NORMAS COMPLEMENTARES DE INSCRIÇÃO PARA MONITORIA 2018.1

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Normas complementares seleção monitoria CEDU 2018_1_retificada em 22_maio.pdf
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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MONITORIA – 2018.1
NORMAS COMPLEMENTARES PARA O PROCESSO DE SELEÇÃO DE MONITORES PARA OS
PROFESSORES DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS PARA O
ANO LETIVO DE 2018.1
Retificada em 22/05/2018
Dos Objetivos do Programa de Monitoria
Art. 1º. São objetivos do Programa de Monitoria:
a) despertar no segmento discente o interesse pela docência, estimulando o desenvolvimento de habilidades
relacionadas ao seu exercício;
b) promover a melhoria do ensino de graduação através da interação dos monitores com os segmentos docente
e discente;
c) compreender a Ética como princípio que perpassa a formação da docência;
d) criar condições para o monitor aprofundar seus conhecimentos na disciplina/área, objeto do processo seletivo,
em conformidade com o Projeto Pedagógico de cada Curso;
e) auxiliar o professor em suas atividades acadêmicas de ensino, associadas com a pesquisa e a extensão.
Das atribuições do Monitor
Art. 2º. São consideradas atribuições do/a Monitor/a
a) auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos e experimentais, preparar material didático, atender a
alunos, e outras atribuições de acordo com o Roteiro de Atividades ao qual esteja vinculado;
b) interagir com docentes e discentes favorecendo a articulação dessas categorias;
c) avaliar o desenvolvimento do seu Roteiro de Atividades em interação com o seu orientador.
Dos Requisitos
Art. 3º. - São requisitos para o exercício da monitoria segundo a Resolução n° 55/2008-CONSUNI/UFAL:
I - ser discente regularmente matriculado em curso de graduação da UFAL;
II - ter sido aprovado na disciplina/área do conhecimento em que pretende ser monitor, com no mínimo média 7
(sete);
III - ser aprovado no processo seletivo com, no mínimo, média 7 (sete);
IV - dispor de 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria.
Das Vagas e das Bolsas de Monitoria
Art. 4º. O Centro de Educação está ofertando 16 (dezesseis) vagas para monitoria Com Bolsa e 22 (vinte e
duas) Sem Bolsa, conforme quadros 1 e 2 respectivamente.
Da Vigência da Monitoria
Art. 5º. O período de vigência da monitoria será de 06 de julho até o final de 2018.1, podendo haver
prorrogação para 2018.2 a depender da necessidade do/a professor/a orientador/a. Havendo a
prorrogação da monitoria a bolsa não será interrompida no período de recesso entre os dois semestres
de 2018.
QUADRO 1 – MONITORIAS COM BOLSA
Disciplinas

Saberes e Metodologias do
Ensino de História 1
Estágio Supervisionado 2 –
Educação Infantil

Professor(a) Orientador(a)

Vagas

Andréa Giordanna Araújo da Silva

01

Disponibilid
ade do
turno*
M/V/N

Andreza Fabricia Pinheiro da Silva

01

M

1

Profissão docente

Cristiane Marcela Pepe

01

M/V

3

–

Deise Juliana Francisco

01

N

1

–

Elisângela Leal de Oliveira Mercado

01

M

2

–

Elza Maria da Silva

01

M

Eraldo de Souza Ferraz

01

M/V/N

Política e Organização da
Educação Básica
Organização e Gestão dos
Processos Educativos
Projeto
Político-Pedagógico,
Organização e Gestão do
Trabalho Escolar
Projeto
Político-Pedagógico,
Organização e Gestão do
Trabalho Escolar
Política e Organização da
Educação Básica
Política e Organização da
Educação Básica
Leitura e Produção Textual em
Língua Portuguesa
Didática

