NORMAS COMPLEMENTARES - MONITORIA 2017.1
Normas complementares seleção monitoria CEDU 2017_1_atualizadas.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MONITORIA – 2017.1
NORMAS COMPLEMENTARES PARA O PROCESSO DE SELEÇÃO DE MONITORES PARA OS
PROFESSORES DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PARA O
ANO LETIVO DE 2017.1
Dos Objetivos do Programa de Monitoria
Art. 1º. São objetivos do Programa de Monitoria:
a) despertar no segmento discente o interesse pela docência, estimulando o desenvolvimento de habilidades
relacionadas ao seu exercício;
b) promover a melhoria do ensino de graduação através da interação dos monitores com os segmentos docente
e discente;
c) compreender a Ética como princípio que perpassa a formação da docência;
d) criar condições para o monitor aprofundar seus conhecimentos na disciplina/área, objeto do processo seletivo,
em conformidade com o Projeto Pedagógico de cada Curso;
e) auxiliar o professor em suas atividades acadêmicas de ensino, associadas com a pesquisa e a extensão.
Das atribuições do Monitor
Art. 2º. São consideradas atribuições do/a Monitor/a
a) auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, preparar material didático, atender a
alunos, e outras atribuições de acordo com o Roteiro de Atividades ao qual esteja vinculado;
b) interagir com docentes e discentes favorecendo a articulação dessas categorias;
c) avaliar o desenvolvimento do seu Roteiro de Atividades em interação com o seu orientador.
Dos Requisitos
Art. 3º. - São requisitos para o exercício da monitoria segundo a Resolução n° 55/2008-CONSUNI/UFAL:
I - ser discente regularmente matriculado em curso de graduação da UFAL;
II - ter sido aprovado na disciplina/área do conhecimento em que pretende ser monitor, com no mínimo média 7
(sete);
III - ser aprovado no processo seletivo com, no mínimo, média 7 (sete);
IV - dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria.
Das Vagas e das Bolsas de Monitoria
Art. 4º. O Centro de Educação está ofertando 20 (vinte) vagas para monitoria Com Bolsa e 37 (trinta e sete)
Sem Bolsa, conforme quadros 1 e 2 respectivamente.
Parágrafo Único: Das 20 (vinte) vagas ofertadas de Monitoria COM bolsa 15 (quinze) são para o Curso de
Pedagogia, e 05 (cinco) para o Curso de Educação Física.
Da Vigência da Monitoria
Art. 5º. O período de vigência da monitoria será de 01 de agosto a 12 de dezembro de 2017, podendo haver
prorrogação a depender da necessidade do/a professor/a orientador/a.
QUADRO 1 – MONITORIAS COM BOLSA
Disciplinas
Professor(a) Orientador(a)
Vagas
1. Alfabetização e Letramento
Dra. Adriana Cavalcanti dos Santos
01
2. Saberes e Metodologias do Ensino de História 1
Dra. Andréa Giordanna Araújo da Silva
01
3. Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática 1
Dr. Carloney Alves de Oliveira
01
1
4. Estágio Supervisionado 3 – Ensino Médio
Dra. Carolina Nozella Gama
01
5. Educação e Novas Tecnologias da Informação e
Comunicação
6. Fundamentos da Educação Infantil
Dra. Cleide Jane de Sá Araújo Costa
01
Dr. Clériston Izidro dos Anjos
01
7. Estágio Supervisionado 1 – Gestão Escolar
Dra. Edna Cristina do Prado
01
8. Metodologias de Ensino da Ginástica Geral
Dr. Eduardo Luiz Lopes Montenegro
01
9. Organização e Gestão dos Processos Educativos
Dra. Elione Maria Nogueira Diógenes
01
10. Estágio Supervisionado 1 – Gestão Escolar
Dra. Elisângela Leal de Oliveira Mercado
01
11. Estatística Educacional
Me. Eraldo de Souza Ferraz
01
Dr. Jorge Eduardo de Oliveira
01
Dr. José Jean de Oliveira Toscano
01
14. Política e Organização da Educação Básica
Dr. José Márcio Augusto de Oliveira
01
15. Pesquisa Educacional em EDF
Dra. Leonéa Vitória Santiago
01
16. Estágio Supervisionado 3 – Ensino Médio
Dra. Ma. Aparecida Pereira Viana
01
17. Política e Organização da Educação Básica
01
18. Estágio Supervisionado 1 - Educação Física
Dra. Maria da Conceição Valência da
Silva
Dra. Marta de Moura Costa
19. Planejamento, Currículo e Avaliação
Dra. Patrícia Cavalcanti Montenegro
01
20. Fundamentos Históricos da Educação e da
Pedagogia
Dra. Roseane Maria de Amorim
01
