NORMAS COMPLEMENTARES MONITORIA 2023.1 (retificado)
NORMAS COMPLEMENTARES N°01/2023 AO EDITAL PROGRAD Nº46/2023 PARA O PROCESSO DE SELEÇÃO DE MONITORES DO CENTRO DE EDUCAÇÃO CEDU/UFAL) PARA O SEMESTRE LETIVO DE 2023.1 – RETIFICAÇÃO EM 19/06/2023
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MONITORIA – 2023
NORMAS COMPLEMENTARES N°01/2023 AO EDITAL PROGRAD Nº46/2023 PARA O PROCESSO DE
SELEÇÃO DE MONITORES DO CENTRO DE EDUCAÇÃO (CEDU/UFAL) PARA O SEMESTRE LETIVO DE
2023.1 – RETIFICAÇÃO EM 19/06/2023
A Diretora do CENTRO DE EDUCAÇÃO (CEDU-UFAL), no uso de suas atribuições definidas no
Regimento Geral da UFAL, e complementando o Edital nº46/2023– PROGRAD, e a Resolução n o
55/2008-CONSUNI/UFAL de 10/11/2008, divulga:
1. Dos objetivos do Programa de Monitoria
1.1. Promover formação acadêmica complementar dos/das discentes da graduação presencial e a distância da
UFAL.
1.2. Fomentar a cooperação entre discentes e docentes, facilitando a melhoria do processo ensinoaprendizagem.
1.3. Apoiar e acompanhar os/as discentes matriculados/as nos componentes curriculares durante o semestre.
1.4. Contribuir com práticas inovadoras de ensino e de aprendizagem.
1.5. Despertar no segmento discente o interesse pela docência, estimulando o desenvolvimento de habilidades
relacionadas ao seu exercício.
2. Das atribuições dos/das Docentes orientadores/as
2.1. Elaborar e enviar o plano de atividades do/a monitor/a sob sua orientação à Coordenação de Monitoria da
respectiva unidade acadêmica/Ensino;
2.2. Orientar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelo/a monitor/a;
2.3. Elaborar, junto ao/a Monitor/a, os materiais didáticos e as atividades a serem desenvolvidas;
2.4. Incentivar a criatividade dos/das monitores/as sob sua orientação, respeitando os limites da sua etapa
formativa;
2.5. Colaborar com a gestão do programa, compartilhando suas experiências com os/as demais docentes e
monitores/as;
2.6. Solicitar à Coordenação de Monitoria da respectiva Unidade Acadêmica/Ensino o desligamento ou a
substituição do/a Monitor/a quando do descumprimento dos objetivos do programa por parte dos/das
monitores/as sob sua orientação, como: falta de assiduidade, descumprimento de prazos ou ausência de perfil
para exercer as atribuições;
2.7. Comunicar à Coordenação de Monitoria da respectiva Unidade Acadêmica/Ensino, qualquer necessidade
de descontinuidade na oferta do componente curricular;
2.8. Validar mensalmente e no prazo estabelecido a frequência do/a monitor/a sob sua orientação;
2.9. Orientar o/a monitor/a na confecção do Relatório Final das atividades realizadas
3. Das atribuições do/da monitor/a
3.1. Demonstrar conhecimentos e habilidades com as tecnologias digitais de comunicação e informação;
3.2. Assessorar e participar do planejamento e desenvolvimento de suas atribuições didáticas;
3.3. Ser assíduo/a, responsável e proativo/a;
3.4. Dispor de 12 (doze) horas semanais para o desempenho de suas atribuições;
3.5. Apoiar os/as discentes matriculados/as no componente curricular com suporte didático e tecnológico para
o desempenho das atividades remotas;
3.6. Elaborar, juntamente com o/a docente orientador/a, o Relatório final de Monitoria;
3.7. É obrigatória a participação do/a monitor/a em curso de capacitação, desde que ofertados e solicitados
pela PROGRAD;
1
3.8. O/A monitor/a selecionado/a na modalidade COM BOLSA receberá uma bolsa mensal no valor de R$
700,00 durante sua vigência desse edital.