Geórgia Sobreira dos Santos Cêa

01

V

Irailde Correia de Souza Oliveira

01

M/V/N

Jailton de Souza Lira

01

M

Jorge Eduardo de Oliveira

01

M/V/N

José Márcio Augusto de Oliveira

01

M

Maria da Conceição Valência da Silva

01

N

Rosângela Oliveira Cruz Pimenta

01

M/V

Rosemeire Reis da Silva

01

V/N

Currículo

Silvana Paulina de Souza

01

V

Estágio Supervisionado
Ensino Médio
Estágio Supervisionado
Gestão Escolar
Estágio Supervisionado
Educação Infantil
Estatística Educacional

TOTAL COM BOLSA

16

* O professor deseja que o/a aluno/a tenha disponibilidade para acompanhamento, pelo menos, em um
dos turnos apontados na coluna 4.
QUADRO 2 – MONITORIA SEM BOLSA
Disciplinas

Professor(a) Orientador(a)

Vagas

1. Saberes de Metodologias do
Ensino de História 1
2. Saberes de Metodologias do
Ensino de História 2
3. Estágio Supervisionado 2 –
Educação Infantil
4. Estágio Supervisionado 2 –
Educação Infantil
5. Leitura e Produção Textual em
Língua Portuguesa
1. Organização e Gestão dos
Processos Educativos
6. Estágio Supervisionado 3 –
Ensino Médio
7. Estatística Educacional

Dra. Andréa Giordanna Araújo da Silva

01

Disponibilid
ade do
turno*
M/V/N

Dra. Andréa Giordanna Araújo da Silva

01

M/V/N

MSc. Andreza Fabrícia Pinheiro da Silva

01

M

MSc. Elza Maria da Silva

01

M

Dra. Rosângela Oliveira Cruz Pimenta

01

M/V

MSc. Irailde Correia de Souza Oliveira

02

M/V/N

Dra. Deise Juliana Francisco

01

N

MSc. Eraldo de Souza Ferraz

02

M/V/N

8. Política e Organização da
Educação Básica
9. Política e Organização da
Educação Básica
10. Alfabetização e Letramento

Dr. José Márcio Augusto de Oliveira

01

M

Dra. Maria da Conceição Valência da Silva

01

N

Dra. Silvana Paulina de Souza

01

M

2

11. Educação e Meio ambiente

MSc. Maria Helena Ferreira pastor Cruz

03

2. Estágio Supervisionado 1 –
Gestão Escolar
3. Currículo

Dra. Elisângela Leal de Oliveira Mercado

01

Dra. Silvana Paulina de Souza

01

M

4. Tecnologia da Informação e
comunicação
Didática

Dra. Cleide Jane de Sá Araújo Costa

02

M

Rosemeire Reis da Silva

02

V/N

TOTAL SEM BOLSA:

M/V/N

22

* O professor deseja que o/a aluno/a tenha disponibilidade para acompanhamento, pelo menos, em um
dos turnos apontados na coluna 4.
Das atribuições do Professor Orientador
Art.6º. São atribuições do Professor Orientador:
I – participar da elaboração do Roteiro de Atividades vinculado ao Plano de Monitoria da Unidade Acadêmica;
II – integrar a Coordenação de Monitoria;
III – orientar e assistir o monitor no desenvolvimento de suas atividades específicas;
IV – avaliar o desempenho do(s) monitor(es), no desenvolvimento do Roteiro de Atividades que está sob sua
responsabilidade.
Do Cronograma das atividades

Art. 7º. O Cronograma do processo seletivo será o seguinte:
EVENTO
Inscrições
Aplicação da Prova Escrita