12. Projeto Político-Pedagógico,
Gestão do Trabalho Escolar
13. Cinesiologia
Organização
e
TOTAL COM BOLSA
01
20
QUADRO 2 – MONITORIA SEM BOLSA
Disciplinas
Professor(a) Orientador(a)
Vagas
1. Saberes de Metodologias do Ensino de História 1
Dra. Andréa Giordanna Araújo da Silva
01
2. Saberes de Metodologias do Ensino de História 2
Dra. Andréa Giordanna Araújo da Silva
01
3. Estágio Supervisionado 2 – Educação Infantil
Me. Andreza Fabrícia Pinheiro da Silva
01
4. Saberes e Metodologias do Ensino de Matemática 1
Dr. Carloney Alves de Oliveira
01
5. Didática
Dra. Carolina Nozella Gama
01
6. Estágio Supervisionado 3 – Ensino Médio
Dra. Carolina Nozella Gama
02
7. Fundamentos Sociológicos da Educação
Dr. Ciro Bezerra de Oliveira
02
8. Fundamentos da Educação Infantil
Dr. Clériston Izidro dos Anjos
01
9. Educação e Novas Tecnologias da Informação e
Comunicação
10. Metodologias de Ensino da Ginástica Geral
Dra. Deise Juliana Francisco
01
Dr. Eduardo Luiz Lopes Montenegro
01
2
11. Organização e Gestão dos Processos Educativos
Dra. Elione Maria Nogueira Diógenes
01
12. Estatística Educacional
Me. Eraldo de Souza Ferraz
02
13. Projeto Político Pedagógico Organização e Gestão
do Trabalho Escolar
14. Projeto Político Pedagógico Organização e Gestão
do Trabalho Escolar
15. Cinesiologia
Dr. Jailton de Souza Lira
01
Dr. Jorge Eduardo de Oliveira
01
Dr. José Jean de Oliveira Toscano
01
16. Política e Organização da Educação Básica
Dr. José Márcio Augusto de Oliveira
02
17. Educação Especial
Dra. Karina Mendonça de Vasconcellos
02
18. Fundamentos Psicopedagógicos da Educação
Dra. Karina Mendonça de Vasconcellos
02
19. Pesquisa Educação - EDF
Dra. Leonéa Vitória Santiago
01
20. Técnicas de Informática e de Comunicação - EDF
Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado
01
21. Introdução à Educação a Distância
Dra. Ma. Aparecida Pereira Viana
02
22. Política e Organização da Educação Básica
01
23. Estágio Supervisionado 1 - Educação Física
Dra. Maria da Conceição Valência da
Silva
Dra. Marta de Moura Costa
24. Metodologia das Atividades Físicas Adaptadas
Dra. Neiza de Lourdes Frederico Fumes
02
Dra. Roseane Maria de Amorim
02
Dra. Silvana Paulina de Souza
01
25. Fundamentos Históricos da Educação
Pedagogia
26. Planejamento, Currículo e Avaliação
e
da
TOTAL SEM BOLSA:
03
37
Das atribuições do Professor Orientador
Art.6º. São atribuições do Professor Orientador:
I – participar da elaboração do Roteiro de Atividades vinculado ao Plano de Monitoria da Unidade Acadêmica;
II – integrar a Coordenação de Monitoria;
III – orientar e assistir o monitor no desenvolvimento de suas atividades específicas;
IV – avaliar o desempenho do(s) monitor(es), no desenvolvimento do Roteiro de Atividades que está sob sua
responsabilidade.
Do Cronograma das atividades
Art. 7º. O Cronograma do processo seletivo da prova escrita será o seguinte:
EVENTO
Inscrições
Aplicação da Prova Escrita
Entrevista
Divulgação do resultado
DATA
05 a 12/07
14/07
14 ou 17 (Será divulgado no
dia da Prova Escrita)
21/07/2017
HORÁRIO
Das 9:00 às 21:00
às 14h
Às 14h
Das 9:00 às 21:00
LOCAL
Colegiado/CEDU
CEDU Pedagogia
Educação Física
CEDU
19:00
CEDU
Da Documentação para as Inscrições
Art. 8º. No ato da inscrição será exigida do candidato a apresentação de:
a) Comprovante de matrícula na UFAL de 2017.1.
3
b) Histórico Escolar, onde deverá ser comprovada a integralização da disciplina estabelecida no Edital, cuja vaga
pretende concorrer.
c) Declaração assinada, disponibilizando 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria e o não
acúmulo de bolsas.
Da prova de seleção
Art. 9º. O candidato à bolsa deverá redigir uma redação de um dos pontos sorteados no dia determinado para a
aplicação da Prova Escrita com base nas referências bibliográficas indicadas.
Parágrafo Único: Para obtenção da média final no processo seletivo de monitoria serão considerados os
seguintes elementos:
a) a prova escrita da disciplina, com peso 03 (três);
b) coeficiente de rendimento no semestre anterior, com peso 02 (dois);
c) média final da disciplina com peso 03 (três), e
d) entrevista com peso 02 (dois).