4. Dos requisitos para se candidatar à Monitoria
4.1. Ser discente regularmente matriculado em curso de graduação da UFAL;
4.2. Ter sido aprovado/a na disciplina/área do conhecimento em que pretende ser monitor/a, com no mínimo
média 7 (sete);
4.3. Ser aprovado/a no processo seletivo para a monitoria com, no mínimo, média 7 (sete);
4.4. Dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria;
4.5. Ter conhecimento e/ou habilidades com as tecnologias digitais de informação e comunicação.
5. Das Vagas de Monitoria
5.1. O número de vagas para a seleção de monitoria está disponível no Quadro 1.
5.2. Neste Edital teremos a cota de 6 vagas de monitoria COM BOLSA e 23 vagas de monitoria SEM
BOLSA sinalizadas no Quadro 1.
5.3. Para efeito de classificação das bolsas serão considerados os seguintes critérios:
5.3.1. Maior nota no processo avaliativo (Vê item 7.1)
5.4. Em caso de empate, será classificado/a o/a candidato/a que:
5.4.1. Apresentar maior coeficiente de rendimento acumulado
5.4.2. Maior média na disciplina/área do conhecimento objeto do processo seletivo
5.5. Não terá direito à bolsa de monitoria o/a discente que já tiver outro tipo de bolsa, seja dos
Programas da UFAL ou de outros órgãos financiadores.
5.6. Para o exercício das atividades, o/a discente selecionado/a e classificado/a como Monitor/a Bolsista
receberá uma bolsa mensal no valor de R$ 700,00 (setecentos reais) referentes aos meses de julho, agosto,
setembro e outubro de 2023.
6. Das Inscrições
6.1. As inscrições serão realizadas através do preenchimento do link (https://forms.gle/WHqATqJjmwTN7wJa6),
a partir das 08:00 do dia 09/06 até às 19:00 do dia 23/06.
6.2. No ato da inscrição, via formulário, o/a candidato/a deverá realizar o upload dos seguintes documentos:
6.2.1. Comprovante de matrícula.
6.2.2. Histórico Escolar, onde deverá ser comprovada a integralização da disciplina estabelecida no
Edital, cuja vaga pretende concorrer.
7. Da seleção
7.1. A Seleção dos/das candidatos/as inscritos/as levará em consideração:
a) A nota na disciplina que deseja atuar como monitor/a (peso 3);
b) O coeficiente de rendimento (peso 2);
c) A entrevista (peso 5).
7.2. A banca irá homologar as inscrições e comunicar aos candidatos, bem como enviar informações sobre a
sala onde será realizada a entrevista. As datas e horários estão listadas no Quadro 2, podendo, a
critério da banca, ser modificado desde que comunicado aos/as inscritos/as, quando da homologação das
inscrições.
7.3. A banca deverá enviar a nota obtida pelos/as candidatos/as para a coordenação de monitoria até o dia
06/07.
7.4. O resultado será divulgado, na página do Centro de Educação, no dia 07/07.
8. Da validade do processo seletivo
8.1 Os/As monitores/as admitidos neste processo seletivo deverão iniciar suas funções em 10/07/2023.
8.2. O período de vigência da Monitoria para o semestre letivo 2023.1 será de 10/07/2023 até o encerramento
do semestre letivo 2023.1.
9. Do Cronograma das atividades
9.1. O Cronograma do processo seletivo será o seguinte:
2
EVENTO
Envio de
documentos de
Inscrição através de
preenchimento de
formulário.
Envio das inscrições
para as bancas de
seleção
Realização das
seleções
RESPONSÁVEL
Estudante
interessado/a
DATA
De 09/06 a
23/06/2023
Coordenadora
da Monitoria
24/06/2023
Banca definida
pelo/a docente
orientador/a
Orientador/a
Envio dos resultados
informa por epara a coordenação
mail o resultado
de monitoria
das seleções
Coordenadora
Publicação do
de Monitoria +
Resultado Geral
Técnico
responsável no
CEDU
Entrega dos termos
de compromisso dos Docente
monitores e planos
orientador/a
de monitoria pelos/as
docentes à
Coordenação de
Monitoria
Início das atividades Monitor/a
do/a monitor/a para
novos/as
monitores/as
De 26/06 a
06/07/2023
HORÁRIO
Das 8:00
às 19:00
10:00
Horário
definido
pelo/a
orientador/
a (quadro
2)
Até dia
06/07/2023
20:00
07/07/2023
14:00
Até
10/07/2023
20:00
10/07/2023
A depender
do horário
da
disciplina
LOCAL
Formulário
Google
https://forms.gle/WHqATqJjmwTN7wJ
a6
monitoria.ufal.cedu@gmail.com
Sala definida pelo/a docente
orientador/a
monitoria.ufal.cedu@gmail.com
Página e Mural do CEDU
monitoria.ufal.cedu@gmail.com
Sala da disciplina
10. Das Disposições Gerais
10.1 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Monitoria conjuntamente com o Pleno do Centro
de Educação.