Entrevistas
Divulgação do resultado

DATA
18 a 22/06
26/06

HORÁRIO
Das 9:00 às 21:00
às 14h

LOCAL
Colegiado/CEDU
CEDU Pedagogia

Será publicado no quadro de
aviso.
03/07/2018

Das 9:00 às 21:00

CEDU

17:00

CEDU

Da Documentação para as Inscrições
Art. 8º. No ato da inscrição será exigida do candidato a apresentação de:
a) Comprovante de matrícula na UFAL de 2018.1.
b) Histórico Escolar, onde deverá ser comprovada a integralização da disciplina estabelecida no Edital, cuja vaga
pretende concorrer.
c) Declaração assinada, disponibilizando 12 (doze) horas semanais para as atividades de monitoria e o não
acúmulo de bolsas, que consta na própria ficha de inscrição.
Da prova de seleção
Art. 9º. O candidato à bolsa deverá redigir uma redação de um dos pontos sorteados no dia determinado para a
aplicação da Prova Escrita com base nas referências bibliográficas indicadas.
Parágrafo Único: Para obtenção da média final no processo seletivo de monitoria serão considerados os
seguintes elementos:
a) a prova escrita da disciplina, com peso 03 (três);
b) coeficiente de rendimento no semestre anterior, com peso 02 (dois);
c) média final da disciplina com peso 03 (três), e
d) entrevista com peso 02 (dois).
Dos Pontos das Provas e das Referências bibliográficas
Art. 10. Os pontos das provas de cada disciplina e as Referências Bibliográficas encontram-se em anexo a estas
Normas Complementares no quadro 3.

3

Das Disposições Gerais
Art. 11. Os professores contemplados com as Bolsas deverão comparecer na data estabelecida para a realização
da prova escrita, bem como, na entrevista.
Art 12. O procedimento de seleção do professor contemplado com o programa de monitoria COM BOLSA foi o
de atender todos os critérios abaixo:
a) maior número de alunos na disciplina do Curso de Pedagogia que solicita a Monitoria remunerada;
b) Maior número de turmas na disciplina do Curso de Pedagogia que solicita a Monitoria remunerada;
c) Disciplinas práticas e/ou Estágios Supervisionados;
d) Ser Docente do Curso de Pedagogia e atender o maior número de turmas e alunos em outras Licenciaturas
na mesma disciplina.
§ 1º. Se o recebimento dos Planos de Monitoria com Bolsa for igual às vagas destinadas, NÃO HAVERÁ
NECESSIDADE DE UTILIZAÇÃO DOS CRITÉRIOS descritos no caput deste artigo.
§ 2º. Para o Programa de Monitoria SEM BOLSA serão aceitas todas as solicitações efetuadas à Coordenação
de Monitoria.
Art. 13. Em caso de empate, será classificado o candidato que apresentar maior média na disciplina/área do
conhecimento objeto do processo seletivo, e maior coeficiente de rendimento acumulado, nesta ordem de
prioridade.
Art. 14. Constatada a inscrição de candidato único na seleção, com média na disciplina igual ou superior a 7
(sete) a prova de seleção será dispensada, conforme preconiza o art. 11 da Resolução em vigor.
Art. 15. A classificação dos candidatos aprovados será realizada de acordo com a média final do processo
seletivo, sendo este o critério do preenchimento das vagas com bolsa e sem bolsa.
Art. 16. Após divulgação dos resultados, não havendo candidatos inscritos ou classificados em alguma das
disciplinas pleiteadas no primeiro momento da seleção, as vagas serão distribuídas para as disciplinas que não
foram contempladas com bolsas;
Art. 17 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Monitoria conjuntamente com o Pleno do Centro
de Educação.
COORDENADORIA DE MONITORIA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS, AOS 21 DIAS DO MÊS DE MAIO DO ANO DE 2018.