Dos Pontos das Provas e das Referências bibliográficas
Art. 10. Os pontos das provas de cada disciplina e as Referências Bibliográficas encontram-se em anexo a estas
Normas Complementares no quadro 3.
Das Disposições Gerais
Art. 11. Os professores contemplados com as Bolsas deverão comparecer na data estabelecida para a realização
da prova escrita, bem como, na entrevista.
Art 12. O procedimento de seleção do professor contemplado com o programa de monitoria COM BOLSA foi o
de atender todos os critérios abaixo:
a) ser docente das disciplinas obrigatórias da Pedagogia
b) ser disciplina de laboratório e de Estágio
c) número de turmas
d) número de alunos
e) atender ao prazo de envio do formulário online.
Parágrafo Único: Para o Programa de Monitoria SEM BOLSA serão aceitas todas as solicitações efetuadas à
Coordenação de Monitoria.
Art. 13. Em caso de empate, será classificado o candidato que apresentar maior média na disciplina/área do
conhecimento objeto do processo seletivo, e maior coeficiente de rendimento acumulado, nesta ordem de
prioridade.
Art. 14. Constatada a inscrição de candidato único na seleção, com média na disciplina igual ou superior a 7
(sete) a prova de seleção será dispensada, conforme preconiza o art. 11 da Resolução em vigor.
Art. 15. A classificação dos candidatos aprovados será realizada de acordo com a média final do processo
seletivo, sendo este o critério do preenchimento das vagas com bolsa e sem bolsa.
Art. 16. Após divulgação dos resultados, não havendo candidatos inscritos ou classificados em alguma das
disciplinas pleiteadas no primeiro momento da seleção, as vagas serão distribuídas para as disciplinas que não
foram contempladas com bolsas;
Art. 17 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Monitoria conjuntamente com o Pleno do Centro
de Educação.
COORDENADORIA DE MONITORIA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS, AOS 22 DIAS DO MÊS DE MAIO DO ANO DE 2017.
Prof. Eraldo de Souza Ferraz
Coordenadora de Monitoria/CEDU
Profa. Dr. Cézar Nonato Bezerra Candeias
Diretora do CEDU
4
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MONITORIA – 2016.1
ANEXO I – QUADRO 3 - PONTOS DAS PROVAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MONITORIA COM BOLSA E SEM BOLSA
DISCIPLINAS/ORIENTADORES
Alfabetização e Letramento
Profa Dra. Adriana Cavalcanti
Fundamentos da Educação Infantil
Prof. Dr. Clériston Izidro dos Anjos
PONTOS DA PROVA
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Concepções e métodos de
alfabetização
2. Letramento e Alfabetização como
processos indissociáveis
3. Letramento e Alfabetização nos anos
inicias: abordagem teóricametodológicas
FERREIRO, Emília. Reflexões Sobre a Alfabetização. 24. Ed. São Paulo:
Cortez,
2001.
MORTATTI, M. do R. L. Os sentidos da alfabetização: São Paulo
1876/1994. São Paulo:
Editora Unesp, 2000.
SOARES, Magda Becker. Brasil: Secretaria de Educação Básica. Diretoria
de Apoio á Gestão
Educacional. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 2. Ed.- Belo
Horizonte:
Autêntica: Ceale, 1999.
VAL, Maria da Graça Costa. O que é ser alfabetizado e letrado? 2004. In:
CARVALHO, Maria Angélica Freire de (org.). Práticas de Leitura e Escrita.
1. Ed.
Brasília: Ministério da Educação, 2006.
ANJOS, C. I.: SANTOS, S. E. Dossiê “Educação Infantil e Base Nacional
Comum Curricular: questões para o debate”. Debates em Educação v.8,
n.16, 2016.
FINCO, D.; BARBOSA, M. C. S.; FARIA, A. L. G. (Orgs.) Campos de
experiências na escola da infância: contribuições italianas para inventar
um currículo de educação infantil brasileiro. Campinas, SP: Edições Leitura
Crítica, 2015.
MACHADO, M. L. A. (Org.). Encontros e desencontros em Educação
Infantil. 3. Ed. São Paulo: Cortez, 2008.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, J.; KISHIMOTO, T. M.; PINAZZA, M. A. (Orgs.).
Pedagogia(s) da Infância: dialogando com o passado, construindo o futuro.
Porto Alegre: Artmed, 2006.
KUHLMANN Jr, M. Infância e Educação Infantil: uma abordagem histórica.
Porto Alegre: Mediação, 1998.
1. Educação Infantil no Brasil:
aspectos históricos, legais e
políticos
2. Educação Infantil e pedagogias
emancipatórias: experiências
nacionais e internacionais
3. Legado dos pioneiros da
Educação Infantil: Froebel,
Montessori, Dewey, Freinet e
outros.