Quadro 1. Vagas para a seleção de monitoria CEDU – 2023.1
VAGAS
TURNO
DISCIPLINA/COMPONENTE
CURRICULAR
DOCENTE RESPONSÁVEL
Com
bolsa
Sem
bolsa
ACE 3
Maria Aparecida Pereira Viana
0
2
ACE 4
Lenira Haddad
1
1
Corporeidade e Movimento
Flávio Dantas Albuquerque
Melo
Flávio Dantas Albuquerque
Melo
Mônica Patrícia da Silva Sales
0
1
Vespertino e
Noturno
Matutino e
Vespertino
Vespertino
0
1
Matutino
0
2
Matutino e
Noturno
Didática
Didática
3
Educação e Tecnologias Digitais
da Comunicação e Informação
Estágio Supervisionado 4
Débora Massetto
1
1
Matutino
Mônica Patrícia da Silva Sales
0
1
Matutino
Fundamentos Históricos da
Educação
Gestão da Educação e do
Trabalho Escolar (GETE)
Gestão da Educação e do
Trabalho Escolar (GETE)
Política e Organização da
Educação Básica no Brasil
(POEBB)
Políticas Públicas para Educação
em Prisões (PPEP)
PPP 2 – Gênero e Diversidade
Étnico Racial
Profissão Docente
Cristiane Marcela Pepe
0
1
Vespertino
Maria da Conceição Valença
da Silva
Elione Maria Nogueira
Diógenes
Maria da Conceição Valença
da Silva
0
2
0
2
Vespertino e
Noturno
Vespertino
1
2
Noturno
Maria da Conceição Valença
da Silva
Luíza Cristina Silva Silva
0
2
Vespertino
1
2
Noturno
Cristiane Marcela Pepe
1
1
Vespertino
Profissão Docente
Maria Dolores Fortes Alves
1
2
Noturno
Saberes e Didática de Ensino de
História I
TOTAL
Ivanildo Gomes dos Santos
0
1
Noturno
6
23
Quadro 2: Data e horário das entrevistas e/ou provas da seleção de monitoria CEDU – 2023.1
DISCIPLINA/
COMPONENTE
CURRICULAR
ENTREVISTA/PROVA
BANCA
DATA
HORÁRIO
ACE 3
28/06
18:00
ACE 4
26/06
13:00
Corporeidade e
Movimento
Didática
04/07
10:00
Profa. Maria Aparecida Viana e Profa. Maria Dolores
Fortes Alves
Profa. Lenira Haddad e Profa. Renata da Costa
Maynart
Prof. Flavio Melo e Prof. Eraldo Ferraz
04/07
10:00
Prof. Flavio Melo e Prof. Eraldo Ferraz
Didática
05/07
10:00
Profa. Mônica Sales e Profa. Deise Juliana Francisco
Educação e Tecnologias
Digitais da Comunicação
e Informação
Estágio Supervisionado
4
Fundamentos Históricos
da Educação
Gestão da Educação e
do Trabalho Escolar
(GETE)
Gestão da Educação e
do Trabalho Escolar
(GETE)
Política e Organização
da Educação Básica no
Brasil (POEBB)
28/06
14:00
Profa. Débora Massetto, Profa. Maria Aparecida
Viana e Profa. Deise Juliana Francisco
28/06
10:00
Profa. Mônica Sales e Profa. Deise Juliana Francisco
22/06
16:00
04/07
15:30
Profa. Cristiane M. Pepe e Profa. Maria das Graças
Loiola
Profa. Ana Vergne e Profa. Conceição Valença
28/06
11:00
04/07
10:00
Profa. Elione Maria Nogueira Diógenes, Profa.
