projeto de pesquisa tem como
finalidade organizar, recuperar e preservar
o acervo documental e patrimonial das
antigas Faculdades de Medicina, Direito e
Filosofia (Filosofia, Letras e Pedagogia),
bem como do Centro de Educação. Parte
dessa massa documental, que data dos idos
de 1950, está salvaguardada de forma

54

desorganizada na Sala do Grupo de Estudo
e Pesquisa História da Educação, Cultura e
Literatura, do Centro de Educação da
Universidade Federal de Alagoas. A
proposta, portanto, fundamenta-se na
preservação e difusão de documentos
relativos gênese da própria Universidade,
uma vez que ela inicia a partir da junção das
três Faculdades. Nesse sentido, a proposta
visa a conservação e disponibilização
dessas fontes históricas, relacionadas as
Faculdades anteriores a criação da
Universidade Federal de Alagoas (1961),
bem como do Centro de Educação,
possibilitando o incentivo à investigação, a
partir do acesso de pesquisadores e
pesquisadoras da História da Educação e
outros campos afins

Grupo de Pesquisa Políticas Públicas: História e Discurso (GPPHeD)
ORIENTADOR

PESQUISA

RESUMO

Prof. Dr. Valci Melo

Educação Especial no Brasil:
políticas, percursos e discursos

A referida pesquisa é composta por dois
eixos de investigação, sendo o primeiro
voltado a um estudo teórico-bibliográfico
focado na identificação dos sentidos de
educação
escolar,
deficiência/atipia,
educação especial e inclusão escolar que
disputam espaço na literatura acadêmicocientífica brasileira. Já o segundo eixo é
dedicado ao mapeamento da reverberação
desses discursos nas políticas educacionais
voltadas
à
Educação
Especial
na
Perspectiva da Educação Inclusiva. Para
realizar-se, o estudo assume como
referencial teórico-metodológico a Análise
do Discurso pecheutiana, entendida aqui
como uma teoria materialista da linguagem
enquanto produtora de efeitos de sentidos
(Pêcheux, 2014).

Silva dos Santos

Grupo de Pesquisa e Extensão Educação em Prisões (GPEP)
ORIENTADOR

PESQUISA

RESUMO

Profa. Dra. Maria Educação escolar e não escolar O cenário do sistema prisional brasileiro
da
Conceição no sistema prisional: sujeitos, é complexo, imbricado por reflexos de
Valença da Silva
políticas públicas, processos de diversos contextos, num processo de
socialização, reincidência penal degradação permanente, inclusive com
e formação de professores
expressivos dados que revelam a
desatenção das instâncias governamentais
não só com a população privada de
liberdade, mas também com a formação
dos profissionais das mais diferentes
áreas que atuam nos presídios do Brasil.
Considerado o contexto complexo de
vulnerabilidade e invisibilidade em que
está inserida a população carcerária, vale
ressaltar que emergem problemas que são
diuturnamente
agravados
pela

55

superlotação
do
encarceramento,
violência, problemas de infraestrutura,
baixo efetivo de policiais penais,
desatenção com a formação dos
professores que atuam nas prisões, dentre
outros fatores com comprometem a
oferta, a permanência e a qualidade da
educação no âmbito prisional. Pressupõese que a participação de pessoas privadas
de liberdade em processos educativos
contribui
com
a
sua
formação
socioeducacional e pode influenciar na
minimização das taxas de reincidência
penal. Diante deste cenário, esta pesquisa
propõe compreender relações entre a
participação de sujeitos custodiados pelo
sistema
prisional
em
processos
educacionais
escolares
e/ou
não
escolares, enquanto direito e prática de
socialização para convivências dentro e
fora da prisão, orientada por princípios da
dignidade humana.

56

ANEXO 11
Código do candidato:
Título:
Linha:
Grupo de pesquisa:
Banca:

Critérios de Avaliação do Projeto de Pesquisa

O projeto está alinhado com as temáticas de pesquisas
desenvolvidas pelo grupo e orientador indicados.

( ) SIM

( ) NÃO

Caso o projeto não esteja alinhado com as temáticas de pesquisa desenvolvidas pelo grupo e
orientadores da linha, o projeto receberá a menção SEM ADERÊNCIA, sendo eliminado do
certame.