5
Saberes e Metodologias do Ensino de
História I
Profa. Dra. Andréa Giordanna Araujo da
Silva
Saberes e Metodologias do Ensino de
História 2
Profa. Dra. Andréa Giordanna Araujo da
Silva
Educação e Novas Tecnologias da
Comunicação e Informação
Profa. Dra. Cleide Jane de Sá Araújo
Costa
1. As Correntes historiográficas e a
composição das práticas do ensino da
História do Brasil, no Ensino
Fundamental;
2 A história como disciplina dos anos
iniciais da Educação Básica no Brasil
(séculos XIX e XX);
3. As propostas curriculares oficiais para
o ensino da História (séculos XX e XXI);
Fundamentos e métodos no ensino de
História;
Ensino de História do Brasil: os
movimentos de resistência dos negros
e dos povos indígenas no Brasil;
Fontes e os recursos pedagógicos no
ensino de História.
1. As Tecnologias da Informação e 1 Impactos das TIC sobre a educação –
século XX
2 - A incorporação das TIC na educação
3- Mediação Pedagógica e o uso das
Tecnologias
BARROS, José D’Assunção. Teoria da História, volume V: A escola dos
Annales e a Nova História. Petrópolis: Vozes: 2012.
DANTAS, Simone Aparecida Borges. História e historiografia nos
séculos XIX e XXI: do cientificismo à história cultural. 2007. Disponível em:
http://www.congressohistoriajatai.org/anais2007/doc%20(51).pdf.
FONSECA, Thais N. História e ensino de história. Belo Horizonte:
Autêntica, 2004.
FONSECA, Selva G. Caminhos da História ensinada. Campinas, Papirus,
2008.
OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino fundamental.
Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&ali
as=7839-2011-historia-capa-pdf&category_slug=abril-2011pdf&Itemid=30192
ALBUQUERQUE, Wlamyra; FRAGA FILHO, Walter. Uma história do
negro no Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília:
Fundação Cultural Palmares, 2006.
BITTENCOURT, Circe. Ensino de história: fundamentos e métodos.
São Paulo: Cortez, 2009.
CAMARGO, Fernando. As fontes históricas. Disponível em:
http://filoinfo.net/disciplinasonline/pluginfile.php/3041/mod_resource/content/
1/AS%20FONTES%20HIST%C3%93RICAS.pdf.
LUCIANO. Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você
precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização
e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.
BARBA Carme, CAPELLA Sebastià ( org.). Computadores em sala de
aula: métodos e usos. Porto Alegre: Penso, 2012
COLL César, MONEREO Carles (orgs). Psicologia da Educação virtual:
aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação.
Porto Alegre: Artmed,
KENSKI, Vaní Tecnologias e ensino presencial e a distância.
Campinas: Papirus, 2003
KENSKI, Vaní. Educação e tecnologias: o novo ritmo da educação.
Campinas: Papirus, 2007
6
Didática
Profa. Dra. Carolina Nozella Gama
Estágio Supervisionado 1 – Gestão
Escolar
Profa. Dra. Edna Cristina do Prado
Organização e Gestão dos Processos
Educativos
Prof. Dra.
Diógenes
Elione
Maria
Nogueira
Política e Organização da Educação
Básica
Prof. Dr. José Márcio Augusto de Oliveira
1 - As teorias da educação e as teorias
pedagógicas
2 - Fundamentos da prática pedagógica
(concepção de ser humano; trabalho
educativo; educação escolar e
desenvolvimento do psiquismo)
3 - Componentes do processo de ensino
e aprendizagem (a prática pedagógica
em sua expressão crítica)
SAVIANI, D. As teorias da educação e o problema da marginalidade. In:
SAVIANI, D. Escola e democracia. 42. ed. Campinas: Autores
Associados, 2012.
SAVIANI, D. Sobre a natureza e a especificidade da educação. In:
SAVIANI, D. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações.
Campinas: Autores Associados, 2008.
MARSIGLIA, A. C. G. A prática pedagógica histórico-crítica na
educação infantil e ensino fundamental. Campinas: Autores
Associados, 2011.
LIBÂNEO, J. C. Desenvolvimento histórico da Didática e tendências
pedagógicas. In: Didática. São Paulo: Cortez, 2013.
PASQUALINI, J.C. Periodização do desenvolvimento psíquico à luz da
escola de Vigotski: a teoria histórico-cultural do desenvolvimento infantil e
suas implicações pedagógicas. In: MARSIGLIA, A. C. G. (Org.). Infância e
pedagogia histórico-crítica. Campinas-SP: Autores Associados, 2013. p.
211-243.
1 - Política e Organização da Educação
Básica no Brasil
2 - Projeto Pedagógico, Organização e
Gestão do Trabalho Escolar
3 - Estágio Supervisionado I - Gestão
Educacional
PIMENTA, S. O estágio na formação de professores: unidade teoria e
prática. São Paulo: Cortez, 1995.