Sandra Regina da Silva Paz e Prof. Tiago Leandro
Cruz Neto
Profa. Conceição Valença e Profa. Abdízia Maria
Alves Barros
4
Políticas Públicas para
Educação em Prisões
(PPEP)
PPP 2 – Gênero e
Diversidade Étnico
Racial
Profissão Docente
04/07
10:00
Profa. Conceição Valença e Profa. Abdízia Maria
Alves Barros
04/07
09:00
Profa. Luíza Cristina Silva Silva e Prof. Danilo
Marques
06/07
10:00
Profa. Cristiane M. Pepe e Prof. Wilson Correia
Sampaio
Profissão Docente
28/06
18:00
Saberes e Didática de
Ensino de História I
06/07
09:00
Profa. Maria Dolores Fortes Alves, Profa. Maria
Aparecida Pereira Viana e Profa. Abdízia Maria
Alves Barros
Prof. Ivanildo Gomes dos Santos e Profa. Luíza Silva
Silva
Quadro 3: Programas para a seleção de Monitoria – Temas para entrevista/Prova
DISCIPLINA
ACE 3
Profa. Maria Aparecida
Viana
ACE 4
Profa. Lenira Haddad
CONTEÚDO
PONTOS ENTREVISTA/PROVA:
1. Reflexões sobre os conceitos de Currículo, extensão e curricularização da
extensão
2. Relação direta da universidade com outros setores da sociedade com
vista a uma atuação transformadora.
3. Atividades Curriculares de Extensão e Projetos Pedagógicos
REFERÊNCIAS:
APPLE, M. W. Ideologia e Currículo. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes
e Bases da Educação Nacional, 1996. BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho
de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE (2014 – 2024) e dá
outras providências. Brasília, DF, 2014. PNE (2001-2010)
MOREIRA, A. F. B. A crise da teoria curricular crítica. In: COSTA, M. V.
(Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 4. ed., Rio de Janeiro:
DP&A, 2005.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução nº 07, de 18 de dezembro de
2018, do Conselho Nacional de Educação (CNE).
SACRISTÁN, J. G. O Currículo: uma reflexão sobre a prática. 3 ed. Porto
Alegre: Artmed, 2000.
SILVA, Tomaz Tadeu da. O currículo como fetiche: a poética e a política do
texto curricular. 1. ed., Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA:
1. Tipos de brinquedoteca e as características de uma Brinquedoteca
universitária
2. As bases legais do brincar
3. Princípios de organização do espaço; papel do adulto
REFERÊNCIAS:
JORGE, Beatriz Fernanda. BRINCAR E FORMAÇÃO DOCENTE: UM
ESTUDO A RESPEITO DE BRINQUEDOTECAS UNIVERSITÁRIAS
BRASILEIRAS (1984 A 2022). Dissertação (Mestrado em Educação).
Universidade Federal de São Carlos, campus Sorocaba, São Carlos, 2023.
SANTOS, Tatiani Rabelo Lapa. Crianças, brincadeiras, brinquedos e
brinquedoteca: possibilidades de (trans?)formação com estudantes de
Pedagogia. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Federal de
Uberlândia, 2022.
HOHMANN; WEIKART. Educar a criança. Fundação Calouste Goubeikian,
1997. p. 161 - 220. Cap 5 – Arranjo, organização e equipamento dos espaços
5
Corporeidade e
Movimento
Prof. Flavio Melo
Didática
Prof. Flavio Melo
Didática
Profa. Mônica Sales
destinados às crianças em acção.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA:
1. Periodização Histórico-cultural do desenvolvimento humano;
2.Categoria da Atividade suas implicações Pedagógicas;
3. Cultura Corporal e Pedagogia Histórico-Crítica
REFERÊNCIAS:
PASQUALINE, Juliana C. Periodização do desenvolvimento psíquico à luz da
Escola de Vigotski: a teoria histórico-cultural do desenvolvimento infantil e
suas implicações pedagógicas. In: MARSIGLIA (orgs). INFÂNCIA E
PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA.
MARTINS, L; MARSIGLIA, A. G. Contribuições para a sistematização da
prática pedagógica na educação infantil, Cadernos de Formação RBCE, p.
15-26, mar. 2015.