Aspectos

Critérios

Pontuação
(Máximo 10
pontos)

Justificativa

Descriminação adequada do objeto, do
problema e da pergunta a ser
trabalhado,
bem
como
contextualização do objeto de
pesquisa. Anúncio da tese a ser
defendida, no caso de candidatos ao
doutorado.
Demonstração
da
relevância científica e social do objeto,
uma breve discussão que circunda o
objeto a ser trabalhado, e a delimitação
temporal e geográfica do estudo, bem
como sua inserção no grupo de
pesquisa

Até 2,0
pontos

Objetivos

Exposição
objetivos.

compreensível

57

dos

Até 1,5 ponto

Pontuação
Obtida pelo
candidato

Fundamentação
Teórica

Apresentação das hipóteses e fontes
teóricas que serão trabalhadas no
projeto, atualização e articulação entre
as fontes e o contributo para o seu
objeto de estudo.

Até 2,0
pontos

Metodologia

Apresentação
adequada
da
tipologia/abordagem,
localização,
discussão do método para o tratamento
das fontes do objeto de estudo e
métodos de coleta e interpretação dos
dados que serão coletados. Descrição
dos participantes da pesquisa (quando
for o caso), instrumentos ou técnicas
de coleta e de análise dos dados.

Até 2,0
pontos

Cronograma

Exposição das etapas de trabalho em
consonância com o objeto.

Até 0,5 ponto

Fontes e
Bibliografia

Indicação de referências e fontes
citadas no projeto.

Até 1,0 ponto

Redação do
projeto

Unidade e coesão entre as partes do
projeto, observação das questões de
lógica textual, gramática e ortografia.

Até 1,0 ponto

Total obtido pelo candidato:
Será emitido parecer quando o candidato obtiver nota abaixo de 7,0.

58

ANEXO 12
Bibliografia Básica da Prova Escrita
BIBLIOGRAFIA GERAL
ARROYO, Miguel G. Outros sujeitos, outras pedagogias. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
BIBLIOGRAFIA - Linha POLÍTICAS, CULTURAS E CURRÍCULOS
ARELARO, Lisete Regina Gomes. Escritos sobre políticas públicas em educação. São
Paulo: FEUSP, 2020. 294 p. E-book. ISBN 978-65-87047-02-7. DOI:
10.11606/9786587047027. Disponível em:
https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/622
BIBLIOGRAFIA - Linha INCLUSÃO, DIVERSIDADES E SUJEITOS
COLLINS, Sirma; HILL, Patricia. Interseccionalidade. Tradução Rane Souza. 1. ed. São
Paulo: Boitempo, 2020.
BIBLIOGRAFIA - Linha EDUCAÇÃO, LINGUAGENS E TECNOLOGIAS
CAIADO, Roberta; LEFFA, Vilson (orgs.). Linguagem: tecnologia e ensino. Campinas, SP:
Pontes Editores, 2021. Disponível em:
https://wp.ufpel.edu.br/midiars/files/2021/06/Linguagem_Tecnologia_Ensino_24_06.pdf

59

ANEXO 13
Código do candidato:
Título:
Linha:
Grupo de pesquisa:
Banca:
Critérios de Avaliação da Prova Escrita
Aspectos

Critérios

Pontuação
(Máximo 10
pontos)

Coesão e
Coerência
Textual

Este item levará em conta a construção do
texto escrito pelo(a) candidato(a),
analisando como ele(a) correlaciona as
partes componentes do referido, de modo
a torná-lo uma unidade, usando os
elementos coesivos (pronomes e demais
elementos referenciais, como conjunções,
dentre outros) e como apresenta e
desenvolve suas ideias, fazendo isso
sequencialmente, formando um circuito,
sem que haja contradição.

Até 1,5
pontos

Adequação à
norma padrão da
Língua
Portuguesa

Este item levará em conta o domínio da
norma padrão da Língua Portuguesa na
sua modalidade escrita. Deverão ser
observados usos gramaticais, como
concordância nominal e verbal, regência
nominal e verbal, acentuação e
pontuação, além de vocabulário adequado
ao registro formal.