Prof. Eraldo de Souza Ferraz
Coordenadora de Monitoria/CEDU

Prof. Dr. Jorge Eduardo de Oliveira
Diretor do CEDU

4

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE EDUCAÇÃO
COORDENAÇÃO DE MONITORIA – 2018.1
ANEXO I – QUADRO 3 - PONTOS DAS PROVAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MONITORIA COM BOLSA E SEM BOLSA
DISCIPLINAS/ORIENTADORES

Alfabetização e Letramento
Profa Dra Silvana Paulina De Souza

Saberes e Metodologias do Ensino de
História I
Profa. Dra. Andréa Giordanna Araujo da Silva

Saberes e Metodologias do Ensino de
História 2
Profa. Dra. Andréa Giordanna Araujo da Silva

Didática
Profa. Dra. Rosemeire Reis da Silva

PONTOS DA PROVA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Alfabetização como processo de
aprendizado da leitura e da escrita
2. Letramento é o desenvolvimento do uso
competente da leitura e escrita
3. Diferenças entre a alfabetização e
letramento

 SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica,
1999.
 STREET, Brian. Letramentos sociais: abordagens críticas do letramento no
desenvolvimento, na etnografia e na educação; tradução Marcos Bagno. - 1. ed. - São
Paulo: Parábola Editorial, 2014.
 VIGOTSKI, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. Tradução Paulo
Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

1. As Correntes historiográficas e a
composição das práticas do ensino da
História do Brasil;
2 A história como disciplina dos anos iniciais
da Educação Básica no Brasil (séculos XIX e
XX);
3. Patrimônio Histórico e memória.

1. BARROS, José D’Assunção. Teoria da História, volume V: A escola dos Annales
e a Nova História. Petrópolis: Vozes: 2012.
2. DANTAS, Simone Aparecida Borges. História e historiografia nos séculos XIX e
XXI: do cientificismo à história cultural. 2007. Disponível em:
http://www.congressohistoriajatai.org/anais2007/doc%20(51).pdf.
3 FONSECA, Thais N. História e ensino de história. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
4 OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de (coord.). História: ensino fundamental. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=78392011-historia-capa-pdf&category_slug=abril-2011-pdf&Itemid=30192.
1.ALBUQUERQUE, Wlamyra; FRAGA FILHO, Walter. Uma história do negro no
Brasil. Salvador: Centro de Estudos Afro-Orientais; Brasília: Fundação Cultural
Palmares, 2006.
2. LUCIANO. Gersem dos Santos. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre
os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

1.Ensino de História do Brasil: os
movimentos de resistência dos negros e dos
povos indígenas no Brasil;
2. Fontes e os recursos pedagógicos no
ensino de História;
3. Os sujeitos sociais no livro Didático de
História: ausência e/ou presença
estereotipada
1 Tendências Pedagógicas
2 Concepções de Didática
3 Relação Pedagógica

1 LIBÂNEO, J. C.. Tendências pedagógicas na prática escolar. In: Democratização da escola
pública:pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Loyola, 1985
2 CORDEIRO, Jaime. A relação pedagógica: a Didática em ação. In: Didática. São Paulo:
Contexto, 2007
3 PIMENTA. S. G. Docência no Ensino Superior: problematização. In: Docência no ensino
superior. São Paulo: Cortez, 2002.
4 LIBÂNEO, José Carlos. Desenvolvimento histórico da Didática e tendências
pedagógicas. In: Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
5 SOARES, Magda. Didática: uma disciplina em busca da identidade. In: Revista
ANDE, nº 9, 1985.

5

Organização e Gestão dos Processos
Educativos
Prof. MSc. Irailde Correia de Souza Oliveira

Política
Básica

e

Organização

da

Educação

Prof. Dr. José Márcio Augusto de Oliveira

1. Coordenação do trabalho pedagógico:
Papel e função do coordenador pedagógico
2. Sistema de organização e gestão da
escola e o papel do gestor escolar
3 Os processos educativos fora da escola e
o papel do pedagogo

1 ALMEIDA, L. R. e PLACCO, V. M. N. de S. (orgs). O Coordenador pedagógico e o
espaço da mudança. São Paulo: Loyola, 2001
2 GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e
estruturas
colegiadas
nas
escolas
Disponível:
http://www.scielo.br/pdf/%0D/ensaio/v14n50/30405.pdf .
3 LIBANEO, José Carlos. O Sistema de Organização e Gestão da Escola
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/32/3/LDB_Gest%C3%A3o.pdf
4 OLIVEIRA. Irailde C. S. A Função/Ação do Coordenador Pedagógico no Cotidiano
Escolar: do Planejamento à Avaliação. In: Coordenação Pedagógica. Maceió:
UFAL/CEDU/NEAD, 2004.