GOELLNER, Silvana Vilodre. A categoria da atividade e suas implicações no
desenvolvimento humano. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 13,
n. 2, p. 288-292, 1992.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
1. Teorias da Educação e Pedagógicas e as concepções de Didática;
2. Currículo, Docência e Didática; Didática e Planejamento
REFERÊNCIAS:
MARTINS, L; MARSIGLIA, A. G. Contribuições para a sistematização da
prática pedagógica na Educação Infantil. Cadernos de Formação RBCE, p.
15-26, mar. 2015.
PASQUALINE, Juliana C. Periodização do desenvolvimento psíquico à luz da
Escola de Vigotski: a teoria histórico-cultural do desenvolvimento infantil e
suas implicações pedagógicas. In: MARSIGLIA (orgs). INFÂNCIA E
PEDAGOGIA HISTÓRICO- CRÍTICA.
MARSIGLIA, A. G. ELEMENTOS HISTÓRICOS ACERCA DA DIDÁTICA: DO
RATIO STUDIORUM À DIDÁTICA PÓS-MODERNA. Rev. Teoria e Prática
da Educação, v. 20, n.2, p. 03-18, Maio/Agosto 2017.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
1.Tendências educacionais e práticas pedagógicas
2 Planejamento: tipos, funções e finalidades
3 Avaliação da aprendizagem escolar: concepções e práticas
REFERÊNCIAS:
SAVIANI, D. Escola e democracia II: para além da teoria da curvatura da
vara. In: Escola e Democracia. Campinas: Autores Associados, 2012. (Cap.
3)
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2013
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: Estudos e
proposições. 22ª edição. São Paulo, Cortez, 2011.
Educação e Tecnologias PONTOS ENTREVISTA/PROVA
Digitais da Comunicação 1. Conhecimentos sobre as tecnologias digitais na educação;
e Informação
2. Estratégias a respeito da organização dos estudos e da mediação das
relações estabelecidas na disciplina (estudantes, professora, conteúdo);
Profa. Débora Massetto
3. Disponibilidade, atividades e possibilidades que envolvem o papel do
monitor.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
Estágio Supervisionado 4 1. Normas legais que regem o Ensino Fundamental de 9 anos
2. Pressupostos teórico-metodológicos do Estágio Supervisionado
Profa. Mônica Sales
3. A relação teoria-prática no estágio supervisionado
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Lei n.9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Brasília, DF, 1996.
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São
Paulo: Cortez, 2004
ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,
6
Fundamentos Históricos
da Educação
Profa. Cristiane M. Pepe
1998.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
1. Identidade docente
2. Educar como ato político
3. O conhecimento na formação docente
REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. SP: Paz e terra
SÊNECA. Carta 108. In: Sêneca, Cartas a Lucílio
GADOTTI, Educação e Poder. SP: Cortez
REFERÊNCIAS:
Gestão da Educação e do VASCONCELOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de EnsinoTrabalho Escolar (GETE) Aprendizagem e Projeto Político-Pedagógico. São Paulo: Libertad, 2001.
Disponível em:
Profa. Conceição Valença https://praxistecnologica.files.wordpress.com/2014/08/
vasconcellos_planejamento2.pdf
VEIGA, I. P. A. e RESENDE, L. M. G. (Orgs). Escola: espaço do Projeto
PolíticoPedagógico. São Paulo:Papirus, 1998. Disponível em:
https://www.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2014/01/PPP-segundo-IlmaPassos.pdf
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
Gestão da Educação e do 1. Organização e estrutura da educação no Brasil
Trabalho Escolar (GETE) 2. Os princípios da gestão democrática
3. Função social da escola
Profa. Elione Maria
Nogueira Diógenes
REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1996
SAVIANI, Dermeval. Escola e Democracia. 33ª Ed. Campinas/ SP. Autores
Associados, 2000. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo.v.5).
SOUZA, J.V.; CORRÊA, J. Projeto Pedagógico: a autonomia construída no
cotidiano da escola. In: VIEIRA, Sofia Lerche (Org.). Gestão Da Escola Desafios a enfrentar. Rio de Janeiro: Dp&A, 2002. pp.47-75. (Texto 2)
Política e Organização da REFERÊNCIAS:
Educação Básica no
BRASIL. Lei no 9.394. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Brasil (POEBB)
Nacional. Ministério da Educação, 1996BRASIL. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
Profa. Conceição Valença BRASIL. Lei no 13.005. Aprova o Plano Nacional de Educação PNE/Ministério da Educação, Brasília, DF, 2014. Disponível em:
https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2014/lei-13005-25-junho-2014778970-publicacaooriginal-144468-pl.html
REFERÊNCIAS:
Políticas Públicas para
BRASIL. Lei de Execução Penal. Lei n. 7.210. Congresso Nacional. Brasília,
Educação em Prisões
1984. Disponível em:
(PPEP)
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm
ALAGOAS. Resolução Normativa n. 02. Conselho Estadual de Educação.