PIMENTA, S. (et al) Estagio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.
PRADO, Edna. Gestão Educacional. Estágio na Licenciatura em
Pedagogia. Série Estágios. Edufal 978-85-717-7683-8. Vozes. ISBN 978-85326-4351-3, Petrópolis/Maceió, 2012.
1 Estrutura e organização dos espaços
formais de educação
2 Concepção de educação formal
3 Concepção de educação não formal
LIBÂNEO, José Carlos. Educação Escolar: políticas, estruturas e
organização / JoséCarlos Libâneo, João Ferreira de Oliveira, Mirza Seabra
Toschi – 9. Ed. – São Paulo: Cortez, 2010. – (Coleção Docência em
Formação / coordenação Antônio Joaquim Severino, Selma Garrido
Pimenta).
SAVIANI, D. Educação brasileira: estrutura e sistema. 10. ed. Campinas:
Autores Associados, 2008.
1. A LDB e a recente ampliação da
CURY, Carlos R. A educação básica como direito. Cadernos de
obrigatoriedade na Educação Básica;
Pesquisa, v. 38, n. 134, p. 293-303, maio/ago. 2008.
2. Três décadas da Constituição Federal ANPED. (Documento) Por um Plano Nacional de Educação (2011-2020)
Brasileira de 1988 e seus impactos da
como política de Estado. Rio de Janeiro/ 2011.
na Educação Básica.
PINTO, José Marcelino R. & ALVES, Thiago. Ampliação da
3. Desafios da implementação do novo
obrigatoriedade na educação básica. Revista Retratos da Escola,
Plano Nacional da Educação(2014Brasília, v. 4, n. 7, p. 211-229, jul./dez. 2010.
2024): Educação Básica;
7
Estágio
Supervisionado
Educação Física
1
em
Profa .Dra. Marta de Moura Costa
Estágio Supervisionado 3 - Ensino
Médio – Pedagogia
Profa. Dra. Ma. Aparecida Viana
1. Direitos de aprendizagem e
desenvolvimento na educação infantil
2. os campos de experiências, direitos e
objetivos de aprendizagem no ensino da
educação física na educação infantil
3 O desenvolvimento de competências e
capacidades no contexto de ensino e de
aprendizagem da educação física na
educação infantil.
BRASIl. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: A
etapa da educação infantil. Proposta preliminar.rev. Brasília, DF: 2016
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes
curriculares nacionais para a educação infantil / Secretaria de Educação
Básica. – Brasília : MEC, SEB, 2010.
Maceió, Secretaria Municipal de Educação. Orientações curriculares para
educação infantil da rede municipal de Maceió. Maceió: Edufal,201
1. Estágio Diferentes Concepções
2. A
Docência
e
o
Estágio
Supervisionado
como
núcleo
articulador
da
formação
profissional
3. Planejamento e Avaliação do
Estágio, definindo ações
Estatística Educacional
Prof. Me. Eraldo de Souza Ferraz
Fundamentos
Educação
Sociológicos
Prof. Dr. Ciro Bezerra de Oliveira
da
PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade
teoria e prática. SP: Cortez, 2005
PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São
Paulo: Cortez, 2006.
CARVALHO, Gislene T. R. D; ROCHA, Vera H. R. Formação de
Professores e Estágios Supervisionados: relatos e reflexões. São
Paulo: Andross, 2004.
FREITAS, Helena C. de. O trabalho como princípio orientador na
prática de ensino e no estágio. SP: Papirus, 1991.
MELO, Kátia Maria Silva de. Formação e profissionalização
docente: o discurso das competências, Maceió, Edufal, 2007.
1. Retrospectiva histórica do conceito
de Estatística;
2. Séries Estatísticas: tipos, elementos
essenciais da tabela, tipos e usos dos
gráficos;
3. A importância da Estatística na
educação.
GONÇALVES, Fernando Antônio. Estatística Descritiva: uma introdução.
Editora Atlas, 1977. (pp 20-23)
OLIVEIRA, Terezinha de F.R. Estatística Aplicada à Educação – Rio de
Janeiro: LTC, 1974. 148 pp: il. (519.22)
SANTOS, B. C.; HAUSER, M. W.; GARBUIO, P. R. Estatística
Educacional. Disponível em:
<http://www.faculdadesagradafamilia.com.br/admin/anexos/EstatisticaEduca
cional.pdf> Acesso em: 19 ago 2014.
1 – Contribuições das Abordagens
Positivistas à Sociologia da Educação
(Comte, Durkheim e Weber).
2 – Contribuições das Abordagens
Marxistas à Sociologia da Educação
(Marx, Gramsci e Mèzàros).