1. Trinta anos da Constituição federal de
1988 e seu capítulo de Educação
2. Impactos dos 20 anos de
implementação da LDB – Lei 9394/96
3. Desafios da implementação do novo
Plano Nacional da Educação(20142024): Educação Básica;

1.

2.

3.

Estágio Supervisionado 3 - Ensino Médio
– Pedagogia

1 Estágio
2 Práticas de ensino em ambientes virtuais
3 Material didático em Ead

Profa. Dra. Deise Juliana Francisco

Estatística Educacional
Prof. MSc. Eraldo de Souza Ferraz

Política
Básica

e

Organização

da

Educação

Profa. Dra. Maria da Conceição Valença da
Silva

1. Retrospectiva histórica do conceito de
Estatística;
2. Séries Estatísticas: tipos, elementos
essenciais da tabela, tipos e usos dos
gráficos;
3. A importância da Estatística na
educação.
1 Educação como política pública social
2 As Modalidades de Educação na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional –
LDB nº 93.94/96
3 A Educação Básica no contexto do Plano
Nacional de Educação: alguns destaques

CURY, Carlos R. A educação básica como direito. Cadernos de Pesquisa, v. 38,
n. 134, p. 293-303, maio/ago. 2008. Disponível em:
www.scielo.br/pdf/cp/v38n134/a0238134.pdf
MEDEIROS, Emerson Augusto. 20 anos da Lei de diretrizes e bases da
educação nacional. Disponível:
www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV056_MD1_S
A3_ID6102_18082016142752.pdf
AZEVEDO, Janete Lins. O Plano Nacional de Educação e Planejamento.
Disponível em: retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/441/572



PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e
prática. SP: Cortez, 2005

PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria Socorro L. Estágio e docência. São Paulo:
Cortez, 2006.

CARVALHO, Gislene T. R. D; ROCHA, Vera H. R. Formação de Professores
e Estágios Supervisionados: relatos e reflexões. São Paulo: Andross, 2004.

FREITAS, Helena C. de. O trabalho como princípio orientador na prática de
ensino e no estágio. SP: Papirus, 1991.

MELO, Kátia Maria Silva de. Formação e profissionalização docente: o
discurso das competências, Maceió, Edufal, 2007.
 GONÇALVES, Fernando Antônio. Estatística Descritiva: uma introdução. Editora
Atlas, 1977. (pp 20-23)
 OLIVEIRA, Terezinha de F.R. Estatística Aplicada à Educação – Rio de Janeiro:
LTC, 1974. 148 pp: il. (519.22)
 SANTOS, B. C.; HAUSER, M. W.; GARBUIO, P. R. Estatística Educacional.
Disponível em:
<http://www.faculdadesagradafamilia.com.br/admin/anexos/EstatisticaEducacional.pd
f> Acesso em: 19 ago 2014.
1BRASIL. Lei nº 9.394. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Ministério da Educação, 1996
2 BRASIL. Plano Nacional de Educação - PNE/Ministério da Educação, Brasília, DF,
2014.
3 LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Feirrrea de; TOSCHI, Mirza Seabra.
Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2011.

6

Estágio Supervisionado I – Gestão Escolar
Profa. Dra. Elisângela Leal de Oliveira
Mercado

1 Estagio, Pesquisa e Formação do Gestor
Escolar
2 Abordagens Teóricas e Metodológicas do
Estagio Supervisionado
3 Estágio Supervisionado Nos Espaços
Escolares e Não Escolares no Curso de
Pedagogia

1.
Projeto Pedagógico, Organização
Gestão do Trabalho Escolar

e
2.
3.