Profa. Conceição Valença Alagoas, 2014. Disponível
em:https://normativasconselhos.mec.gov.br/normativa/view/CEEAL_Res_no_02_14_Educacao_nas_Prisoes_Corrigida.pdf
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
PPP 2 – Gênero e
1. Racismo e Sexismo no Brasil
Diversidade Étnico Racial 2. Educação, Gênero e Sexualidades
3. Leis 10.649/03 e 11.645/08 – História e Cultura Afro-brasileira e Indígena
Profa. Luíza Cristina Silva
na Educação Brasileira
Silva
REFERÊNCIAS:
GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista
Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244. Disponível em:
https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4584956/mod_resource/content/
1/06%20-%20GONZALES%2C%20L%C3%A9lia
%20%20Racismo_e_Sexismo_na_Cultura_Brasileira%20%281%29.pdf
LOURO, Guacira. Gênero e sexualidade: pedagogias contemporâneas. Pro-
7
Profissão Docente
Profa. Cristiane M. Pepe
Profissão Docente
Profa. Maria Dolores
Fortes Alves
Saberes e Didática de
Ensino de História I
Prof. Ivanildo Gomes dos
Santos
Posições, v. 19, n. 2 (56) - maio/ago. 2008, p. 17-23. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/pp/a/fZwcZDzPFNctPLxjzSgYvVC/?format=pdf
GOMES, N. L. Educação e relações raciais: refletindo sobre algumas
estratégias de atuação. In: MUNANGA, K. (Org.) Superando o Racismo na
escola, Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação
Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2005, p. 143-154.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
4. Identidade docente
5. Educar como ato político
6. O conhecimento na formação docente
REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. SP: Paz e terra
SÊNECA. Carta 108. In: Sêneca, Cartas a Lucílio
GADOTTI, Educação e Poder. SP: Cortez
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
1. A pedagogia da autonomia.
2. Os sete saberes necessários à educação do futuro.
3. O trabalho docente como profissão
REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. A pedagogia da autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
Paz e Terra, 2001.
LESSARD, Claude e TARDIF, Maurice. O trabalho docente. SP: Vozes,
2005.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. tradução
de Catarina Eleonora F. da Silva e Jeanne Sawaya; revisão técnica de
Edgard de Assis Carvalho. 2. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO,
2000.
PONTOS ENTREVISTA/PROVA
1. A Função Social da História como ciência no Brasil.
2. Conceitos e noções básicas para o ensino de história: tempo, sujeito,
fonte, memória, patrimônio, história local.
3. A disciplina história nas propostas curriculares e nos dispositivos oficiais
contemporâneos.
REFERÊNCIAS:
BITTENCOURT, Circe Fernandes. Reflexões sobre o ensino de História.
Estudos Avançados, v.32. n.93, p. 127-149, 2018. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/ea/a/WYqvqrhmppwbWpGVY47wWtp/?
format=pdf&lang=pt
PAIM, Elison Antonio. Lembrando, eu existo. In: OLIVEIRA, Margarida Maria
Dias de (coord.). História: ensino fundamental. Brasília: Ministério da
Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
SILVA, A. G. A. A BCCN e o Ensino de História para os Anos Iniciais do
Ensino Fundamental. In: BODART, C. N. (Org.), O Ensino de Humanidades
nas escolas. 1. ed. Maceió: Editora Café com Sociologia, 2019.
COORDENAÇÃO DE MONITORIA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS, AOS 19 DIAS DO MÊS DE JUNHO DO ANO DE 2023.
Profa. Dra. Jordânia de A. Souza Gaudencio
Coordenadora de Monitoria do CEDU/UFAL
Profa. Dra. Mariana Guedes Raggi
Diretora do CEDU/UFAL
8