Até 1,5
pontos

Adequação ao
texto
argumentativo

Este item deverá levar em conta a
apresentação e desenvolvimento de, pelo
menos, uma estrutura básica de texto
argumentativo, composto de: (1)
apresentação de ponto de vista; (2) defesa
de ponto de vista. Apresentar esta
estrutura básica seria pelo menos metade
da nota do item. Aquele que for além
disso e o fizer eficientemente terá direito
à nota total.

Até 2,0
pontos

60

Pontuação
Obtida pelo
candidato

Apresentação de
conceitos e/ou
perspectivas
teóricometodológicas,
bem como
desenvolvimento
das mesmas
conforme
solicitação da
questão

Este item levará em conta se o(a)
candidato(a) indica conhecer conceitos e
perspectivas teóricas subjacentes à
Educação em linhas gerais, bem como se
consegue desenvolver uma linha de
pensamento teórico que vá ao encontro do
que o enunciado da questão solicita

Até 1,5
pontos

Estabelecimento
de relações e
posicionamentos
críticos acerca
das informações
expostas

Este item levará em conta se o(a)
candidato(a)
consegue
relacionar
posições críticas (conflituosas ou não)
acerca do tema em exposição, deixando
compreensível
seu
posicionamento
acerca do referido.

Até 2,0
pontos

Uso dos excertos
da prova

Este item levará em conta se o(a)
candidato(a), ao longo de seu texto,
utiliza os excertos integrantes da prova,
de forma apropriada, com citações diretas
ou indiretas, mostrando sua percepção das
inter-relações entre eles, assim como dos
pressupostos explorados, explicita ou
veladamente, de forma a se posicionar a
seu respeito.

Até 1,5
pontos

Total obtido pelo candidato:

61

ANEXO 14
Código do candidato:
Título:
Linha:
Grupo de pesquisa:
Banca:
Critérios a serem considerados na Arguição do Projeto de Pesquisa

ASPECTOS/CRITÉRIOS

Pontuação
(Máximo 10
pontos)

Importância do problema de pesquisa

Até 2,0 pontos

Sincronia entre os itens constituintes do

Até 2,0 pontos

projeto
Pertinência social, científica e acadêmica da

Até 2,0 pontos

proposta para área da Educação
Até 2,0 pontos

Exposição para estudo, possibilidade,
objetividade do tema proposto, levando em
consideração a concretização da pesquisa.
Candidato respondeu às questões apresentadas

Até 2,0 pontos

pela banca.
Total obtido pelo candidato:
Será emitido parecer quando o candidato obtiver nota abaixo de 7,0.

62

Pontuação

ANEXO 15
Código do candidato:
Título:
Linha:
Grupo de pesquisa:
Banca:
Barema para a Análise do Currículo
1. Experiência profissional

Por título Pontuação
máxima

Magistério em Instituição de Ensino Superior,
Educação Básica ou aprovados em Concurso
(máximo 5 anos)

0,2 p/ ano

1,0

Atuação Profissional em Instituições como
secretaria escolar, coordenação escolar, gestão
escolar (máximo 2 anos)

0,5 p/ ano

1,0

Máximo:

2,0

Por título Pontuação
máxima

2. Publicações
Livro na área de Educação ou afins (máximo 2)

0,25

0,5

Capítulo de livro na área de Educação ou afins
(máximo 2)

0,2

0,4

Organização de Livro na área de Educação
(máximo 2)

0,2

0,4

Artigo em Revista de Educação e afins com ISSN
(máximo 3), com Qualis

0,3

0,9

Artigo em Revista de Educação e afins com ISSN
(máximo 3), com Qualis menor que B1

0,2

0,6

Trabalho Completo publicado em Anais
Eletrônicos de Eventos de Educação com ISSN ou
ISBN (máximo 5)

0,1

0,5

Resenhas publicadas em Revista de Educação ou
Áreas Afins com ISSN (máximo 5)

0,1

0,5

63

Nota obtida
pelo
candidato

Artigos em jornais, boletins, Anais, Cadernos de
circulação restrita, texto p/cursos a distância,
impresso ou online, (máximo 2)

0,1

0,2

Máximo:

4,0

3. Atividades acadêmicas e administrativas

Por título Pontuação
Máxima

Monitoria (máximo 2 anos)