Prof. Dr. Jorge Eduardo de Oliveira

Projeto Pedagógico, Organização
Gestão do Trabalho Escolar

e

Prof. Dr. Jailton de Souza Lira

Currículo
Profa. Dra. Silvana Paulina de Souza

Educação e Meio ambiente
Profa. MSc. Maria Helena Ferreira Pastor
Cruz

Escola
como
Organização
complexa;
Gestão Democrática da Educação;
Projeto Pedagógico como
expressão do planejamento
participativo

1. Gestão democrática e planejamento
participativo na educação brasileira
2. Sistema Nacional de Educação
3. Importância
do
Projeto
Político
Pedagógico na escola pública

1 PIMENTA, S. G. (et al) Estagio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.
2 PRADO, E. Estagio na licenciatura em Pedagogia II: gestão educacional. Petrópolis:
Vozes; Maceió: Edufal, 2012.
3 BATISTÃO, M. Estágio Supervisionado em Gestão da Educação Escolar. Disponível
em:
http://www.uel.br/revistas/prodocenciafope/pages/arquivos/Volume4/TEXTO%2002%20
p.15%20a%2023.pdf. Acesso em: 20 jan. 2016
4 GHEDIN, E.; OLIVEIRA, E. S.; ALMEIDA, W. A. Estágio com Pesquisa. São Paulo:
Cortez. 2016.
 GANDIN, Danilo. A Posição do Planejamento Participativo entre as Ferramentas de
Intervenção na Realidade. Currículo sem Fronteiras, v.1, n.1, pp.81-95, Jan/Jun 2001
Disponível em: www.curriculosemfronteiras.org.> Acesso em 08.08.2013.
 LIBÂNEO, J. C. O Sistema de Organização e Gestão da Escola. Disponível em
http://www.acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/32/3/LDB_Gest%C3%A3o.pd
f. Acesso em 14/02/2011.
 MEYER JR, Victor. A Escola como Organização Complexa. IN: EYNG, Ana Maria,
GISI, Maria de Lourdes (Orgs). Política e Gestão da Educação Superior: desafios e
perspectivas. Ijui-RS: Ed. Unijuí, 2007. pp. 231-262.
 VEIGA, Ilma Passos. Perspectivas para a reflexão em torno do projeto políticopedagógico. IN: Escola: Espaço do Projeto Político-Pedagógico. Campinas/SP:
Papirus, 1998
1. LIBÂNEO, José Carlos. O dualismo perverso da escola pública brasileira: escola do
conhecimento para os ricos, escola do acolhimento social para os pobres. Educação e
Pesquisa, São Paulo, v. 38, n. 1, p. 13-28, 2012
2. SAVIANI, Dermeval. Sistema nacional de educação: conceito, papel histórico e
obstáculos para sua construção no Brasil. 31ª Reunião Anual da ANPEd, 2008.
3. SILVA, Maria Abádia da. Do projeto político do Banco Mundial: ao projeto políticopedagógico da escola pública brasileira. In: Revista Educação e Sociedade, v. 23, n.
61, p. 283-301, dez, 2003. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em:
10 jan. 2014.

1. Os professores e o direito de ter vez nos
currículos.
2. Os saberes do trabalho docente e o
lugar no currículo.
3. As crianças, os adolescentes e os
jovens abrem espaços nos currículos.

1. Arroyo, Míguel G. Currículo, território em disputa - Petrópolis, RJ : Vozes, 2011.
2. Silva, Tomaz Tadeu da (org.). Alienígenas na sala de aula - Petrópolis, RJ : Vozes,
1995.
3. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do
currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.