3 – Contribuições das Abordagens
Heterodoxas à Sociologia da Educação
(Habermas e Foucault)
Praxedes e Piletti – Introdução à Sociologia da Educação. São Paulo: Ática,
2000
8
Introdução à Educação a Distância
Profa. Dra. Maria Aparecida Pereira
Viana
Educação e Tecnologia da Informação
e Comunicação
1. Educação a Distância no
contexto atual
2. A formação de professores em
Ambiente Virtuais de Ensino e
aprendizagem
3. A EAD e os Ambientes Virtuais
de Aprendizagem
1. Educação e TIC
2. Metodologias e TIC na sala de aula
3. Curriculo e TIC
Profa. Dra. Deise Juliana Francisco
Política e Organização da Educação
Básica
Profa. Dra. Maria da Conceição Valença
da Silva
Estágio Supervisionado I – Gestão
Escolar
Profa. Dra. Elisângela Leal de Oliveira
Mercado
1 Educação como política pública social
2 Educação Básica: bases legais
3 Educação Básica no contexto do
Plano Nacional de Educação: alguns
destaques
1. Estagio, Pesquisa e Formação do
Gestor Escolar
2. Abordagens teoricas e metodologicas
do estagio supervisionado
3. Estágio supervisionado nos espaços
escolares e não escolares no processo
de constituição da identidade profissional
do gestor
ALVES, Lynn; NOVA, Cristiane (org). Educação a distância: uma nova
concepção de aprendizado e interatividade. São Paulo: Futura, 2003.
BARBOSA, Rommel M. (org.). Ambientes virtuais de aprendizagem. Porto
Alegre: Artmed, 2005.
BELONNI, Maria L. Educação a distância. Campinas: Autores Associados,
1999.
MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: uma visão
integrada. São Paulo: Thomson, 2007.
MOORE, Michael; KEARSLEY, Greg. Educação a distância: uma visão
integrada. São Paulo: Thomson, 2007.
COSTA, Maria Luisa Furlan. Educação a Distância no Brasil: Avanços e
Perspectivas. Maringá: Eduem, 2013.
HARASIM, Linda et alii. Redes de aprendizagem: guia para o ensino e
aprendizagem on-line. São Paulo: SENAC, 2005.
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e Tempo Docente. Campinas, SP:
Papirus, 2013. (Coleção Papirus Educação).
MERIJE, Wagner. Mobimento: Educação e Comunicação Mobile. São
Paulo: Petrópolis, 2012.
SIBILIA, Patrícia. Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Rio
de Janeiro: Contraponto, 2012.
BRASIL. Lei nº 9.394. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. Ministério da Educação, 1996.
BRASIL. Plano Nacional de Educação - PNE/Ministério da Educação,
Brasília, DF, 2014.
BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 4. Define Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a Educação Básica. Ministério da Educação, 2010.
LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Feirrrea de; TOSCHI, Mirza
Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo:
Cortez, 2011.
GHEDIN, Evandro et. aL. Estágio com pesquisa. São Paulo: Cortez, 2015
PIMENTA, Selma G. (et al) Estagio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.
PRADO, Edna. Estagio na licenciatura em Pedagogia II: gestão
educacional. Petropolis: Vozes, 2012
9
Fundamentos Históricos da Educação
e da Pedagogia
Profa. Dra. Roseane Maria de Amorim
Projeto Pedagógico, Organização e
Gestão do Trabalho Escolar
Prof. Dr. Jorge Eduardo de Oliveira
Saberes e Metodologias do Ensino da
Matemática 1
Prof. Dr. Carloney Alves de Oliveira
Planejamento, Currículo e Avaliação
Profa. Dra. Silvana Paulina de Souza
1 Sujeitos da ação educativa no período
imperial
2 Característica da Educação na
Modernidade
3 Característica da Educação na
Contemporaneidade
1. Escola
como
Organização
complexa;
2. Gestão Democrática da
Educação;
3. Projeto Pedagógico como
expressão do planejamento
participativo
GONDRA, José Gonçalves; SCHUELES, Alessandra. Educação, poder e
sociedade no império brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008. Eixo 1 Educação e
sociedade ontem e hoje. Sujeitos da ação Educativa p.155 a 270.
CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Unesp, 1999.
GANDIN, Danilo. A Posição do Planejamento Participativo entre as
Ferramentas de Intervenção na Realidade. Currículo sem Fronteiras, v.1, n.1,
pp.81-95, Jan/Jun 2001 Disponível em: www.curriculosemfronteiras.org.>
Acesso em 08.08.2013.
LIBÂNEO, J. C. O Sistema de Organização e Gestão da Escola. Disponível
em
http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/32/3/LDB_Gest%C3
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MEYER JR, Victor. A Escola como Organização Complexa. IN: EYNG, Ana
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Superior: desafios e perspectivas. Ijui-RS: Ed. Unijuí, 2007. pp. 231-262.
VEIGA, Ilma Passos. Perspectivas para a reflexão em torno do projeto
político-pedagógico. IN: Escola: Espaço do Projeto Político-Pedagógico.