0,25 p/ano

0,5

Participação em Projetos de pesquisa ou extensão
PIBIC/PIBiD/PET/PAINTER/ODE AYE/BDAI
(máximo 2 anos)

0,3 p/ano

0,6

Premiações oriundas de Projetos de Pesquisa
(máximo 2)

0,15

0,3

Exercício de cargos de chefia, participação em
comissões ou processos seletivos (máximo 2
anos)

0,15

0,3

Atividades de Consultoria, Assistência ou
Comitês Científicos na área de Educação
(máximo 3 anos)

0,1

0,3

Máximo:

2,0

Por título Pontuação
Máxima

4. Atividades de extensão e cultura
Participação em Eventos Internacionais na área de
Educação ou afins (máximo 2)

0,25

0,5

Participação em Eventos Nacionais na área de
Educação ou afins (máximo 5)

0,1

0,5

Participação em Eventos Regionais e Locais na
área de Educação (máximo 4)

0,05

0,2

Participação em Minicursos na área de Educação
(máximo 4)

0,05

0,2

Organização de eventos, congressos, colóquios e
seminários
(máximo 2)

0,1

0,2

Apresentação de Comunicações e Pôsteres em
Congressos,
Eventos, Seminários ou Colóquios (máximo 2)

0,2

0,4

Máximo:

2,0

64

Pontuação Total:

65

10,0

ANEXO 16
MEMORIAL ACADÊMICO – SELEÇÃO PARA O INGRESSO NO
PPGE/CEDU/UFAL
DEFINIÇÃO
O memorial é a apresentação da trajetória acadêmica do/a estudante ou pesquisador, com base
em informações objetivas e sucintas, não devendo exceder 5 (cinco) páginas, excluídos
elementos pré-textuais. Sua finalidade é inserir o projeto de pesquisa ou de trabalho que no
momento o motiva em sua trajetória acadêmica mais ampla, passada e de médio prazo.
Constitui-se em parte numa autobiografia em que predomina a narrativa simultaneamente
reflexiva. Compõe-se de um relato retrospectivo, analítico e crítico, dando conta das junturas
principais na trajetória acadêmica de seu autor. Aspectos profissionais devem ser mencionados
somente na medida em que exibirem estrita relação com aquela. Uma autoavaliação das várias
etapas e do todo, expressando o potencial de contribuições e/ou deficiências acadêmicas a serem
trabalhadas, é de fundamental importância.
ROTEIRO
1 - CAPA: COLOCAR O NOME E A FINALIDADE DO MEMORIAL
(“Memorial de José Carlos, apresentado para o exame de seleção ou concurso de

”)

2 – SUMÁRIO
(o memorial deve ter um sumário; as páginas devem ser, portanto, numeradas).
3 – IDENTIFICAÇÃO
• Nome completo.
• Data e local de nascimento, nacionalidade.
• Endereço completo com código de endereçamento postal, telefones, e-mail.
4 – APRESENTAÇÃO MEMORIALÍSTICA
Apresentação de cunho dissertativo, detalhando fatos e acontecimentos importantes da
trajetória do candidato durante sua formação acadêmica (graduação e/ou pós-graduação),
ressaltando aspectos relevantes da vida acadêmica. Devem ficar explicita as conexões entre a
trajetória acadêmica e o tema do anteprojeto ou projeto de pesquisa, bem como com a respectiva
área de concentração e linhas de pesquisa do PPGE.
ELEMENTOS MÍNIMOS SUGERIDOS
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I - FORMAÇÃO
• Graduação e se houver, pós-graduação, indicando tema de TCC, monografia, dissertação, etc.;
a instituição onde concluiu grau acadêmico; e o nome do orientador.
II – FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 2
• Outros cursos relevantes para a formação acadêmica e, em especial, na consolidação da área
ou do projeto de pesquisa.
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III – IDIOMAS (indicar com franqueza e razões o grau de domínio).
IV – ATIVIDADES DE PESQUISA Indicar se houver participação em projetos de iniciação
científica e similares, bem como experiências comprovadas com pesquisa e participação em
grupos de estudos.
V – CONCLUSÃO Síntese e perspectivas futuras.
NORMAS TÉCNICAS MÍNIMAS DE APRESENTAÇÃO
Tamanho: cf. introdução acima
Letra: Arial, tamanho 12.
Papel: A4 Margens: 3 cm: esquerda e inferior, 2cm: direita e superior;
Espaço entre as linhas: 1,5.
Alinhamento do texto: justificado.
Alinhamento dos títulos: centralizado na capa e à esquerda nos itens restantes.