1 PNEA – Politica Nacional da Educação
Nacional – lei 9.795 de 27/04/1999
2 Importância da educação ambiental
3 Diretrizes da educação ambiental

1 •Lei N ° 9.795, de 27 de Abril de 1999 – dispõe sobre a Política Nacional da
Educação Ambiental – PNEA.
2 BRASIL 1988, Constituição da República Federativa do Brasil
3 •BRASIL/Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Educação. Programa Nacional
de Educação Ambiental – Documento em consulta nacional. Brasília, 2003
4 •REIGOTA, Marcos. Meio Ambiente e Representação Social. São Paulo: Cortez,
1995

7

Estágio Supervisionado 2 – Educação
Infantil
Profa. Me. Andreza Fabrícia Pinheiro da Silva

Estágio Supervisionado 2 – Educação
Infantil
Profa. MSc. Elza Maria da Silva

Leitura e Produção Textual em Língua
Portuguesa
Profa. Dra.
Pimenta

Rosângela

Oliveira

Cruz

Profissão Docente

1. Conhecendo a instituição e os grupos de
crianças: as especificidades da Educação
Infantil
2. Pesquisas com crianças: observação e
registro em diário de campo
3. A hora da prática: reflexões, projetos,
planejamento e intervenções em creches e
pré-escolas

1. Conhecendo a instituição e os grupos de
crianças: as especificidades da Educação
Infantil
2. Pesquisas com crianças: observação e
registro em diário de campo
3. A hora da prática: reflexões, projetos,
planejamento e intervenções em creches e
pré-escolas.

1 Sobre Leitura, Texto e Sentido
2 A coesão na produção textual
3 A compreensão Textual nos livros
didáticos de Língua Portuguesa

1 História da Profissão Docente no Brasil
2 Profissão Docente: educação e poder

Profa. Dra. Cristiane Marcela Pepe
Política e Organização
Básica no Brasil

da

Educação

Profa. Dra. Geórgia sobreira dos Santos
Cêa

1 A LDB n° 9.394/1996 e a organização da
educação brasileira
2 O Plano Nacional de Educação 2014-2024
e o Plano Estadual de Educação de
Alagoas: o desafio do alcance das metas
3 A natureza da disciplina sobre Política
Educacional

 CORSARO, Willian. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos
estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc., Campinas, vol. 26, n. 91, p.
443-464, Maio/Ago. 2005. Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br Acesso em
14/06/2013 GEPEDISC. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e
pesquisa. Campinas, SP: Autores associados, 2011.
 GOMES, Marineide de Oliveira. Formação de professores na educação infantil. São
Paulo: Cortez, 2009.
 MELLO, A. M. O dia a dia das creches e pré-escolas: crônicas brasileiras. Porto
Alegre: Artmed, 2010.
 OSTETTO, L. E. (Org.).Encontros e encantamentos na educação infantil. 10ª ed.
Campinas, SP: Papirus, 2012 OSTETTO, L. E. (org.) Educação Infantil: saberes e
fazeres da formação de professores. 4 ed. Campinas (SP): Papirus, 2010.
 CORSARO, Willian. Entrada no campo, aceitação e natureza da participação nos
estudos etnográficos com crianças pequenas. Educ. Soc., Campinas, vol. 26, n. 91, p.
443-464, Maio/Ago. 2005. Disponível em <http://www.cedes.unicamp.br Acesso em
14/06/2013 GEPEDISC. Culturas infantis em creches e pré-escolas: estágio e
pesquisa. Campinas, SP: Autores associados, 2011.
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Educação e Tecnologia da Informação e
Comunicação
Profa. Dra. Cleide Jane Sá de Araújo Costa

1 - Impactos das TIC sobre a educação – século
XX
2 - A incorporação das TIC na educação
3- Mediação Pedagógica e o uso das Tecnologias

BARBA Carme, CAPELLA Sebastià ( org.). Computadores em sala de aula: métodos e
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COLL César, MONEREO Carles (orgs). Psicologia da Educação virtual: aprender e
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KENSKI, Vaní Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas: Papirus,
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