Campinas/SP: Papirus, 1998
1. O Laboratório de Ensino da
Matemática como espaço de formação
docente
2. Resolução de Problemas no Ensino
de Matemática
3. Tecnologias Digitais e Educação
Matemática
LORENZATO, S. (Org.). O Laboratório de Ensino de matemática na
formação de professores. Campinas, SP: Autores Associados, 2006.
(Coleção formação de professores)
SMOLE, K. S; DINIZ, M. I. Ler, escrever e resolver problemas:
habilidades básicas para aprender Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BORBA, M. C; CHIARI, A. (Org.). Tecnologias Digitais e Educação
Matemática. São Paulo: Livraria da Física, 2013.
1. Planejamento pedagógico: ações e
modo de agir na sala de aula.
2. O Currículo e as escolhas para o agir
a sala de aula.
3. A avaliação como instrumento da
tomada de decisão.
LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo:
Cortez, 1995.
HERNÄNDEZ, Fernando; VENTURA, Montserrat. A organização do
currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. 5ª.
Ed.Porto Alegre, Artes Médicas, 1998.
SAVIANI, Nereide. Saber escolar, currículo e didática. São Paulo, Ed.
Autores Associados, 1994.
10
Fundamentos Psicopedagógicos da
Educação
Profa.
Dra. Karina de Mendonça
Vasconcellos
Educação Especial
Profa. Dra.
Vasconcellos
Karina
de
Mendonça
Estágio Supervisionado 2 – Educação
Infantil
Profa. Me. Andreza Fabrícia Pinheiro da
Silva
Fundamentos
Educação
Sociológicos
Prof. Dr.Cristiano das Neves Bodart
da
1. A Epistemologia Genética de Piaget: a
construção da inteligência e suas
implicações para a educação.
2. A Teoria Sócio Histórica de Vygotsky:
o papel do professor como mediador e
promotor do desenvolvimento do
estudante.
3. A Teoria da Pessoa Completa de
Wallon: a integração entre os campos
funcionais e a educação para além da
cognição.
WADSWORTH. B. J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de
Piaget: fundamentos do construtivismo. São Paulo: Pioneira, 1996.
OLIVEIRA, M. K. Desenvolvimento e aprendizado. In:______ Vygostky:
aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. São Paulo:
Scipione, 1993.
GALVÃO, I. Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento
infantil. Petrópolis: Vozes, 1995
CUNHA, M.V. Psicologia da Educação. Rio de Janeiro: Lamparina, 2015.
1. Educação Inclusiva e Igualdade
Social: princípios e história.
2. O Atendimento Educacional
Especializado como política.
3. Necessidades Educacionais
Especiais: definição e classificação
CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva com os pingos nos is. Porto
Alegre: Mediação, 2004.
LIMA, Priscila Augusta. Educação inclusiva e igualdade social: o desafio da
qualificação. São Paulo: EDUSC, 2001.
SANTOS, Martinha Clarete. Educação especial e inclusão: por uma
perspectiva universal. Revista Retratos da Escola, Brasília, V.7, n13,
Jul/dez. 2013.
MENDES, Eniceia Gonçalves & MALHEIRO, Cícera A. Lima. Sala de
recursos multifuncionais. In: MIRANDA, Therezinha & GALVÃO, Teófilo
(Orgs.). O professor e a educação inclusiva. Salvador: EDUFBA, 2012.
1. Conhecendo a instituição e os grupos
de crianças: as especificidades da
Educação Infantil
2. Pesquisas com crianças: observação
e registro em diário de campo
3. A hora da prática: reflexões, projetos,
planejamento e intervenções em
creches e pré-escolas
CORSARO, Willian. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos
estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc., Campinas, vol. 26, n. 91, p.
443-464, Maio/Ago. 2005. Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br Acesso em
14/06/2013 GEPEDISC. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e
pesquisa. Campinas, SP: Autores associados, 2011.
GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São
Paulo: Cortez, 2009.
MELLO, A. M. O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
OSTETTO, L. E. (Org.).Encontros e encantamentos na educação infantil. 10ª ed.
Campinas, SP: Papirus, 2012 OSTETTO, L. E. (org.) Educação Infantil: saberes e
fazeres da formação de professores. 4 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.
1 – Contribuições de Bourdieu para
pensarmos a educação
2 - Contribuições de Durkheim para
pensarmos a educação
3 - Contribuições de Weber para
pensarmos a educação
RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 4 edª. Coleção: O que
você precisa saber sobre. Rio de Janeiro: DP&A editora, 2003.(Cap.II e Cap.
III).
NOGUEIRA, Maria Alice; NOGUEIRA, Cláudio M. Martins. Bourdieu & a
Sociologia. Autêntica: Belo Horizonte, 2016. (Segunda Parte, p.49-86).
11
Pesquisa Educacional
Licenciatura
–
EDF
–
Profa. Dra. Leonéa Vitória Santiago
Metodologia de Ensino da Ginástica
Geral
Prof.