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ANEXO 17
MEMORIAL ACADÊMICO
Código do candidato:
Título:
Linha:
Grupo de pesquisa:
Banca:

Critérios a serem considerados na Análise do Memorial
ASPECTOS/CRITÉRIOS

Pontuação
(Máximo 10 pontos)

Apresentou a trajetória formativa

Até 2,0 pontos

Apresentou formação complementar

Até 1,0 pontos

Indicou o grau de domínio em língua
estrangeira.

Até 1,0 pontos

Apresentou a participação em atividades de
pesquisa

Até 2,0 pontos

Estabeleceu a coerência entre a trajetória
acadêmica, o problema de pesquisa e a linha de
pesquisa do PPGE

Até 2,0 pontos

Apresentou uma redação compreensível e
objetiva

Até 1,0 pontos

Atendeu as normas técnicas.

Até 1,0 pontos
Pontuação Total:

68

Pontuação do
candidato

ANEXO 18
Como registrar recurso no portal SIGAA
A Coordenação e a Comissão do Processo Seletivo do curso de Mestrado do Programa de PósGraduação em Educação da Universidade Federal de Alagoas 2026 informam que os candidatos
que desejarem interpor recursos contra os resultados das etapas do referido processo seletivo
deverão, além de enviar o recurso para o e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br, cadastrar o
recurso na área do candidato no sistema SIGAA. Tanto o envio do e-mail contendo o recurso
quanto o cadastro do recurso no sistema SIGAA deverão ser realizados dentro dos prazos
estabelecidos no calendário do processo seletivo que consta no edital 02/2026 do PPGE.
A seguir, são apresentadas as instruções sobre os candidatos para terem acesso à área do
candidato no SIGAA:
Durante o período de interposição de recursos, o candidato deverá acessar o portal público do
SIGAA por meio do link https://sigaa.sig.ufal.br/sigaa/public/home.jsf
No menu que consta no lado esquerdo da tela, o candidato deverá selecionar a opção “STRICTO
SENSU” em “PÓS-GRADUAÇÃO”. Em seguida, deverá selecionar a opção “ÁREA DO
CANDIDATO–PROCESSO SELETIVO”.

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A seguir, o candidato deverá escolher a opção “Meu primeiro acesso”, caso ainda não tenha
tido acesso anteriormente à área do candidato no sistema SIGAA da UFAL.

Em seguida, o candidato deverá informar o CPF e escolher a opção “Enviar senha via e-mail”.

A senha de acesso será enviada ao e-mail que está vinculado ao CPF que foi informado pelo(a)
candidato(a).

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Ao acessar a área do candidato no sistema SIGAA, o candidato deverá selecionar o processo
seletivo ao qual deseja interpor recurso e, em seguida, cadastrar o recurso na área destinada aos
recursos do processo seletivo.

ATENÇÃO: Ressaltamos que, além de cadastrar o recurso no sistema SIGAA, o candidato
deverá preencher o ANEXO 19 do edital 02/2026 PPGE/UFAL (disponível também ao final
deste documento) e enviá-lo para o e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br , obedecendo
rigorosamente aos prazos estabelecidos no calendário do processo seletivo.
Qualquer dúvida, entrar em contato com a Secretaria/Coordenação do PPGE no e-mail:
selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br

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ANEXO 19
FORMULÁRIO DO RECURSO
Use quantos formulários julgar necessárioSeleção:

Mestrado – PPGE/CEU/UFAL

Nome:

Inscrição:

Motivo do recurso:

Fundamentação:

Data:
Assinatura:

Obs.: O candidato deverá registrar o seu recurso no SIGAA (área do candidato) e também enviar
este formulário com o recurso para o e-mail selecaoposgraduacao@cedu.ufal.br

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