Dr.
Montenegro
Eduardo
Luiz
Lopes
Metodologia das Atividades Físicas
Adaptadas
Profa. Dra. Neiza de Lourdes Frederico
Fumes
Cinesiologia
Prof. Dr. José Jean de Oliveira Toscano
1. A natureza do conhecimento em
geral e do conhecimento científico
em particular.
2. Da construção da problemática
teórica à formulação de projetos de
pesquisa.
3. Os
métodos
quantitativos
e
qualitativos na ciência da educação.
ANDRÉ, Marli Eliza D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus,
2005.
FAZENDA, Ivani. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo:Cortez,
2001.
GAMBOA, Silvio A. Sánchez. Epistemologia da pesquisa em educação.
Universidade Estadual de Campinas: UNICAMP - SP, (Doutorado) 1990.
LUDKE, Menga. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo:
EPU, 2006.
SEVERINO, Antônio J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez,
2006.
1 – Organização de unidades didáticas
em Ginástica Geral para as aulas de EF
no ensino fundamental I.
2 – Os conteúdos da Ginástica Geral na
sistematização do ensino da educação
física escolar: possibilidades de
intervenção na educação básica.
3 – O conteúdo da Ginástica Geral
aplicada a escolares do ensino médio:
possibilidades avaliativas
Documento preliminar à base nacional comum curricular. MEC, 2016.
ALAGOAS. Secretaria de Estado da Educação e do Esporte – SEE
Referencial curricular da educação básica da rede estadual de ensino de
Alagoas: linguagens/ Secretaria de Estado de Educação e Esportes. – 1ª ed.
Maceió, 2014.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino da Educação Física. São
Paulo: Cortez, 1992.
GAYA, Adroaldo Cézar Araújo. Projeto esporte Brasil: manual de testes e
avaliação.
Porto
Alegre:
UFRGS,
2016.
Disponível
em:
<https://www.proesp.ufrgs.br>
SHARKEY, Brian.Aptidão física ilustrada. Porto Alegre: artemed,2012.
1. Inclusão escolar: base legal e seus
princípios
2. Atividade Física Adaptada
3. Organização e planejamento de
Atividades Físicas Adaptadas
RODRIGUES, D.(org). Inclusão e Educação: doze olhares sobre a educação
inclusiva. São Paulo, Summus, 2006.
RODRIGUES, D. Atividade Física Adaptada. Artmed, 2006.
GORGATTI, Márcia G; COSTA, Roberto F. Atividade Física Adaptada. São Paulo:
Manole, 2013.
MAUERBERG, E. Atividade Física Adaptada. Ribeirão Preto, Novo Conceito, 2011.
BRASIL. MEC. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva. 2008.
1 – Cinesiologia do Tronco e MMSS
2 – Cinesiologia do Quadril e MMII
3 – Avaliação Postural
THOMPSON, W. C.; FLOYD, R. T. Manual de Cinesiologia Estrutural. 14a
ed. São Paulo: Manole, 2004.
BANKOFF, A.D.P. Morfologia e Cinesiologia aplicada ao movimento.
Guanabara Koogan, 2007.
MIRANDA, E. Bases da anatomia e cinesiologia. 5aed. Rio de Janeiro:
Sprint, 2006.
12
Planejamento, Currículo e Avaliação e
Estágio curricular 4
Profa. Dra. Patrícia Cavalcanti Ayres
Montenegro
Técnicas de Informática
Comunicação - EDF
e
1 Orientações curriculares nacionais
para o ensino médio (portal do MEC)
2 Orientações curriculares nacionais
para a educação infantil I e II (portal do
MEC)
3 Referencial curricular da rede estadual
de educação de Alagoas (portal da
BNCC)
de
Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado
1. Tecnologia e educação
2. Softwares e aplicativos para Educação
3. Inclusão digital
ALAGOAS. Secretaria de Estado da Educação e do Esporte – SEE
Referencial Curricular da Educação Básica da Rede Estadual de Ensino de
Alagoas. 224p. Educação Básica.Referencial curricular. Linguagens. 1ª
Edição. MaceióAL,2014. Disponível em:
Linguagens, códigos e suas tecnologias / Secretaria de Educação Básica. –
Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.
239 p. (Orientações curriculares para o ensino médio ; volume 1)
Ministério da Educação / Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização
e Diversidade. Orientações e Ações para Educação das Relações ÉtnicoRaciais Brasília: SECAD, 2006
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular.
Proposta preliminar. Segunda versão revista. Brasília: MEC, 2016.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/documentos/bncc2versao.revista.pdf> Acesso em: 23 mar. 2017.
KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e Tempo Docente. Campinas, SP:
Papirus, 2013. (Coleção Papirus Educação).
MERCADO, Luís Paulo L. (org). Percursos na formação de professores com
tecnologias da informação e comunicação. Maceió: Edufal, 2007.
13
